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79% querem ter mais informações nutricionais sobre alimentos processados


Consumidor quer dados detalhados
Só 7% preferem informações de ONGs
65% aprovam uso de aplicativos

08.dez.2017 (sexta-feira) – 5h55
atualizado: 08.dez.2017 (sexta-feira) – 12h30

Mais de ¾ da população brasileira gostaria de receber informações nutricionais extras sobre os produtos (bebidas e alimentos) que consome, conforme pesquisa realizada em novembro pelo DataPoder360 Mercado. Dos 2.133 entrevistados, 79% querem ter acesso a dados mais aprofundados do que os disponibilizados atualmente.

A pesquisa também detectou que 65% dos brasileiros gostariam que os fabricantes oferecessem mais informações por meio de sites ou aplicativos. As mulheres, os mais jovens (com 16 a 24 anos) e os entrevistados da região Sudeste são os que mais se manifestaram a favor de ter dados na internet ou em aplicativos.

Realizada pelo DataPoder360 Mercado nos dias 27 a 30 de novembro de 2017, a pesquisa mostra claramente que os brasileiros anseiam por informações adicionais sobre os produtos que consomem. Segundo 67% dos ouvidos, é importante ter acesso aos dados nutricionais dos produtos.

O Poder360 Mercado é a nova divisão do Poder360. Publica estudos e informações patrocinadas por empresas ou instituições interessadas em veicular suas ideias e conceitos. O material é claramente identificado para o leitor, que verá a inscrição “conteúdo patrocinado” exibida na parte de cima da página –como no caso deste post.

As pesquisas são realizadas pelo DataPoder360 Mercado, uma subdivisão do DataPoder360.

Embora opiniões sejam de responsabilidade das empresas e instituições que patrocinam o conteúdo, o Poder360 Mercado tem uma equipe própria e faz extensa curadoria do que é publicado, com o mesmo rigor do material jornalístico exibido nas páginas do portal.

Leia aqui a íntegra do levantamento. E aqui o resumo dos principais quadros.

Assista neste player abaixo 1 resumo de 1 minuto em vídeo (duração de 1 minuto) com os principais resultados da pesquisa:

TRANSPARÊNCIA

A maioria dos entrevistados (66%) concorda que a transparência sobre ingredientes e informações nutricionais são essenciais para que os consumidores façam suas escolhas.

Apesar de demandarem mais informações nutricionais, 62% dos brasileiros respondem que só leem esses dados de vez em quando. Outros 22% leem sempre. Só 16% disseram desprezar tais dados.

DEBATE NO CONGRESSO

Mudanças nos rótulos dos alimentos estão em debate no Congresso Nacional. Em novembro de 2017, integrantes da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovaram projeto que cria selos de diferentes cores com indicações sobre a composição nutricional dos produtos e que serão obrigatórios nos rótulos.

O debate sobre o a adoção de rótulo nutricional colorido (tipo semáforo) é incentivado pelas indústrias de refrigerantes e bebidas não alcoólicas e de alimentos.

“A indústria brasileira de refrigerantes e bebidas não alcoólicas integra-se ao debate sobre a modernização da rotulagem nutricional brasileira trazendo informações e pesquisas que ajudem a criar um modelo ainda melhor e mais acessível para o consumidor, para a população”, declara o presidente da Abir, Alexandre Jobim.

A Abir (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas) patrocinou a realização da pesquisa relatada aqui neste post do Poder360 Mercado.

Eis 1 exemplo de como são esses rótulos do tipo semáforo:

Indagados sobre em quem confiam mais para informar dados nutricionais sobre alimentos e bebidas, só 7% responderam que as organizações não governamentais (ONGs). Para 31%, os mais confiáveis são os fabricantes, seguidos pelo governo (25%) e os pontos de venda (20%).

Dos entrevistados, 43% creem que a indústria deve ser a responsável pelas informações nutricionais de bebidas e alimentos, 27% dizem que esse papel deve ser exercido pelo governo e apenas 13% pelas ONGs.

Ao escolher um produto, 43% disseram que levam em conta principalmente a qualidade e 25%, o preço. Marcas e ingredientes foram as respostas de 8% dos entrevistados. Para 7%, o principal fator na escolha é o sabor e para 4%, a embalagem.

SAÚDE E DIETA

A maioria dos entrevistados (74%) respondeu que não está fazendo dieta atualmente.

Indagados se se consideram pessoas saudáveis, 47% responderam que são mais ou menos saudáveis e 33% muito saudáveis. Uma minoria (17%) disse que é pouco saudável.

DETALHES DO LEVANTAMENTO

De 27 a 30 de novembro, o DataPoder360 entrevistou por telefone 2.133 pessoas em 192 municípios brasileiros. A margem de erro do levantamento é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas.
CONHEÇA O DATAPODER360

A operação jornalística que comanda o Drive e o portal de notícias Poder360 lançou em abril de 2017 uma divisão própria de pesquisas: o DataPoder360.

A missão do DataPoder360 é estudar temas de interesse político, econômico e social. Tudo com a precisão, seriedade e credibilidade do Poder360.
SAIBA QUAL É A METODOLOGIA

O DataPoder360 faz suas pesquisas por meio telefônico a partir de uma base de dados com cerca de milhões de números fixos e celulares em todas as regiões do país.

A seleção dos números discados é feita de maneira aleatória e automática pelo discador.

O estudo é aplicado por meio de um sistema IVR (Interactive Voice Response) no qual os participantes recebem uma ligação com uma gravação e respondem a perguntas por intermédio do teclado do telefone fixo ou celular.

Só ligações nas quais o entrevistado completa todas as respostas são consideradas. Entrevistas interrompidas ou incompletas são descartadas para não produzirem distorções na base de dados.

Os levantamentos telefônicos permitem alcançar segmentos da população que dificilmente respondem a pesquisas presenciais. É muito mais fácil atingir pessoas em áreas consideradas de risco ou inseguras –como comunidades carentes em grandes cidades– por meio de uma ligação telefônica do que indo até as residências ou tentando abordar esses cidadãos em pontos de fluxo fora dos seus bairros.

