Droga Chick fecha as portas após mais de 30 anos em Cuiabá

Empresa estava em processo de recuperação judicial

Vinicius Mendes
Agro Olhar

O grupo Droga Chick, que atuava em Cuiabá desde 1987, fechou as portas de todas as unidades na capital na última sexta-feira (13). A empresa estava endividada em R$ 9,6 milhões e havia entrado com pedido de recuperação judicial para tentar evitar a falência, mas não conseguiu. Nas portas das drogarias foram colocados comunicados, explicando a situação.

De acordo com o Grupo Droga Chick o fechamento das unidades aconteceu após uma decisão coletiva. A dívida estava estimada em R$ 9,6 milhões. Em 2015 o grupo havia entrado com pedido de recuperação judicial, para evitar a falência, no entanto, não conseguiram reerguer a empresa.

“As razões que nos levaram a tal decisão foram exclusivamente de ordem econômica, e apesar dos esforços empreendidos, assim como a solidez conquistada desde a origem, não foram suficientes para afastar a crise econômico financeira derivadas do custo crescente de encargos sem que pudéssemos repassá-los aos preços praticados”, diz trecho do comunicado.

Fazem parte do grupo de farmácias Droga Chick as empresas Drogaria Droga Chick Ltda., Drogasarah Medicamentos Ltda. Epp, Maxmed Medicamento e Perfumaria Ltda. Epp, Chick Prime Drogaria Ltda. Epp, C.H.K. Drogaria Ltda.-ME e Dj Drogaria Ltda.-ME.

Ao final o grupo afirma que mesmo com o fechamento irá validar seus compromissos.

“No mais, ratificamos os compromisso anuídos, e tal atitude, não denota em hipótese alguma o fim do compromisso com nossos fornecedores e credores, que serão oportunamente contatados”.

Recuperação judicial

Formado por seis lojas distribuídas pela Capital, o grupo atuava no segmento de varejo de remédios desde 1987 e atribuiu a dívida às dificuldades em disputar mercado com outros empreendimentos. Segundo a companhia, os concorrentes atuam de maneira desleal, vendendo seus produtos abaixo do preço de custo, e inviabilizando a margem de lucro.

A recuperação abrangeu as empresas Drogaria Droga Chick Ltda., Drogasarah Medicamentos Ltda. Epp, Maxmed Medicamento e Perfumaria Ltda. Epp, Chick Prime Drogaria Ltda. Epp, C.H.K. Drogaria Ltda.-ME e DJ Drogaria Ltda.-ME.

A recuperação judicial é uma medida tomada a fim de evitar a falência de uma empresa. Pedida quando a corporação perde a capacidade de pagar suas dívidas, ela serve como meio para reorganização dos negócios. A norma é abordada no capítulo três da lei Lei de Falências e Recuperação de Empresas (LFRE), de 2005. Por meio dela a empresa mantém sua produção, o emprego dos trabalhadores e os interesses dos credores.

Espírito Empreendedor: como Sidney Oliveira transformou uma pequena farmácia em uma grande rede

Sidney Oliveira transformou sua pequena farmácia em uma empresa que já conta com 1,5 mil colaboradores

Por Equipe InfoMoney 16 abr, 2018 15h37

Falar sobre a história da Ultrafarma é contar a trajetória de seu fundador, Sidney Oliveira. É fácil reconhecer seu rosto nos comerciais ou mesmo no site da empresa. Ele virou a marca registrada da drogaria, uma das mais conhecidas do País, e faz questão de manter um canal aberto de diálogo com os clientes. Oliveira começou a trabalhar muito cedo, ainda menino, em uma farmácia no interior do Paraná. “Lembro de sentir muita pena e comoção vendo as pessoas que não conseguiam comprar remédios por falta de recursos. Pensava em ajudar minha família, que também era muito pobre, mas principalmente queria ajudar as pessoas a ter acesso a tratamentos e assim dar conforto e qualidade de vida a essas famílias.”

