Apreensão de rótulos de cerveja leva polícia a investigar provável fábrica clandestina em Bauru

Na manhã deste domingo, a Polícia Rodoviária localizou os itens, além de 12 frascos de cola

Cinthia Milanez

A apreensão dos rótulos se deu na manhã deste domingo, em Bauru

A apreensão de rótulos de cerveja, na manhã deste domingo (25), em Bauru, levará a polícia a investigar uma provável fábrica clandestina de bebidas.

Segundo a Polícia Militar Rodoviária do município, a corporação abordou um veículo em frente à sua base, na Marechal Rondon (SP-300), durante uma fiscalização de rotina e localizou os itens, além de 12 frascos de cola.

O suspeito, cuja identidade não foi divulgada pela polícia, é de Goiânia, em Goiás, e está em Bauru desde sexta-feira (23).

Makro amplia portfólio de cervejas especiais

Por
Redação Tribuna –

23 de Março de 2018 | 18:30

O brasileiro é um grande amante de cerveja. Tanto que o país é o terceiro maior produ­tor mundial da bebida e figura a lista dos maiores consumidores. Em média, são 60 litros por pessoa ao ano, segundo pesquisa realizada em 2017 pela Euromonitor. Atento a essa nova demanda de consumo, o Makro traz com exclusividade para o mercado atacadista a cerveja especial BACKER, uma cervejaria de Minas Gerais focada na produção de rótulos puro malte e dentro da Lei da Pureza Alemã – que determina que a cerveja seja produzida com apenas três ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo.

A novidade estará nas prateleiras das lojas Makro de São Paulo e Minas Gerais a partir deste mês, a preços entre R$ 8,95 e R$ 17 reais, em garrafas de 600ml. Os consumidores terão à sua disposição os principais rótulos Capitão Senra, Backer Pilsen, Medieval e 3 Lo­bos Bravo, uma American Imperial Porter.

“Estamos sempre procurando entender as demandas de nossos consumidores para tra­zer produtos diferenciados, com ótimo custo benefício e no caso do empreendedor produtos que agregam o seu negócio, por isso estamos aumentando a nossa oferta no setor de cerve­jas especiais com essa parceria exclusiva com a Cervejaria Backer no setor. Para se ter uma ideia, hoje em nossas lojas temos um crescimento de vendas nesta categoria acima de 30% e ainda projetamos um crescimento maior”, afirma Ricardo Garcia Diretor Comercial.

Indústria de café solúvel lança projeto para elevar exportação em meio a safra recorde

23/03/201823/03/2018 CCCMG 0 Comment Economia, Mercado, Produção

A indústria de café solúvel do Brasil e a agência responsável por promover exportações do país lançarão na próxima semana um projeto que visa fortalecer os embarques do produto, com ganho de mercados, em meio à perspectiva de uma safra recorde no maior produtor mundial da commodity.

O Brasil é líder nas exportações de café solúvel, assim como de grãos verdes, mas secas em 2015 e 2016 derrubaram a safra de conilon do Espírito Santo, o principal produtor nacional da variedade mais usada na fabricação desse tipo de produto.

Durante tal período, o Brasil perdeu negócios para concorrentes na Ásia, justamente por não ter conseguido obter matéria-prima no mercado a preços adequados. Mas a recuperação esperada para a safra de café neste ano deixa o setor otimista novamente quanto a exportações.

Pelos dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil poderá produzir um recorde de até 58,51 milhões de sacas em 2018, das quais 44,55 milhões de arábica, cujo ciclo será de bienalidade positiva, e 13,96 milhões de conilon.

É nesse cenário que a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) assinarão um convênio para a implantação do projeto setorial “Brazilian Instant Coffee”, na próxima segunda-feira, em São Paulo.

Em nota, o presidente da Abics, Pedro Guimarães, afirmou que “o objetivo das ações do projeto ‘Brazilian Instant Coffee’ é garantir a fatia atual de mercado e ampliar ainda mais a presença do café solúvel brasileiro nas exportações, que chegam a cerca de 120 países e proporcionam divisas anuais de aproximadamente 650 milhões de dólares”.

Segundo ele, há 40 anos o Brasil é líder mundial na produção de café solúvel, com representatividade de 37 por cento do mercado global, e na exportação, com participação de mercado de 28 por cento.

“Mas, atualmente, o setor vê essas posições ameaçadas devido ao acirramento da concorrência e ao protecionismo dos principais mercados”, afirmou.