O resultado final é ponderado pelas variáveis de sexo, idade, grau de instrução e região de origem do entrevistado ou entrevistada. A ponderação é um procedimento estatístico que visa compensar eventuais desproporcionalidades entre a amostra e a população pesquisada.

Preço das frutas cristalizadas varia 795% nos supermercados de JF

Odiado por uns e iguaria obrigatória no cardápio de Natal de outros, produto varia de R$ 3,35 e R$ 29,98 o quilo

Por Tribuna

08/12/2017 às 11h20

O preço das frutas cristalizadas – pavor de muita gente ou iguaria obrigatória no cardápio de Natal de outras pessoas – varia de R$ 3,35 e R$ 29,98 o quilo, em Juiz de Fora. A variação é de 794,9% entre supermercados da cidade. Isso foi o que apontou o segundo “Guia do Consumidor Especial de Natal” produzido e divulgado pela Secretaria de Agropecuária e Abastecimento (SAA) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF). O primeiro guia apontou que a variação de preço dos produtos típicos das festas de final de ano chegou a 340%, liderada pela ameixa seca com caroço. A pesquisa compara semanalmente os preços de 59 produtos típicos das festas de final de ano em oito supermercados da cidade. Os produtos pesquisados são divididos nas categorias bebidas, carnes, frutas, enlatados e outros.

Além das frutas cristalizadas, a sidra também teve alta diferença de preço (140,3%). A unidade de 660ml da bebida pode ser encontrada entre R$ 4,99 a R$ 11,99. Dentre as carnes, o tender sem osso lidera a lista, com 95,4% de variação. O quilo da carne pode ser encontrado custando entre R$ 17,90 e R$ 34,98.

O azeite extravirgem foi o enlatado com maior diferença de preço registrada (87,6%). A embalagem de 500 ml custa R$ 7,99 no supermercado mais barato e R$ 14,99 no mais caro. Entre as frutas, destaque para o melão (349%). O quilo da fruta custa entre R$ 2,00 e R$ 8,98 nos supermercados que participam da pesquisa.

A lista completa com todos os itens e as variações de preços está disponível no site da Prefeitura.

Chocolates Nestlé resgata o espirito de Natal

11/12/2017

A Nestlé apresenta nova versão de sua grande campanha de chocolates em edição especial para o Natal. Intitulada ‘Pare o Mundo, é Natal com Nestlé’, a criação é um desdobramento da primeira campanha,

‘Pare o Mundo que Eu Quero Nestlé’, cuja veiculação foi iniciada em julho. Criado pela agência DAVID, o novo filme une a melodia já conhecida pelos consumidores a uma nova letra que resgata o espírito natalino e a importância dos momentos compartilhados em família durante as festividades.

rande parte do consumo de bombons acontece quando a família se reúne para compartilhar a Caixa de Especialidades, sendo esse momento bastante especial. Nesse cenário, a marca reforça na nova campanha qual é o papel do chocolate Nestlé na vida das pessoas.

A criação da nova campanha é parte da estratégia da Nestlé para impulsionar suas marcas de chocolates em meio ao público jovem, por meio da música como principal pilar de comunicação. Após o grande sucesso da primeira etapa da campanha, a icônica melodia da música segue presente na edição especial para o final de ano.

O plano de mídia de ‘Pare o Mundo, é Natal com Nestlé’ terá forte presença nas redes sociais, como Facebook, Instagram e YouTube. Plataformas como Spotify e Deezer também serão contempladas, principalmente devido ao seu essencial vínculo com a música, além das mídias tradicionais como TV e rádio.

Fonte:: Redação

J.Macêdo mira nas bebidas

01:30 | 09/12/2017

A J.Macêdo, fabricante de marcas como Dona Benta, Petybon e Sol, anunciou ontem o ingresso no mercado de bebidas com o lançamento de uma linha de refresco em pó.

A linha de produtos é feita no complexo fabril de São José dos Campos (SP), que em 2014 e 2015 recebeu um investimento de R$ 45 milhões e passou a contar com produção de misturas de bolos, sobremesas e refrescos em pó.

A nova linha de refresco, distribuída para todo o País, começou a chegar nos pontos de venda neste início de dezembro. Segundo Luiz Henrique Lissoni, presidente executivo da J.Macêdo, a decisão de entrar na categoria de bebidas pelo segmento de refrescos em pó faz parte da estratégia da companhia para fazer frente à crise econômica, respondendo à necessidade de adaptação do portfólio para competir melhor no segmento de baixo preço.

“Estamos tanto explorando novas oportunidades em mercados em que já atuamos como entrando em novos. Nosso objetivo é manter a liderança em categorias nas quais temos marcas consolidadas e também ficar mais forte nos segmentos em que não somos líderes ainda”, afirma.

NISSIN FOODS DO BRASIL apresenta novo CUP NOODLES sabor Galinha Caipira Picante

Lançamento chega às gôndolas dos supermercados neste mês

A NISSIN FOODS DO BRASIL anuncia o lançamento do novo sabor de CUP NOODLES: Galinha Caipira Picante. A novidade chega aos pontos de venda de todo o Brasil na segunda quinzena de dezembro.

“Identificamos que a pimenta é um dos temperos preferidos dos brasileiros e vimos uma oportunidade de ampliar o portfólio de CUP NOODLES, unindo o produto de maior aceitação da linha, o Galinha Caipira, com o sabor picante que tanto agrada o consumidor”, afirma Danielle Ximenes, gerente de Marca da empresa.

Em 2016, a linha CUP NOODLES foi reformulada e ganhou massa mais macia, o dobro de flocos, maiores e mais saborosos, além de um sabor mais caseiro. A embalagem com novo visual também ficou mais prática: térmica, não esquenta as mãos, e pode ir ao micro-ondas.

CUP NOODLES conta ainda com os sabores Galinha Caipira, Carne, Tomate, Legumes, Frango com Requeijão e Costela com Molho de Churrasco.