O crescimento da Ultrafarma, fundada em 2000, desde o início foi ligado à personalidade do seu fundador, a seu estilo de gestão e a seus valores. “A fé sempre esteve presente na minha vida. Leio a Bíblia, sou católico praticante mesmo. Lembro que desde garoto gostava de assistir a missas e até hoje é meu programa preferido aos domingos. Apoio diversos projetos ligados a evangelização. Um deles é a transmissão ao vivo da Santa Missa das catedrais da Sé e São Judas Tadeu todos os domingos para o Brasil inteiro.” Oliveira é pai de dez filhos. Ainda não pensa em sucessão e diz que isso deve acontecer naturalmente. Não força os filhos a seguirem seu caminho e deseja que sejam felizes fazendo o que gostam. “Sou privilegiado. São seres humanos maravilhosos, meus companheiros de viagem, de aprendizado, de vida. Exercer o papel de pai é a melhor forma de exercitar o amor que alguém pode ter.”

Oliveira reconhece que adota um estilo de gestão “centralizador”. O ritmo de vida workaholic, com muito trabalho e sem horário para terminar (“Mas sei conciliar minhas reuniões e viagens profissionais com lazer e descanso”), permitiu criar uma empresa que se destacou no varejo farmacêutico. A Ultrafarma é calcada no comércio eletrônico e nas televendas para todo o País, e tem apenas quatro lojas físicas na avenida Jabaquara, no bairro paulistano da Saúde. A fórmula foi adotada depois de observar modelos de gestão e produtos que deram certo em outros países – claro, atentando para as diferenças culturais e mercadológicas no Brasil. Também levou ao lançamento de produtos próprios. A linha Sidney Oliveira, segundo o empresário, é considerada uma das maiores de vitaminas e minerais do mundo com apenas quatro anos de mercado. Para chegar a uma posição de destaque no varejo farmacêutico, a companhia conta com 1,5 mil colaboradores. Tem receita anual de R$ 800 milhões e comercializa 18 mil itens entre medicamentos, suplementos, vitaminas e produtos de higiene e beleza.

A Ultrafarma desde cedo apostou na mídia. Em 2007, foi vencedora do Prêmio Top of Mind Internet, como a primeira marca de farmácia na internet. Além de ter uma parceria grande com a RedeTV!, a drogaria é parceira de outras emissoras, como a Band. Também anuncia em quase todos os canais de TV aberta. O próprio empresário fez o convite a várias celebridades que estrelaram seus comerciais, como Neymar, Edu Guedes, Fúlvio Stefanini, Renata Banhara e Mariana Godoy. Na RedeTV!, patrocina, entre outros, o programa Turma da Pakaraka – show de palhaços que é especialmente popular no Norte e Nordeste. “Está faltando conteúdo infantil na TV brasileira e nossa garotada merece”, diz Oliveira.

A fórmula calcada em preços baixos, publicidade agressiva e venda online fez a Ultrafarma passar ao largo da recessão. Ao contrário, Oliveira aponta que a crise teve um efeito positivo para a companhia. “Por trabalharmos com preços altamente competitivos, tivemos aumento nas vendas nesse período.” O empreendedor disse estar otimista com as perspectivas para este ano, mesmo com a incerteza das eleições, e mais esperançoso com o futuro. “Só gostaria que os nossos governantes avaliassem a questão dos impostos elevados. Somos um dos países com a maior carga tributária do mundo!”

Não há planos de lançar nova bandeira nem de adquirir outras empresas. Uma das maiores parcerias aconteceu com o Grupo Cimed, que está entre as grandes indústrias farmacêuticas do Brasil, que levou ao lançamento do primeiro medicamento genérico da Ultrafarma. Segundo o empresário, a ideia é fortalecer e ampliar cada vez mais a linha de produtos com marca própria. Enquanto prepara as novidades, curte o crescimento – com muita fé.

*Esta reportagem foi originalmente publicada na edição de número 68 da revista LIDE, em 19/03/2018.

ePharma quase dobra o Ebitda com nova estrutura

Última atualização 16 Abril, 2018

Um profundo processo de reposicionamento garantiu à ePharma um dos melhores desempenhos de sua trajetória de 18 anos. A companhia, líder em planos de benefícios em medicamentos e em gestão de saúde populacional, encerrou 2017 com um crescimento de 90% no Ebitda – um salto de R$ 6,2 milhões para 11,8 milhões. O resultado líquido negativo de R$ 10,2 milhões, registrado em 2016, passou a ser positivo e chegou a R$ 4,5 milhões.

