Novas tecnologias permitem realizar exames de laboratórios nas farmácias

Última atualização 30 Abril, 2018

Exames de gravidez e de avaliação do nível de colesterol já podem ser feitos em algumas farmácias de Curitiba. Os exames são realizados por farmacêuticos, com ajuda de novas tecnologias que permitem enviar as informações para análises de profissionais de saúde. O resultado sai em poucos minutos e é repassado ao cliente que se encontra na farmácia.

O designer Tkayoshi Rodrigues aprovou a iniciativa que, aos poucos, está sendo ampliada para outras lojas da rede de farmácia que oferece as avaliações. “É inusitado e inovador poder fazer os exames em locais diferentes dos laboratórios”, disse.

Para realizar os exames na farmácia, é necessário fazer um cadastro inicial. Depois disso, é feita a coleta da amostra de sangue (uma pequena quantidade) para ser analisada no aparelho, que, em poucos minutos, mostra o resultado.

O cadastro é enviado ao laboratório por mensagem do aparelho celular. A amostra de sangue é remetida ao laboratório por um aparelho conectado à internet. Em aproximadamente 15 minutos, o documento, com o resultado assinado por profissionais da equipe de biomédicos do laboratório, volta à farmácia para ser anunciado ao cliente.

Tudo é feito de forma digital, pela internet, e com a segurança oferecida pelos profissionais com formação e competência em análises de exames laboratoriais.

O serviço é ofertado principalmente aos pacientes que fazem uso de medicamentos contínuos e que necessitam de acompanhamento. Os exames na farmácia permitem dar informações aos clientes sobre as dosagens de medicamentos e da necessidade de marcar novas consultas médicas.

Fonte: E-Paraná

Farmácia Popular:reajuste garante medicamentos gratuitos

De acordo com MS, reajuste não impacta o usuário
30/04/2018 14:06

De acordo com MS, reajuste não impacta o usuário

A partir desta segunda-feira, 30, as unidades credenciadas ao Farmácia Popular receberão valores reajustados para ressarcimento de 20 medicamentos dispensados gratuitamente pelo programa. O reajuste não impacta o usuário, que permanece retirando o seu produto gratuitamente nas mais de 31 mil unidades que fazem parte da iniciativa. O Ministério da Saúde acompanhará a situação de abastecimento nas drogarias para garantir o atendimento à população.

Como medida adicional de segurança para o atendimento aos usuários, o Ministério da Saúde iniciou um processo de compra centralizada dos produtos, que devem ser distribuídos para os municípios em qualquer caso de desistência de drogarias de participar do programa. Dessa forma, todos aqueles que precisarem de medicamentos para hipertensão, diabetes e asma terão garantidos a retirada na rede pública. Irregularidades podem ser informadas por qualquer cidadão pelo telefone 136.

A readequação de preços elimina as distorções de valores de produtos pagos pelo Governo Federal que, em alguns casos, chegavam a custar mais de 200% acima do mercado. A medida é resultado de um estudo com base no Sistema de Acompanhamento de Mercado de Medicamentos (Sammed), que aponta que os valores pagos pela pasta em 20 medicamentos estavam defasados ou acima do praticado pelo mercado. Em alguns casos, a pasta pagará a mais pelos medicamentos. Com base nos valores de referência, nove produtos terão aumento, sete terão redução e quatro devem variar de acordo com os impostos de cada estado.

O sistema Sammed leva em conta o valor informado no sistema referente à revenda das indústrias farmacêuticas para as farmácias e distribuidoras. Em cima desse valor, serão acrescidos 40% de margem para as drogarias credenciadas no programa. Além disso, é somado o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que varia de estado para estado.

Deve ser observado, ainda, que o programa atrai 10 milhões de usuários para estes estabelecimentos, gerando maior possibilidade de ganho. Estima-se que haja outras cerca 50 mil unidades que desejam ingressar no Farmácia Popular, o que garante que, caso as unidades atuais não se adequem às novas regras, as demais podem ser autorizadas a ocupar a distribuição dos medicamentos.

Fonte: Portal Ministério da Saúde

Sincofarma projeta futuro da farmácia independente

Última atualização 27 Abril, 2018

O Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sincofarma) realizou na última quinta-feira, 26 de abril, um seminário sobre o futuro da farmácia independente, com dicas e estratégias sobre como defender e explorar o próprio espaço no mercado. “O objetivo foi mostrar a importância de observar itens como gestão, estoques adequados, atendimento e lucratividade frente ao forte avanço da concorrência”, ressalta o presidente Natanael Aguiar Costa.

