TRT concede liminar que autoriza funcionamento de farmácias nos feriados

Decisão restabelece a Convenção Coletiva de Trabalho de 2017, liberando expediente em datas comemorativas até que um novo acordo seja firmado entre as classes patronal e laboral

18:03 · 30.04.2018 / atualizado às 18:19

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Ceará concedeu, nesta segunda-feira (30), uma liminar que autoriza o funcionamento das farmácias nos feriados, mas apenas com o pagamento de benefícios trabalhistas aos empregados do setor. A medida também restabelece a última convenção coletiva de trabalho para os funcionários. Caso a medida não seja cumprida, o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos (Sincofarma) deve pagar uma multa diária de R$ 100 mil.

A decisão atende um pedido do Ministério Público do Trabalho e do Sindicato dos Empregados no Comércio de Fortaleza para garantir condições de trabalho firmadas na última Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, que deveria ter sido fechada em janeiro. Mas após duas rodadas de negociações, não houve a definição de um acordo entre as partes envolvidas.

Sem o entendimento entre as classes patronal e laboral, a desembargadora Fernanda Maria Uchoa decidiu pelo restabelecimento da Convenção Coletiva de Trabalho de 2017, devendo ser pago um dia de salário em dobro, concedido um dia folga remunerada e também uma ajuda de custo no valor de R$ 55,00 para o expediente nos feriados. A decisão vale para o próximo dia 1º, mas para todos os outros feriados, até que um novo acordo seja feito.

"Na ausência de norma coletiva a regular a questão, concluo que a solução mais equânime e razoável no presente caso é o restabelecimento provisório da Convenção Coletiva de Trabalho de 2017, até que as partes venham a selar uma nova negociação”, cita trecho da decisão", cita trecho da decisão do TRT.

Funcionamento mantido

Dias atrás, a desembargadora do TRT já havia negado uma pedido de liminar do Sindicato dos Empregados no Comércio de Fortaleza para impedir o funcionamento das farmácias no feriado de 21 de abril, quando é comemorado o dia de Tiradentes. A justificativa era de que os estabelecimentos detêm uma função social importante na comunidade, principalmente em época de epidemias e doenças.

"Relevante destacar que as peculiaridades de atividade em que o funcionamento deve ser ininterrupto precisam ser respeitadas, pois visam o interesse público”, ressalta a magistrada", disse Fernanda Maria.

SERVIÇOS

O que abre e o que fecha no feriado do Dia do Trabalhador

Bancos – No feriado do dia 1 de maio, todos os bancos estarão fechados para atendimento e funcionamento interno, abertos apenas caixas eletrônicos, postos de banco 24 horas, aplicativos e sites. As informações são do Sindicato dos Bancários do Ceará.

Supermercados – Os supermercados da Capital terão funcionamento normal, de acordo com a Associação Cearense de Supermercados. No Interior e Região Metropolitana, a abertura depende de convenções firmadas com os supermercados.

Shoppings e lojas de rua – Segundo o Sindicato dos Lojistas do Comércio de Fortaleza (Sindilojas), todo o comércio deve estar fechado no dia 1 de maio, sem acordo entre os lojistas e o sindicato. As lojas e quiosques dos shoppings também não irão funcionar no feriado. Praças de alimentação e cinemas irão abrir.

Postos de combustíveis – Com liminar da Justiça do Trabalho, o funcionamento dos postos de combustíveis no feriado está garantido no Estado.

Famílias criam redes de apoio para uso medicinal da cannabis

30.04.2018 08:30 por Jamille Bullé 263

Com produtos importados ou cultivo em casa, pacientes superam barreiras como ilegalidade e rigidez judicial em busca de qualidade de vida

Quando se fala em maconha no Brasil, é comum pensar no uso recreativo da droga. No entanto, o que muitos não sabem é que a erva pode mudar a vida de pacientes com doenças raras com o uso medicinal. O canabidiol, também conhecido como CBD, é uma das substâncias presentes na cannabis, tem efeitos terapêuticos e não possui as propriedades alucinógenas dos entorpecentes recreativos, presentes no THC (tetraidrocanabinol). Apesar das dificuldades de conseguir esse tipo de tratamento para problemas como epilepsia, câncer, Alzheimer e Parkinson, famílias cariocas vêm sentindo na pele os benefícios do uso do composto e criando redes de apoio para que novos pacientes tenham acesso ao fármaco.

