Sindifarma pede que deputados reavaliem projeto de lei sobre coleta de medicamentos

09/11/2017 – 11:39 Por: Assessoria de Comunicação

O projeto de lei que obriga as farmácias e drogarias do estado a manterem recipientes impermeáveis para a coleta de medicamentos e outros produtos danificados ou vencidos continua em discussão na Assembleia Legislativa. Nesta quarta-feira, dia 8, o deputado José Roberto pediu mais prazo para analisar melhor a proposição.

“Precisamos ouvir primeiro o segmento afetado, antes de votar o projeto”, afirmou o parlamentar, que já havia pedido vistas do texto. Ainda na quarta-feira, José Roberto recebeu representantes do Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos (Sindifarma), o presidente Domingos Tavares de Sousa, o conselheiro fiscal Osmar Defante e o diretor e empresário Roberto Vieira do Prado para uma reunião.

“Vivemos um momento muito difícil para as empresas, que têm custos altos para manter os profissionais e cumprir com suas obrigações tributárias. Em alguns municípios, a drogaria é o principal atendimento de saúde para a população e ter que arcar com mais despesas vai prejudicar os empresários, afetando o funcionamento dos empreendimentos”, explicou Tavares.

Segundo o presidente do Sindifarma, é preciso que haja uma avaliação da proposta da lei para abarcar outras entidades que também são responsáveis pela logística reversa. “Não cabe apenas às farmácias e drogarias. Tem que dividir as responsabilidades com os distribuidores, os fabricantes e principalmente com o Estado e municípios, para que não prejudique nenhuma das partes”, propôs Tavares durante a reunião.

O projeto ficará sob análise do deputado José Roberto até que leve à Comissão de Defesa do Consumidor para votação.

Entenda

Está em tramitação na Assembleia Legislativa do Tocantins um projeto de lei de autoria da deputada Valderez Castelo Branco que obriga as farmácias e drogarias do estado a manterem recipientes impermeáveis para a coleta de medicamentos, cosméticos, insumos farmacêuticos e correlatos, deteriorados ou com prazo de validade expirado. Caso o projeto seja aprovado, a não observância da obrigatoriedade deve acarretar em multa às empresas.

Segundo o projeto de lei, além de recolher os materiais, as farmácias e drogarias devem se responsabilizar pelo encaminhamento a instituições que possuam Planos e Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. A proposição apresenta ainda diversas ordenanças para que o descarte seja feito corretamente, porém, deixa na responsabilidade das empresas a correta prática do acondicionamento.

Nova forma de tratar hemofilia A traz resultados positivos para pacientes com inibidores é apresentada hoje no HEMO 2017

Quinta, 09 Novembro 2017 16:22 Escrito por Tatiane Pellegrino
Dados dos estudos clínicos HAVEN 1 e HAVEN 2, com a molécula emicizumabe apontam boas perspectivas no controle de sangramentos espontâneos

A Roche, líder mundial em biotecnologia, apresenta hoje, 9 de novembro, no Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular – HEMO 2017, que acontece em Curitiba os resultados positivos dos estudos de fase III HAVEN 1, realizado em adultos e adolescentes, e HAVEN 2, em pacientes pediátricos. Os dados de ambos estudos já estão publicados no renomado New England Journal of Medicine.

As análises avaliaram o tratamento profilático semanal com o medicamento emicizumabe, para pessoas com hemofilia A e que apresentavam inibidores ao fator VIII e, por apresentar esse inibidor, não poderiam utilizar esse tipo de tratamento de reposição usualmente utilizado para Hemofia A. Trata-se do primeiro medicamento, um anticorpo monoclonal de aplicação subcutânea, que age como substituto do fator VIII – proteína necessária para ativar o processo natural da coagulação sanguínea e frear sangramentos.

As pesquisas realizadas no estudo HAVEN 1 demostraram uma redução em 87% na taxa de sangramentos, nos pacientes tratados com emicizumabe em profilaxia, comparado com o tratamento sob demanda, com ‘agentes by-passing’ (BPA), resultado que se mostrou ser estatísticamente e clinicamente significativo (objetivo primário do estudo). Após 31 semanas de observação, 68,6% dos pacientes que receberam emicizumabe não tiveram sangramentos espontâneos, em comparação com 11% dos que receberam ‘agentes by-passing’ sob demanda. A redução da taxa de sangramento foi consistente em todos os 12 parâmetros secundários.