Sobre a NISSIN FOODS DO BRASIL LTDA. – A NISSIN FOODS DO BRASIL é uma empresa do Grupo NISSIN FOODS e se consolidou no país como líder no segmento de macarrão instantâneo. Atualmente, fabrica 52 produtos para consumidores diretos no Brasil. Com fábricas em Ibiúna (São Paulo) e em Glória do Goitá (Pernambuco), investe sempre em boas práticas para satisfazer as necessidades de seus clientes e melhorar continuamente seus produtos e serviços.

Informações para imprensa

Mônica Baldani Sasso – (11) 3643-2837 / monica.sasso@cdn.com.br
Felipe Reis – (11) 3643-2846 / felipe.reis@cdn.com.br
Luana Raggio – (11) 3643-2821 / luana@cdn.com.br

REGINA lança mussarela e queijo prato fatiados em bandejas

Sexta, 08 Dezembro 2017 16:28 Escrito por Silmara Vilela
Disponíveis nas versões light e tradicional, produtos apresentam mais praticidade e higiene para o consumo

A empresa centenária, Barbosa & Marques, fabricante dos produtos Regina, acrescenta ao seu portfólio duas opções de queijos fatiados: mussarela e prato, nas versões tradicional e light. Disponíveis em bandejas, os itens podem ser utilizados para o preparo de lanches e receitas, oferecendo mais praticidade ao consumidor. Cada embalagem contém em média 160g.

A marca apostou nos queijos mais populares do país, como a Mussarela, que é versátil e um dos queijos mais consumidos no Brasil, sendo utilizada em pizzas, massas, saladas e churrascos. Cada 30g do produto contém 97 kcal, enquanto a versão light, que é reduzida em 25% de gordura, apresenta 61 kcal.

O queijo Prato, fabricado em todas as regiões brasileiras, é muito comum em sanduíches, devido ao seu sabor marcante. Uma porção de 30g possui 112 kcal, já a light 92 kcal com menos 25% de gordura.

Os queijos fatiados REGINA apresentam maior durabilidade, pois durante o envase, é feita uma injeção de atmosfera modificada, garantindo mais segurança ao consumidor.

Os produtos de laticínios da marca REGINA podem ser encontrados nos principais supermercados do país. Outras informações pelo site http://site.regina.com.br/ ou facebook https://www.facebook.com/QueijosRegina. SAC: (33) 3277-9111

Fabricante de azeite retirado de mercados diz que foi cerceada em contraprova

Aline dos Santos

Uma das marcas de azeite retiradas de supermercados do Estado, a Malaguenza informa que o laudo apresentado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) provoca indignação e aponta que não teve direito à contraprova.

A nota da Olivenza Indústria de Alimentos Ltda , fabricante do azeite, foi enviada neste sábado (dia 9) ao Campo Grande News.

“Informamos que o laudo do azeite extravirgem da marca Olivenza – lote 16D18, apresentado pela ANVISA, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, publicado em 31 de março de 2017, causa indignação, pois a empresa foi cerceada da contraprova, uma vez que no momento da abertura dos produtos para o ensaio estava rompida e violada amostra, impossibilitando a perícia”, diz a nota de esclarecimento.

A empresa ainda cita que está à disposição para análises necessárias dos órgãos competentes de avaliação dos produtos e que prima pela qualidade. “Conclui-se, portanto, que a Olivenza está isenta de qualquer irregularidade não resolvida, já que o ocorrido independe da mesma tornando-se injusta alegações desta natureza. Em todo caso, as providências necessárias estão sendo tomadas”.

O Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) retirou 2.112 litros de azeite de oliva de quatro marcas com problemas em Mato Grosso do Sul. Amostras indicavam fraude ou erros na embalagem. Fiscalização abrangeu 64 marcas e 84 empresas em todo o país. Dados regionais foram encaminhados, nessa semana, à reportagem.

No Estado, lotes das marcas Malaguenza e Quinta da Boa Vista foram considerados não conformes por conter azeite não refinado ou lampante, além de outros óleos como de soja na composição. Isso é proibido pela legislação brasileira. Já Faizão Real e Figueira da Foz, junto com a Quinta da Boa Vista, acabaram apresentando erro de informação no rótulo.

Ativações de Itubaína atraem o público na CCXP 2017

08 de Dezembro de 2017 15h – Atualizado às 15:17 Por Redação Adnews

A Itubaína, marca que faz parte do portfólio da Heineken Brasil, marca presença pela primeira vez na CCXP com atrações que chamaram a atenção do público logo no primeiro dia de feira. Além de patrocinar o Artist’s Alley, uma área com mais de 3 mil metros quadrados que recebe os mais diversos e famosos desenhistas e cartunistas do universo dos quadrinhos, seu estande também tem reunido os fãs da marca e do DC Universe. Isso porque, a partir de sua parceira com a DC Comics, Itubaína preparou experiências e souvenirs exclusivos para quem passar pelo local.

O estande da marca já recebeu mais de 2800 pessoas para degustar o refresco na maior feira de cultura pop do mundo, curtir o cenário digital em que os visitantes podem “adquirir o poder da super força” para levantar um carro e “sobrevoar” o local e ter uma vista privilegiada da feira no Itubaína Fly.

A edição especial “Itubaína Comics Collection”, garrafas exclusivas com os personagens do novo filme da Liga da Justiça (Aquaman, Batman, Ciborgue, Flash, Mulher Maravilha e Super Homem) desenhadas pelo icônico cartunista Ivan Reis, um dos ilustradores responsáveis do DC Universe, teve mais de 500 kits vendidos e o cartunista, que estará no estande durante todos os dias e CCXP, distribuiu mais de 250 autógrafos para seus fãs.

As garrafas serão comercializadas por R$ 24,90 em um kit exclusivo contendo duas Itubaínas, uma regular e outra zero, além de duas garrafas estilizadas com os heróis, de acordo com a escolha do consumidor.

Ivan Reis estará no estande para a sessão de autógrafos em todos os dias de CCXP (Sexta e Sábado das 19h às 20h e Domingo das 16h às 17h).