Uma das primeiras brasileiras a importar o canabidiol para fins terapêuticos e diretora da ONG Apepi (Associação de Apoio à Pesquisa a Pacientes da Cannabis Medicinal), Margarete Brito conta que conheceu o canabidiol em 2013, depois de saber, pelas redes sociais, que uma jovem americana estava respondendo bem ao tratamento. Margarete entrou em contato com a família da menina e conseguiu trazer a substância para o Brasil para tratar sua filha, Sofia, que sofre de CDKL5, que causa epilepsia refratária. A atitude para salvar a vida da criança, perante a lei, era considerada tráfico internacional.

Após uma falha de reposição no fim de uma caixa de medicamentos, Margarete acabou recebendo uma amostra do extrato da planta feito de maneira artesanal. A resposta de Sofia foi positiva, o que fez com que a família passasse a plantar maconha em casa, também de forma ilegal. "Plantar é proibido. Não é fácil. Quando você começa a plantar, você começa na ilegalidade, eles não dão autorização para você começar. O meu salvo-conduto só deram porque eu já estava plantando, dando para minha filha há um ano. Organizei toda a documentação para mostrar ao juiz que não tinha como voltar atrás", conta Margarete, cujo pioneirismo facilitou o processo para diversos pacientes, através do precedente judicial.

Com uma plantação no terraço de casa, na zona sul do Rio, Margarete explica que o ciclo da planta é de quatro meses. Após a colheita das flores, também conhecidas como "camarões" ou "Ganjah", para a elaboração do extrato, a pequena árvore morre, tornando necessária a "clonagem", ou seja, a retirada de mudas ao longo do processo. O tipo cultivado é o Harle-Tsu, com maior concentração de CBD e pouquíssimo THC, em uma proporção de 20 para um, medida com o auxílio do projeto Farmacannabis, da Faculdade de Farmácia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). A iniciativa também avalia as concentrações em produtos importados.

Apesar de haver o projeto na UFRJ, a atuação dos cientistas é limitada. Margarete critica o fato de as pesquisas ainda serem escassas no Brasil. A diretora da Apepi conta que o plantio não é permitido nem mesmo para estudos. "Como vamos avançar na ciência, na pesquisa, se a matéria-prima é proibida? O Farmacannabis só recebe material se o paciente tiver um salvo-conduto, se não vier da ilegalidade. Ela não pode ter uma planta nem para pesquisar dentro do laboratório, é proibido, é crime. Isso é muito complicado. É um atraso no avanço das pesquisas", lamenta.

Outro caso semelhante é o de Maria Clara, portadora da Síndrome de Rett, que causa comprometimentos motores, cognitivos, problemas gastrointestinais e ortopédicos, além da epilepsia. Mãe da menina, Aline Voight destaca que a ilegalidade do produto prejudica o acesso dos pacientes ao canabidiol, principalmente os que não têm recursos financeiros para a importação do medicamento.

"Existem crianças que respondem bem ao produto importado e outras que respondem bem aos artesanais. Também existem crianças que não têm condições de arcar com os custos desse produto importado. Nosso sonho, na verdade, não é que o SUS incorpore o medicamento importado, é que incorpore o extrato brasileiro. A importação não é garantia de acesso", disse Aline, que explica que algumas famílias precisam ir à Justiça para receberem auxílio governamental e de planos de saúde, além de Habeas Corpus para fazerem plantações dentro das casas. O custo com produtos importados pode variar entre R$ 1 mil e R$ 7 mil.