O evento reuniu cerca de 80 proprietários e gestores de drogarias e contou com duas apresentações. Uma delas foi de Paulo Paiva, vice-presidente da Close-Up Internacional. “A indústria farmacêutica não tem hoje um pipeline em curto prazo de novos produtos voltados para o varejo. Vemos muitos lançamentos voltados para o segmento hospitalar ou o mercado de alto custo”, diz. Por essa razão, é fundamental para o varejo compor um mix variado de vendas, que inclua produtos de marca, não medicamentos, genéricos, MIPs, além dos exclusivos (de prescrição sem concorrentes) e trade (de prescrição, mas sem promoção médica). “Metade do crescimento dos genéricos provém da farmácia independente”, salienta.

Paiva também apontou que, em cidades com até 20 mil habitantes, as farmácias independentes possuem uma participação de 60,1%. “Quando falamos em crescimento do canal farma, esses municípios apresentam índices superiores aos dos grandes centros”, argumenta. Já nas cidades com população superior a 300 mil, as independentes foram as que mais cresceram em receita (12,4%).

Um plano de fidelidade é uma boa ferramenta para coletar informações, desde que saiba fazer um bom uso destes dados futuramente, a fim de criar um nível de relacionamento mais próximo do cliente. “Nesse caso, uma boa alternativa é a criação de salas de serviços farmacêuticos, pois um excelente canal de fidelização”, ressalta Paiva.

Associativismo como saída

Nilson Tinoco, diretor de expansão do Grupo Multifarma, ressaltou a importância do associativismo. A empresa agrega mais de 480 lojas em oito estados e no Distrito Federal. “Esse modelo de negócio acaba com os grandes problemas que afetam as independentes, como o baixo volume de vendas por loja e o foco só em desconto”, explica o executivo. Segundo ele, o associativismo contribui para a sobrevivência e competitividade do varejo independente, sendo o elo com provedores de produtos e serviços, para se obter melhores condições comerciais, inovações tecnológicas e excelência na execução.

Fonte: Redação Panorama Farmacêutico

Drogaria Venancio inaugura mais uma loja em Copacabana

Sexta, 27 Abril 2018 16:50 Escrito por Nathalia Serpa
Para celebrar a abertura de mais uma loja da Drogaria Venancio, localizada na Av. Nossa Senhora de Copacabana nº 528, nesta sexta-feira (27/04), a rede vai oferecer gratuitamente serviço do Spa dos Pés, das 11h às 17h, degustação de produtos, promoções e distribuição de brindes. As ações marcam a inauguração da 14ª filial na Zona Sul do Rio.

Além disso, parte dos alunos do projeto social Saúde na Praça foi convidada para participar do evento. O projeto foi criado pela Venancio em 2011 e hoje atende mais 1.500 pessoas, oferecendo gratuitamente aulas de ginástica, em seis praças da cidade. Além da prática de exercícios físicos, os alunos demonstram muita satisfação também pelo convívio social, pois estão sempre conhecendo novas pessoas e interagindo cada vez mais.

A Drogaria Venancio é uma das maiores redes de farmácia do país, a maior em faturamento por loja, por metro quadrado, por funcionário e por cliente, segundo ranking da Abrafarma. Atualmente, conta com 58 lojas e mais de 3 mil colaboradores. Há 38 anos investe em treinamento de pessoal e conceitos diferenciados para garantir aos clientes as melhores experiências dentro de suas unidades. Todas as lojas oferecem serviços e produtos que vão além da saúde, contribuindo também com a beleza e o bem-estar de todos.

Serviço:
Televendas: (21) 3095-1000
Site: www.venancio.com.br

Artigo – Farmácias que passarão a imunizar precisam estar atentas à conservação de vacinas

27/04/2018 44

No final do ano passado, a ANVISA aprovou uma resolução que autoriza farmácias e drogarias a realizar a atividade de vacinação. Fato muito positivo, pois a despeito das controversas, a norma – que já havia sido regulamentada em alguns estados, como São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Brasília – tem como proposta aumentar o número de pessoas imunizadas no país. Porém, especialmente em períodos de campanha e alta demanda, é preciso ter clara a ideia de que vacinar requer responsabilidade e, mais do que aplicar, é preciso zelar pela eficiência da conservação de vacinas.