Venda de água mineral aumenta em São Luís

09/12/2017

Com a suspensão do abastecimento de água fornecida pela Caema, devido às obras no Sistema Italuís, muita gente recorreu à compra do produto em galão nos comércios

SÃO LUÍS – Com a falta de água em vários bairros de São Lúis desde a última quarta-feira, devido às obras no Sistema Italuís, muitas pessoas recorreram à compra de água mineral. Com isso, o movimento nos comércios que vendem produto aumentou bastante.

Diego Araújo, de 34 anos, proprietário de um estabelecimento que vende água em galões, disse que o aumento nas vendas foi bastante significativo. “Vendi nos últimos dias dois caminhões de galão de água mineral. Ao todo, isso dá um total de 2.600 galões de água, muito acima do que vendemos normalmente”, relatou.

Outro a confirmar esse aumento foi o vendedor Lucas Silva, de 29 anos. “Aqui no comércio o movimento foi intenso desde que a Caema avisou que faltaria água na capital. Já vendemos demais e a todo momento estamos indo buscar mais água com os fonecedores porque nosso estoque está acabando rápido”, concluiu.

A Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), informou, por meio de nota, que o cronograma de atividades para a interligação da nova adutora segue seu fluxo sem nenhuma intercorrência até o presente momento.

A Caema disse ainda que o bombeamento do Sistema Italuís está previsto para ser reiniciado às 6h da manhã deste sábado, 9.

Garoto® lança tabletes Baton® em três diferentes sabores

Terça, 05 Dezembro 2017 17:13 Escrito por Beatriz Cerny
As novidades complementam o portfólio de Baton® , trazendo um sabor exclusivo para a nova linha de Tabletes

A fabricante brasileira de chocolates Garoto® anuncia três lançamentos no portfólio de Baton® , marca de chocolates infantis líder nacional em vendas e distribuição. A partir de dezembro, chegarão às prateleiras os novos tabletes Baton® 96g: uma barra é equivalente a seis unidades de Baton® . A porção indicada para consumo das crianças é de até duas tirinhas do tablete.

A nova linha vem em três deliciosos sabores: ao leite, branco com recheio creme e ao leite com recheio creme. A versão do tablete branco com recheio creme é exclusiva para o formato tablete.

Os produtos são feitos com tecnologia de microaeração, que deixam o tablete muito mais cremoso. Além disso, acentua o sabor inconfundível e delicioso de Baton® , já conhecido pelos brasileiros.

Todos os sabores dos novos tabletes de Baton® chegam às principais redes varejistas do país na primeira semana de dezembro ao preço médio sugerido de R$ 4,99.

GAROTO: TRADIÇÃO BRASILEIRA EM CHOCOLATES

A Chocolates Garoto, localizada em Vila Velha (ES), é uma das 10 maiores fábricas de chocolates do mundo. A empresa conta hoje com um portfólio de aproximadamente 70 produtos. Dentre os produtos que fabrica estão caixas de bombons, Tabletes, Ovos de Páscoa, e chocolate para uso culinário como coberturas e pó solúvel, que podem ser encontrados em mais de 50 países. Seus maiores sucessos são a Caixa Amarela e os Tabletes Familiares com a marca Garoto; os chocolates Baton e Talento e o bombom Serenata de Amor. Também oferece versões em sorvetes e picolés de algumas das suas principais marcas.

INTERFARMA realiza II Workshop de Imuno-oncologia na ANVISA

INTERFARMA

A INTERFARMA, em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), realizou o II Workshop de Imuno-oncológicos no auditório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), nos dias 4 e 5 de dezembro (segunda e terça-feira), com apoio de associados da INTERFARMA*. O evento teve como objetivo apresentar e trocar experiências com os técnicos da Agência a respeito dos mais recentes avanços científicos da área de imuno-oncológicos (I.O.), uma alternativa terapêutica cujo uso vem crescendo significativamente em todo o mundo em razão de sua eficácia no tratamento personalizado de alguns tipos de câncer.

As apresentações tiveram ênfase nas particularidades dos imuno-oncológicos diretamente ligadas às práticas da área regulatória, com exemplos de procedimentos inéditos adotados pelo FDA (Food and Drug Administration) para garantir acesso à população sem prejuízo às análises de segurança e eficácia.

O diretor de Regulação Sanitária e de Autorização e Registro Sanitários da ANVISA, Fernando Mendes, abriu o evento destacando a velocidade dos avanços científicos. “São difíceis decisões tomadas aqui na Agência, porque tudo está indo muito rápido. Mas essa parceria com a INTERFARMA tem nos ajudado muito”, disse ele.

O primeiro palestrante demonstrou a necessidade de aplicação da nova terapia: “O câncer já se tornou a segunda causa de morte, devendo concentrar 70% dos novos casos nos países em desenvolvimento nos próximos 20 anos”, disse o Dr. Gustavo Werutsky, professor assistente de oncologia no Hospital São Lucas, em Porto Alegre (RS), e membro da Associação Americana de Pesquisas em Câncer e da Sociedade Europeia de Oncologia. “Imuno-oncologia é uma área nova, um novo tipo de tratamento, uma evolução na eficácia e precisamos entendê-la”, ressaltou o pesquisador.

O Dr. Werutsky tocou num ponto amplamente discutido sobre os imuno-oncológicos durante todo o seminário: os biomarcadores. Ele citou como exemplo um tratamento para doenças raras, que teve aprovação no FDA após pesquisas em fase II, com uso atrelado ao biomarcador. “Não é para a doença, e sim para o biomarcador. Isso representa uma evolução regulatória”, explicou ele. Os biomarcadores têm possibilitado que até 30% das indicações de tratamentos imuno-oncológicos, de modo geral, sejam feitas off label nos Estados Unidos.

Na segunda apresentação, o Dr. William Nassib William, diretor médico de oncologia clínica e hematologia do Centro Oncológico do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, disse: “Embora existam poucas evidências sobre os endpoints, com pouca relevância nas taxas de sobrevida globais, há grande expressão no controle da doença, o que tem garantido boas condições clínicas ao paciente.” O Dr. William retornou recentemente ao Brasil depois de passar anos como pesquisador do MD Anderson Cancer Center, nos Estados Unidos.