Antes do uso da cannabis, Maria Clara tentou 12 medicamentos diferentes, que comprometiam o funcionamento do organismo da menina e traziam efeitos colaterais mais fortes. Com o canabidiol, houve apenas duas trocas de marcas de produtos, uma evolução no tratamento. Aline destaca que o método trouxe benefícios que vão "além da contagem de crises", que não aparecem na vida da menina há aproximadamente três anos. Maria apresentou evolução no sistema cognitivo e conseguiu reduzir a ingestão de outros medicamentos, o que trouxe uma melhora no funcionamento do fígado.

Aline diz que é "100% a favor da regulamentação da maconha, não só para fins medicinais e terapêuticos". "A gente vê crianças que tiveram uma melhora inacreditável. A palavra maconha já trazia medo. Conhecemos crianças que tiraram todos os medicamentos. Mas não só essa questão", continua. "Também para o uso social, recreativo e industrial. As drogas não podem ser encaradas como crime. É uma questão de saúde. A partir do momento que você criminaliza, você não vai fornecer tratamento adequado para os dependentes, você vai tratá-los como criminosos, quando são pessoas que precisam de atenção", afirma.

Margarete acredita que a criminalização da maconha está relacionada a fatores históricos, políticos e econômicos. Além disso, a diretora da Apepi destaca que há o preconceito com o método, mesmo se tratando de um uso medicinal. "As pessoas pensam que o remédio tem que ser dentro de uma pílula. Na hora que começam ver planta, pronto, começam a ficar com medo. O preconceito é nada mais que a falta de informação. As pessoas também ficam com medo de se envolver, não querem se expor, porque a questão da maconha é muito ligada à questão marginal", diz Margarete.

Para a diretora da Apepi, o melhor remédio para compreender a questão é a informação. Nos dias 18 e 19 de maio, a associação realiza um evento, em parceria com a Fiocruz, sobre uso medicinal da maconha, no Museu do Amanhã, na zona portuária do Rio. Além disso, no sábado (5), está marcada mais uma edição da Marcha da Maconha, na praia de Ipanema.

"A pessoa tem que se informar. Acho que você pode ser a favor ou contra qualquer coisa. Não existe uma verdade absoluta. É muito arrogante da nossa parte dizer que você não pode ser contra. Você pode ser contra, desde que tenha bons fundamentos. Cada um pode ter sua opinião, não podemos achar que quem é contra está errado. Eu, que sou a favor e me aprofundei um pouquinho mais, posso achar que a pessoa está equivocada, mas acho que todo mundo tem direito. Viva a liberdade de expressão", finaliza.

Sincofarma projeta futuro da farmácia independente

Última atualização 27 Abril, 2018

O Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sincofarma) realizou na última quinta-feira, 26 de abril, um seminário sobre o futuro da farmácia independente, com dicas e estratégias sobre como defender e explorar o próprio espaço no mercado. “O objetivo foi mostrar a importância de observar itens como gestão, estoques adequados, atendimento e lucratividade frente ao forte avanço da concorrência”, ressalta o presidente Natanael Aguiar Costa.

O evento reuniu cerca de 80 proprietários e gestores de drogarias e contou com duas apresentações. Uma delas foi de Paulo Paiva, vice-presidente da Close-Up Internacional. “A indústria farmacêutica não tem hoje um pipeline em curto prazo de novos produtos voltados para o varejo. Vemos muitos lançamentos voltados para o segmento hospitalar ou o mercado de alto custo”, diz. Por essa razão, é fundamental para o varejo compor um mix variado de vendas, que inclua produtos de marca, não medicamentos, genéricos, MIPs, além dos exclusivos (de prescrição sem concorrentes) e trade (de prescrição, mas sem promoção médica). “Metade do crescimento dos genéricos provém da farmácia independente”, salienta.

Paiva também apontou que, em cidades com até 20 mil habitantes, as farmácias independentes possuem uma participação de 60,1%. “Quando falamos em crescimento do canal farma, esses municípios apresentam índices superiores aos dos grandes centros”, argumenta. Já nas cidades com população superior a 300 mil, as independentes foram as que mais cresceram em receita (12,4%).

