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Azuma Kirin terá semana dedicada ao saquê nos pontos de venda

16 Abril, 2018 agitosp

A Azuma Kirin, já conhecida pela qualidade e pioneirismo na produção de saquê, em parceria com o Grupo Pão de Açúcar, oferecerá uma semana de preços reduzidos nos Sakê Soft e Sakê Dourado. A promoção é válida para compra nos mercados Pão de Açúcar de 12 a 22 de abril, no estado de São Paulo. 

O Sakê Soft é uma versão leve, adocicada e com baixa acidez. É perfeito para drinks com frutas e saquerinhas. O valor da garrafa e R$25,90 e custará R$19,90.

Já o Dourado tem um sabor mais presente, é delicado e harmônico. Excelente para tomar puro ou em drinks com mais personalidade. Nas lojas ele custa R$32,90 e estará por R$ 25,90.

Serviço:
Azuma Kirin 
azumakirincompany.com.br/sites
Tel: (11) 3283-0733

Frango e ovo mais baratos para o consumidor, mas por péssimos motivos

Sem poder exportar para a Europa, grandes empresas como BRF e Aurora diminuem o alojamento de frangos e dão férias coletivas; com a crise, preço ao consumidor já caiu 11% no mercado interno
Jonathan Campos/Gazeta do Povo

Brasil é o maior exportador mundial de frango

Carambeí, Castro e Ponta Grossa (PR) |
16/04/2018 | 08h34 | Estadão Conteúdo

Para evitar que uma superoferta de frango no mercado nacional derrube ainda mais o preço do produto, as empresas do setor se preparam para dar férias coletivas em diversas de suas plantas, reorganizar a cadeia de produção e repassar centenas de ovos, que seriam fecundados, para o comércio e para a indústria.

Os ovos não vão virar omelete por acaso. Desde março, o setor tem de lidar com um autoembargo imposto pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) aos países da União Europeia contra plantas brasileiras, a maioria delas da BRF, após denúncias de presença de salmonela em produtos.

Grande parte da produção que iria para o exterior ficou no Brasil e o impedimento às exportações ocorreu em um momento em que o consumo interno ainda não se recuperou completamente da recessão. Também tem pesado o aumento do preço do milho, um dos principais insumos do setor.

Dona das marcas Sadia e Perdigão, a BRF dará férias coletivas de 30 dias aos funcionários da linha de abate de aves da planta de Rio Verde (GO) e a todos os que atuam na linha de produção de Carambeí (PR), a partir de maio. As unidades de Mineiros (GO) e de Capinzal (SC) também sofreram ajustes. A Aurora anunciou férias coletivas em uma unidade de Santa Catarina, em junho.

“É uma tempestade perfeita. Ainda que esteja em níveis aceitáveis, a produção foi afetada pelo retorno do produto não exportado. As férias coletivas são um indicativo da apreensão”, diz Ricardo Santin, vice-presidente da Associação Brasileira de Proteína animal (ABPA). As exportações caíram 8% em janeiro e 5% em fevereiro. O Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo.

Com mais frango no mercado nacional, o preço do produto resfriado vendido no atacado caiu 17% no Estado de São Paulo desde novembro, aponta o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Para o consumidor, o preço do quilo da ave na cesta básica também caiu: está 11% mais barato, segundo o Procon-SP, fechando fevereiro a R$ 5,20.

“Esperávamos uma recuperação. Em 2017, o poder aquisitivo do brasileiro estava menor, mas o mercado parecia que iria ficar menos incerto este ano”, diz Marcos Iguma, do Cepea.

Quem nasceu primeiro

A crise no setor preocupa principalmente os produtores integrados – que recebem os pintinhos com um dia de vida, a ração e a assistência técnica para fazer a engorda dos animais até o abate. Como são remunerados pela produtividade, eles dependem de uma demanda forte do mercado pela carne de frango.

“Se perguntar para o produtor, ele vai dizer que já há uma hiperoferta”, diz Euclides Costenaro, integrado da BRF em Rio Verde. “A cadeia de frango é como um transatlântico: quando um mercado deixa de comprar, levam-se meses para mudar a rota e reajustar. A superoferta pode durar até o meio do ano.”

Costenaro, que tem 40 aviários com capacidade para produzir 1 milhão de aves por lote, vai ter a produção reduzida em um terço. Ele lembra que os problemas da cadeia de frango também acabam desorganizando outros setores. “Se o frango ficou barato, o consumidor reduz a compra de carne bovina ou suína. É um efeito cascata.”

“Em Carambeí, antes os lotes chegavam com um intervalo de 15 dias. Agora são 20”, diz Carlos Bonfim, presidente da Associação dos Avicultores de Campos Gerais, no Paraná. “O abate vai diminuir, estão falando de 50 mil frangos a menos por dia.”

Ele diz que os ovos, que seriam fecundados, estão sendo encaixotados para o comércio e a indústria, indo para a fabricação de empanados ou ovos líquidos, para confeitaria.

A tendência, na avaliação de especialistas ouvidos pelo Estado, é que o preço do frango continue em queda pelos próximos dois meses. O dos ovos também pode cair, embora o impacto da oferta maior do produto seja menos significativo.

Retoma das exportações?

A Comissão Europeia deverá decidir em uma votação, na próxima quarta-feira, sobre as restrições às exportações de carne de aves do Brasil aos países do bloco, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“Após a publicação da medida, ela será avaliada e serão tomadas as providências consideradas necessárias, para restabelecer o fluxo comercial”, disse o ministro da pasta, Blairo Maggi.

Há um mês, o Ministério da Agricultura decidiu, de maneira cautelar, interromper temporariamente a produção e certificação sanitária de produtos, sobretudo da BRF, para o bloco.

Dona das marcas Perdigão e Sadia, a BRF teve oito unidades com exportação suspensa de produtos de aves para a União Europeia. A medida foi adotada pelo Brasil para se antecipar aos países europeus, que já haviam ameaçado suspender todas as importações após a Operação Trapaça, que revelou um esquema de fraudes na análise da bactéria salmonela em lotes.

“O Brasil tem alguns quadros que favorecem a retomada das exportações. Há registros de gripe aviária em vários países da União Europeia e isso ajuda a favorecer a imagem do Brasil”, diz Marcos Iguma, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) disse esperar uma efetiva e rápida solução para a retomada das exportações. A entidade lembra que o Brasil exportou mais de 5 milhões de toneladas de carne de frango para o bloco nos últimos dez anos e “nunca houve qualquer registro de problemas de saúde pública relacionados à carne brasileira”.

Sobre as medidas a serem tomadas para a recuperação do setor, a BRF disse, em nota, que não comentaria a questão, por razões estratégicas. A Aurora Alimentos e a JBS também não quiseram se pronunciar.
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Com sucos funcionais, empresário fatura R$ 4 milhões

A WNutritional, do empreendedor Daniel Feferbaum, usa nutrientes como cálcio, fibras e ômega 3 em seus produtos
16.04.2018|Por Carina Brito

Na década passada, o empresário Daniel Feferbaum, 39, morava nos Estados Unidos. Passeando por um supermercado para fazer as compras do dia a dia, ele teve uma ideia de negócio.

