Grandes redes de farmácias querem crescer ainda mais em Pernambuco

Pernambuco está nos planos de expansão de empresas como a Pague Menos, Raia Drogasil e Extrafarma

Publicado em 20/02/2018, às 05h06

BIANCA BION
btrajano@jc.com.br

A expansão rápida das grandes redes de farmácias chama a atenção dos pernambucanos. A sensação é de que novas lojas surgem todos os dias. Segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de Pernambuco (Sincofarma-PE), há três mil farmácias no Estado e 15 mil funcionários, com crescimento de 18% no número de novos estabelecimentos em 2017 comparado com 2016. A expectativa para este ano é de que o Estado continue no mapa de expansão das principais empresas do setor farmacêutico.

Para ter uma ideia do quanto a disputa é acirrada, alguns pontos da rede Big Ben no Estado já estão sendo negociados, segundo informações de mercado. A empresa encerrou as atividades em 64 lojas do Estado em fevereiro deste ano, mas é um ponto fora da curva. Até agosto de 2017, as farmácias faturaram R$ 99 bilhões no País, sendo 42,3% pertencente a 26 redes da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).

Por isso, grandes empresas demonstram intenção de abrir novos estabelecimentos no Estado, mas não revelam os dados exatos por estrátegia. A Extrafarma, por exemplo, iniciou as atividades em Pernambuco em 2015. Só nos últimos dois anos, abriu 25 lojas no Estado e hoje conta com 33 operações e 400 empregados. Até o 3º trimestre de 2017, enquanto o mercado local crescia 14,3%, a empresa cresceu 212%, de acordo com dados da consultoria IMS Health. A Extrafarma afirma que o objetivo é manter o ritmo de expansão acelerada em 2018, tanto no Brasil quanto em Pernambuco, onde tem market share de 2,8%.

Já a Pague Menos espera abrir 200 lojas no País este ano. Pernambuco, onde tem 180 lojas e 15 mil funcionários, está incluído no plano de expansão. “Acho que as grandes redes estão expandindo em todos os mercados hoje em dia. Pernambuco é o segundo Estado mais relevante para a Pague Menos, depois do Ceará. A Pague Menos cresceu em média 8% no Estado no ano passado. Por ser uma praça importante no Nordeste, Pernambuco também é referência de outras redes”, comenta o diretor de Relações com Investidores (RI) da farmácia, Luiz Novais.

Outra gigante do setor presente em Pernambuco é a Raia Drogasil, que conta com 38 lojas e possui um Centro de Distribuição em Jaboatão dos Guararapes que atende todos os estabelecimentos da empresa no Nordeste, onde tinha market share de 5,2% até o terceiro trimestre de 2017. “O plano de expansão da empresa para 2018, em todo o País, prevê a abertura de 240 novas lojas, incluindo Pernambuco. Entendemos que os consumidores veem a farmácia como um estabelecimento que vende bem-estar”, explica o diretor de Planejamento Corporativo e RI, Eugênio de Zagottis.

Hoje, as grandes empresas representam 20% do total das farmácias em Pernambuco. Para o presidente do Sincofarma-PE, Ozeas Gomes, a disputa das grandes redes no Estado se acirrou há três anos. A primeira disputa entre grandes redes aconteceu entre a Farmácia dos Pobres e a Pague Menos. Depois, a Big Ben entrou no mercado e adquiriu lojas da Farmácia dos Pobres, a Rede Nordeste de Farmácias (RFN) e a Guararapes Brasil. “As microempresas estão com dificuldades porque não se preparam para o futuro que é hoje com as grandes empresas. A concorrência, por outro lado, incentiva as pequenas a melhorar, aprimorar a gestão”, explica.

Foi isso que aconteceu com Márcia Bezerra, proprietária da farmácia Real do Trabalhador, em San Martin, na Zona Oeste do Recife. “Passei a oferecer o atendimento farmacêutico em dezembro de 2017, para ter um diferencial. Essa preocupação surgiu por causa da crise e porque as grandes redes estão vindo com tudo”, explica.