Um plano de fidelidade é uma boa ferramenta para coletar informações, desde que saiba fazer um bom uso destes dados futuramente, a fim de criar um nível de relacionamento mais próximo do cliente. “Nesse caso, uma boa alternativa é a criação de salas de serviços farmacêuticos, pois um excelente canal de fidelização”, ressalta Paiva.

Associativismo como saída

Nilson Tinoco, diretor de expansão do Grupo Multifarma, ressaltou a importância do associativismo. A empresa agrega mais de 480 lojas em oito estados e no Distrito Federal. “Esse modelo de negócio acaba com os grandes problemas que afetam as independentes, como o baixo volume de vendas por loja e o foco só em desconto”, explica o executivo. Segundo ele, o associativismo contribui para a sobrevivência e competitividade do varejo independente, sendo o elo com provedores de produtos e serviços, para se obter melhores condições comerciais, inovações tecnológicas e excelência na execução.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Drogaria Venancio inaugura mais uma loja em Copacabana

Sexta, 27 Abril 2018 16:50 Escrito por Nathalia Serpa
Para celebrar a abertura de mais uma loja da Drogaria Venancio, localizada na Av. Nossa Senhora de Copacabana nº 528, nesta sexta-feira (27/04), a rede vai oferecer gratuitamente serviço do Spa dos Pés, das 11h às 17h, degustação de produtos, promoções e distribuição de brindes. As ações marcam a inauguração da 14ª filial na Zona Sul do Rio.

Além disso, parte dos alunos do projeto social Saúde na Praça foi convidada para participar do evento. O projeto foi criado pela Venancio em 2011 e hoje atende mais 1.500 pessoas, oferecendo gratuitamente aulas de ginástica, em seis praças da cidade. Além da prática de exercícios físicos, os alunos demonstram muita satisfação também pelo convívio social, pois estão sempre conhecendo novas pessoas e interagindo cada vez mais.

A Drogaria Venancio é uma das maiores redes de farmácia do país, a maior em faturamento por loja, por metro quadrado, por funcionário e por cliente, segundo ranking da Abrafarma. Atualmente, conta com 58 lojas e mais de 3 mil colaboradores. Há 38 anos investe em treinamento de pessoal e conceitos diferenciados para garantir aos clientes as melhores experiências dentro de suas unidades. Todas as lojas oferecem serviços e produtos que vão além da saúde, contribuindo também com a beleza e o bem-estar de todos.

Serviço:
Televendas: (21) 3095-1000
Site: www.venancio.com.br

Artigo – Farmácias que passarão a imunizar precisam estar atentas à conservação de vacinas

27/04/2018 44

No final do ano passado, a ANVISA aprovou uma resolução que autoriza farmácias e drogarias a realizar a atividade de vacinação. Fato muito positivo, pois a despeito das controversas, a norma – que já havia sido regulamentada em alguns estados, como São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Brasília – tem como proposta aumentar o número de pessoas imunizadas no país. Porém, especialmente em períodos de campanha e alta demanda, é preciso ter clara a ideia de que vacinar requer responsabilidade e, mais do que aplicar, é preciso zelar pela eficiência da conservação de vacinas.

A ONU estima que 50% do total de vacinas produzidas em todo mundo são perdidas anualmente. Tivemos um caso marcante ano passado em Maricá, no Rio de Janeiro, onde 12 mil doses foram perdidas por conta de mau armazenamento. Uma série de cuidados são necessários, tanto para atender às exigências de conservação de vacinas impostas pela Anvisa, quanto para evitar desperdícios e prejuízos para as farmácias.

Embora geladeiras tradicionais ainda sejam utilizadas, o controle térmico desses equipamentos não é preciso e nem ideal. Este insumo requer uma temperatura na faixa 2ºC a 8ºC. A própria Anvisa já esclareceu a importância de se utilizar as câmaras de conservação, que possuem diversos sensores para monitoramento da temperatura, e representam um considerável avanço de estabilização térmica das vacinas.