A ONU estima que 50% do total de vacinas produzidas em todo mundo são perdidas anualmente. Tivemos um caso marcante ano passado em Maricá, no Rio de Janeiro, onde 12 mil doses foram perdidas por conta de mau armazenamento. Uma série de cuidados são necessários, tanto para atender às exigências de conservação de vacinas impostas pela Anvisa, quanto para evitar desperdícios e prejuízos para as farmácias.

Embora geladeiras tradicionais ainda sejam utilizadas, o controle térmico desses equipamentos não é preciso e nem ideal. Este insumo requer uma temperatura na faixa 2ºC a 8ºC. A própria Anvisa já esclareceu a importância de se utilizar as câmaras de conservação, que possuem diversos sensores para monitoramento da temperatura, e representam um considerável avanço de estabilização térmica das vacinas.

Além disso, os equipamentos mais modernas do mercado possuem painéis eletrônicos, que de forma simples e intuitiva para o usuário, permitem executar diversas funcionalidades capazes de aprimorar e facilitar as atividades de monitoramento e programação de alertas.

Em caso de falta de energia ou outro evento adverso, por exemplo, um sistema especial de baterias permite seu funcionamento contínuo por até 48 horas enquanto a tecnologia das câmaras conectadas envia um alerta caso o sistema note alguma variação de temperatura, prevenindo perdas do material armazenado.

Estamos falando de um insumo extremamente delicado. A conservação de vacinas requer, portanto, condições adequadas e específicas, com faixas de temperatura controladas com rigor, ou corre-se o risco de inutilização. Mais do que isso, vacinas e até mesmo medicamentos, podem perder sua eficácia ou tornarem-se nocivos à saúde quando aplicados fora destas condições. Sem falar que estamos nos referindo a insumos caros: cada vez que uma ampola ou frasco é descartado por falhas no armazenamento, o impacto também é financeiro.

Desta forma a conservação de vacinas é algo muito necessário não só para a saúde de quem irá consumi-la, mas também para as próprias farmácias que as fornecem.

Rodrigo Macedo é biomédico e supervisor comercial da Fanem

Drogaria Araujo promove campanha para incentivar a vacinação

Última atualização 27 Abril, 2018

Aqueles que não estão com o cartão de vacinação atualizado podem aproveitar para colocar todas as vacinas em dia na Araujo. Para ajudar a deixar as pessoas imunes a diversas doenças, a Drogaria Araujo promove a Campanha de Imunização encabeçada pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). Entre os dias 23 e 27 de abril, quem passar pelas lojas da Araujo receberá atendimento gratuito e personalizado com orientações para que as pessoas compreendam melhor o calendário de vacinação e a necessidade de atualização do cartão.

O objetivo da ação é promover o acesso das pessoas à proteção contra doenças importantes, além de explicar sobre vacinas e medidas preventivas e fazer um acompanhamento vacinal. A imunização é uma das medidas mais eficazes de saúde preventiva. No entanto, algumas pessoas não aderem adequadamente aos esquemas de vacinação ou não são orientados e acompanhadas por profissionais habilitados.

Com a regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em dezembro de 2017, e o respaldo da Lei Federal n° 13.021/2014, as farmácias estão habilitadas a praticarem o serviço de vacinação mediante criação de uma estrutura física específica e segura, por meio de profissionais treinados e capacitados. “Uma pesquisa encomendada ao Ibope aponta que 43% da população tem interesse em receber vacinas nas farmácias”, explica Sergio Mena Barreto, presidente executivo da Abrafarma.

A imunização e demais campanhas de saúde integram o programa de Assistência Farmacêutica Avançada da Abrafarma, que está transformando as farmácias brasileiras. As ações estendem-se até novembro e contemplarão ainda temas como tabagismo, asma, autocuidado, colesterol, hipertensão, revisão da medicação e diabetes. Hoje, mais de 1.650 lojas de grandes redes oferecem atendimento personalizado em mais de 350 municípios brasileiros, com custos acessíveis e mediante o agendamento.