Um número maior de pacientes apresentaram zero sangramentos com emicizumabe em profilaxia, em relação aos que utilizaram BPA sob demanda, em todos os tipos de sangramento, incluindo sangramento com necessidade de tratamento (62,9% vs 5,6%), sangramento nas articulações (85,7% vs. 50,0%) sangramento em articulações alvo (94,3% vs. 50,0%) e sangramento global, que inclui todos os sangramentos tratados e não tratados ( 37,1% vs 5,6%). Foi também observada uma melhoria clinicamente significativa e estatisticamente significante da qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) medida em 25 semanas, utilizando dois instrumentos validados (Haem-A-QoL e EQ-5D-5L).

Em outro braço do estudo, quando se faz a análise comparativa, no mesmo indivíduo, do tratamento com BPA e com emicizumabe, houve redução de 79% de sangramentos ao serem tratados com emicizumabe. Os dados também mostram que 70,8% dos pacientes deste estudo não tiveram episódios de sangramento com necessidade de tratamento, contra 12,5% do tratamento comparador do estudo (BPA).

“Cerca de um terço das pessoas com hemofilia A podem desenvolver inibidores ao fator VIII, o que torna o tratamento desafiador, pois o objetivo de controlar os sangramentos e de reduzir o dano nas articulações, nem sempre é alcançado com os tratamentos disponíveis”, explica Cintia Scala, líder médica da área de hemofilia da Roche Farma Brasil. “Com base nos resultados apresentados nestes dois estudos, acreditamos que o emicizumabe possa fazer a diferença na vida das pessoas com hemofilia A com inibidores, visto que é administrado por via subcutânea, uma vez por semana, diferentemente dos tratamentos utilizados atualmente. Esses resultados demonstram o nosso compromisso em levar soluções inovadoras aos pacientes e suas famílias”, completa.

Os resultados do estudo HAVEN 2 são condizentes com os desfechos positivos do seu antecessor. Após 12 semanas de acompanhamento, o estudo revelou que apenas 1 a cada 19 pacientes relatou episódios de sangramento que precisaram de tratamento e que não houve sangramentos articulares ou musculares. Na comparação intra-paciente foi observado uma redução de 100% nos sangramentos durante o tratamento com emicizumabe, incluindo os que usaram agentes “by-passing” profilático ou sob demanda previamente.

Sobre a Roche

A Roche é uma empresa global, pioneira em produtos farmacêuticos e de diagnóstico, dedicada a desenvolver avanços da ciência que melhorem a vida das pessoas. Combinando as forças das divisões Farmacêutica e Diagnóstica, a Roche se tornou líder em medicina personalizada – estratégia que visa encontrar o tratamento certo para cada paciente, da melhor forma possível.

É considerada a maior empresa de biotecnologia do mundo, com medicamentos verdadeiramente diferenciados nas áreas de oncologia, imunologia, infectologia, oftalmologia e doenças do sistema nervoso central. É também líder mundial em diagnóstico in vitro e tecidual do câncer, além de ocupar posição de destaque no gerenciamento do diabetes. Fundada em 1896, a Roche busca constantemente meios mais eficazes para prevenir, diagnosticar e tratar doenças, contribuindo de modo sustentável para a sociedade. A empresa também visa melhorar o acesso dos pacientes às inovações médicas trabalhando em parceria com todos os públicos envolvidos. Vinte e oito medicamentos desenvolvidos pela Roche fazem parte da Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde, entre eles, antibióticos que podem salvar vidas, antimaláricos e terapias contra o câncer. Pelo oitavo ano consecutivo, a Roche foi reconhecida como a empresa mais sustentável do grupo Indústria Farmacêutica, Biotecnologia e Ciências da Vida pelos Índices Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI).
Com sede em Basileia, na Suíça, o Grupo Roche atua em mais de 100 países e, em 2016, empregou mais de 94.000 pessoas em todo o mundo. No mesmo ano, a Roche investiu 9,9 bilhões de francos suíços em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e suas vendas alcançaram 50,6 bilhões de francos suíços. A Genentech, nos Estados Unidos, é um membro integral do Grupo Roche.

A Roche é acionista majoritária da Chugai Pharmaceutical, no Japão. Para mais informações, visite www.roche.com.br.

Encontro internacional discute uso de vacina contra cocaína

Um dos responsáveis pela pesquisa na UFMG participará de debate na Assembleia sobre descriminalização das drogas.

Uma vacina contra a cocaína é uma das ideias inovadoras que serão discutidas no Encontro Internacional Descriminalização das Drogas, que a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realiza nos dias 16 e 17 de novembro. Um dos focos do evento são as experiências de outros países relativas às políticas públicas sobre drogas, mas vários especialistas brasileiros também darão sua contribuição para o debate.