A iniciativa adotada em parceria com a Apex-Brasil insere-se no Plano de Desenvolvimento do Café Solúvel do Brasil, lançado em 2016 pela Abics, que tem a meta de alavancar o volume das exportações e o consumo interno brasileiro em 50 por cento durante os próximos 10 anos.

Conforme a Abics, Há sete indústrias de café solúvel em operação no Brasil. Até agora em 2018, as exportações de solúvel acumulam queda de 12 por cento, com 410,57 mil sacas, segundo o Cecafé.

Fonte: Reuters (Por José Roberto Gomes)

Wickbold lança linha ‘Do Forno’ em seus 80 anos


23.03.2018 – 04:14
em Lançamentos

A Wickbold acaba de lançar sua maior novidade para 2018 ? quando a empresa comemora 80 anos ? a linha premium de pães de forma do tipo artesanais ?Do Forno?. O produto chefa às gôndolas nas versões ?Original? (o pão de forma branco tradicional) e ?Grãos Ancestrais (pão integral, onde são combinados seis tipos de grãos milenares – quinoa branca, quinoa vermelha, freekeh, espelta, amaranto e chia).

Com fatias mais grossas e cascas finas, os novos pães foram desenvolvidos à base de massa-madre, um fermento natural que atua como agente de crescimento e sabor, realçando aromas, sabores e textura. ?Os produtos ?Do Forno? trazem todo o sabor, carinho e expertise da Wickbold, que tira do forno todos os dias o que há de melhor ao consumidor?, declara Pedro Wickbold, gerente da marca.

Fabricante de pães especiais e saudáveis, a Wickbold vê esse mercado crescer cada vez mais. Segundo números da agência de pesquisas Euromonitor Internacional, a previsão é que o crescimento anual do setor alcance 4,4% até 2021. ?É um dado promissor, que nos faz acreditar que a versão ?Grãos Ancestrais? fará um grande sucesso no mercado?, avalia Wickbold.

?Trata-se de um produto totalmente alinhado aos pilares de posicionamento da marca, pois envolve nutrição, saúde e bem-estar. A história das sementes é muito interessante, pois culturas milenares como maias, incas, andinas e astecas reconheceram-nas como portadoras de diversos nutrientes. Mais importante ainda é saber que trazemos ao mercado uma inovação muito solicitada pelo consumidor brasileiro?, completa Denise Pacheco, Especialista de Produtos da Wickbold.

Cerveja Antarctica apresenta nova identidade visual

março 23, 2018

A cerveja Antarctica está de cara nova. A partir deste mês, as latas e garrafas da marca lançada em 1885 ganham um design que resgata sua história, revigora os icônicos pinguins e se inspira nos símbolos do samba carioca para modernizar sua identidade visual. Tudo isso, claro, sem deixar de lado sua tradição de 133 anos.

Uma das principais mudanças está nos pinguins que acompanham a marca desde sua fundação. Eles receberam tratamento especial e ficaram mais vistosos e emblemáticos. A “faixa azul” que acompanhou os rótulos de Antarctica ao longo de todo o século XX também está de volta, assim como brasão de cevada, ausente nas últimas versões dos rótulos. Por certo tempo, “Faixa Azul” foi sinônimo de Antarctica. Por isso, nada mais óbvio do que tê-la de volta modernizada, mas resgatando essa tradição.

Já o brasão do novo rótulo se guia por outra paixão do carioca: o samba e seus estandartes de blocos de carnaval e escolas de samba. O ritmo é sinônimo do universo suburbano carioca e inspira a cerveja Antarctica todos os dias.

Outra mudança dos rótulos nas garrafas é no formato. Antes arredondado, ele agora será quadrado. As garrafas de 600ml e de 1L também terão proteção de alumínio no gargalo, uma tendência no mercado cervejeiro da qual Antarctica não poderia ficar de fora.

Ball produzirá 100% das latas do novo Sprite Ice Mint

Bebida lançada pela Coca-Cola Brasil está chegando no mercado em todo o Brasil

Depois de lançado no México e na Holanda, Sprite Ice Mint acaba de chegar ao mercado brasileiro. O lançamento da Coca-Cola Brasil, com menta adicionada em sua receita e zero açúcar, traz ainda mais refrescância para a marca mais vendida da categoria limão. As embalagens em lata (310ml e 350ml) do produto foram 100% produzidas pela Ball, maior fabricante de latas para bebidas do mundo.