“Eu percebi que haviam muitos sucos funcionais nas prateleiras, produtos que não existiam no Brasil”, diz o empresário.

Sucos funcionais, explica Feferbaum, são bebidas desenvolvidas por profissionais de saúde com adição de nutrientes como, cálcio, fibras, vitaminas e ômega 3. "Em tese, ele faz bem para o corpo", diz.

De volta ao Brasil, em 2011, o paulistano começou a fazer pesquisas e descobriu que o mercado de produtos saudáveis era promissor. Ele entrou em contato com médicos e nutricionistas para criar receitas do suco para o gosto do brasileiro. Foram três anos de pesquisa para criar os sucos e conseguir o registro do Ministério da Agricultura.

Os sucos da WNutritional foram lançados em fevereiro de 2014. “Como era um produto que muitas pessoas não conheciam, criamos jeitos de apresentá-lo para as pessoas, como degustação. Deu certo e as pessoas compraram a ideia”, afirma Feferbaum. Segundo o empresário, os pais gostaram muito dos sucos para dar aos filhos que estavam em fase de crescimento.

Atualmente, o principal canal de vendas dos sucos é o varejo, mas a empresa tenta levar o produto para instituições privadas, como escolas. “O processo é diferente e tem que ser aprovado por nutricionistas e alguns pais para ser vendido nas cantinas’, afirma o empresário.

Além das escolas, a empresa quer oferecer o suco em hospitais para pacientes que precisam de alimentos mais ricos em nutrientes.

Crescimento da empresa

Segundo Feferbaum, as pessoas estão mais interessadas em levar uma vida saudável, o que refletiu no aumento de vendas da WNutritional. Em 2017, a empresa teve um crescimento de 100% e faturou R$ 4 milhões.

Para este ano, o empresário espera expandir a comercialização para os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, já que, por enquanto, as vendas estão concentradas em São Paulo.

Outro plano é aumentar a linha de produtos, incluindo de chás, produto que Feferbaum acredita ser muito promissor.

Turma da Mônica

Uma das últimas conquistas da WNutritional foi uma parceria com a Mauricio de Sousa Produções. "A empresa estampa os personagens da Turma da Mônica nas embalagens dos sucos", diz.

“Nós procuramos a produção e coincidiu com o momento que eles estavam buscando produtos saudáveis para divulgar o novo desenho Bairro do Limoeiro”, diz Feferbaum. Não à toa, a linha de sucos, que é destinada às crianças, foi chamada de Life Mix Bairro do Limoeiro.

IST Alimentos e Bebidas leva laboratório de análise para feira de tecnologia em Dourados

16 de Abril de 2018 Daniel Susumura dos Santos

O IST Alimentos e Bebidas (Instituto Senai de Tecnologia em Alimentos e Bebidas) terá, a partir desta terça-feira (17/04), um laboratório para fazer ensaios microbiológicos e físico-químicos de alimentos e bebidas durante a edição 2018 da Feira de Tecnologias e Conhecimentos para a Agricultura Familiar (Tecnofam), que prossegue até quinta-feira (19/04) na Embrapa Agropecuária do Oeste, em Dourados (MS). A iniciativa é para divulgar aos visitantes o portfólio de produtos e serviços técnicos e tecnológicos e consultorias disponibilizados pela unidade instalada no município da região sul do Estado.

Na avaliação do gerente do Senai de Dourados, Yashi Miranda, a participação do ISI Alimentos e Bebidas contribui para aproximar a instituição de novos clientes e fortalecer a parceria com a Embrapa Agropecuária do Oeste. “É importante nossa participação até para posicionar o Instituto perante o público que não é industrial, mas que pode demandar nossos serviços, transformando seu negócio em uma agroindústria”, afirmou.

A Tecnofam é um evento bienal realizado pela Embrapa Agropecuária do Oeste com o objetivo de criar um ambiente favorável para o conhecimento e a adoção de tecnologias que façam diferença no negócio agrícola de base familiar. A primeira edição foi realizada em 2014 e contou com 1.200 participantes, enquanto a segunda edição foi em 2016 e reuniu cerca de 1.500 pessoas e, para este ano, a expectativa é igualar o mesmo número do ano retrasado, incluindo visitantes de 11 Estados e do Paraguai e Bolívia.

Para a edição 2018, a Tecnofam contará com 23 estações de campo, seis oficinas, além de apresentação de casos de sucesso na organização de agricultores familiares e deve reunir agricultores familiares, técnicos de assistência técnica, estudantes, acadêmicos e professores, além da população urbana interessada em conhecer as tecnologias voltadas para o setor agrícola de base familiar.

O evento conta com apoio do Governo do Estado, por meio da Semagro (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), da Prefeitura de Dourados e da APOMS (Associação de Produtores Orgânicos de Mato Grosso do Sul).

Serviço – A Embrapa Agropecuária do Oeste fica no quilômetro 253 da BR-163, em Dourados (MS)

Alimento vendido como integral? Nem sempre!

Encontrar produtos disponíveis nos mercados com composição 100% integral é um desafio no Brasil devido à leis permissivas

Estadão Conteúdo 16 de abril de 2018 – 14:00

Encontrar produtos disponíveis nos mercados com composição 100% integral é um desafio, diz Angela Maria, 38 anos, paulista, mãe de dois filhos em idade escolar. “As pessoas aprenderam a comparar os rótulos dos produtos e as empresas precisam ser cada vez mais transparentes, pois o consumidor está atento”, enfatiza a nutricionista Michelle Cavalcante.

A lei que regulamenta o setor é de 1969, que originalmente exigia um mínimo de 50% de base integral na formulação de produtos considerados integrais. Mas essa lei foi alterada no ano de 2000, havendo um retrocesso na transparência junto ao consumidor, pois foi retirada a exigência de um produto possuir um percentual mínimo, de ingrediente integral, para ser considerado integral. Desta forma, apenas pode conter um único ingrediente integral, não importando sua quantidade.

“A legislação brasileira atual é muito permissiva e não obriga um percentual mínimo para a composição dos produtos integrais, por isso, buscamos uma certificação internacional”, diz Fernando Ramos, Diretor Comercial na Da Magrinha – fazendo referência a certificação WHOLE GRAIN, já amplamente reconhecida nos Estados Unidos e Europa.

Embora a legislação permita que empresas digam que seus produtos são integrais, quando na verdade podem conter 99,9% de ingredientes não integrais, essa falta de rigor pode significar uma oportunidade. O mercado de alimentação saudável já movimenta US$ 35 bilhões por ano e, por consequência, aumentou sua demanda por inovação, variedade e qualidade no setor.