O primeiro dia contou ainda com a presença da Dra. Marie Hildebrandt, líder de estratégias mundiais ligadas à imuno-oncológicos da Bristol-Myers Squibb, que discorreu sobre a perspectiva regulatória mundial acerca dos endpoints e dos estudos cegos versus estudos não-cegos.

Já no segundo dia, as apresentações tiveram início com a Dra. Clarissa Baldotto, oncologista clínica e diretora médica do Américas Centro de Oncologia Integrado. Ela voltou a falar sobre a importância dos biomarcadores para as pesquisas clínicas. “Os biomarcadores podem apontar benefícios bem definidos para diversas populações, embora existam casos em que os benefícios sejam mais nebulosos”, lembrou ela. Um grande desafio atual é harmonizar mundialmente os testes para identificação dos biomarcadores.

Em seguida, a Dra. Tomoko Freshwater, especialista em farmacologia quantitativa e farmacométrica da Merck Sharp & Dohme, falou sobre os desafios de estabelecer uma dosagem adequada nos tratamentos com imuno-oncológicos. Ela apresentou estudos nos quais o uso da dose fixa demonstrou ser mais adequado do que o estabelecimento de relações de dose com o peso ou outras características do paciente.

Por fim, a Dra. Ana Gonçalves, chefe de farmacovigilância na Bristol-Myers Squibb do Brasil, fez uma apresentação sobre a necessidade de haver um plano para minimização de riscos em farmacovigilancia. “Eles devem começar a ser considerados desde o primeiro momento, quando a pesquisa está sendo desenhada”, recomendou ela.

Além das apresentações, os técnicos da ANVISA puderam se reunir diretamente com os especialistas para sanarem dúvidas mais específicas sobre a dinâmica dessa nova modalidade terapêutica, bem como sobre as pesquisas clínicas mais relevantes da área.

*Empresas participantes: Bristol-Myers Squibb, MSD, Roche, Janssen, Astrazeneca, Merck, Boehringer, Pfizer, Sanofi e Novartis.

Ferramenta monitora contatos com pacientes e fornece dados ao setor farmacêutico

Postado em: 08/12/2017, às 07:13 por Redação

A Accenture lançou Patient Experience Manager, uma nova ferramenta que oferece à indústria farmacêutica uma visão integrada das interações com os pacientes, possibilitando implementar melhorias na experiência do paciente em tempo real, ao avaliar e otimizar a efetividade de cada contato.

A nova solução ajuda as empresas farmacêuticas a agregar, monitorar e medir as interações com os pacientes a partir de diversas fontes de informação, como provedores de cuidados de enfermagem, serviço de apoio à administração de medicamentos e programas de acesso ao tratamento.

O serviço é parte da Accenture Intelligent Patient Platform que emprega uma gama de tecnologias avançadas de análise de dados (analytics) totalmente integradas ao Salesforce Health Cloud.

"Pesquisa recente da Accenture mostra que apenas 40% dos executivos responsáveis pela área de Serviços ao Paciente conseguem medir precisamente o impacto de suas ações no engajamento do paciente e os seus resultados", diz Matías Levin, diretor executivo da Accenture Life Sciences.

O serviço emprega os componentes de analytics da Accenture Intelligent Patient Platform para avaliar a utilização e a eficácia de cada interação do paciente em tempo real e através de diferentes canais, como e-mails, mensagens de texto e utilização de aplicativos móveis.

O Patient Experience Manager sugere então ações que otimizam a experiência do paciente, com base em canais e serviços recomendados como os mais eficientes dependendo das necessidades de cada segmento de pacientes.

Futuras versões desta ferramenta vão oferecer ainda soluções de inteligência artificial e machine learning para recomendar como melhorar o engajamento dos pacientes em vários canais e serviços.

Nanofármaco na luta contra o câncer

Publicado 08/12/2017 – 22h15 – Atualizado 08/12/2017 – 22h16

Por Alison Negrinho

Pesquisadores do Instituto de Biologia (IB) e do Instituto de Química (IQ) da Unicamp desenvolveram um nanofármaco capaz de auxiliar no tratamento do câncer de próstata e no câncer de bexiga urinária. A tecnologia, testada em animais e considerada promissora na redução de tumores, estimula a produção de proteínas, de células de defesa e de citocinas, favorecendo, assim, a destruição de tumores malignos.
Após a realização dos estudos, concluiu-se que o fármaco promoveu a redução da progressão e a recorrência tumoral em 60% dos casos analisados. O número indica a eficiência, se comparado a outros tipos de tratamento disponíveis no mercado. Um dos responsáveis pelas pesquisas, o professor Wagner Fávaro destacou o método. “Apresenta toxicidade muito baixa na dose terapêutica, sendo esse fator muito importante na qualidade de vida dos pacientes”, afirmou.
De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a estimativa para este ano de 2017 é que o Brasil totalize 61,2 mil casos diagnosticados de câncer de próstata, sendo que o número para o Estado de São Paulo é considerado o maior. Já segundo dados do American Cancer Society, um em cada sete homens são diagnosticados com a doença ao longo da vida em todo o mundo.
Segundo tipo mais frequente nos homens, atrás somente do câncer de pulmão, o câncer de próstata ocorre principalmente nos mais velhos, sendo que cerca de seis em cada 10 casos são em homens com mais de 65 anos, e raramente acontece antes dos 40 anos. A média de idade no momento do diagnóstico é de 66 anos. Apesar de ser considerada uma doença grave, a maioria dos homens diagnosticados não morre por causa dela, apenas um em cada 39.
Já sobre o câncer de bexiga, o Inca estima que entre o ano passado e o fim deste ano, sejam diagnosticados 9.670 novos casos no Brasil (7.200 em homens e 2.470 em mulheres). Os números correspondem a um risco estimado de 7.62 casos novos a cada 100 mil homens e 2,39 a cada 100 mil mulheres. As principais vítimas são as pessoas mais velhas, com idade superior a 55 anos. Os homens possuem de três a quatro vezes mais chances de desenvolverem o câncer de bexiga (um homem em 26) do que as mulheres (uma em 88 outras).