Outra preocupação dos pequenos em relação às grandes redes é a dificuldade em oferecer descontos aos clientes. “As grandes redes conseguem se associar a todos os programas de benefícios dos laboratórios. Em um laboratório, estou na fila de espera para me associar ao programa há quatro anos”, diz Andréa Teixeira, dona da farmácia Disk Remédios, no Totó, também na Zona Oeste do Recife.

A única certeza dos empresários é que o mercado tem possibilidade de crescer ainda mais frente ao envelhecimento acelerado da população brasileira. “Enquanto o governo não assumir o papel dele (na promoção da saúde), o setor privado vai trazer o que a população precisa”, diz Ozeas.
DISTRIBUIÇÃO

A distribuição de medicamentos é uma parte da operação visado pelo Estado. De acordo com o presidente da AD Diper, Leonardo Cerquinho, a agência está tentando viabilizar uma nova operação logística de importação de medicamentos a partir de Pernambuco. “Depois que a Aché anunciou a implantação de uma fábrica em Suape, as principais empresas do setor procuraram a gente para conversar. Hoje, os medicamentos importados chegam em São Paulo e depois seguem para Pernambuco. A gente está querendo trazer uma operação logística nova para que as empresas façam essa distribuição a partir de Pernambuco, especialmente de medicamentos de alto valor agregado”, revela.

Drogarias Pacheco e São Paulo em campanha de doação de sangue

fevereiro 19, 2018

Todos os anos as marcas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo desenvolvem uma nova campanha para estimular a doação de sangue. Para 2018 as marcas do Grupo DPSP incentivam a doação com o mote “Complete o nível”, com objetivo de chamar a atenção das pessoas para a queda nos estoques dos bancos de sangue. Vale destacar que o cenário atual do país também pede uma atenção para o assunto em razão do surto de febre amarela, pois a imunização por meio de vacina acaba impossibilitando a doação de sangue pelo período de 30 dias, algo que contribui para o desabastecimento dos estoques nos bancos de sangue.

A campanha de doação de sangue do Grupo DPSP começa já com o envolvimento dos colaboradores da companhia. A empresa está trabalhando para realizar coletas de sangue em sua matriz e centros de distribuição com o apoio de hemocentros. O cronograma de atividades da empresa também contempla parceria com universidades para a ação “Trote Universitário”. Na ocasião, as marcas da companhia irão interagir em universidades com promotores, alunos e vans, incentivando uma reflexão para o tema e estimulando a atitude e a busca por postos de doação.

Por meio de parcerias com os hemocentros de regiões diversas do país – Pró-Sangue (SP), Hemorio (RJ), Hemominas (MG) e Hemoba (BA) – os farmacêuticos das lojas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo também podem assumir o papel de embaixadores da campanha de doação de sangue “Complete o nível”. Os farmacêuticos interessados em contribuir como embaixadores da ação, passam a receber orientações dos hemocentros a fim de propagar a ação entre os funcionários, clientes, familiares e amigos.

Panvel inicia entrega de compras em lockers

On 19 Fevereiro, 2018

Muito comum nos Estados Unidos e na Europa, a compra online com opção de entrega por meio de lockers ganha espaço no Brasil. A rede de farmácias Panvel aderiu à novidade e implantou um projeto-piloto nas unidades da Rua Coronel Bordini, 12, e da Avenida Vinte e Quatro de Outubro, 742, ambas em Porto Alegre (RS). A iniciativa é uma parceria com a Unilever. A escolha dos locais se deu pelo alto fluxo de pessoas que transitam pelo local. “Queríamos dar visibilidade à ação, ao mesmo tempo em que acostumamos o consumidor a comprar online e retirar num armário inteligente”, ressalta Samir Mesquita, gerente de novos negócios do Grupo Dimed.

Na hora de finalizar a compra pelo aplicativo ou site da Panvel, o cliente deve clicar na opção “retirar no locker”. Quando o pedido for colocado no armário, uma mensagem será enviada avisando que o pedido está disponível para retirada, juntamente com uma senha exclusiva. Depois disso, é só ir até o armário e digitar CPF e senha. A porta onde está a encomenda abrirá automaticamente.