Fundada em 1991, em Florianópolis, a Da Magrinha inovou sendo a primeira marca com a linha completa de produtos 100% integrais. “Integral de Verdade, essa é a nossa causa! E os números tem se mostrado favoráveis, crescemos 10 vezes nos últimos 5 anos e esse é só o começo”, complementa Fernando. A Da Magrinha se destaca por manter um toque artesanal mesmo com um mix abrangente de produtos, composto de Snacks de Granola, Pipoca Zero Gorduras, Multigrãos (cookies salgados), complementos alimentares e a Linha Amazônica, com snacks, cookies e granolas. Sua linha de produtos é amplamente encontrada em 10 estados brasileiros e esse ano a marca inicia uma forte expansão para o estado de São Paulo

Embora uma mudança na lei possa forçar as indústrias a revisarem suas linhas de produtos, esse seria um grande avanço para o consumidor. Pois, hoje, não há a obrigatoriedade de informar tudo nas embalagens e isso possibilita que muitas empresas não possuam um transparente controle de qualidade. Algo que pode mudar com o atual projeto de lei nº 6.797, que visa exigir que alimentos considerados integrais possuam um mínimo de 50% de ingredientes integrais em sua composição

A alimentação saudável já provou que não é apenas uma moda passageira, mas sim, uma forte tendência no setor de alimentos. De acordo com um estudo da Euromonitor, o mercado de alimentação ligado à saúde e ao bem-estar cresceu 98% no país de 2009 a 2014. Caminhando a passos largos, o setor mais do que dobrou de tamanho nos últimos 10 anos, com crescimento superior a 100%.

Mercado de alimentação saudável: consumidor brasileiro ainda relata dificuldade na busca por produtos 100% integrais

16 abr 2018
10h46

Encontrar produtos disponíveis nos mercados com composição 100% integral é um desafio, diz Angela Maria, 38 anos, paulista, mãe de dois filhos em idade escolar. "As pessoas aprenderam a comparar os rótulos dos produtos e as empresas precisam ser cada vez mais transparentes, pois o consumidor está atento", enfatiza a nutricionista Michelle Cavalcante.

A lei que regulamenta o setor é de 1969, que originalmente exigia um mínimo de 50% de base integral na formulação de produtos considerados integrais. Mas essa lei foi alterada no ano de 2000, havendo um retrocesso na transparência junto ao consumidor, pois foi retirada a exigência de um produto possuir um percentual mínimo, de ingrediente integral, para ser considerado integral. Desta forma, apenas pode conter um único ingrediente integral, não importando sua quantidade.

"A legislação brasileira atual é muito permissiva e não obriga um percentual mínimo para a composição dos produtos integrais, por isso, buscamos uma certificação internacional", diz Fernando Ramos, Diretor Comercial na Da Magrinha – fazendo referência a certificação WHOLE GRAIN, já amplamente reconhecida nos Estados Unidos e Europa.

Embora a legislação permita que empresas digam que seus produtos são integrais, quando na verdade podem conter 99,9% de ingredientes não integrais, essa falta de rigor pode significar uma oportunidade. O mercado de alimentação saudável já movimenta US$ 35 bilhões por ano e, por consequência, aumentou sua demanda por inovação, variedade e qualidade no setor.

Fundada em 1991, em Florianópolis, a Da Magrinha inovou sendo a primeira marca com a linha completa de produtos 100% integrais. "Integral de Verdade, essa é a nossa causa! E os números tem se mostrado favoráveis, crescemos 10 vezes nos últimos 5 anos e esse é só o começo", complementa Fernando. A Da Magrinha se destaca por manter um toque artesanal mesmo com um mix abrangente de produtos, composto de Snacks de Granola, Pipoca Zero Gorduras, Multigrãos (cookies salgados), complementos alimentares e a Linha Amazônica, com snacks, cookies e granolas. Sua linha de produtos é amplamente encontrada em 10 estados brasileiros e esse ano a marca inicia uma forte expansão para o estado de São Paulo.

Embora uma mudança na lei possa forçar as indústrias a revisarem suas linhas de produtos, esse seria um grande avanço para o consumidor. Pois, hoje, não há a obrigatoriedade de informar tudo nas embalagens e isso possibilita que muitas empresas não possuam um transparente controle de qualidade. Algo que pode mudar com o atual projeto de lei nº 6.797, que visa exigir que alimentos considerados integrais possuam um mínimo de 50% de ingredientes integrais em sua composição.

A alimentação saudável já provou que não é apenas uma moda passageira, mas sim, uma forte tendência no setor de alimentos. De acordo com um estudo da Euromonitor, o mercado de alimentação ligado à saúde e ao bem-estar cresceu 98% no país de 2009 a 2014. Caminhando a passos largos, o setor mais do que dobrou de tamanho nos últimos 10 anos, com crescimento superior a 100%.

Website: http://www.damagrinha.com.br/
Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

Nestlé inaugura Centro de Tecnologia Analítica de Qualidade em Araras

A Nestlé Brasil inaugura hoje seu novo Centro de Tecnologia Analítica de Qualidade – NQAC (Nestlé Quality Assurance Center) na cidade de Araras (SP). Com investimento de R$ 23 milhões, a unidade ampliará em 10% a atual capacidade de atendimento de análises.

O NQAC Brasil faz parte de uma rede global de Centros de Qualidade da Nestlé, que inclui 24 laboratórios ao redor do mundo, responsáveis pela realização de análises microbiológicas e físico-químicas para controle de qualidade de matérias-primas, embalagens, produtos finalizados e amostras ambientais. Também realizam análises de composição para aferir o conteúdo nutricional informado nos rótulos dos produtos, como no caso de substâncias adicionadas (vitaminas e outros nutrientes).

Araras, centro de Excelência

A Nestlé está presente em Araras desde 1921, quando inaugurou sua primeira fábrica no Brasil. Desde então, a região se tornou um polo de excelência e referência da companhia, seja na produção fabril, como em tecnologia e até na formação de pessoas. “Araras conta com um hub de engenharia da Nestlé Brasil, com equipe altamente especializada, que contribui diretamente para a alta performance em toda cadeia de produção, desenvolvimento e inovação da Nestlé no país”, destaca o Head da área Técnica da Nestlé Brasil, Luis Garcia. Atualmente, a cidade conta com fábricas da Nestlé para produção de NESCAFÉ® solúvel e achocolatado em pó NESCAU® que, em 2017, atingiu volume de produção de 130 mil toneladas.

Em Araras também opera uma unidade da DPA (joint-venture da Nestlé e Fonterra) para produção de refrigerados, além de um Centro de Distribuição, que juntos empregam mais de 2.100 colaboradores. A instalação do NQAC é mais um passo na consolidação da cidade como um grande centro de excelência da Nestlé Brasil, inclusive na qualificação de pessoas. “Por ser uma fábrica de alta complexidade, em porte, volume de produção e tecnologia, Araras se tornou um ponto de capacitação de profissionais da companhia”, reforça o gerente do NQAC Brasil, Frede Politi.