A vacina contra a cocaína está sendo desenvolvida pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O projeto é conduzido pelo professor adjunto de psiquiatria Frederico Duarte Garcia, em parceria com o professor Ângelo de Fátima, do Departamento de Química Orgânica.

Frederico Garcia, um dos palestrantes convidados pela ALMG, explica que a vacina não é uma panaceia, não resolve nada por si, mas pode ser um apoio importante para o usuário de drogas que esteja motivado para se livrar do vício. A nova medicação também deverá ser útil para prevenir a exposição de fetos à droga.

A previsão é de que a vacina comece a ser testada em humanos em 2018. Ela foi produzida a partir da sintetização de uma molécula que leva o organismo a fabricar anticorpos específicos, que bloqueiam a entrada das moléculas de cocaína no sistema nervoso central. Dessa forma, são reduzidos consideravelmente os efeitos da droga, tais como a euforia e o desejo de consumi-la repetidamente.

Exemplos internacionais, como o de Portugal, não convencem Frederico Garcia a apoiar a descriminalização das drogas, nem mesmo a maconha, apontada como uma droga mais leve.

“De um ponto de vista epidemiológico, quanto mais acessível uma droga, maior o risco de que as pessoas sejam expostas e se tornem dependentes. Não temos uma rede de tratamento suficiente e adequada para acolher um eventual aumento do número de usuários. A rede não está preparada para isso, diferentemente de Portugal”, acredita o professor.

Apesar de ver com bons olhos propostas de regulamentação do uso de drogas, o deputado Antônio Jorge (PPS) adverte que isso não significa ser a favor do uso de drogas.

“Droga faz mal, qualquer droga deve ser desincentivada, o Estado não deve ser proponente ou facilitador de qualquer substância. E o governo brasileiro faz isso com relação à bebida alcoólica, com uma total permissividade nas propagandas aéticas das cervejas. O Estado é quase um indutor do consumo de cerveja, quando não regula a publicidade na televisão”, critica o parlamentar.

O deputado Antônio Jorge é autor do requerimento para realização do encontro internacional e presidente da Comissão de Prevenção e Combate ao Uso de Crack e Outras Drogas.

Ministros votaram a favor da descriminalização

No Brasil, a polêmica sobre as drogas cresceu em 2015, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar uma ação que envolvia um recurso apresentado pela Defensoria Pública, relativo ao caso de um presidiário condenado a serviços comunitários após ser flagrado na prisão com três gramas de maconha, em julho de 2009.

Três dos ministros do Supremo já votaram. O relator do processo, ministro Gilmar Mendes, foi favorável à descriminalização do porte de qualquer tipo de droga, para uso pessoal. Hoje, essa posse é considerada crime pelo artigo 28 da lei que institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Lei Federal 11.343, de 2006), que foi considerado inconstitucional por Gilmar Mendes.

Edson Fachin e Luís Roberto Barroso também se posicionaram a favor da descriminalização, mas apenas com relação à maconha. Depois disso, o ministro Teori Zavascki pediu vista do processo. Agora, a retomada do julgamento depende do voto do ministro Alexandre de Moraes, substituto de Zavascki, que faleceu em um acidente aéreo em janeiro de 2017. Não há prazo para a declaração de voto.

Criminalista condena modelo de repressão

Seja qual for o resultado do julgamento no STF, qualquer mudança mais profunda na legislação depende do Poder Legislativo. Doutor em direito penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e membro da Diretoria Executiva do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), Edson Baldam já participou de diversos debates no Congresso Nacional. Como palestrante no encontro realizado pela ALMG, ele discutirá o impacto das drogas na segurança pública.

Para o criminalista, é o fracasso da política de “guerra às drogas”, importada dos Estados Unidos, que torna imprescindível discutir uma alternativa. “Esse modelo de proibição não tem apresentado o resultado desejado, que é a preservação da saúde pública, objetivo declarado dessa legislação. A repressão vem causando mais danos que a própria droga”, argumenta.

O deputado Antônio Jorge concorda que a política repressiva é um fracasso e avalia que as leis brasileiras sobre o assunto pioraram. “Antes, quem era flagrado com drogas, de acordo com a quantidade, era tipificado como traficante ou usuário. Hoje essa categorização está a cargo da autoridade policial. Então, se é negro e pobre, tem cara de traficante; se é de classe média, branco, em um carro bacana, é usuário. Isso levou a um aumento enorme do número de pequenos traficantes encarcerados, a um custo enorme para a sociedade”, lamenta.