“Além de não ter que procurar os produtos na loja física e dispensar a fila, também não há a necessidade de espera da telentrega, o que também elimina custos com frete. Dessa forma, o cliente pode retirar suas compras na hora que lhe for mais conveniente, pois os lockers funcionam 24 horas”, explica Mesquita. Segundo o executivo, como se trata de um projeto-piloto, dependendo da análise de resultados haverá uma boa possibilidade de ampliação. “Em breve teremos uma análise aprofundada do perfil do consumidor e dos itens mais requisitados. Também nos permitirá comparar os hábitos dos clientes que compram online e retiram em loja em relação aos que utilizam os armários”, finaliza.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Estudo apresenta categorias de farmácias e suas práticas replicáveis

O Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (IFEPEC) realizou o Estudo do Mercado Farmacêutico e as Categorias de Farmácias, buscando analisar o varejo farmacêutico nacional e categorizar os tipos de farmácias de acordo com o posicionamento estratégico.

O estudo que foi apresentado pelo Instituto na última Assembleia Febrafar – ocorrida em abril – oferece importantes diretrizes a serem tomadas pelas farmácias diante o posicionamento estratégico de suas categorias.
Para a realização dos estudos, foram definidas, primeiramente, cinco categorias de farmácias e selecionadas as estratégias de negócios que possam ser tomadas e que atendam o requisito de replicação, a fim de ver quais os motivos de serem utilizadas (ou não) em cada categoria, chamadas de Práticas Replicáveis.
As categorias de farmácias estabelecidas no estudo foram: Farmácias Independentes, Franquia/Licenciamento de Marca e Associativismo, Farmácias Populares, Grandes Redes e Redes Regionais.

As práticas foram:
•Estratégia de precificação para Medicamentos Propagados;
•Estratégia de precificação para Medicamentos Genéricos e Trade Equivalente;
•Gestão dos principais indicadores de desempenho;
•Layout interno e externo da farmácia atualizados;
•Sortimento de medicamentos completo (Propagados, Trade Equivalente e Genéricos);
•Sortimento de produtos de higiene e beleza compatível com posicionamento estratégico;
•Programa de fidelização e de relacionamento;
•Instrumentos de comunicação com consumidores (tabloide/banners/ofertas);
•Serviços de delivery;
•Modernas técnicas de merchandising e de gerenciamento de espaços;
•Setorização de produtos com espaço dedicado (infantil/diabetes/suplementos);
•Setorização de produtos de nicho com alto valor agregado (dermo);
•Serviços farmacêuticos (pressão/aplicações/orientação farmacêutica).
Assim, para cada tipo de farmácia, foram estabelecidas práticas que condizem ou não com a sua característica, definindo farmácias em dois tipos: “com estratégias”, como as que adotam as práticas compatíveis com a categoria que pertencem, e as “sem estratégias”, como as que não adotam as principais práticas de sua categoria. O estudo também teve como conclusão que, dentre as 14 práticas replicáveis identificadas, todas as categorias de farmácia que possuem estratégia bem definida possuem sete atributos em comum.
São eles: Estratégia de precificação para Medicamentos Propagados; Estratégia de precificação para Medicamentos Genéricos e Trade Equivalente; Gestão dos principais indicadores de desempenho; Layout interno e externo da farmácia atualizados; Sortimento de medicamentos completo (Propagados, Trade Equivalente e Genéricos) e Sortimento de produtos de higiene e beleza compatível com posicionamento estratégico.
As demais práticas variam de acordo com cada categoria. O estudo foi realizado com o apoio do Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia (NEIT), do Instituto de Economia da UNICAMP.