Sobre a Ball Corporation

A Ball Corporation fornece soluções de embalagens inovadoras e sustentáveis para clientes de bebidas, alimentos e produtos domésticos, bem como tecnologias e serviços aeroespaciais e outros para o governo dos EUA. A Ball Corporation e suas subsidiárias empregam 18.450 pessoas ao redor do mundo e registraram vendas líquidas de U$ 9.1 bilhões em 2016. Para mais informações, acesse www.ball.com ou comunique-se conosco pelo Facebook ou Twitter.

Fonte: Edelman

Clube do Malte lança cervejas homenageando consumidores

24/03/2018

A “APA do Gui”, a “American IPA do Luiz”, a “Stout do Zanuzzo” e a “Juicy IPA do Edu”. Esses são os lançamentos da ação “A Cerveja do Seu Jeito”, promovida pelo Clube do Malte em parceria com a cervejaria paranaense Way Beer, para celebrar o mês do consumidor (março).

As cervejas foram criadas seguindo os estilos preferidos dos quatro assinantes mais antigos do Beer Pack do Clube do Malte (Guilherme, Luiz Lima Jr, Daniel Zanuzzo e Eduardo Assis), que mensalmente seleciona e entrega em casa cervejas especiais para seus assinantes.

As quatro cervejas desenvolvidas e produzidas pela Way Beer, com a coordenação do mestre-cervejeiro Alessandro Oliveira, estão disponíveis no Beer Pack, além de serem disponibilizadas no site oficial do Clube do Malte. A “APA do Gui” possui forte presença aromática dos lúpulos Galaxy e Mosaic, usados também no dry hopping, resultando em notas picantes, cítricas e florais. Refrescante e lupulada, a cerveja tem corpo baixo, 4,3% de teor alcoólico e excelente drinkability.

A “American IPA do Luiz” é uma versão americana do histórico estilo inglês India Pale Ale. Uma cerveja de paladar mais seco, feita com lúpulos Columbus, Citra e Mosaic. A bebida tem 6,6% de teor alcoólico e traz aromas condimentados, cítricos e florais. A “Stout do Zanuzzo” é uma Sweet Stout, uma cerveja Ale escura, doce, encorpada e levemente torrada. Foi produzida com 15% de malte torrado, centeio, aveia e cevada não maltada. Possui baixo amargor de lúpulo e apresenta notas de café, lembrando um cappuccino gelado.

Para completar, a “Juicy IPA do Edu” segue uma tendência que surgiu nos Estados Unidos e que conquistou os brasileiros. Uma cerveja elaborada com 55% de malte de cevada e 45% de maltes de trigo, aveia e lúpulos Amarillo, Galaxy e Mosaic. A combinação resultou em uma cerveja turva, encorpada e com 8,1% de teor alcóolico.

Fonte: Redação Promoview

Por problemas ambientais, Heineken pode ter fábrica fechada

Torneiras fechadas
Por Mauricio Lima
25 mar 2018, 16h00

Por problemas ambientais, a Heineken corre sério risco de ver sua fábrica na Bahia fechada, uma unidade que fatura quase 2 bilhões por ano. Na esperança de contornar o problema, a empresa contratou o lobista Guilherme Fahrat.

Na compra da fábrica,  situada na cidade de Alagoinhas (BA), a Heineken herdou dos japoneses da BrasilKirin problemas com a extração de água do subsolo para produção das bebidas. De acordo com as acusações, esse processo está sendo feito de forma clandestina. Além do lobista, a cervejaria contratou também o escritório Pinheiro Neto, onde trabalhou o atual Procurador-Geral do próprio DNPM.

Operação Carne Fraca derruba preço do frango nos supermercados

Restrição às exportações da BRF aumenta a oferta do produto no mercado interno. Em Brasília, carnes de aves estão até 40% mais baratas. Apesar das suspeitas de falhas sanitárias, clientes não deixam de comprar o alimento

AP Andressa Paulino* LC Letícia Cotta*

postado em 24/03/2018 08:00

A carne de frango está até 40% mais barata em alguns supermercados de Brasília, de acordo com levantamento realizado pelo Correio. Quem costuma comprar o produto sente a diferença no bolso, como a universitária Mariana Vieira, de 24 anos. “O preço do frango está muito mais baixo nesta semana”, afirmou. “Antes, o quilo estava em torno de R$ 12, e hoje, na promoção, sai por R$ 7,99. Em alguns supermercados, dependendo do tipo da carne, o valor chega a ficar abaixo de R$ 3.

Comemorada pelos consumidores, a queda, em grande parte, é resultado da decisão do Ministério da Agricultura de interromper temporariamente a produção e a certificação sanitária de exportação de produtos de aves da BRF. A empresa é uma das maiores companhias de alimentos do mundo. Com a suspensão, milhares de toneladas de carne de frango, que tinham como destino a União Europeia, foram impedidas de sair do Brasil a partir de 16 de março e direcionadas aos supermercados locais.