Ampliação de negócios

A nova operação irá potencializar a oportunidade de negócios para o NQAC no Brasil e na América Latina. Além de atender o mercado brasileiro, a unidade exporta produtos para mais de 40 países – entre eles, Colômbia, Venezuela, Argentina, Chile e Peru, além do Canadá e países do Leste Europeu. A partir da inauguração da nova sede, o NQAC terá também capacidade para atender novos mercados no continente e expandir os serviços para fornecedores de insumos das unidades.

Cápsulas da Drinkfinity são a aposta da PepsiCo em bebidas saudáveis

Em um momento no qual a indústria de alimentos tenta se reinventar com produtos mais saudáveis, a PepsiCo parece ter uma alternativa, veja só, ao refrigerante. A novidade, batizada como Drinkfinity, consiste em uma garrafa de água de quase 600 ml e cápsulas de sabor descartáveis. Segundo a empresa, trata-se de “um inovador sistema de bebidas”.

De uma coisa não dá para discordar: o preparo é, no mínimo, diferente. O consumidor conecta a cápsula (ou “pods”, como são chamados) à tampa da garrafa e “estoura” o conteúdo dentro dela (veja o vídeo abaixo). São 12 sabores diferentes.

Segundo a revista Fast Company, para colocar a ideia de pé, a PepsiCo rompeu com sua fórmula convencional de criar novas receitas e produtos. A empresa tirou uma equipe do escritório tradicional para elaborar a Drinkfinity em um espaço de coworking.

O primeiro mercado a receber a bebida foi o Brasil, em 2014. O piloto inspirou mudanças no design (como mover o pod do fundo da garrafa para o topo). Depois, a PepsiCo fez um teste interno com funcionários nos EUA. E por fim, em vez de aproveitar a presença que a Pepsi já tem em pontos físicos, a Drinkfinity foi oficialmente lançada com vendas na internet. (No Brasil, no entanto, a marca também conta com pontos físicos.) “[Esses produtos] não precisam ser projetados para durar 120 anos, como uma Pepsi Cola”, disse Luis Montoya, presidente da PepsiCo Latin America Beverages, em entrevista à Fast Company. “As pessoas estão buscando mais variedade e essa plataforma pode fornecer isso O gosto, os hábitos e até os ingredientes terão de evoluir.”

Fim da obrigação de selo em transgênico pode ser votado por Comissão de Meio Ambiente

Conjuntura / 16 Abril 2018

O fim da obrigatoriedade dos rótulos com informações sobre a presença de transgênicos em produtos alimentícios pode ser votado amanhã na Comissão de Meio Ambiente (CMA). O relatório do senador Cidinho Santos (PR-MT) é pela aprovação do PLC 34/2015, do deputado Luiz Carlos Heinze (PP-RS).

O texto determina a retirada do triângulo amarelo com a letra "T", que hoje é colocado obrigatoriamente nas embalagens de alimentos transgênicos. Cidinho afirma que "uma análise científica rigorosa" sobre a questão dos transgênicos é o melhor caminho para que se afaste "o medo em torno deles", a seu entender fruto de "ignorância e obscuridade". O senador afirma ainda que ainda não há "qualquer evidência que demonstre a negatividade dos transgênicos".

"A despeito dos alimentos transgênicos serem uma realidade há mais de 15 anos no mundo, ainda não há registros de que sua ingestão cause danos diretos à saúde humana. Não existe um registro sequer", escreveu.

No mês passado esta mesma proposta foi rejeitada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Na ocasião, Cidinho disse que ONGs dos EUA tentaram contatá-lo para que também votasse contra, mas respondeu que "achava melhor que eles fossem defender esta bandeira no país deles".

– Porque estas ONGs não exigem o mesmo no frango ou no leite que é produzido por lá? Nenhum país do mundo utiliza esta simbologia, que desvaloriza a produção. Porque não usam símbolos também para identificarem sódio ou gordura trans? Porque não faz sentido, e o uso do "T amarelo" também é desnecessário – afirmou, na ocasião.

Na CAS, o relatório pela rejeição foi da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Ela argumentou que a expansão das plantações de transgênicos leva ao aumento no uso de agrotóxicos, pois grande parte das sementes geneticamente modificadas (OGMs) tem como principal característica a resistência aos venenos agrícolas.

– Com o aumento do emprego de agrotóxicos, crescem os riscos à saúde dos consumidores, pois os efeitos nocivos à saúde humana e ao meio ambiente já são mais do que conhecidos – disse na ocasião.

Para ela, portanto, retirar o triângulo amarelo com a letra "T" restringe a informação para o consumidor em relação aos alimentos que compra, no caso de terem transgênicos.

A senadora afirmou que seu relatório teve o apoio do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), além de outras entidades que representam profissionais de saúde, associações acadêmicas e defesa de pacientes.

Vanessa também considerou altamente prejudicial à agricultura familiar o artigo do projeto que dificulta a comercialização de produtos orgânicos, ao vincular a divulgação de que um alimento é livre de OGMs a uma análise comprobatória. Para ela, jogar este custo sobre os pequenos produtores é proibitivo.

Agência Senado

Amostras de cafés especiais mineiros são enviadas para a China

Expandir as fronteiras e prospectar novos mercados para a principal commodity do agronegócio mineiro, o café

Por: Agrolink com inf. de assessoria

Publicado em 16/04/2018 às 16:10h.

Expandir as fronteiras e prospectar novos mercados para a principal commodity do agronegócio mineiro, o café. Com este objetivo o Governo de Minas Gerais iniciou um conjunto de ações com o objetivo de ampliar a participação do café mineiro no mercado chinês. Numa articulação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e da Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais (Indi), cinquenta amostras de café especial torrado foram enviadas para o mercado do país asiático.

Todo o conjunto de amostras faz parte do Programa Certifica Minas Café, programa de certificação das propriedades cafeeiras no estado, coordenado pela Secretaria de Agricultura e executado pelas empresas vinculadas ao sistema (Emater-MG, Epamig e Instituto Mineiro de Agropecuária – IMA).

As amostras foram entregues à consultora-chefe Li Xia, da Huixin Management Consulting, grupo representante e proprietário de cafeterias e lojas especializadas em cafés gourmet em várias partes do mundo. As amostras, que já estão a caminho da China, serão avaliadas pelos analistas sensoriais de uma rede de supermercados, potenciais compradores da produção mineira de cafés especiais.

Potencial de mercado

Na terra do maior produtor e consumidor mundial de chá, o café vem abrindo espaço no gosto da população, estimulado pela chegada de grandes redes internacionais especializadas no consumo do café gourmet. “É um mercado atrativo para os produtores mineiros. Ainda que o consumo individual seja pequeno e as exportações para a China representem pouco menos de 0,5% da receita de todo o café mineiro exportado no ano passado, o mercado vem sinalizando crescimento consistente ao longo dos anos. Tanto o volume quanto a receita podem alcançar números significativos se multiplicados pelo tamanho da população, que é a maior do planeta com mais de 1,5 bilhão de habitantes”, afirma o Secretário de Agricultura interino, Amarildo Kalil.