DSOP Educação Financeira
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JT-MG confirma justa causa a empregado de drogaria que vendeu medicamento diferente do prescrito na receita

publicado 20/02/2018 00:02, modificado 19/02/2018 22:54

O juiz Henrique de Souza Mota, em sua atuação na 9ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, considerou válida a justa causa aplicada por uma drogaria a um empregado que vendeu medicamento em desconformidade com a prescrição médica. Na visão do julgador, a conduta é reprovável e caracteriza ato de indisciplina e insubordinação, ensejador de dispensa por justa causa, nos termos do artigo 482, alínea h, da CLT.

Segundo apurado, a venda do medicamento diverso do indicado na receita ocorreu porque não havia o original na drogaria. Foi vendido medicamento com nome similar. O fato de o cliente ter consentido com essa conduta não foi capaz de alterar o entendimento do juiz, para quem o vendedor não poderia ter agido dessa forma.

“É dever do reclamante atender exatamente ao disposto na prescrição médica, de modo a assegurar a saúde (e até a vida) do cliente/paciente, não sendo autorizado a descumprir a receita, sob nenhum argumento”, registrou, chamando a atenção para a responsabilidade da drogaria perante os órgãos reguladores (ANVISA), além de eventuais prejuízos causados à saúde do cliente em razão da venda do medicamento errado (responsabilidade civil).

No caso, ficou demonstrado que o vendedor havia passado por treinamento e já havia sido penalizado por faltas anteriores, similares à que ensejou o desligamento. “A empresa, antes de aplicar a penalidade, buscou adotar escala pedagógica, na tentativa de fazer com que o trabalhador readequasse seu comportamento ao exigido pela empresa, de modo a manter o vínculo de emprego; o que não surtiu efeito”, considerou o julgador e, ao final, ponderou:

“Este Magistrado sabe dos crescentes índices de desemprego e das dificuldades de reinserção no mercado de trabalho dos trabalhadores de idade mais elevada (caso do autor, que tem 58 anos de idade). Contudo, tal contexto não torna o reclamante imune para a prática de faltas graves, não sendo óbice à dispensa, cujos requisitos restaram plenamente atendidos”, completou o juiz, julgando improcedentes os pedidos formulados pelo vendedor. A decisão transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso.

Gigante chinesa de farmácias avança sobre mercado americano

A varejista chinesa de farmácias Hayao comprou parte da americana General Nutrition Center, confirmando mais uma grande fusão no setor

A GNC (General Nutrition Center), uma das maiores fabricantes de polivitamínicos dos Estados Unidos, teve parte de suas ações adquiridas pela Harbin Pharmaceutical Group Holding Co., mais conhecida como Hayao, holding chinesa que atua no varejo farmacêutico.

A chinesa investirá 300 milhões de dólares na GNC, tornando-se a maior acionista da rede americana e proprietária de 40% do seu estoque. A Hayao poderá ocupar cinco das onze cadeiras do conselho da GNC nos Estados Unidos.

Segundo o portal Chain Store Age, a GNC e a Hayao concordaram em formar uma joint venture para a fabricação, comercialização, venda e distribuição de produtos da GNC na China.

A aquisição é um socorro financeiro à rede americana, que enfrenta problemas de financiamento de suas atividades nos Estados Unidos e encontra saída na abundância de dinheiro do mercado chinês.

Além disso, a GNC avança sobre o maior mercado de suplementos do mundo, o mercado chinês, que dá a perspectiva para a rede de barrar o declínio das vendas nos Estados Unidos nos últimos anos.

Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo iniciam campanha de doação de sangue

Com apoio de hemocentros, farmacêuticos serão embaixadores da ação.

Todos os anos as marcas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo desenvolvem uma nova campanha para estimular a doação de sangue. Para 2018 as marcas do Grupo DPSP incentivam a doação com o mote “Complete o nível”, com objetivo de chamar a atenção das pessoas para a queda nos estoques dos bancos de sangue. Vale destacar que o cenário atual do país também pede uma atenção para o assunto em razão do surto de febre amarela, pois a imunização por meio de vacina acaba impossibilitando a doação de sangue pelo período de 30 dias, algo que contribui para o desabastecimento dos estoques nos bancos de sangue.