Qualidade de vida
Com a tecnologia já disponível para licenciamento, Fávaro ressaltou, ainda, a promoção de uma melhora na qualidade de vida dos pacientes com câncer. O professor Nelson Duran Caballero, também responsável pelos estudos, por sua vez, explicou como o fármaco age. “Os nanofármacos atuam de forma eficiente devido à sua grande área superficial e tamanho (nanométrico), permitindo maior penetração nos tumores. Devido à alta efetividade, estes são colocados em contratações menores em relação aos quimioterápicos, eliminando ou minimizando seus efeitos tóxicos”, disse.
Ainda que tenha apresentado resultados extremamente eficientes, a tecnologia não pode ser comercializada, porque, para isso, é necessário que sejam realizados testes clínicos em humanos, uma empresa efetue seu licenciamento e ter sua utilização autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Até o momento, a tecnologia, que tem a marca registrada OncoTherad, está em fase adiantada de desenvolvimento. Embora ainda não realizados, os estudos em humanos devem começar após liberação do Comitê de Ética da universidade.
Diretora de Parcerias da Agência de Inovação da Unicamp, Iara Ferreira acredita que a fase mais complicada já foi superada. “O processo de maior risco foi ultrapassado pela equipe dos pesquisadores da Unicamp. Além do mais, a tecnologia está protegida por pedido de patente no Brasil e no Exterior, ampliando a possibilidade de exploração do produto em outros mercados pela empresa interessada”, explicou a diretora da Unicamp.
Entre os outros pontos positivos apresentados pelo fármaco, estão: a alta reprodutibilidade, o baixo custo para sua obtenção e a possibilidade de ser utilizado tanto para o tratamento em animais, quanto em humanos.

Integravisa discute Plano de Gerenciamento

Projeto é uma iniciativa da Anvisa, com o apoio do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a partir do Proadi-SUS

Por: Ascom/Anvisa
Publicado: 08/12/2017 16:11
Última Modificação: 08/12/2017 16:17

O encerramento dos trabalhos do Projeto IntegraVisa ocorreu na 5ª Oficina, neste dia 5 de dezembro, quando foram apresentados os subsídios levantados para o Plano de Gerenciamento. O objetivo do IntegraVisa é a qualificação da gestão das ações estratégicas de Vigilância Sanitária.

A proposta do Plano de Gerenciamento é a identificação de estratégias para o monitoramento das ações críticas, cujo levantamento foi realizado durante as visitas aos dez estados participantes do Projeto.

Com o retorno dos subsídios para o Plano de Gerenciamento, o Projeto conclui as atividades previstas para o desenvolvimento dos três planos que compõem o IntegraVisa: Harmonização; Descentralização, cujas propostas foram aprestadas na Oficina 4, realizada em outubro/2017; e o de Gerenciamento.

A partir dos subsídios identificados para cada Plano, a Anvisa promoverá os desdobramentos para sua implantação:
Harmonização: proposta do processo de harmonização dos procedimentos e práticas relativos às ações críticas; Descentralização: identificação de critérios, requisitos e parâmetros para uso nas pactuações entre os Entes Federados das ações críticas. Proposta está já considerada para implementação da organização do SNVS no âmbito das ações críticas (inspeção em indústria de medicamento, insumo farmacêutico ativo e produtos para saúde classe III e IV). Gerenciamento: desenvolver estratégias de monitoramento para o acompanhamento da execução qualificada das ações críticas no SNVS fundamentadas nas pactuações em Comissões Intergestoras Bipartites.
O IntegraVisa é uma iniciativa da Anvisa, com o apoio do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a partir do Proadi-SUS. O projeto é coordenado pela Gerência-Geral de Coordenação e Fortalecimento do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.

Nova regra para análise de medicamentos inovadores

Registros de inovações em medicamentos, que hoje não estão previstos na norma, poderão ser analisados. Iniciativa Regulatória foi aprovada na última terça-feira (5/12).

Por: Ascom/Anvisa
Publicado: 08/12/2017 16:42
Última Modificação: 08/12/2017 16:47

A regra que trata do registro de medicamentos no Brasil, a RDC 60/2014, deverá ser atualizada para contemplar diferentes tipos de inovação em medicamentos no Brasil. Atualmente, as inovações em medicamentos são registradas como novas formas farmacêuticas, novas concentrações, novas associações e ampliação da população alvo.

Apesar disso, algumas propostas de inovações apresentadas pelas empresas não encontram respaldo na norma atual, o que acaba criando dificuldades para a indústria e diminuindo o acesso da população a novos medicamentos.

O objetivo é permitir a apresentação e avaliação caso a caso de propostas de inovações em medicamentos, que serão analisadas de forma individual em relação aos critérios de segurança, eficácia e qualidade.

A iniciativa foi aprovada em regime especial de tramitação.
Inovação em medicamentos em destaque

No último mês de setembro, Anvisa criou a Coordenação de Inovação Incremental (Coinc), dentro da área de medicamentos. A área tem a responsabilidade de avaliar os pedidos de registro, renovação e pós-registro de medicamentos inovadores e inovações incrementais. A área vai concentrar as análises técnicas de inovação que estavam em outros setores da área de medicamentos.

Reveja a gravação da Reunião da Dicol que aprovou a nova regra.

Vacina contra câncer de pele será testada em células humanas nos próximos meses


Depois de seis anos de trabalho, pesquisadores do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), localizado no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP) descobriram uma vacina contra o câncer de pele.

Células cancerígenas modificadas geneticamente que geravam tumores em camundongos foram usadas no estudo. Os animais foram vacinados com uma substância resultada da combinação de três linhagens diferentes de células de cânceres.