Para Baldam, um bom começo seria discutir a descriminalização de drogas para uso privado, mas não é esta a tendência que ele vê no Congresso. “Vejo dificuldade em que essa discussão possa penetrar no Congresso Nacional, pois ela desagradaria parte da população que pouco conhece de criminologia. O que eles querem é aumentar as penas, aumentar a repressão. Essa é a intenção que eu vejo”, afirma.

Saiba mais
Assembleia discute alternativas à guerra contra as drogas Assembleia de Minas debate descriminalização das drogas

EMS investirá R$ 500 milhões em produtos e inovação

On 9 novembro, 2017

A EMS anuncia seus planos de investir R$ 500 milhões em pesquisa, desenvolvimento de produtos e inovação até 2022. Com esse aporte, a companhia projeta ganhar espaço na área de medicamentos biológicos, considerados o futuro da indústria farmacêutica, e tornar-se o primeiro laboratório brasileiro a fabricar anticorpos monoclonais terapêuticos no país.

Nos últimos anos, a indústria também tem analisado de perto a questão do acesso ao tratamento de pacientes com doenças raras com alto grau de necessidade médica não atendida e com opções de tratamento insuficientes. No primeiro semestre de 2018, a previsão é lançar um device portátil para ajudar no tratamento de hipertensão pulmonar. O dispositivo será lançado de forma experimental pela Brace Pharma, braço da EMS baseado nos Estados Unidos.

A empresa também aposta na expansão no segmento de genéricos,  destacando-se pela linha voltada ao sistema nervoso central (SNC) e para as linhas cardiovascular, gastro e de antimicrobianos. “Temos cerca de 500 apresentações de produtos, incluindo antiinflamatórios, analgésicos, antibióticos, antiulcerosos, anti-hipertensivos, anti-helmínticos, antidiabéticos, corticoides tópicos e antigripais, que cobrem 96% de toda classe terapêutica e representam 36% do nosso faturamento”, ressalta Josemara Quirino Tsuruoka, gerente de marketing institucional.

Com 5 mil colaboradores, a farmacêutica destina 6% do faturamento anual em investimentos na área de pesquisa e desenvolvimento. As inovações já geraram mais de 80 patentes em todo o mundo, incluindo Estados Unidos e países europeus, como o caso do Toragesic – antinflamatório com potente ação analgésica, de formulação exclusiva e patenteado também no Brasil.]

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

GSK lança dois medicamentos para doenças respiratórias no Brasil em 2017

Quarta, 08 Novembro 2017 15:10 Escrito por Soraya Souza
Vanisto e Nucala passam a integrar a linha respiratória da companhia no país. Abrangência de portfólio permite a prescrição do medicamento mais adequado para cada tipo de paciente.

A GSK está lançando no Brasil mais um medicamento para compor sua linha de produtos para o tratamento de doenças respiratórias. O Vanisto (brometo de umeclidínio [UMEC]) é um antagonista muscarínico de longa ação (LAMA) com dose única diária, indicado para o tratamento de manutenção da broncodilatação para alívio dos sintomas associados à doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC),1 condição de saúde que afeta cerca de sete milhões de pessoas somente no Brasil.2

O programa de desenvolvimento clínico de Vanisto incluiu seis ensaios clínicos de fase III, avaliando pacientes com DPOC tratados com umeclidínio ou placebo.1 O lançamento do produto ocorre após a aprovação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), em 2016.6

Outro importante produto desenvolvido pela empresa, ainda na linha respiratória, é o Nucala, que recebeu aprovação da Anvisa em agosto e deverá chegar ao mercado até o final do ano.3 O Nucala (mepolizumabe) é indicado como tratamento complementar de manutenção da asma eosinofílica grave em pacientes adultos.7 O medicamento é a primeira e única terapia biológica aprovada para o bloqueio da interleucina-5 (IL-5), que desempenha um papel importante na regulação da função dos eosinófilos, célula inflamatória presente em grande quantidade em pessoas com asma grave eosinofílica. O bloqueio da ação da IL-5 limita a produção de mais eosinófilos pela medula óssea e diminui o número de eosinófilos na corrente sanguínea e nos pulmões.3

“Temos o portfólio respiratório mais amplo da indústria para o tratamento da asma e da DPOC. Essas doenças têm diferentes níveis de gravidade e os pacientes têm diferentes necessidades e requisitos para o tratamento das duas condições de saúde”, afirma Aleksey Kolchin, VP e gerente geral da divisão Farmacêutica no Brasil.

De acordo com Robson Lima, diretor médico da GSK no Brasil, “a nova geração de medicamentos para doenças respiratórias é evidência clara dos benefícios que nossa pesquisa pode proporcionar aos pacientes. Estamos olhando para além dos medicamentos inalatórios, buscando soluções que nos ajudarão a atender às necessidades do paciente no futuro”, concluiu.