Essas informações integram o relatório anual da empresa, que contabilizou no ano passado mais de 12,5 milhões de transações e 26,4 milhões de unidades de medicamentos dispensadas. A ePharma está presente em mais de 26 mil farmácias brasileiras, distribuídas por 2.831 municípios. “Nossa estratégia teve como ponto de partida o foco nas capacidades realmente diferenciadas, que nos levaram a reestruturar a companhia em unidades de negócios independentes, que ampliaram a oferta de soluções para o mercado”, argumenta o presidente Luiz Carlos Silveira Monteiro.

As mudanças também conferiram mais visibilidade às operações da companhia, que vão além dos consagrados programas de gestão de benefícios em medicamentos (PBM). “Com a unidade Specialty Care, reforçamos vínculos com laboratórios farmacêuticos e operadoras de saúde, ao facilitar o acesso dos brasileiros a remédios para doenças raras e complexas”, ressalta. A carteira de clientes da indústria inclui marcas como AstraZeneca, Boehringer Ingelheim, Bristol Myers Squibb, E M S, Roche e Unilever.

A ePharma também diversificou os campos de atuação, ao lançar um produto concebido para o middle market – o ePharma Plenus Middle, que integra a unidade de PBM desde o início do ano. Já a unidade ProHealth possibilita aos pacientes ter um canal direto para dúvidas e aconselhamentos de saúde. “Integramos assistência farmacêutica e gerenciamento de saúde para fomentar o acesso a tratamentos e estimular a mudança de hábitos, beneficiando todas as pontas do canal farma e do setor de healthcare”, finaliza Monteiro. Para 2018, as expectativas são ainda mais promissoras, com direito a um fluxo de caixa livre positivo e crescente, o que abre espaço para novos investimentos.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Abrafarma faz curso para qualificação de farmacêuticos

Última atualização 16 Abril, 2018

Programa focou em vacinação em farmácias

A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) realizou um curso de qualificação em imunização e administração de vacinas. Mais de 90 coordenadores farmacêuticos das redes associadas participaram do programa.

O curso é credenciado pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) e teve patrocínio da Sanofi Pasteur e Indrel Scientific. O programa representa mais uma etapa do projeto de Assistência Farmacêutica Avançada lançado pela entidade em 2015, que foca em transformar as farmácias em centros de referência em orientação clínica.

“Os farmacêuticos serão referências internas nas empresas para implementação do serviço de vacinação nas farmácias. A regulamentação da aplicação de vacinas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a capacitação do profissional ampliarão o acesso e poderão mudar a face da saúde”, diz o presidente executivo da Abrafarma, Sergio Mena Barreto.

Fonte: Epharma

Drogasil

Última atualização 16 Abril, 2018

Drogasil

Maior rede de farmácias do Pais, a paulista Drogasil constrói mais uma nesta capital: bem na esquina das avenidas Godofredo Maciel com Benjamin Brasil, na Maraponga. A construção se faz no ritmo do frevo, e inclui os sábados e os domingos.

Fonte: Diário do Nordeste

O bairro de Campo Grande ganha super Drogaria Max que atende toda a região

Campo Grande – RJ – Drogaria Max

Recém-inaugurada na principal via de acesso da Av. Brasil ao Bairro Campo Grande, a super Drogarias Max promete suprir todas as demandas de moradores e empresas a sua volta. Com uma loja de 196 m2, a nova unidade traz na bagagem alguns diferenciais que deixarão ainda mais fácil a sua vida, além das 110 lojas e os mais de 30 anos de experiência da rede no mercado do Rio.