Locais para vacinação )

Loja Alameda da Serra – Avenida Alameda Da Serra, 1369 – Loja 02 – Nova Lima

Loja Centenário – Avenida Getúlio Vargas, 840 – Belo Horizonte

Loja Cristiano Machado – Avenida Cristiano Machado, 2400 – Belo Horizonte

Loja Diamond – avenida Olegário Maciel, 1600 – Belo Horizonte

Loja Estoril – Av. Professor Mário Werneck, 1340– Belo Horizonte

Loja Gustavo Ayala – Avenida do Contorno, 9841 – Belo Horizonte

Loja Gutierrez – Rua André Cavalcanti, 222– Belo Horizonte

Loja Matriz – Rua Curitiba, 327– Belo Horizonte

Loja Miguel Perrela – Avenida Miguel Perrela, 530 – Belo Horizonte

Loja Padre Eustáquio – Rua Padre Eustáquio, 2208– Belo Horizonte

Loja Planalto – avenida Dr. Cristiano Guimarães, 1691– Belo Horizonte

Loja Praça da Bandeira – Praça da Bandeira, 180– Belo Horizonte

Loja São Bento – Rua Michel Jeha, 20 – Belo Horizonte

Loja São Lucas – Praça Hugo Werneck, 450 – Belo Horizonte

Loja Savassi – Avenida do Contorno, 6115 – Belo Horizonte

Fonte: Cenário de Minas

MA cobra R$ 35,2 milhões de empresas que venderam medicamentos sem pagamento do ICMS

29 de Abril de 2018 13

A Secretaria de Fazenda do Maranhão notificou 41 empresas, fabricantes e distribuidores de medicamentos, localizadas em diversos Estados do país, para recolherem R$ 35,2 milhões de ICMS no regime de Substituição Tributária, em decorrência do não pagamento do Imposto em operações de vendas de produtos farmacêuticos realizadas entre 2013 e 2016.

Segundo o secretário Marcellus Ribeiro Alves, a Sefaz tem intensificado o monitoramento sobre as empresas que comercializam mercadorias sujeitas ao regime de Substituição Tributária do ICMS (retenção na fonte), quando o ICMS devido por toda a cadeia de comercialização de um produto industrializado deve ser pago antecipadamente pelo fabricante ou distribuidor remetente das cargas.

Todas as vezes que as empresas vendedoras emitem notas fiscais eletrônicas, a Sefaz confirma se a carga está sendo acompanhada da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE) com o pagamento do ICMS antecipado. Quando isso não ocorre as Sefaz intima as empresas a recolherem o imposto devido.

O levantamento fiscal ocorreu por meio de cruzamento de dados, identificando operações com produtos farmacêuticos com falta de retenção e recolhimento de ICMS/ST, no todo ou em parte, em razão de apuração da Base de Cálculo em desacordo com o disposto na legislação estadual.

Com base nas Notas Fiscais de vendas emitidas para empresas localizados neste Estado, foi calculada a Base de cálculo do ICMS/ST levando-se em consideração o valor correspondente ao preço constante da tabela sugerida pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED/ANVISA) por meio da qual se apurou o ICMS devido ao Estado.

De acordo com a legislação do ICMS, nas vendas interestaduais de mercadorias sujeitas ao regime de Substituição Tributária, as empresas remetentes são responsáveis pelo recolhimento antecipado do ICMS, que é destacado na Nota Fiscal. As empresas que receberam o aviso de débito, estão localizadas especialmente do sudeste, de onde remetem produtos industrializados com destino ao Maranhão.

Segundo Marcellus Ribeiro, com a evasão do pagamento pelas empresas remetentes, a Sefaz também pode cobrar o imposto das empresas maranhenses adquirentes das mercadorias, que são responsáveis solidárias pelo recolhimento do ICMS.

Farmacêutica responsável pela farmácia da ASTIR fala sobre o setor

— Publicada em 28 de abril de 2018 às 10:11

Farmacêutica generalista – Adriana Barros

De acordo com Adriana, a farmácia emite requisições para compras de medicamentos junto ao setor de compras e na entrega pelos fornecedores confere validade, lote, composição entre outros procedimentos especialistas.

A farmacêutica explica o que é uma farmácia de hospital: Quando estamos internados ou precisando de auxilio médico, é comum que a utilização de fármacos seja concomitante, para que fiquemos próximos à cura ou amenizemos os sintomas correlacionados. E é para isso que existe na Associação Tirandentes dos Policiais Militares e Bombeiros Militares de Rondônia – ASTIR, este setor, para que com o funcionamento conjunto com as equipes médicas e de enfermagem alcance o que for melhor para o paciente.