“A doação de sangue é uma atitude simples, rápida e que pode salvar até quatro vidas. Chamar a atenção de nossos clientes e funcionários para a causa, contribui para que as pessoas façam desta atitude um hábito e exercitem a solidariedade e a cidadania”, explica a Gerente Executiva de Marketing do Grupo DPSP, Thaís Lima.

Incentivo interno e farmacêuticos embaixadores — A campanha de doação de sangue do Grupo DPSP começa já com o envolvimento dos colaboradores da companhia. A empresa está trabalhando para realizar coletas de sangue em sua matriz e centros de distribuição com o apoio de hemocentros. O cronograma de atividades da empresa também contempla parceria com universidades para a ação “Trote Universitário”. Na ocasião, as marcas da companhia irão interagir em universidades com promotores, alunos e vans, incentivando uma reflexão para o tema e estimulando a atitude e a busca por postos de doação.

Por meio de parcerias com os hemocentros de regiões diversas do país – Pró-Sangue (SP), Hemorio (RJ), Hemominas (MG) e Hemoba (BA) – os farmacêuticos das lojas Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo também podem assumir o papel de embaixadores da campanha de doação de sangue “Complete o nível”. Os farmacêuticos interessados em contribuir como embaixadores da ação, passam a receber orientações dos hemocentros a fim de propagar a ação entre os funcionários, clientes, familiares e amigos.

“Nossos farmacêuticos estão recebendo orientações dos hemocentros parceiros, o que faz com que tenhamos uma equipe ainda mais preparada para esclarecer dúvidas sobre o assunto. Seremos ainda mais proativos no contato e no estímulo da doação entre nossos funcionários e clientes, contribuindo com uma atitude importante para toda a sociedade”, explica Thaís Lima.

Drogaria Onofre usa inteligência de dados para otimizar operações

Por Fabiana Rolfini

12 horas atrás

Tecnologia de estruturação de dados permite à organização analisar vínculos envolvendo mais de 400 indicadores de negócios

A Drogaria Onofre, rede com 42 lojas espalhadas por três Estados do País, concluiu a implantação de um projeto de inteligência de dados que oferece à sua alta gestão uma visão multidimensional e dinâmica do desempenho operacional da empresa com base no cruzamento de centenas de indicadores e sua articulação com a estratégia do negócio.

Há um ano, a equipe de TI da companhia decidiu abolir todos os velhos silos departamentais de dados e obsoletos controles em planilha, adotando um ambiente de dados flexível. Batizado internamente de “Prisma”, o projeto teve apoio da plataforma 4Insights da ST IT Consulting, composta por ferramentas que aceleram tarefas de carga e modelagem de carga de dados brutos para o ambiente de BI.

Desde o início, um comitê de BI, formado por representantes de TI e dos departamentos comercial, operações, e-commerce e financeiro, definiu o escopo das informações relevantes para o core-business e as regras de negócio que iriam alimentar os painéis de informação analítica.

“Somos uma empresa que trabalha em equipe e, por isso, as áreas de negócios atuaram ativamente no processo de definição da tecnologia, participando das provas de conceito com fornecedores organizadas pela área de BI”, afirma Joaquim Dias, diretor de TI da drogaria Onofre.
Análise precisa e confiável

Além de oferecer uma visão de desempenho individualizado de cada um dos 12 mil itens do portfólio da rede de drogarias, o Prisma permite a análise de vínculos envolvendo mais de 400 indicadores de negócios, como tíquete médio por venda ou por loja, meios de pagamento, taxa de devoluções e números de transações.

Por meio dos recursos do Prisma, a Drogaria Onofre consegue também acompanhar, de forma sincronizada, os desempenhos de negócios nas lojas físicas e no e-commerce e monitorar resultados de ações promocionais.

“Agora, temos mais clareza quanto ao andamento das operações de todos os ângulos, permitindo que todas as áreas de negócio analisem os mesmos dados e assegurando levar o negócio para outro patamar de gestão”, acrescenta Dias.