A cada ano, 4,2 milhões de mortes são causadas por doenças respiratórias.4 A companhia está na vanguarda em pesquisa e desenvolvimento de medicamentos respiratórios por mais de 45 anos.5 Nos últimos quatro anos, nova geração de medicamentos para doenças respiratórias foi lançada, tais como Relvar e Anoro, disponibilizados por meio do dispositivo Ellipta.5

GSK – uma das principais empresas farmacêuticas e de saúde baseadas em pesquisa do mundo – está empenhada em melhorar a qualidade da vida humana, permitindo que as pessoas façam mais, se sintam melhor e vivam mais. Para mais informações, visite www.gsk.com.br

Reunião debate ambientes e serviços de vacinação

Anvisa faz reunião com segmentos interessados para apresentar minuta da RDC que irá tratar de ambientes de vacinação.

Por: Ascom/Anvisa
Publicado: 08/11/2017 19:24
Última Modificação: 08/11/2017 19:27

Nesta quarta-feira (8/11), a Anvisa se reuniu com órgãos e outros interessados na minuta da RDC que irá tratar sobre procedimentos em ambientes de vacinação. O diretor-presidente, Jarbas Barbosa, e o Gerente-Geral de Tecnologia de Serviços de Saúde (GGTES), Diogo Penha, apresentaram a minuta e responderam às perguntas dos participantes.

Participaram da reunião representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVac), Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), além de servidores da Anvisa e das vigilâncias sanitárias de outros estados e municípios.

Se você não participou ou quiser rever a reunião, acesse.

Teva anuncia o pedido de registro sanitário de produto biológico para o fremanezumabe para a profilaxia da Enxaqueca

Fremanezumabe será uma nova opção terapêutica profilática para atender as necessidades de pacientes que sofrem com os efeitos debilitantes da Enxaqueca

A Teva Farmacêutica Ltda. anunciou a submissão do registro sanitário de produto biológico junto à agência de regulação sanitária dos Estados Unidos, o FDA, para o fremanezumabe, um anticorpo monoclonal (anti-CGRP) relacionado ao gene anti-calcitonina para o tratamento profilático da enxaqueca.

"A submissão do registro de fremanezumabe significa um marco muito importante para a comunidade da enxaqueca", disse Michael Hayden, Dr.D., Ph.D., presidente da P&D Global e diretor científico da Teva. "Houve poucas inovações terapêuticas para o tratamento de pacientes com enxaqueca nos últimos 25 anos. Se for aprovado, o fremanezumabe estará entre os primeiros a entrar no mercado em uma nova classe de medicamentos para o tratamento profilático da enxaqueca. Estamos muito orgulhosos do progresso que fizemos no programa de desenvolvimento de fremanezumabe e aguardamos essa aprovação para disponibilizarmos essa terapia para milhões de pessoas ao redor do mundo que convivem com os efeitos debilitantes da doença".

"Estudos clínicos de fase III do fremanezumabe demonstraram uma redução significativa no número de dias de enxaqueca e dor de cabeça com gravidade moderada, melhoria dos índices de qualidade de vida e reduções da perda geral de produtividade no trabalho tanto para a enxaqueca crônica quanto para a episódica”, disse Ernesto Aycardi, MD., Vice-Presidente, Diretor da Área Terapêutica, Enxaqueca e Dor de Cabeça da Teva."

O pedido de registro inclui dados do programa de ensaios clínicos HALO, que acompanharam mais de 2.000 pacientes com enxaqueca episódica (EM) e enxaqueca crônica (CM), avaliando os regimes de dose mensal e trimestral com fremanezumabe. Os resultados desses ensaios foram recentemente apresentados no 18º Congresso da Sociedade Internacional de Enxaqueca em Vancouver, Canadá, e serão publicados em breve nas revistas especializadas. Os eventos adversos mais comuns relatados nestes ensaios clínicos com fremanezumabe incluem dor no local da injeção subcutânea, eritema e prurido.

Sobre o Fremanezumabe (TEV-48125)
Fremanezumabe é um anticorpo monoclonal humanizado dirigido ao CGRP, um alvo bem conhecido na enxaqueca. Com poucas opções de tratamento preventivo, fremanezumabe representa uma nova opção para suprir uma importante necessidade médica não atendida.

Sobre o Programa de Pesquisa Clínica HALO
O programa de pesquisa HALO de Fase III em Enxaqueca Episódica e Enxaqueca Crônica foi multicêntrico, randomizado, duplo cego, controlado com placebo por 16 semanas para comparar a segurança, tolerabilidade e eficácia de regimes de quatro doses de fremanezumabe subcutâneo em comparação com placebo em adultos com enxaqueca episódica e crônica.