Além disso, os equipamentos mais modernas do mercado possuem painéis eletrônicos, que de forma simples e intuitiva para o usuário, permitem executar diversas funcionalidades capazes de aprimorar e facilitar as atividades de monitoramento e programação de alertas.

Em caso de falta de energia ou outro evento adverso, por exemplo, um sistema especial de baterias permite seu funcionamento contínuo por até 48 horas enquanto a tecnologia das câmaras conectadas envia um alerta caso o sistema note alguma variação de temperatura, prevenindo perdas do material armazenado.

Estamos falando de um insumo extremamente delicado. A conservação de vacinas requer, portanto, condições adequadas e específicas, com faixas de temperatura controladas com rigor, ou corre-se o risco de inutilização. Mais do que isso, vacinas e até mesmo medicamentos, podem perder sua eficácia ou tornarem-se nocivos à saúde quando aplicados fora destas condições. Sem falar que estamos nos referindo a insumos caros: cada vez que uma ampola ou frasco é descartado por falhas no armazenamento, o impacto também é financeiro.

Desta forma a conservação de vacinas é algo muito necessário não só para a saúde de quem irá consumi-la, mas também para as próprias farmácias que as fornecem.

Rodrigo Macedo é biomédico e supervisor comercial da Fanem

Drogaria Araujo promove campanha para incentivar a vacinação

Última atualização 27 Abril, 2018

Aqueles que não estão com o cartão de vacinação atualizado podem aproveitar para colocar todas as vacinas em dia na Araujo. Para ajudar a deixar as pessoas imunes a diversas doenças, a Drogaria Araujo promove a Campanha de Imunização encabeçada pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Entre os dias 23 e 27 de abril, quem passar pelas lojas da Araujo receberá atendimento gratuito e personalizado com orientações para que as pessoas compreendam melhor o calendário de vacinação e a necessidade de atualização do cartão.

O objetivo da ação é promover o acesso das pessoas à proteção contra doenças importantes, além de explicar sobre vacinas e medidas preventivas e fazer um acompanhamento vacinal. A imunização é uma das medidas mais eficazes de saúde preventiva. No entanto, algumas pessoas não aderem adequadamente aos esquemas de vacinação ou não são orientados e acompanhadas por profissionais habilitados.

Com a regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em dezembro de 2017, e o respaldo da Lei Federal n° 13.021/2014, as farmácias estão habilitadas a praticarem o serviço de vacinação mediante criação de uma estrutura física específica e segura, por meio de profissionais treinados e capacitados. “Uma pesquisa encomendada ao Ibope aponta que 43% da população tem interesse em receber vacinas nas farmácias”, explica Sergio Mena Barreto, presidente executivo da Abrafarma.

A imunização e demais campanhas de saúde integram o programa de Assistência Farmacêutica Avançada da Abrafarma, que está transformando as farmácias brasileiras. As ações estendem-se até novembro e contemplarão ainda temas como tabagismo, asma, autocuidado, colesterol, hipertensão, revisão da medicação e diabetes. Hoje, mais de 1.650 lojas de grandes redes oferecem atendimento personalizado em mais de 350 municípios brasileiros, com custos acessíveis e mediante o agendamento.