A imunização fez com que os camundongos desenvolvessem anticorpos do tipo "Linfócitos T", aqueles que eliminam os tumores. Depois da vacinação, os ratos foram acompanhados durante um ano e os pesquisadores observaram que novos cânceres não surgiram. Nos próximos meses a vacina deve começar a ser testada em células humanas.

O câncer de pele é responsável por 30% dos tumores malignos no Brasil, sendo o de maior incidência no país. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca) são mais de 170 mil novos casos por ano.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda o uso frequente de protetor solar e chapéu. Além disso; evitar exposição ao Sol das 10h às 16 h é outra importante forma de prevenção ao câncer de pele.

Laboratório que produz vacina contra a dengue pede revisão da Anvisa

On 8 dezembro, 2017

O laboratório que produz a vacina contra a dengue, medicamento chamado Dengvaxia, solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualização das informações para médicos e pacientes sobre a proteção nos países onde está aprovada, como o Brasil.

A demanda é baseada numa nova análise de acompanhamento de longo prazo de dados de estudo clínico, que demonstrou diferenças no desempenho da vacina de acordo com infecção prévia por dengue.

Como resultado, a Anvisa informou a Sanofi Pasteur que irá avaliar os dados apresentados pela companhia. Enquanto isso, a agência publicou em seu site que “recomenda que a vacina Dengvaxia não seja administrada em indivíduos soronegativos, ou seja, sem exposição prévia ao vírus da dengue”.

“A Sanofi Pasteur realizou esta análise complementar em dados de ensaios clínicos de longo prazo, coletados durante seis anos, para avaliar ainda mais o desempenho comparativo da vacina em pessoas que foram infectadas com o vírus da dengue antes da vacinação e aquelas que não foram. Para pessoas que tiveram infecção prévia do vírus, os resultados desta nova análise confirmam o valor de proteção significativo e de longo prazo de Dengvaxia. Para aqueles que não foram previamente infectados pelo vírus da dengue, entretanto, a análise mostrou que, em longo prazo, mais casos da forma grave da doença podem ocorrer, após uma subsequente infecção por dengue”, informou nota do laboratório.

“As pessoas podem ser infectadas pela dengue até quatro vezes durante a vida”, explica Sheila Homsani, diretora médica da Sanofi Pasteur Brasil. “Algumas infecções resultam em doença sintomática, mas a maioria dos casos são silenciosos e assintomáticos, o que significa que a prevalência da dengue é sub-reportada. A forma severa da doença após a infecção por dengue é rara, mas pode ocorrer depois de qualquer picada de um mosquito que carregue o vírus. Entretanto, a dengue é uma doença complexa e as pessoas têm maior probabilidade de contrair a forma grave após uma infecção secundária de um subtipo diferente do vírus”, completou

Aproximadamente metade da população mundial vive em países onde os quatro sorotipos da dengue estão em circulação.

Todo ano, cerca de 390 milhões de infecções por dengue são reportadas. As pessoas podem ser infectadas pela dengue até quatro vezes na vida e podem desenvolver a forma grave da doença depois de qualquer uma dessas infecções.

Dados de vigilância de alguns países endêmicos indicam que entre 70% e 90% das pessoas serão expostas ao vírus da dengue pelo menos uma vez até chegarem à adolescência. Há muitos fatores que levam à infecção severa por dengue. Entretanto, o maior risco de desenvolver a forma severa foi observado em pessoas infectadas uma segunda vez por um diferente tipo de vírus.

“Dengvaxia é atualmente indicada na maioria dos países para indivíduos de nove anos ou mais que vivem em áreas endêmicas para dengue. Nessa população indicada, Dengvaxia tem demonstrado prevenção de 93% de casos severos e redução 80% de hospitalizações causadas pela doença durante os 25 meses de estudos clínicos de larga escala conduzidos em 10 países da América Latina e Ásia, onde a dengue é muito difundida”, informou o laboratório.

PROPOSTA

Baseada nas novas análises, a Sanofi vai propor que as agências regulatórias nacionais atualizem as informações de prescrição, conhecidas em muitos países como bula, solicitando que os profissionais de saúde acessem a probabilidade de infecção prévia por dengue do indivíduo antes da vacinação.

A vacinação deve apenas ser recomendada quando os potenciais benefícios ultrapassarem os potenciais riscos (em países com alta carga da doença). Para indivíduos que não foram previamente infectados pelo vírus da dengue, a vacinação não deve ser recomendada.

A proposta de bula da Sanofi será revisada pelas agências regulatórias nacionais em cada um dos países onde a vacina é registrada ou está sendo considerada para registro. Após sua revisão, cada agência pode alterar a proposta de bula apresentada pela companhia.

OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta segunda-feira (4) que espera realizar uma “revisão completa” de dados sobre a vacina “Dengvaxia”, da Sanofi, até o final do ano.

As Filipinas pediram um levantamento nesta segunda-feira sobre a imunização de mais de 730 mil crianças com a vacina que foi suspensa após um anúncio da empresa farmacêutica francesa de que poderia piorar a doença em alguns casos.

A OMS manteve a recomendação de que “como medida preventiva e provisória”, a “Dengvaxia” só pode ser administrada em pessoas já foram infectadas com o vírus da dengue.

Fonte: Correio do Estado

João Carlos de Britto é o novo gerente geral da Astellas Farma Brasil

Por Dayana Cardoso- S/A LLORENTE & CUENCA

4 de dezembro de 2017

A Astellas anunciou hoje a nomeação de João Carlos de Britto como gerente geral da Astellas Farma Brasil (AFB). Ele se reportará a Percival Barretto-Ko, vice-presidente sênior de Operações Internacionais da companhia, e ficará baseado em São Paulo.
Em sua nova função, Britto será responsável por liderar as operações da Astellas no Brasil, que recentemente foi reconhecida como uma das melhores empresas para trabalhar no país pelo Instituto Great Place To Work.

“O Brasil representa uma grande oportunidade para a Astellas trazer valor e esperança aos pacientes e suas famílias”, disse Barretto-Ko. “A experiência de mais de 25 anos de João Carlos na indústria farmacêutica nos ajudará a garantir que o nosso compromisso contínuo em disponibilizar as terapias de oncologia, urologia, imunologia e outras áreas, esteja acessível aos pacientes.”