No estudo de Enxaqueca Episódica, 875 pacientes foram incluídos e no estudo de Enxaqueca Crônica, 1.130 pacientes. O objetivo primário de eficácia do programa foi a alteração média da linha de base (período de acompanhamento de 28 dias) na média mensal de dias de dor de cabeça, pelo menos moderada, durante o período de 12 semanas após a primeira dose de fremanezumabe.

Sobre a Teva

A Teva Farmacêutica Ltda é uma empresa farmacêutica global que oferece soluções de saúde de alta qualidade centradas nas necessidades dos pacientes, seus medicamentos são utilizados por aproximadamente 200 milhões de pacientes em mais de 100 mercados todos os dias.

Com sede em Israel, a Teva é o maior produtor de medicamentos genéricos do mundo, alavancando seu portfólio de mais de 1.800 moléculas para produzir uma ampla gama de produtos genéricos em quase todas as áreas terapêuticas. Na área de Especialidades, a Teva possui o tratamento inovador líder mundial para a esclerose múltipla, bem como programas de desenvolvimento de estágios avançados para outros distúrbios do sistema nervoso central, incluindo distúrbios do movimento, enxaqueca, dor e condições neurodegenerativas, bem como um amplo portfólio de produtos respiratórios. A Teva está alavancando seus recursos genéricos e de especialidades para buscar novas formas de abordar as necessidades não atendidas de pacientes combinando desenvolvimento de medicamentos com dispositivos, serviços e tecnologias. O faturamento liquido da Teva em 2016 foi de $ 21,9 bilhões de dólares.
Para mais informações, visite www.tevapharm.com

Obrigada,

Fabíola Capalbo
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Seminário debate comunicação do efeito de drogas psiquiátricas

Informe Ensp

O aumento do diagnóstico de distúrbios mentais e o incremento uso de drogas psiquiátricas não levaram a uma redução das doenças mentais, mas sim ao seu crescimento; e de forma dramática. Essa foi a grande conclusão do seminário internacional A Epidemia das Drogas Psiquiátricas: Causas, Consequências e Alternativas, realizado durante três dias (30 e 31/10 e 1º/11), na Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), e com a participação de diversos palestrantes nacionais e internacionais com experiências e evidências científicas concretas de alternativas viáveis e seguras à "desmedicalização". A conferência de abertura foi proferida pelo jornalista norte-americano e autor do livro Anatomia de uma Epidemia, Robert Whitaker. O evento internacional teve coordenação do pesquisador Paulo Amarante, do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Ensp/Fiocruz.

A necessidade de reavaliar as práticas de cuidado à saúde mental já está na pauta das Organização das Nações Unidas. Em relatório publicado em junho deste ano, a ONU pediu uma mudança radical nos cuidados de saúde mental em todo o mundo. O documento diz que "há uma evidência inequívoca das falhas de um sistema que depende muito do modelo biomédico, incluindo o uso excessivo de medicamentos psicotrópicos”. O texto também afirma que há necessidade de revolucionar os cuidados de saúde mental para encerrar “décadas de negligência, abuso e violência” e que os representantes da psiquiatria biológica, apoiados pela indústria farmacêutica, aderem a dois conceitos desatualizados: “de que as pessoas que sofrem de problemas mentais e diagnosticadas com transtornos mentais são perigosas e que as intervenções biomédicas são medicamente necessárias em muitos casos”. 

Na opinião de Whitaker, o modelo vigente ganhou força em 1980, quando a American Psychiatric Association (APA) adotou um “modelo de doença” para categorizar transtornos mentais e exportou esse padrão não só para o Brasil, mas para grande parte do mundo. O público, então, passou a ser ensinado que depressão, ansiedade, TDAH e esquizofrenia eram doenças do cérebro, causadas por desequilíbrios químicos, e que uma nova geração de drogas psiquiátricas havia sido desenvolvida para “corrigir” esses desequilíbrios cerebrais.

“Essa história passou a ser contada como um notável avanço científico. As causas dos transtornos mentais finalmente passaram a ser conhecidas, e vinham sendo descobertas drogas que poderiam resolver esses problemas biológicos. Porém, com o público informado com essa história, a prescrição de drogas psiquiátricas, para todas as idades, aumentou dramaticamente”, afirmou o palestrante internacional.

Apesar disso, o uso das drogas psiquiátricas não reduziu a doença mental; pelo contrário. Segundo o jornalista, o número de pessoas “incapacitadas” por transtornos mentais e, consequentemente, inaptas a trabalhar, aumentou quatro vezes nos Estados Unidos nos últimos 30 anos. “E esse aumento na ‘incapacidade’ tem sido observado em muitos outros países que adotaram esse mesmo paradigma de assistência”, informou.