Locais para vacinação )

Loja Alameda da Serra – Avenida Alameda Da Serra, 1369 – Loja 02 – Nova Lima

Loja Centenário – Avenida Getúlio Vargas, 840 – Belo Horizonte

Loja Cristiano Machado – Avenida Cristiano Machado, 2400 – Belo Horizonte

Loja Diamond – avenida Olegário Maciel, 1600 – Belo Horizonte

Loja Estoril – Av. Professor Mário Werneck, 1340– Belo Horizonte

Loja Gustavo Ayala – Avenida do Contorno, 9841 – Belo Horizonte

Loja Gutierrez – Rua André Cavalcanti, 222– Belo Horizonte

Loja Matriz – Rua Curitiba, 327– Belo Horizonte

Loja Miguel Perrela – Avenida Miguel Perrela, 530 – Belo Horizonte

Loja Padre Eustáquio – Rua Padre Eustáquio, 2208– Belo Horizonte

Loja Planalto – avenida Dr. Cristiano Guimarães, 1691– Belo Horizonte

Loja Praça da Bandeira – Praça da Bandeira, 180– Belo Horizonte

Loja São Bento – Rua Michel Jeha, 20 – Belo Horizonte

Loja São Lucas – Praça Hugo Werneck, 450 – Belo Horizonte

Loja Savassi – Avenida do Contorno, 6115 – Belo Horizonte

Fonte: Cenário de Minas

MA cobra R$ 35,2 milhões de empresas que venderam medicamentos sem pagamento do ICMS

29 de Abril de 2018 13

A Secretaria de Fazenda do Maranhão notificou 41 empresas, fabricantes e distribuidores de medicamentos, localizadas em diversos Estados do país, para recolherem R$ 35,2 milhões de ICMS no regime de Substituição Tributária, em decorrência do não pagamento do Imposto em operações de vendas de produtos farmacêuticos realizadas entre 2013 e 2016.

Segundo o secretário Marcellus Ribeiro Alves, a Sefaz tem intensificado o monitoramento sobre as empresas que comercializam mercadorias sujeitas ao regime de Substituição Tributária do ICMS (retenção na fonte), quando o ICMS devido por toda a cadeia de comercialização de um produto industrializado deve ser pago antecipadamente pelo fabricante ou distribuidor remetente das cargas.

Todas as vezes que as empresas vendedoras emitem notas fiscais eletrônicas, a Sefaz confirma se a carga está sendo acompanhada da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE) com o pagamento do ICMS antecipado. Quando isso não ocorre as Sefaz intima as empresas a recolherem o imposto devido.

O levantamento fiscal ocorreu por meio de cruzamento de dados, identificando operações com produtos farmacêuticos com falta de retenção e recolhimento de ICMS/ST, no todo ou em parte, em razão de apuração da Base de Cálculo em desacordo com o disposto na legislação estadual.

Com base nas Notas Fiscais de vendas emitidas para empresas localizados neste Estado, foi calculada a Base de cálculo do ICMS/ST levando-se em consideração o valor correspondente ao preço constante da tabela sugerida pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED/ANVISA) por meio da qual se apurou o ICMS devido ao Estado.

De acordo com a legislação do ICMS, nas vendas interestaduais de mercadorias sujeitas ao regime de Substituição Tributária, as empresas remetentes são responsáveis pelo recolhimento antecipado do ICMS, que é destacado na Nota Fiscal. As empresas que receberam o aviso de débito, estão localizadas especialmente do sudeste, de onde remetem produtos industrializados com destino ao Maranhão.

Segundo Marcellus Ribeiro, com a evasão do pagamento pelas empresas remetentes, a Sefaz também pode cobrar o imposto das empresas maranhenses adquirentes das mercadorias, que são responsáveis solidárias pelo recolhimento do ICMS.

Farmacêutica responsável pela farmácia da ASTIR fala sobre o setor

— Publicada em 28 de abril de 2018 às 10:11

Farmacêutica generalista – Adriana Barros

De acordo com Adriana, a farmácia emite requisições para compras de medicamentos junto ao setor de compras e na entrega pelos fornecedores confere validade, lote, composição entre outros procedimentos especialistas.

A farmacêutica explica o que é uma farmácia de hospital: Quando estamos internados ou precisando de auxilio médico, é comum que a utilização de fármacos seja concomitante, para que fiquemos próximos à cura ou amenizemos os sintomas correlacionados. E é para isso que existe na Associação Tirandentes dos Policiais Militares e Bombeiros Militares de Rondônia – ASTIR, este setor, para que com o funcionamento conjunto com as equipes médicas e de enfermagem alcance o que for melhor para o paciente.