A Secretaria de Agricultura acompanha os dados de exportação do agronegócio mineiro desde 1997. Naquele ano, de acordo com a série histórica elaborada pela Seapa, Minas Gerais exportou pouco mais de mil sacas de café para o mercado chinês, alcançando receita de US$ 239,6 mil. Duas décadas depois, o volume exportado em 2017 alcançou 44,2 mil sacas e receita de US$ 7,9 milhões. Em relação a 2016, os negócios fechados com o mercado chinês cresceram 15,1% na receita e 23,3% no volume.

Na avaliação do secretário Amarildo Kalil, o salto dado neste intervalo não é apenas de quantidade. “Vinte anos atrás, exportávamos um produto considerado convencional para a época. Atualmente, estamos conquistando o mercado internacional com cafés especiais, certificados e reconhecidos mundialmente pela sua qualidade”.

Fórum sobre cenário político e livro histórico comemoram 85º aniversário do Sindusfarma

O Sindusfarma comemora seu 85º aniversário, no próximo dia 26, com a realização de um debate sobre as perspectivas políticas do país, com o cientista político e jornalista Gaudêncio Torquato, e o lançamento do livro “Indústria Farmacêutica no Brasil – Memória Iconográfica”.

Exclusivo para associados, o evento será realizado das 9h30 às 12h, no auditório da entidade.

Torquato é consultor de marketing institucional e político, pesquisador com livre-docência na Universidade de São Paulo e professor universitário. Coordenou e desenvolveu campanhas políticas majoritárias, para governadores e prefeitos, e proporcionais. É autor de 13 livros.

Qualidade do ar na fabricação de medicamentos: riscos e cuidados à saúde

Segunda, 16 Abril 2018 14:30 Escrito por Welton Ramos
Por Célio S. Martin

Poucos sabem sobre o difícil caminho para se produzir um medicamento. Além dos diversos fatores de pesquisa, desenvolvimento, testes laboratoriais e clínicos, a sua fabricação é um processo extremamente delicado. Muitos ignoram que a sua contaminação pode se dar por problemas tão diferentes que inclui até a qualidade do ar dentro do ambiente de fabricação.

Desde a invenção do ar-condicionado, o seu uso tornou-se um grande responsável pelo avanço das indústrias farmacêuticas e estabelecimentos assistenciais de saúde. Seu maior benefício está no controle de contaminação através da temperatura e pureza do ar para manter em condições seguras os ambientes de saúde. e a formulação, manipulação, embalagem, conservação e transporte de medicamentos.

A falta ou falha dentro desses ambientes atinge diretamente o resultado esperado de eficiência e segurança do medicamento, podendo gerar falhas no tratamento dos pacientes ou realmente trazer males à saúde. Assim, a saúde das pessoas começa a ser cuidada já no ambiente em que um fármaco é produzido. Os laboratórios farmacêuticos irão determinar a eficiência e segurança do medicamento, e consequentemente a saúde dos pacientes no seu tratamento médico.

Dado esse cenário, não é para menos considerar que o mercado de AVAC-R (Aquecimento, Ventilação, Ar condicionado e Refrigeração) trabalhe em conjunto com os especialistas de fabricação de medicamentos, e se atualize nos estudos envolvendo normas de projetos, requisitos de qualidade, além de modernizarem equipamentos e instalação de sistemas de ar condicionado. Atualmente, a revisão da norma NBR 7256 entrou em consulta pública para falar, justamente, sobre o tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde.

A revisão de normas discute alterações importantes sobre os requisitos de projetos e execução das instalações. A consulta vai até 20 de maio de 2018. Essas revisões partem de estudos realizados por pesquisadores e engenheiros ao redor de todo o planeta, e muitas vezes partem de colaborações de associações com órgãos governamentais. Isso porque o próprio mercado busca a boa prática e a qualidade.

É preciso que instalações antigas se adequem, assim como novas surjam já com modificações que levem em conta a atual realidade de eficiência energética e demanda de qualidade do ar para equipamentos e ambientes. Não adianta desenvolver novas tecnologias e não as tornar regra. Normas antigas e desatualizadas precisam ser modificadas, pois lidam com um mundo que já não existe mais.

A regulamentação e fiscalização das Boas Práticas de Fabricação é feita pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, e envolve a ANVISA, VISA e COVISA. Entretanto, se você estiver em frente a um balcão de uma farmácia e receber uma caixa de medicamento, o que faz você acreditar que ela tem um produto seguro e eficiente? O Brasil produziu, em 2017, quase 4 bilhões de unidades (caixas) de fármacos, de acordo com a SINDUSFARMA, porém será que só a fiscalização assegura que você está levando para a casa a qualidade adequada?

É preciso ir além dos órgãos de fiscalização para assegurar isso. É preciso começar pelos itens fundamentais, entre eles o da segurança e qualidade do ambiente em que o fármaco foi produzido. A indústria das “ciências da vida” trabalha com algo muito mais eficiente porque possui um Sistema de Qualidade. Por definição da ANVISA, este sistema engloba “instalações, procedimentos, processos e recursos organizacionais”. Por isso, a engenharia e suas boas práticas atuam para cumprir também com as Boas Práticas de Fabricação.

Diferentemente dos sistemas desenvolvidos tipicamente para conforto dos seus usuários, a climatização de ambientes farmacêuticos trabalha com vazões de ar bem mais altas, sistemas de filtragem de alta eficiência e sentidos assegurados de fluxos entre ambientes, exigindo equipamentos com maior disponibilidade de pressão, baixo índice de vazamento de ar, robustez e repetibilidade de operação, entre outros tantos recursos sempre de acordo com sua aplicação.

O detalhamento e escolha do sistema é antecedido pelo conhecimento do processo produtivo e as características dos produtos fabricados no local. A “Análise de Risco” é a ferramenta adequada para definição dos requisitos do usuário, que é a base de todo o projeto e consequente escolha do sistema de climatização. Para alcançar estas características, o uso de equipamentos de “padrão conforto” não trará a performance necessária e comprometerá o resultado principalmente de segurança e controle de contaminação.

Os sistemas de ar condicionado têm papel destacado no controle de contaminação, protegendo os operadores, o meio ambiente e o produto. Os riscos à saúde estão diretamente relacionados à falha neste sistema, por isto não podem ser negligenciados. Assim, além de cuidado na fabricação, o projeto ganha destaque, e é aí que as normas entram, melhorando a qualidade do processo na sua base produtiva. É importante para os profissionais das áreas de climatização e de saúde estarem atentos e se adequarem. Não se deve sacrificar a saúde por outra vantagem qualquer.

Célio S. Martin é engenheiro e membro do DNPC – Departamento Nacional de Projetistas e Consultores da ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento.