Uma revisão da literatura científica realizada pelo palestrante revela que, embora os medicamentos psiquiátricos possam aliviar os sintomas no curto prazo (melhor que o placebo), num período maior aumentam o risco de uma pessoa se tornar cronicamente doente e prejudicada funcionalmente. Esses efeitos, porém, têm sido observados com mais frequência pelos pesquisadores, que argumentam a necessidade de se repensar profundamente o uso de drogas psiquiátricas, com o pensamento de que elas precisam ser usadas com muito mais cautela, e que devem ser criados modos alternativos de tratamento.

Antes de terminar sua apresentação, o jornalista americano apesentou o que considera o melhor e maior estudo de longo prazo dos Estados Unidos com pacientes psicóticos e esquizofrenia, desenvolvido na Universidade de Illinois. A pesquisa analisou 145 pacientes (64 com esquizofrenia e 81 psicóticos) em dois hospitais de Chicago, um público e um privado, que receberam tratamento convencional com drogas e os acompanhou após 2 anos de tratamento, 4 anos e meio, 7 anos e meio, 10 anos, 15 anos e 20 anos. 

Após 15 anos, os autores do estudo dividiram os grupos em três perfis: recuperados, bom estado ou em pior estado. Para o grupo que abandonou o medicamento, 40% estavam recuperados, 44% apresentaram-se em bom estado e 16% pioraram. Com relação aos pacientes que ainda faziam uso dos medicamentos, apenas 5% estavam curados, 46% encontravam-se em bom estado e 49% pioraram. 

“Há provas dos efeitos adversos do tratamento. É necessário ter uma comunicação honesta sobre o real efeito dos medicamentos. A OMS e a ONU já se posicionaram sobre o assunto. A agenda neoliberal e o norteamento do mercado não estão funcionando”, concluiu.

Mesa de abertura

A mesa de abertura teve participação da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, do diretor da Ensp/Fiocruz, Hermano Castro, do coordenador do Laboratório de Saúde Mental e Atenção Psicossocial da Ensp, Paulo Amarante, e do presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Rogério Giannini.

A presidente da Fiocruz afirmou que o seminário já era esperado há muito tempo, e é fruto da ação de diversos pesquisadores e entidades que militam contra a hospitalização e a epidemia das drogas psiquiátricas. Nísia disse que é necessário lutar a favor de uma atenção no campo da saúde mental que respeite os direitos da população e com alternativas de tratamento.

Hermano Castro lembrou o debate sobre o trabalho escravo e os diversos ataques aos direitos dos cidadãos. “Vivemos uma crise política, econômica e de grande desemprego – que impacta a saúde mental de todos. São nesses momentos que a indústria cresce e atua na venda dos medicamentos. Aí devem estrar as políticas de saude mental. Avançamos mas ainda temos muito a melhorar e criar caminhos para efetivamente atendermos a nossos trabalhadores e usuários do sistema de saúde.

Coordenador do seminário, Paulo Amarante celebrou a possibilidade de discutir com os países vizinhos da América Latina e absorver as experiências bem-sucedidas da Europa. Para ele, o evento é um momento histórico e representa o início de uma nova era da reforma psiquiátrica. “Nosso modelo ainda não enfrentou a questão da patologização e da medicalização da vida. O seminário tem o objetivo de inverter essa lógica dominante da epidemia das drogas psiquiátricas. Queremos demonstrar como as drogas podem causar danos gravíssimos, dependências, síndromes de abstinência de diversos outros problemas. Nosso compromisso é com a saúde pública e a saúde coletiva; não com a indústria”.

Presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP), Rogério Giannini disse que a forma como uma sociedade cuida das pessoas que estão em sofrimento mental intenso revela sua natureza. “É um tema que nos define como sociedade, como civilização.” Falou, ainda, que as drogas psiquiátricas são uma mercadoria. “Têm uma lógica de mercado e, caso não tomemos cuidado, fundos públicos são construídos e usados para capitalizar investimentos privados.” Ele lembrou também o protagonismo que as psicólogas adquiriram com a Reforma Psiquiátrica, fato inexistente no modelo manicomial.

Assista ao seminário na íntegra. 