Ainda segundo o executivo, os próximos passos do Prisma objetivam aproximar ainda mais as áreas de marketing e CRM e alimentá-las com análise preditiva. Além disso, a drogaria vai expandir a visão de negócios para os dispositivos móveis para, em breve, ter uma plataforma de decisão no modelo near-real-time.

HCor alerta sobre os riscos cardíacos provocados pelos remédios para emagrecer

Medicamentos podem causar, entre outros efeitos colaterais, hipertensão, taquicardia, além de aumentar as chances de infarto

Considerada como um dos principais problemas de saúde da atualidade, a obesidade é responsável por uma série de comorbidades que comprometem gravemente a qualidade de vida e a longevidade de um número cada vez maior de pessoas em todo o mundo. No entanto, enquanto alguns procuram eliminar o sobrepeso por meio de reeducação alimentar e exercícios, outros optam por meios mais imediatos, porém, menos saudáveis, como é o caso dos remédios para emagrecer. “Embora sejam proibidos na Europa e nos EUA, por exemplo, medicamentos como a sibutramina ainda são consumidos em quantidades consideráveis no Brasil, onde, muitas vezes, também são ingeridos sem prescrição médica”, revela o Dr. Abrão Cury, cardiologista do HCor – Hospital do Coração.
Segundo o médico, esse cenário é preocupante, já que a sibutramina – um dos medicamentos mais utilizados para emagrecimento, atualmente – pode desencadear, entre outros efeitos colaterais, problemas cardíacos como hipertensão e taquicardia, além de aumentar as chances de infarto. “Isso ocorre porque, ao ser ingerida, esta substância provoca aumento de pressão arterial e elevação da frequência cardíaca”, explica. “Portanto, portadores de cardiopatias ou descontrole na pressão arterial devem evitar fazer uso de sibutramina. Afinal, o medicamento pode agravar o seu estado de saúde e ocasionar situações de alto risco. Em casos específicos, porém, cardiopatas só podem fazer uso de sibutramina sob supervisão médica”, alerta o Dr. Abrão.

Além de problemas cardíacos, a sibutramina ainda provoca efeitos colaterais como dores de cabeça, boca seca, alterações de humor, insônia, depressão, prisão de ventre, irritação, dependência química e psicológica. “Não é um bom negócio procurar atalhos na hora de tentar emagrecer. O melhor é sempre optar pela maneira tradicional. Ou seja, praticar atividade física com regularidade, manter uma dieta balanceada e abandonar hábitos prejudiciais à saúde como tabagismo e alcoolismo, já que também prejudicam o coração", aconselha. “Com disciplina e o devido esforço, é possível perder peso de maneira saudável e obter melhor qualidade de vida”, conclui o cardiologista do HCor.

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Não dirija sob o efeito destes medicamentos

On 15 Fevereiro, 2018

A condução de automóveis é uma responsabilidade grande para os indivíduos que adquirem carteiras de motorista. O sonho de ter a liberdade de locomoção também traz uma grande responsabilidade frente aos pedestres e outros motoristas que trafegam no nosso trânsito. Logo, é sempre bom estar ciente dos medicamentos que não devem ser consumidos concomitantemente à prática de condução de automóveis.

Sabemos que existe um ensino intensivo nas autoescolas e que as pessoas que obtêm a carteira passam por um treinamento e testes para garantir sua aptidão, porém, alguns conhecimentos são aprendidos com a própria vivência no trânsito. Então, se você faz ou costuma fazer uso de algum medicamento, que tal saber mais sobre as consequências disso para a sua direção? Veja, aqui, alguns medicamentos que talvez você não saiba que podem prejudicar sua cognição.

· ANTIDEPRESSIVOS: podem causar perda de atenção, além de dificuldade de visão e afins. Aos que fazem uso de tais remédios, a atenção deve ser redobrada, já que a concentração e a vigília são prejudicadas. São responsáveis por inibir seletivamente a receptação de serotonina que, como consequência, desencadeia agitação, tontura, fadiga e até ansiedade.

· ANALGÉSICOS: são os reis da automedicação, usados de forma intensa contra dores em geral, podendo ser confundidos com remédios leves. Podem gerar sérios danos à concentração de um condutor, pois causam sonolência demasiada. Além disso, podem causar euforia, passividade, sedação e até mesmo vertigem.