Sobre a ABRAVA e o DPNC: http://abrava.com.br

A ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento – é uma instituição sem fins lucrativos que congrega e representa empresas nacionais e multinacionais atuantes nas áreas de indústria, comércio e serviços ligados ao mercado AVAC-R (aquecimento, ventilação, ar condicionado e refrigeração). Um dos departamento da instituição é conhecido como DNPC – Departamento Nacional de Empresas Projetistas e Consultores – que atende a necessidade de reunir e integrar empresas dedicadas exclusivamente à atividade de projetos na área AVAC-R. Seu objetivo é encontrar melhores técnicas, estabelecer parâmetros e alinhar procedimentos para que sempre haja maior garantia de qualidade nos projetos desenvolvidos para o setor. A Associação, como um todo, acaba por defender os interesses da classe, assim como promover boas práticas do meio, sempre prezando pelo respeito ao meio ambiente e ao cliente.

Dicol Pública realiza sua 9ª reunião do ano

Pauta traz a proposta de norma para importação de medicamentos de referência.

Por: Ascom/Anvisa
Publicado: 16/04/2018 16:35
Última Modificação: 16/04/2018 16:48

A pauta da reunião pública da Diretoria Colegiada da Anvisa (Dicol) traz nesta terça-feira (17/4) duas propostas de resolução para votação. A primeira é a que trata dos procedimentos para importação de medicamentos de referência que não estão disponíveis no Brasil.

Esses medicamentos são utilizados pela indústria nacional como parâmetro para os testes de biodisponibilidade e bioequivalência, que são necessários para o desenvolvimento de medicamentos similares e genéricos.

Também está na pauta mais uma atualização da Portaria 344/98 que define as substâncias de uso controlado e de uso proibido no país.

Consultas Públicas

A lista de consultas públicas traz 12 itens, sendo 11 com propostas de monografias de ingrediente ativo de agrotóxicos. Essas monografias definem limites, formas de uso e culturas agrícolas onde podem ser aplicados os agrotóxicos.

O outro tema que deve ser votado nas propostas de consultas é a proposta de Instrução Normativa Conjunta que define os procedimentos para a obtenção do Registro Especial Temporário (RET) de produtos técnicos, pré-misturas, agrotóxicos e afins destinados à pesquisa e à experimentação. A instrução é uma proposta conjunta da Anvisa, do Ministério da Agricultura e do Ibama.

Acompanhe ao vivo

A 9ª reunião pública da diretoria será transmitida ao vivo pela internet, pelos links:

Via Skype (acompanhe ao vivo ou reveja depois) – https://join-noam.broadcast.skype.com/anvisa.gov.br/eb0970097ecc4ab194e147233608b8cd

Via Datasus: http://datasus.saude.gov.br/emtempooreal (somente pelo Internet Explorer).

Confira a pauta da 9ª Reunião Pública da Anvisa em 2018.

Acompanhe a cobertura, ao vivo, também pelo Twitter (@anvisa_oficial ).

Ajinomoto do Brasil e Biovital anunciam parceria de distribuição exclusiva de aminoácidos

Fonte: Ajinomoto

Maior produtora de aminoácidos do mundo e reconhecida empresa brasileira de insumos se unem para atender o mercado de farmácias de manipulação

A divisão AminoScience da Ajinomoto do Brasil, responsável por produzir e fornecer aminoácidos para a indústria, elegeu a Biovital, distribuidora de insumos cosméticos, alimentícios e farmacêuticos para o mercado magistral, como sua distribuidora exclusiva da linha de aminoácidos para esse segmento.

Com a parceria, a Ajinomoto do Brasil passa a oferecer à empresa toda a linha de aminoácidos para uso oral, incluindo BCAA – combinação de Leucina, Valina e Isoleucina –, recomendado a praticantes de atividades físicas devido a sua função de preservação e recuperação da massa muscular, e a Glutamina, responsável pela manutenção do sistema imunológico após procedimentos cirúrgicos, situações de estresse ou exercício físico.

“A Biovital ficou muito feliz com a parceria e vê como uma grande oportunidade de mostrar os diferenciais dos aminoácidos da Ajinomoto para todo mercado magistral”, comenta Maria Alice Marques, diretora de marketing da Biovital.

Com a ascensão do ramo de farmácias de manipulação, o setor tem movimentado cerca R$ 5 bilhões ao ano, com mais de 7 mil estabelecimentos espalhados pelo Brasil. “Estar presente nesse segmento é uma oportunidade para levarmos aminoácidos de alta qualidade, sem origem animal e produzidos de forma sustentável para cada vez mais pessoas, indo ao encontro de um dos princípios da Ajinomoto que é contribuir para a melhora da qualidade de vida da população”, diz Tatiana Gargalaka, gerente de marketing da divisão AminoScience, da Ajinomoto do Brasil.

Esclarecimento

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Desenvolvido o primeiro medicamento com potencial para curar diabetes tipo 1

A molécula sintetizada reduz a resposta autoimune e promove a proliferação de células beta

Um novo medicamento, testado com sucesso em camundongos e em culturas de células humanas, é capaz de reverter os sintomas e as causas do diabetes tipo 1. Se sua eficácia e segurança forem comprovadas em testes clínicos, pode representar a cura da doença. A realização, detalhada hoje na Nature Communications, é de uma equipe internacional de cientistas liderada por pesquisadores do Centro Andaluz de Biologia Molecular e Medicina Regenerativa (Cabimer), em Sevilha. A equipe levou vários anos para identificar um receptor molecular adequado que pudesse ser ativado por uma droga; agora que o descreveu, será possível criar várias moléculas sintéticas para encontrar o medicamento correto.

“Se forem realmente capazes de transferir isso aos seres humanos, e isso não acontecerá em breve, terá aplicações não apenas na prevenção como também no tratamento. Isso abre uma porta para curar o diabetes tipo 1”, diz o pesquisador Ramón Gomis, professor emérito da Universidade de Barcelona e ex-diretor do Instituto de Investigaciones Biomédicas Idibaps, que não participou do estudo.

O diabetes tipo 1 é uma condição autoimune que geralmente aparece na infância. Nos 21 milhões de pacientes que a sofrem, os linfócitos destroem as células beta do pâncreas, responsáveis pelo armazenamento e pela secreção da insulina, criando uma dependência permanente da injeção desse hormônio. A nova droga faz duas coisas: reduz o ataque autoimune e repõe a população de células beta destruídas. Até agora, os tratamentos disponíveis – imunossupressão ou terapias celulares – só podiam cumprir uma função ou outra, respectivamente.

“Para curar o diabetes é preciso fazer as duas coisas: fabricar células para substituir aquelas que não funcionam e deter a causa”, diz Bernat Soria, diretor do Departamento de Regeneração e Terapias Avançadas do Cabimer e fundador do centro. O também ex-ministro da Saúde dá como exemplo o resgate bancário: embora se invista dinheiro para salvar os bancos, afirma, “se não resolvermos o problema que os levou a essa situação, voltaremos a investir”.
ampliar foto Imagens de microscópio do pâncreas em um animal de teste. Acima: a droga reduz a infiltração de células do sistema imunológico (pontos roxos mais escuros). Abaixo: o medicamento aumenta a produção de insulina (em vermelho) NADIA COBO-VUILLEUMIER ET AL.

