Cargill investe em negócio de Amidos e Adoçantes em Uberlândia

Uberlândia – A Cargill vai inaugurar três projetos na unidade da companhia em Uberlândia até o final de 2018. Com aporte de R$ 150 milhões, a fábrica terá redução de aproximadamente 30% de consumo de água potável. Também estão previstos uma nova linha de soluções inovadoras para pecuaristas de corte e leite no mercado brasileiro e a produção de amido modificado que proporcionará produtos alimentícios de maior valor agregado.

Os projetos foram anunciados na manhã desta sexta-feira (23) pelo prefeito Odelmo Leão e pelo diretor da companhia, Laerte Moraes, em evento realizado na Prefeitura Municipal de Uberlândia. “Temos nos esforçado, assim como nossos trabalhadores, para reconstruir Uberlândia. E investimentos assim nos mostram que os empresários estão reconhecendo o esforço e confiando no potencial da cidade para ampliar seus negócios. Quando o mercado se diversifica, é impulsionado e mais oportunidades de emprego e renda são oferecidas para a nossa população”, destacou o prefeito Odelmo Leão. As obras já foram iniciadas e vão gerar 600 empregos. Quando finalizados, os projetos abrirão 20 novas vagas para operação e 80 empregos indiretos relacionados à manutenção e logística.

“Com o objetivo de aumentar o valor agregado dos produtos e ingredientes comercializados e alcançar a excelência operacional com eficiência e sustentabilidade das operações, estamos investindo na unidade de Uberlândia, um dos maiores complexos industriais do país”, ressalta Laerte Moraes, diretor do negócio de Amidos, Adoçantes e Texturizantes da Cargill América Latina. A Companhia iniciou suas operações na cidade em 1986, ampliando a fábrica em 1990, com a construção da unidade de Amidos e Adoçantes, e em 2000, com a construção da fábrica de Acidulantes. Hoje, 1.118 funcionários trabalham na maior unidade fabril da Cargill no Brasil.

Apreensão de rótulos de cerveja leva polícia a investigar provável fábrica clandestina em Bauru

Na manhã deste domingo, a Polícia Rodoviária localizou os itens, além de 12 frascos de cola

Cinthia Milanez

A apreensão dos rótulos se deu na manhã deste domingo, em Bauru

A apreensão de rótulos de cerveja, na manhã deste domingo (25), em Bauru, levará a polícia a investigar uma provável fábrica clandestina de bebidas.

Segundo a Polícia Militar Rodoviária do município, a corporação abordou um veículo em frente à sua base, na Marechal Rondon (SP-300), durante uma fiscalização de rotina e localizou os itens, além de 12 frascos de cola.

O suspeito, cuja identidade não foi divulgada pela polícia, é de Goiânia, em Goiás, e está em Bauru desde sexta-feira (23).

Makro amplia portfólio de cervejas especiais

Por
Redação Tribuna –

23 de Março de 2018 | 18:30

O brasileiro é um grande amante de cerveja. Tanto que o país é o terceiro maior produ­tor mundial da bebida e figura a lista dos maiores consumidores. Em média, são 60 litros por pessoa ao ano, segundo pesquisa realizada em 2017 pela Euromonitor. Atento a essa nova demanda de consumo, o Makro traz com exclusividade para o mercado atacadista a cerveja especial BACKER, uma cervejaria de Minas Gerais focada na produção de rótulos puro malte e dentro da Lei da Pureza Alemã – que determina que a cerveja seja produzida com apenas três ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo.

A novidade estará nas prateleiras das lojas Makro de São Paulo e Minas Gerais a partir deste mês, a preços entre R$ 8,95 e R$ 17 reais, em garrafas de 600ml. Os consumidores terão à sua disposição os principais rótulos Capitão Senra, Backer Pilsen, Medieval e 3 Lo­bos Bravo, uma American Imperial Porter.

“Estamos sempre procurando entender as demandas de nossos consumidores para tra­zer produtos diferenciados, com ótimo custo benefício e no caso do empreendedor produtos que agregam o seu negócio, por isso estamos aumentando a nossa oferta no setor de cerve­jas especiais com essa parceria exclusiva com a Cervejaria Backer no setor. Para se ter uma ideia, hoje em nossas lojas temos um crescimento de vendas nesta categoria acima de 30% e ainda projetamos um crescimento maior”, afirma Ricardo Garcia Diretor Comercial.

Indústria de café solúvel lança projeto para elevar exportação em meio a safra recorde

23/03/201823/03/2018 CCCMG 0 Comment Economia, Mercado, Produção

A indústria de café solúvel do Brasil e a agência responsável por promover exportações do país lançarão na próxima semana um projeto que visa fortalecer os embarques do produto, com ganho de mercados, em meio à perspectiva de uma safra recorde no maior produtor mundial da commodity.

O Brasil é líder nas exportações de café solúvel, assim como de grãos verdes, mas secas em 2015 e 2016 derrubaram a safra de conilon do Espírito Santo, o principal produtor nacional da variedade mais usada na fabricação desse tipo de produto.

Durante tal período, o Brasil perdeu negócios para concorrentes na Ásia, justamente por não ter conseguido obter matéria-prima no mercado a preços adequados. Mas a recuperação esperada para a safra de café neste ano deixa o setor otimista novamente quanto a exportações.

Pelos dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil poderá produzir um recorde de até 58,51 milhões de sacas em 2018, das quais 44,55 milhões de arábica, cujo ciclo será de bienalidade positiva, e 13,96 milhões de conilon.

É nesse cenário que a Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) assinarão um convênio para a implantação do projeto setorial “Brazilian Instant Coffee”, na próxima segunda-feira, em São Paulo.

Em nota, o presidente da Abics, Pedro Guimarães, afirmou que “o objetivo das ações do projeto ‘Brazilian Instant Coffee’ é garantir a fatia atual de mercado e ampliar ainda mais a presença do café solúvel brasileiro nas exportações, que chegam a cerca de 120 países e proporcionam divisas anuais de aproximadamente 650 milhões de dólares”.

Segundo ele, há 40 anos o Brasil é líder mundial na produção de café solúvel, com representatividade de 37 por cento do mercado global, e na exportação, com participação de mercado de 28 por cento.

“Mas, atualmente, o setor vê essas posições ameaçadas devido ao acirramento da concorrência e ao protecionismo dos principais mercados”, afirmou.

A iniciativa adotada em parceria com a Apex-Brasil insere-se no Plano de Desenvolvimento do Café Solúvel do Brasil, lançado em 2016 pela Abics, que tem a meta de alavancar o volume das exportações e o consumo interno brasileiro em 50 por cento durante os próximos 10 anos.

Conforme a Abics, Há sete indústrias de café solúvel em operação no Brasil. Até agora em 2018, as exportações de solúvel acumulam queda de 12 por cento, com 410,57 mil sacas, segundo o Cecafé.

Fonte: Reuters (Por José Roberto Gomes)