· BRONCODILATADORES: são as substâncias utilizadas para desobstruir as vias aéreas, que podem ter por consequência, por exemplo, taquicardia, tremores e convulsões. Então, tome cuidado com esses medicamentos e com o seu consumo paralelo ao uso de carros e motos.

· ESTIMULANTES: para os que costumam fazer academia e uso de suplementos, é necessário ter atenção redobrada, já que o uso de estimulantes anteriormente à condução de automóveis pode causar irritabilidade e sono.

· NEUROLÉPTICOS: algumas pessoas precisam desse tipo de medicamento para fazer o tratamento de psicoses, o que pode causar a redução de reflexos, sonolência e outros comprometimentos cognitivos.

· OPIOIDES: são indicados para pessoas que sofrem dores crônicas. Foi encontrado, em estudos, que pacientes em tratamento com morfinas durante longo período estão mais envolvidos em acidentes.

· ANTI-HISTAMÍNICOS: são os famosos antialérgicos. Cerca de metade dos indivíduos tratados com as doses convencionais tem sonolência, além de falta de atenção, tontura ou confusão mental.

· ANTIPSICÓTICOS: para quem sofre com a condição da esquizofrenia, os antipsicóticos acabam sendo recomendados. Pacientes tratados com os medicamentos integrantes desse rol farmacêutico demonstram alterações psicomotoras, diminuição da visão periférica, alteração do estado de vigilância e, por fim e mais grave, perda de memória de longo prazo, elemento que pode colocar em risco tudo o que foi aprendido na autoescola.

Percebemos, portanto, a necessidade de consciência e de informação, por parte dos indivíduos, sobre as substâncias que ingerem e as consequências que isso pode causar para a sua vida e a dos transeuntes. Logo, se você dirige e faz uso de algum tipo de medicamento, seja controlado ou descontinuado, converse sempre com o seu médico ou farmacêutico responsável pela venda para saber mais detalhes sobre os efeitos colaterais e os impactos na condução de veículos.

Existem medicamentos que acabam tendo uma ação depressora, ou seja, que causam sonolência, cansaço, debilidade, tonteira e por aí vai. Todos esses elementos são preocupantes na condução veicular. Ao fazermos uso de um medicamento no exercício de condução automotiva, precisamos ter pleno conhecimento dos efeitos colaterais e adversos que ele pode nos causar. Esse artigo tem o objetivo de alertar, informar e tornar as pessoas cientes da necessidade de atenção a esses detalhes que, infelizmente, podem passar despercebidos.

Em resumo, preste sempre atenção na bula do remédio que está ingerindo. Nela, há recomendações, contraindicações e efeitos colaterais. Logo, conscientes do que está na bula e das restrições que temos frente ao uso dos medicamentos, sabemos o que esperar após o seu uso.

Vale a pena lembrar também das consequências de ser pego dirigindo sob efeito de substâncias psicoativas. A infração é considerada gravíssima, passível de multa e suspensão do direito de dirigir por doze meses. Caso o motorista sob efeito de medicamentos psicoativos se envolva em um acidente de trânsito, será submetido a testes de alcoolemia, exames clínicos, perícia ou outro exame que, por meios técnicos ou científicos, em aparelhos homologados pelo CONTRAN, permitam certificar seu estado.

Podemos ver tal determinação no artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro.

“Art. 165. Dirigir sob a influência de álcool, em nível superior a seis decigramas por litro de sangue, ou de qualquer substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica.

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa (cinco vezes) e suspensão do direito de dirigir;

Medida administrativa – retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado e recolhimento do documento de habilitação.

Parágrafo único. A embriaguez também poderá ser apurada na forma do art. 277”

Então, tome cuidado com sua saúde e bem-estar! Lembre-se sempre de estar ciente de todos os efeitos colaterais do tratamento que estiver fazendo, evitando surpresas desagradáveis.

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Fonte: JusBrasil