A estrutura do novo composto químico (BL001) é protegida por uma patente da Fundación Pública Andaluza Progreso y Salud. Seu projeto permite ativar um receptor molecular localizado na superfície de algumas células do sistema imunológico e nas células do pâncreas, explica a primeira autora do estudo, Nadia Cobo-Vuilleumier. Essa interação reduz a resposta inflamatória e protege as células beta.

O mesmo receptor também é encontrado nas células alfa da ilhota de Langerhans, responsáveis por armazenar e secretar o hormônio glucagon. A droga provoca a transformação das células alfa em células beta. Esse fenômeno inusitado, conhecido como transdiferenciação, resolve um problema fundamental enfrentado pelas terapias celulares, que é regenerar a população de células beta a partir de uma amostra inexistente ou severamente danificada. “A ideia é muito nova, mas finalmente eles obtiveram resultados convincentes”, diz Gomis.

“Desenvolver um medicamento do laboratório até o paciente custa cerca de 20 milhões de euros”

A droga foi bem-sucedida na prevenção e no tratamento do diabetes em camundongos transgênicos e em culturas de tecido pancreático doadas por famílias de pacientes falecidos. O principal pesquisador do Cabimer, Benoit Gauthier, queria ter uma droga viável “o mais rápido possível”, mas diz que é impossível saber quando conseguirão. “Desenvolver um medicamento do laboratório até o paciente custa cerca de 20 milhões de euros. Nós já gastamos três milhões. Se você me der 17 milhões amanhã, daqui a alguns anos, se tudo der certo, já estaria no mercado”, afirma. Além do financiamento público, a pesquisa recebeu contribuições das associações de pais Juvenile Diabetes Research Foundation, de Nova York (EUA), e DiabetesCERO, da Espanha.

O composto patenteado é apenas um dos vários que serão criados para identificar aqueles que têm menores limites de eficácia e maiores limites de toxicidade. Embora os camundongos tenham recebido a molécula por injeção, o objetivo final é criar uma pílula. Com sorte, um medicamento como esse poderia criar uma tolerância imunológica permanente. “As empresas farmacêuticas prefeririam uma pílula que os pacientes tivessem de tomar pelo resto da vida, mas meu desejo é que se possa reeducar o sistema imunológico”, conclui Gauthier.

ampliar foto Pesquisadores do centro Cabimer, em Sevilha. No sofá, da esquerda para a direita: Benoit Gauthier (chefe do laboratório), Nadia Cobo-Vuilleumier (principal autora da pesquisa) e Bernat Soria (diretor do departamento). Atrás, da esquerda para a direita: Esther de la Fuente Martín, José Manuel Mellado-Gil, Petra I. Lorenzo e Alejandro Martín Montalvo

Sanofi anuncia abertura de centro avançado para fabricação de vacinas

16 de abril de 2018•

A Sanofi Pauster, gigante do global do mercado farmacêutico, acaba de anunciar a abertura de um dos centros mais avançados para fabricação de vacinas do mundo em Toronto, no Canadá. O investimento contará com apoio do governo federal e, também, da província de Ontário, que por meio dos fundos de investimento FedDev Ontario e Jobs & Prosperity Fund, destinará até US$ 70 milhões para o projeto, que totalizará US$ 500 milhões.

Com instalações de quase 14 mil metros quadrados, a nova Bulk Biologics Facility será a primeira do gênero no mundo. Até 2023, a empresa dobrará a produção de suas vacinas que salvam vidas e lançará a vacina para coqueluche, pesquisada e desenvolvida no Canadá, em mais de 30 novos mercados internacionais, protegendo crianças e famílias em todo o mundo.

A Sanofi Pasteur é a divisão de vacinas da Sanofi, uma das principais empresas de saúde – emprega mais de 100 mil pessoas, em 100 países – e fabricantes de vacinas do mundo, e produz vacinas importantes para prevenir doenças infecciosas.

A aposta da empresa foi feita com base no potencial que a região tem a oferecer para a promoção de inovação em escala global, como afirma David Loew, vice-presidente executivo e diretor da Sanofi Pasteur. “O país tem um forte legado na pesquisa e no desenvolvimento de vacinas. Com este investimento, estamos renovando nosso compromisso de longa data de tornar o Canadá o centro de nosso esforço para proteger e melhorar a saúde humana em todo o mundo, onde as vacinas salvam três milhões de vidas todos os anos”, afirma Loew.

Especificamente a região metropolitana de Toronto, na província de Ontário, abriga um dos maiores setores combinados de ciências da vida da América do Norte, com mais de 1.400 empresas e mais de 37 mil funcionários. A indústria farmacêutica é um importante impulsionador da economia de inovação do Canadá. Em 2016, gerou um PIB de US$ 10 bilhões para o país, e o anúncio deste investimento demonstra o crescimento a longo prazo do setor.

“A instalação é uma peça fundamental da nossa nova economia, que impulsionará a inovação e aumentará nossas exportações globais – uma prova do talento impressionante, clima de negócios dinâmico e ecossistema de inovação vibrante de Ontário”, ressalta Steven Del Duca, Ministro de Desenvolvimento Econômico e Crescimento de Ontário.

Eduardo M. Aron é o novo gerente Geral da Pfizer Consumer Healthcare Brasil

Executivo com vasta experiência em liderança e gestão de grandes marcas na área de consumo chega à PCH para fortalecer a competitividade da companhia.

A PHC, Pfizer Consumer Healthcare, divisão de Consumo do Grupo Pfizer, está com nova liderança: Eduardo M. Aron assume como gerente-geral da Divisão a partir de abril. O executivo responderá diretamente à Presidência Regional de Consumo da América Latina.

O novo gerente- geral tem mais de 25 anos de carreira executiva, no Brasil e nos Estados Unidos, e chega à Pfizer com o objetivo de ampliar a força, no mercado brasileiro, de marcas consagradas mundialmente, como as multivitaminas Centrum e o analgésico Advil – produtos do segmento de Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP).

Anteriormente, Eduardo liderava a Guabi Pet Nutrition como Presidente da filial brasileira do grupo europeu Affinity, referência no mercado de nutrição animal. Seu currículo ainda tem passagens pela Kimberly Clark como líder nacional da área de Personal Care e líder mundial da franquia de Baby Care e longa atuação na área de Marketing da Johnson & Johnson.

Sobre sua formação, Eduardo é graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Getúlio Vargas – São Paulo, concluiu o Programa Executivo Sênior da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e no Insead tornou-se Instrutor Associado em Estratégia do Oceano Azul (Blue Ocean).

Pfizer Consumer Healthcare —A Pfizer Consumer Healthcare atua em mais de 90 países e comercializa produtos isentos de prescrição médica que promovem saúde e bem-estar para mais de quatro bilhões de consumidores em todo o mundo. No Brasil, a empresa atua nas categorias de analgésicos, antiácidos, multivitamínicos e nutricosméticos, representados pelas marcas Advil, Centrum, Caltrate, Clusivol, IMEDEEN, Magnésia Bisurada e Stresstabs.