Na AFN

Células modificadas podem beneficiar pacientes do SUS com leucemia

Pesquisa com células geneticamente modificadas apresenta novos resultados para o combate à leucemia linfoide

Por Redação – Editorias: Ciências da Saúde

Pesquisadores do Hemocentro de Ribeirão Preto estão desenvolvendo uma plataforma de expansão de células T geneticamente modificadas para tratamento de pacientes com leucemias e linfomas. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que foram registrados mais de 23 mil novos casos dessas doenças em 2016.

Essa terapia poderá beneficiar pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O Hemocentro de Ribeirão Preto sedia o Centro de Terapia Celular (CTC) da USP, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o Instituto Nacional de Células-Tronco e Terapia Celular no Câncer (INCTC) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que têm aporte financeiro de R$ 7 milhões para pesquisas em terapias celulares e genéticas do câncer. A equipe também possui parceria com a GE Healthcare Life Sciences para o desenvolvimento do projeto.

Esse tipo de imunoterapia foi desenvolvida por pesquisadores pioneiros da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e posteriormente licenciada à indústria farmacêutica Novartis. Conhecida como CAR-T cell therapy, a terapia é totalmente personalizada e associa a imunoterapia celular à engenharia genética e biotecnologia.

O estudo americano, conduzido com essa terapia, mostrou que uma dose única de células T geneticamente modificadas fez desaparecer por completo as células cancerígenas em 83% dos pacientes com leucemia linfoide aguda tratados. Os resultados foram considerados impressionantes pelos oncologistas e um grande avanço para esses pacientes que não tinham mais opções terapêuticas.

As células T são coletadas do próprio paciente e modificadas em laboratório para atacar suas células cancerígenas. Uma vez modificadas, as células T tornam-se mais “potentes”, ou seja, mais capazes de reconhecer e destruir as células cancerígenas. Após a modificação e expansão em laboratório, as células T geneticamente modificadas são reintroduzidas na corrente sanguínea, onde se multiplicam e começam a combater as células cancerígenas.

Uma única célula T modificada é capaz de destruir até 100 mil células cancerígenas. Ao contrário dos medicamentos disponíveis atualmente, cada dose é customizada para o paciente e, para isso, há uma logística complexa e elevado custo. Apesar de promissora, a nova terapia pode ter efeitos colaterais graves. O mais frequente é a resposta exacerbada do sistema imunológico, que causa febre muito alta e queda súbita de pressão arterial.

Até o fim deste ano, está prevista a submissão de um estudo clínico experimental para apreciação pelo Comitê Nacional de Ética em Pesquisa e aprovação das agências reguladoras brasileiras.

O projeto é liderado pelos professores Dimas Tadeu Covas e Rodrigo Calado, ambos da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. A equipe é formada pelas pesquisadoras Virginia Picanço e Castro, Kamilla Switch e Kelen Malmegrim de Farias, também do campus da USP em Ribeirão Preto.

Marcos de Assis / Assessoria de Imprensa do Hemocentro de Ribeirão Preto

Datamatrix do Cristália é premiado na 41º edição do Prêmio Automação GS1

Fonte: Cristália

Mais uma vez, as iniciativas inovadoras do Cristália foram premiadas. Desta vez, o código Datamatrix, solução que permite a rastreabilidade de medicamentos dentro de hospitais, foi reconhecida na 41ª edição do Prêmio Automação, elaborado pela GS1.
Paula Magalhães, Diretora Adjunta de Produção do Cristália, e Aline Antonioli, Diretora de Farmácia do CAISM recebem o prêmio Automação
O Datamatrix é um código bidimensional impresso em cada dose individual dos produtos Cristália, sejam elas de soluções orais, injetáveis, em creme ou pomada. Ao realizar a leitura do código, é possível identificar o nome do medicamento, princípio ativo, prazo de validade e o lote do produto. O CAISM – Centro de Atenção Integrado à Saúde da Mulher, foi parceiro no desenvolvimento da solução, tendo participado do projeto piloto e comprovado os benefícios da automação no processo de dispensa dos medicamentos.

O evento de premiação aconteceu No Tom Brasil, em São Paulo, e contou com a presença de Paula Magalhães, Diretora Adjunta de Produção do Cristália, e Aline Antonioli, Diretora do Serviço de Farmácia do CAISM, que receberam o prêmio na ocasião. “O Datamatrix do Cristália foi desenvolvido especialmente para melhorar a automação das farmácias hospitalares, reduzindo custos, riscos e aumentando a segurança tanto para o hospital quanto para o paciente. Este reconhecimento destaca a boa atuação do Cristália, sempre inovando em busca de benefícios aos profissionais da saúde e pacientes”, afirma Ogari Pacheco, cofundador e Presidente do Conselho Diretor do Cristália.
Código bidimensional Datamatrix disponibilizado pelo Cristália

Esclarecimento

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