A Drogaria Max Campo Grande se encontra na Estrada do Mendanha, 2525 permitindo que você faça aquela conveniente paradinha para compras no caminho do trabalho, sem preocupações de como parar o carro ou com a dificuldade de acesso já que a loja possui estacionamento próprio gratuito.
Em um ambiente totalmente climatizado, uma equipe treinada está pronta para te auxiliar nas suas compras e oferecer sempre os melhores preços. A loja investe em um grande sortimento de produtos, selecionando as marcas mais conhecidas do mercado para que você encontre o que procura, o que inclui produtos infantis, cuidados com os cabelos, higiene e beleza, mais de 100 tipos de hidratantes e tratamentos intensivos para o corpo, vitaminas, medicamentos e muito mais.
Seja qual for o seu desejo, uma coisa é certa: você não sai de lá insatisfeito. Se não encontrar o produto que busca, a Drogaria Max Campo Grande oferece para levar até sua casa. Sim, isso mesmo. Eles procuram o produto que você deseja e levam até você. Nada melhor que unir as tendências do momento com a facilidade de encontrar tudo isso perto de você. Funciona todos os dias da semana de 7:00 às 23:00 e aos fins de semana de 8:00 às 20:00. No delivery (21) 2397-0600 você será prontamente atendido por um profissional preparado. As entregas são realizadas em todo o bairro de Campo Grande, sem taxa de entrega e sem valor mínimo.
Além disso, só na Drogarias Max você encontra medicamentos genéricos com até 90% de desconto. Gostou da novidade? Então aproveite a promoção de abertura, com desconto de 10% em sua 1º compra física na loja, ou 5% de desconto se através do delivery, mediante um simples cadastro.
Para saber mais sobre promoções e preços especiais de encarte, acompanhe as redes sociais da loja e contribua dando sugestões e participando de promoções exclusivas.
Facebook.com/campograndedrogariamax
Instagram @campograndedrogariamax
Endereço: Estrada do mendanha, 2525 – Campo Grande – RJ
Conteúdo desenvolvido por MP Marketing Digital

Cardiologistas se mobilizam pela manutenção do Farmácia Popular

16 de abril de 2018

A Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC – vê com indignação iniciativas do Governo Federal que trilham para o fim do programa Farmácia Popular. Uma Portaria (739/12) do Ministério da Saúde, publicada no Diário Oficial no final do mês passado, reduz na prática recursos para o programa, que são essenciais para fornecer medicamentos gratuitos ou com descontos de até 90% para pacientes com doenças crônicas, como hipertensão e diabetes por exemplo. Atualmente as doenças cardiovasculares são a principal causa de mortes no Brasil e somente nos primeiros meses do ano já provocaram a morte de 100 mil pessoas, conforme dados estimados do Cardiômetro da SBC.

O presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Oscar Dutra, designou o também cardiologista Carlos Alberto Machado para representar a SBC e organizar uma mobilização para pressionar o Governo Federal a não abandonar o Farmácia Popular, que atende 20 milhões de brasileiros. “O Programa é muito importante e uma antiga reivindicação da entidade, que unida com outras sociedades médicas, trouxe essa grande conquista para o país”, lembra Oscar Dutra.

Carlos Alberto Machado, que foi um dos protagonistas desse trabalho no passado, já entrou em contato com as Sociedades Brasileiras de Hipertensão e Nefrologia para, no dia 23 de abril, redigir um documento conjunto de repúdio à Portaria. O ofício será entregue no Ministério da Saúde, Palácio do Planalto, Agências reguladoras – Anvisa e ANS, Conselho Nacional de Saúde, deputados federais e senadores. “Pretendemos entregar o documento em 26 de abril, Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão, uma data histórica na luta por melhores condições de saúde e enfrentamento das doenças crônicas”, adianta Machado.

Segundo o cardiologista, vários médicos por todo o Brasil já estão reportando desabastecimento de medicamentos para hipertensão, diabetes e outros.

Criado na década de 90, o Programa de Assistência Farmacêutica para Hipertensão e Diabetes previa investimentos tripartite – do Ministério da Saúde, de Estados e de Municípios – e foi ampliado, em 2004, com o Farmácia Popular. O Programa oferece gratuitamente medicamentos para diabetes e hipertensão e subsidia outros remédios de uso contínuo ou abaixo do custo, em rede própria ou farmácias conveniadas. Em 2017, a rede própria deixou de ser financiada pelo Governo Federal, que manteve apenas a parceria com as farmácias privadas, com uma variedade menor de medicamentos. Atualmente 28 mil farmácias particulares participam do Programa, em 5.600 municípios brasileiros.

No último dia 12 de abril, o Conselho Nacional de Saúde aprovou, por unanimidade, que o Governo Federal prorrogue por 30 dias a Portaria do Ministério da Saúde que reduz o valor pago para as farmácias credenciadas ao Programa. “É uma corrida contra o tempo e precisamos ir além. O Ministério da Saúde tem que rever essa medida urgentemente. O Farmácia Popular não pode acabar. Ele é determinante para reduzir o número de mortes e internações por doenças cardiovasculares, entre outras patologias”, defende o representante da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Carlos Alberto Machado.