A restrição foi adotada depois de a BRF ter sido alvo de uma nova fase da Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, no início do mês. Setores da empresa e cinco laboratórios são acusados de fraudar resultados de exames, informando dados fictícios ao Serviço de Inspeção Federal, com o intuito de reduzir os níveis de registro da bactéria salmonela, para que não houvesse impedimentos na exportação dos produtos.

O motivo da diminuição no valor da carne de frango no supermercado, no entanto, não assusta Mariana. “Acredito que a qualidade continua sendo boa. Os mesmos produtos que seriam vendidos lá fora serão comercializados aqui. Isso depende muito do mercado”, disse. “Ninguém vai comprar produtos de uma marca desconhecida. Então, as grandes empresas ainda atentam à qualidade do que vendem”, argumentou.

A agrônoma Fernanda Paiva, 38 anos, também se sente segura ao consumir o produto. “Toda essa polêmica da operação Carne Fraca não me deixa receosa”, diz. Segundo ela, é importante saber a procedência do que se consome. “É preciso ter cuidado ao escolher os alimentos para a casa, sobretudo as carnes”, afirma.

Segundo o economista Antônio da Luz, da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), os preços mais baixos do frango nos supermercados também refletem a crise econômica que o país atravessou. De acordo com ele, a diminuição dos valores é uma estratégia para aumentar as vendas. “As empresas apostam em preços mais baixos para aumentar o volume de consumo”, afirmou.

Prejuízos

No dia do embargo, as ações da BRF chegaram a cair 3% na Bolsa de Valores de São Paulo. Para Antônio da Luz, o saldo é negativo para a empresa. “Sem dúvida, a medida é ruim para a companhia, que tem custo fixo elevado e está operando com margens de lucro baixas. Uma unidade parada significa redução nas margens do grupo”, concluiu.

A suspensão afeta 10 das 35 fábricas da companhia situadas nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Paraná e Goiás, o que pode representar cerca de 5% do volume total de vendas da empresa ao exterior. Em nota, a BRF declarou que está mantendo diálogo com as autoridades locais e internacionais, prestando os esclarecimentos necessários sobre a qualidade dos produtos. A empresa destacou que pretende “preservar o relacionamento comercial com seus clientes e consumidores”.

A BRF emprega cerca de 100 mil pessoas de forma direta, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e o mercado de avicultura no país tem uma contribuição significativa para a balança comercial brasileira, superando US$ 7 bilhões em divisas. Por conta disso, a associação cobra agilidade no esclarecimento da suspensão. “O país não pode ceder a ameaças que coloquem em risco milhares de empregos e empresas do nosso setor”, destacou a ABPA, em nota.

O Ministério da Agricultura informou que a medida foi adotada de forma preventiva e que, na semana passada, uma missão técnica foi à Europa prestar esclarecimentos às autoridades sanitárias locais. De acordo com a BRF, todos os produtos já alocados na região, bem como os produzidos e embarcados antes de 16 de março, podem ser comercializados e utilizados sem restrições.

* Estagiárias sob supervisão de Odail Figueiredo

Nestlé investe R$ 23 milhões em novo centro de análises em Araras

Estadão Conteúdo
23.03.18 – 11h51

São Paulo, 23 – A Nestlé Brasil inaugura nesta sexta-feira, 23, seu novo Centro de Tecnologia Analítica de Qualidade (Nestlé Quality Assurance Center, NQAC, na sigla em inglês) na cidade de Araras (SP). Com investimento de R$ 23 milhões, a unidade ampliará em 10% a atual capacidade de atendimento de análises.

Conforme a empresa, o NQAC faz parte de uma rede global de Centros de Qualidade da Nestlé, que inclui 24 laboratórios ao redor do mundo, responsáveis pela realização de análises microbiológicas e físico-químicas para controle de qualidade de matérias-primas, embalagens, produtos finalizados e amostras ambientais.

Também realizam análises de composição para aferir o conteúdo nutricional informado nos rótulos dos produtos, como no caso de substâncias adicionadas (vitaminas e outros nutrientes). O NQAC também está apto a detectar e quantificar organismos geneticamente modificados em alimentos, técnica ainda disponível em poucos laboratórios no Brasil.

No centro de tecnologia da Nestlé em Araras são realizadas cerca de 200 mil análises microbiológicas e físico-químicas por ano, atuando com laboratórios de qualidade instalados em todas as 31 fábricas da Nestlé no País.