Farmácia hospitalar é uma unidade cujo objetivo é exercer o conjunto de atividades farmacêuticas em hospitais ou serviços ligados ao mesmo. A farmacêutica responsável tem autonomia técnica e científica. A direção desse serviço é obrigatoriamente feita por um farmacêutico generalista. Deve então assegurar aos doentes a terapêutica farmacológica adequada, a eficiência, a qualidade e segurança dos remédios, integrando como parte importante a equipe de saúde e promovendo ações de investigação científica.

“Aqui se desenvolve as atividades de controle, armazenamento, dispensa e distribuição dos remédios e similares (soros, agulhas, seringas, faze, algodão, luvas, toucas entre outros, nas unidades do Hospital Tiradentes e Serviço de Pronto Atendimento (SPA). “Minha principal função é servir o paciente com medicação segura e oportuna”, disse Adriana.

Finalizando a profissional farmacêutica fala que mantém um rígido controle sobre entrada e saída e medicamentos, diariamente, para que não faltem os fármacos nos postos de enfermagem da Astir, como também observando o custo/benefício, sempre em favor do paciente.

SGT PM RR Fábio Macedo – Presidente do CONSAD

O presidente do Conselho Administrativo da Astir, SGT PM RR Fábio Macedo informa que todo e qualquer medicamento da farmácia Astir é de uso exclusivo nos pacientes do Hospital Tiradentes e Serviço de Pronto Atendimento, ou seja, após a consulta com o médico o associado tem o direito de livre escolha para aquisição dos remédio, destacou Fábio Macedo.

Autor / Fonte: Wilson Souza/ASTIR

Valores de 20 remédios do Farmácia Popular serão reajustados; população não será afetada

Os valores de 20 medicamentos oferecidos pelo Farmácia Popular serão reajustados para o ressarcimento nas drogarias, a partir da segunda-feira (30), informa o Ministério da Saúde. A população não será afetada pelas mudanças e poderá continuar a retirar gratuitamente em mais de 31 mil farmácias que trabalham com o programa.

O objetivo é reduzir distorções de preço entre o cobrado normalmente e o que o Governo do Brasil paga — em alguns casos, os produtos pagos pelo governo custavam mais de 200% acima do valor padrão. Há ainda alguns casos em que o governo pagava valores defasados em relação ao mercado, o que também será corrigido a partir da próxima semana.

Para garantir que os pacientes que tratam hipertensão, diabetes e asma não fiquem sem medicação, a pasta está realizando a compra centralizada dos remédios, que serão entregues aos municípios caso farmácias desistam do programa. Os cidadãos podem denunciar irregularidades pelo telefone 136.

Fonte: Ministério da Saúde

Ferramenta Gera R$ 20 Mi para a Pague Menos

On 16 Abril, 2018
12/04/2018

A ferramenta “Desconto Só Meu” lançada em pela rede de Farmácias Pague Menos atinge a marca de 4 milhões de clientes. Hoje, 1 a cada 3 consumidores da Pague Menos que entram na loja consultam as ofertas, totalizando um volume de vendas de R$ 20 milhões desde o lançamento. Disponível nas 1.115 unidades da rede em todo o Brasil, o cupom traz descontos personalizados de 10 a 50% em produtos de higiene e beleza, conveniência, medicamentos de venda livre e vitaminas.

Para desfrutar do benefício, basta o cliente informar seu CPF no balcão e receberá impresso o cupom com descontos para aquele dia, e pode ser usado mais de uma vez, baseado no seu histórico de compras e produtos preferidos. Para promover uma experiência de compra realmente individualizada, a rede analisa por meio de Big Data, parceria com a Symphony EYC, mais de 300 milhões de produtos adquiridos em um período de 12 meses. O histórico de compra do consumidor determinará o nível e o tipo de promoção a que terá direito.

Fonte: Giro News