Ferramenta Gera R$ 20 Mi para a Pague Menos

On 16 Abril, 2018
12/04/2018

A ferramenta “Desconto Só Meu” lançada em pela rede de Farmácias Pague Menos atinge a marca de 4 milhões de clientes. Hoje, 1 a cada 3 consumidores da Pague Menos que entram na loja consultam as ofertas, totalizando um volume de vendas de R$ 20 milhões desde o lançamento. Disponível nas 1.115 unidades da rede em todo o Brasil, o cupom traz descontos personalizados de 10 a 50% em produtos de higiene e beleza, conveniência, medicamentos de venda livre e vitaminas.

Para desfrutar do benefício, basta o cliente informar seu CPF no balcão e receberá impresso o cupom com descontos para aquele dia, e pode ser usado mais de uma vez, baseado no seu histórico de compras e produtos preferidos. Para promover uma experiência de compra realmente individualizada, a rede analisa por meio de Big Data, parceria com a Symphony EYC, mais de 300 milhões de produtos adquiridos em um período de 12 meses. O histórico de compra do consumidor determinará o nível e o tipo de promoção a que terá direito.

Fonte: Giro News

Amazon engaveta planos de vender e distribuir medicamentos para hospitais, diz CNBC

16 abr 2018
18h15
atualizado às 18h48

A gigante norte-americana de comércio eletrônico Amazon engavetou planos de vender e distribuir produtos farmacêuticos para hospitais, reportou a CNBC nesta segunda-feira, citando fontes familiarizadas com o assunto.

A mudança no plano refelte em parte o fato de a Amazon não tem conseguido convencer grandes hospitais a mudar seu processo tradicional de compra, segundo a reportagem.

A Amazon não respondeu imediatamente a pedido de comentário.

A reportagem impulsionou as ações de distribuidores de medicamentos nos Estados Unidos, incluindo McKesson, Cardinal Health e AmerisourceBergen.

ALMS: Diretrizes regulamentam a atuação clínica do farmacêutico

16 de abril de 2018

Entrou em vigor nesta segunda-feira (16), a Lei 5.183, de autoria do deputado Dr. Paulo Siufi (PMDB), que estabelece diretrizes para a regulamentação dos serviços clínicos farmacêuticos no Mato Grosso do Sul. A norma, publicada no Diário Oficial do Estado, compreende como farmácia clínica a área voltada à ciência e à prática do uso racional de medicamentos, na qual os farmacêuticos prestam cuidado ao paciente, de forma a otimizar a farmacoterapia, promover saúde e bem-estar e prevenir doenças.

Além disso, a lei define conceitos sobre anamnese farmacêutica, uso racional de medicações, intervenção farmacêutica, problemas relacionados a medicamentos e resultados negativos aos remédios. O objetivo do serviço de farmácia clínica é aumentar a adesão ao tratamento e a compreensão dos pacientes sobre os medicamentos.

A norma também tem a finalidade de prevenir, identificar e solucionar os problemas e resultados negativos; efetivar o controle das condições crônicas e reduzir eventos adversos a medicamentos; conciliar os remédios em casos de múltiplas prescrições resultantes da transferência de pacientes entre níveis assistenciais; promover a educação do usuário para a guarda e a destinação adequada dos medicamentos vencidos e demais resíduos de saúde ligados ao tratamento.

Na lei, ainda constam responsabilidades, como a relação com paciente e membros da equipe de saúde e o fornecimento de informações sobre medicamentos, com base em evidências técnico-científicas e em consonância com as políticas vigentes.

Descarte de remédios

Também de autoria do Dr. Siufi, foi promulgada a Lei 5.180, que determina às farmácias públicas de Mato Grosso do Sul a oferecer recipientes para coleta de medicamentos, cosméticos, insumos farmacêuticos e correlatos, deteriorados ou com prazo de validade expirado.

Hoje, a Lei Estadual 4.474, de 6 de março de 2014, prevê a obrigatoriedade apenas aos estabelecimentos privados. A nova norma ainda institui a política de informação sobre os riscos ambientais causados pelo descarte incorreto, observando a necessidade do lacre dos recipientes.

Ao Poder Público fica a responsabilidade da destinação final dos medicamentos recolhidos nas unidades públicas, não podendo ser lançado in natura ou queimados a ‘céu aberto’, como descartados em corpos d’água, manguezais, terrenos baldios, cavidades subterrâneas, redes de drenagens e esgoto.
Autor: Agência ALMS