Hoje, o crescimento da PCH é impulsionado por três marcas globais: Centrum, o multivitamínico número 1 do mundo; Advil, o analgésico mais vendido globalmente, e Caltrate, a marca número 1 no mundo entre os suplementos de cálcio. Fundada em 1849 e instalada no Brasil desde 1952, a companhia também mantém e acompanha projetos sociais voltados para educação, saúde e sustentabilidade no país.

Anvisa aprova nova terapia para retocolite ulcerativa

11 de Abril de 2018 Daniel Susumura dos Santos

Os pacientes com retocolite ulcerativa ganharam mais uma opção de tratamento no Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou o uso de golimumabe da Janssen, empresa farmacêutica da Johnson & Johnson, para esse tipo de doença inflamatória intestinal (DII). A retocolite ulcerativa representa 60 a 70% dos casos de  DII[i]. O medicamento é mais uma opção no país para o tratamento da retocolite ulcerativa, que pode ser administrado pelo próprio paciente por via subcutânea, com uma caneta aplicadora anatômica, melhorando a comodidade de administração do remédio e facilitando a adesão ao tratamento.

Resultados dos estudos clínicos com o medicamento demonstraram que mais da metade dos pacientes testados apresentaram resposta à terapia de indução subcutânea com apenas seis semanas de uso do produto[ii]. Golimumabe foi eficaz na redução dos sintomas da retocolite ulcerativa, com a cicatrização do revestimento intestinal, promovendo o controle da doença e melhorando a qualidade de vida do paciente em apenas seis semanas[iii]. Além disso, o tratamento foi bem tolerado, demonstrando um perfil de segurança consistente. O estudo mostrou também que mais de 45% dos pacientes mantiveram resposta clínica ao medicamento após um cerca de um ano (13 meses)[iv].

Sobre a retocolite ulcerativa
A retocolite ulcerativa atinge a mucosa que reveste o intestino grosso, provocando lesões no local. Os sintomas dependem da extensão e da gravidade da inflamação, porém a doença é caracterizada por diarreia com muco ou com sangue, anemia, cólicas abdominais e perda de peso. Não há causa específica para a doença, mas acredita-se que fatores genéticos e autoimunes são responsáveis pelo seu aparecimento.

Sobre golimumabe
Golimumabe é um anticorpo monoclonal totalmente humano que atua bloqueando a ação do TNF-alfa (fator de necrose tumoral alfa), uma proteína produzida pelo sistema imunológico do próprio corpo e que, quando gerada em excesso, pode comprometer ossos, cartilagens e tecidos. O medicamento é aprovado em mais de 85 países para artrite reumatoide, espondilite anquilosante e artrite psoriásica. Em 2011, recebeu a aprovação da ANVISA para essas mesmas indicações no Brasil. Golimumabe possui duas apresentações: caneta autoinjetora subcutânea (para artrite reumatóide, espondilite anquilosante, artrite psoriásica e retocolite ulcerativa) e via solução intravenosa (para artrite reumatoide moderada a grave).

Sobre a Janssen
Na Janssen, trabalhamos para criar um mundo sem doenças. Transformar vidas buscando maneiras novas e melhores de prevenir, interceptar, tratar e curar doenças nos inspira. Nós reunimos as melhores mentes e buscamos as mais promissoras inovações científicas. Somos a Janssen. Colaboramos com o mundo para a saúde de todos. Para saber mais acesse: www.janssen.com. Siga a Janssen no Facebook e LinkedIn, e a J&J Carreiras no Facebook.

Fn | Litle George Com,.

No Sindusfarma, Anvisa participa de reunião técnica sobre Inspeção e Fiscalização

O Sindusfarma realizou com a Anvisa uma reunião técnica sobre inspeção e fiscalização de medicamentos, na tarde desta quarta-feira (11).

O evento lotou o auditório da entidade e foi transmitido ao vivo, pela internet.

Participaram do encontro a gerente-geral da Gerência-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária (GGFIS) da Anvisa, Mariângela Torchia do Nascimento; e o gerente da Gerência de Inspeção e Fiscalização de Medicamentos e Insumos Farmacêuticos (Gimed), Marcelo Mario Matos Moreira.

A reunião foi organizada pelo diretor de Assuntos Técnicos e Inovação, Jair Calixto.
Marcelo, Jair, Mariângela e Liliane participam da mesa de abertura

Por que a Novartis investiu cerca de US$ 9 bilhões em terapia gênica?

Por Fernanda Fortuna• 11 de abril de 2018

No início desta semana a Novartis anunciou que comprará a empresa AveXis, pioneira em terapia genética, por US$ 8,7 bilhões. Esse movimento faz parte da estratégia da empresa em acessar tratamentos para doenças raras que funcionam através da inserção de um novo DNA nas células dos pacientes. A aquisição reforça o posicionamento da Novartis como líder farmacêutico na crescente área de terapia genética.

A AveXis desenvolve terapias para doenças genéticas do sistema nervoso, em especial para atrofia muscular espinhal em bebês. Os acionistas da empresa receberão US$ 218 por ação. O preço é 88% acima do fechamento das ações da AveXis na sexta-feira.

Com a compra, a farmacêutica suíça expande o seu pipeline em terapia genética. Essa foi a segunda aquisição somente este ano. Em janeiro, a gigante comprou os direitos internacionais para a Luxturna, da empresa Spark Therapeutics, que desenvolve radiofármacos. A primeira terapia genética aprovada nos EUA pelo FDA.

Nos últimos anos, a Novartis liderou a indústria farmacêutica no número de medicamentos aprovados por órgãos reguladores, mas atualmente está em queda de 5% no acumulado do ano. Isso se deve ao fato que muitos medicamentos falharam na expectativa de substituição de vendas.

“Estamos em uma jornada para focar a Novartis como uma empresa de medicamentos movida por dados e digital”, disse o presidente-executivo Vas Narasimhan. “E já este ano, começamos forte para atingir esse objetivo.”

O presidente, antes diretor de desenvolvimento de medicamentos na empresa, assumiu o cargo em fevereiro. Narasimhan alinha seus objetivos com a aquisição de remédios inovadores e ”apostas contrárias”, em suas próprias palavras. Segundo a empresa, a aquisição fortalecerá a divisão de neurociência da Novartis.

Um fato interessante, é a assunção dos riscos potenciais da terapia gênica em altas doses pela empresa. O composto ativo da terapia da AveXis possui 200 trilhões de vírus por quilo de peso corporal. Esse número espantoso tem a finalidade de garantir que uma quantidade suficiente de terapia interaja com as células doentes do paciente. O ativo também tem a promessa para uso em outras terapias genéticas que visam o sistema nervoso.

A Novartis continuará com a estratégia de aquisições, avaliando possíveis opções para substituir o seu portfólio, disse o executivo. A empresa vem acelerando o mercado de terapia genética e medicamentos de precisão, e espera a aprovação do medicamento em 2019.