Britto é brasileiro e antes atuou como head regional da Baxalta US Inc. (que agora faz parte da Shire) na América Latina, no comando da divisão voltada para hematologia, imunologia e oncologia. Antes, teve uma carreira de sucesso na Novartis, onde ocupou vários cargos de liderança por mais de 17 anos, incluindo head do grupo na América Central e Caribe, presidente da empresa no Equador, head global de programas de marketing de acesso e viabilidade e diretor comercial no Brasil. Ele também passou por diversas funções de marketing e vendas de grande responsabilidade no Brasil para várias empresas farmacêuticas, incluindo Aché e Pfizer.

É bacharel em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), tem curso de pós-graduação em marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e MBA pela Universidade de São Paulo (USP).

Sem pessoal, Anvisa desburocratiza processos

On 4 dezembro, 2017

Há dez anos a Anvisa não modifica a Resolução de Diretoria Colegiada 81/08 (RDC), responsável pela regulamentação de produtos exportados e importados. Agora, com a aposentadoria de boa parte dos profissionais responsáveis por esse departamento, a agência decidiu modernizar o processo de aprovação das licenças.

Uma das metas é reduzir pela metade o prazo de concessão da licença. Estima-se que, em média, o tempo atual seja de dez dias úteis. A intenção, em longo prazo, é que todos os trâmites sejam finalizados em apenas dois dias úteis.

Também está sendo implantada uma nova estrutura para distribuição dos processos de importação, de forma que os fiscais possam atuar de maneira remota. O setor privado alimenta também a expectativa de integração de um operador econômico autorizado da agência com a Receita Federal, o que poderia agilizar ainda mais os trâmites de recebimento e distribuição de mercadorias. Em 2016, a Anvisa emitiu cerca de 300 mil licenças de importação.

A modernização da RDC 81/08 impactará empresas de produtos farmacêuticos, insumos químicos, equipamentos para saúde, cosméticos, perfume e produtos para higiene pessoal, alimentos, entre outros. Deve-se destacar o recém-criado formulário customizado da Anvisa para o peticionamento eletrônico para importação. Anteriormente, o histórico de importações era arquivado em papel. “A tendência é que a licença de importação do Siscomex desapareça e que cada órgão crie seu formulário customizado, o que permitirá a aplicação de ferramentas de gerenciamento e análise de riscos”, explica Yuri da Cunha, especialista em processos de comércio exterior da NSI.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Terapia alvo afatinibe, para câncer de pulmão, é incluída no rol de procedimentos da ANS

Segunda, 04 Dezembro 2017 14:53 Escrito por Bruno Nogueira
Segundo dados do INCA, 28 mil novos casos da doença foram diagnosticados no Brasil em 2016

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), só no Brasil, estima-se que mais de 28 mil novos casos tenham sido diagnosticados em 2016, sendo a maior prevalência em homens acima dos 70 anos1-2. Cerca de 18% das mortes por câncer no mundo são devido a tumores nos pulmões2. Entretanto, há uma notícia importante para os milhares de pacientes com a doença no país: a partir de 2 de janeiro de 2018, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluirá a terapia alvo afatinibe em seu rol de procedimentos, acrescentando, assim, o tratamento entre os procedimentos de cobertura obrigatória pelos planos de saúde.

A conscientização sobre o câncer de pulmão se faz necessária, pois a doença pode apresentar sintomas comuns, como: tosse com ou sem sangue, dor torácica, cansaço e perda de peso3 (os sinais iniciais da doença podem ser semelhantes aos de uma gripe, que parecem não, melhorar), o que pode dificultar o diagnóstico, que muitas vezes é realizado apenas em fases avançadas da doença2.

O câncer de pulmão apresenta diversos subtipos, o que também pode impactar no diagnóstico e tratamento4. Terapias alvo oncológicas, como o afatinibe, oferecem uma nova perspectiva para pacientes com as formas mais raras da doença. Segundo estudos clínicos, pacientes tratados com tal princípio ativo apresentam o dobro da probabilidade de sobrevida e sem progressão da doença em dois anos, em comparação ao padrão ouro de quimioterapia5.

Abordar o tema é importante para conscientizar a população sobre o Câncer de Pulmão e seus principais sintomas, pois a doença é crescente entre a população brasileira e ainda é pouco diagnosticada em seus estágios iniciais. Caso tenha interesse, sugerimos duas fontes que estão à disposição para entrevistas:

· Associação de pacientes e visão setorial: Merula Steagall, presidente da Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia);

· Fonte técnica: Dr. Carlos Barrios, oncologista e diretor do Instituto do Câncer Mãe de Deus (Porto Alegre/RS)

Referências

[1] Estimativa 2016: incidência de câncer no Brasil / Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva – Rio de Janeiro: INCA, 2015. [acesso em 15/04/2019]. Disponível em: http://www.inca.gov.br/estimativa/2016/estimativa-2016-v11.pdf

2 Boehringer Ingelheim Inoncology. LET'S LEARN MEDICAL EDUCATION [Internet]. [Acesso em15 Abr 2016]. Disponível em: http://www.inoncology.com/medical_education/indication/lung_cancer/
general_information.html

3 Cancer Treatment Centers of America. Lung cancer symptoms. http://www.cancercenter.com/lung-cancer/symptoms/.

4 Yang J, Wu Y-L, Schuler M, et al. Afatinib versus cisplatin chemotherapy for EGFR mutation-positive lung adenocarcinoma (LUX-Lung 3 and LUX-Lung 6): analysis of overall survival data from two randomised, phase 3 trials.Lancet Oncol. 2015;16(2):141-51. http://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS1470-2045(14)71173-8/abstract.

5 Oncoguia. Terapia Alvo para Câncer de Pulmão de Não Pequenas Células[Internet]. [Acesso em 30 Mai 2016]. Disponível em: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/
terapia-alvo-para-cancer-de-pulmao-de-nao-pequenas-celulas/1772/198/