Farmácia hospitalar é uma unidade cujo objetivo é exercer o conjunto de atividades farmacêuticas em hospitais ou serviços ligados ao mesmo. A farmacêutica responsável tem autonomia técnica e científica. A direção desse serviço é obrigatoriamente feita por um farmacêutico generalista. Deve então assegurar aos doentes a terapêutica farmacológica adequada, a eficiência, a qualidade e segurança dos remédios, integrando como parte importante a equipe de saúde e promovendo ações de investigação científica.

“Aqui se desenvolve as atividades de controle, armazenamento, dispensa e distribuição dos remédios e similares (soros, agulhas, seringas, faze, algodão, luvas, toucas entre outros, nas unidades do Hospital Tiradentes e Serviço de Pronto Atendimento (SPA). “Minha principal função é servir o paciente com medicação segura e oportuna”, disse Adriana.

Finalizando a profissional farmacêutica fala que mantém um rígido controle sobre entrada e saída e medicamentos, diariamente, para que não faltem os fármacos nos postos de enfermagem da Astir, como também observando o custo/benefício, sempre em favor do paciente.

SGT PM RR Fábio Macedo – Presidente do CONSAD

O presidente do Conselho Administrativo da Astir, SGT PM RR Fábio Macedo informa que todo e qualquer medicamento da farmácia Astir é de uso exclusivo nos pacientes do Hospital Tiradentes e Serviço de Pronto Atendimento, ou seja, após a consulta com o médico o associado tem o direito de livre escolha para aquisição dos remédio, destacou Fábio Macedo.

Autor / Fonte: Wilson Souza/ASTIR

Valores de 20 remédios do Farmácia Popular serão reajustados; população não será afetada

Os valores de 20 medicamentos oferecidos pelo Farmácia Popular serão reajustados para o ressarcimento nas drogarias, a partir da segunda-feira (30), informa o Ministério da Saúde. A população não será afetada pelas mudanças e poderá continuar a retirar gratuitamente em mais de 31 mil farmácias que trabalham com o programa.

O objetivo é reduzir distorções de preço entre o cobrado normalmente e o que o Governo do Brasil paga — em alguns casos, os produtos pagos pelo governo custavam mais de 200% acima do valor padrão. Há ainda alguns casos em que o governo pagava valores defasados em relação ao mercado, o que também será corrigido a partir da próxima semana.

Para garantir que os pacientes que tratam hipertensão, diabetes e asma não fiquem sem medicação, a pasta está realizando a compra centralizada dos remédios, que serão entregues aos municípios caso farmácias desistam do programa. Os cidadãos podem denunciar irregularidades pelo telefone 136.

Fonte: Ministério da Saúde

Droga Chick fecha as portas após mais de 30 anos em Cuiabá

Empresa estava em processo de recuperação judicial

Vinicius Mendes
Agro Olhar

O grupo Droga Chick, que atuava em Cuiabá desde 1987, fechou as portas de todas as unidades na capital na última sexta-feira (13). A empresa estava endividada em R$ 9,6 milhões e havia entrado com pedido de recuperação judicial para tentar evitar a falência, mas não conseguiu. Nas portas das drogarias foram colocados comunicados, explicando a situação.

De acordo com o Grupo Droga Chick o fechamento das unidades aconteceu após uma decisão coletiva. A dívida estava estimada em R$ 9,6 milhões. Em 2015 o grupo havia entrado com pedido de recuperação judicial, para evitar a falência, no entanto, não conseguiram reerguer a empresa.

“As razões que nos levaram a tal decisão foram exclusivamente de ordem econômica, e apesar dos esforços empreendidos, assim como a solidez conquistada desde a origem, não foram suficientes para afastar a crise econômico financeira derivadas do custo crescente de encargos sem que pudéssemos repassá-los aos preços praticados”, diz trecho do comunicado.

Fazem parte do grupo de farmácias Droga Chick as empresas Drogaria Droga Chick Ltda., Drogasarah Medicamentos Ltda. Epp, Maxmed Medicamento e Perfumaria Ltda. Epp, Chick Prime Drogaria Ltda. Epp, C.H.K. Drogaria Ltda.-ME e Dj Drogaria Ltda.-ME.

Ao final o grupo afirma que mesmo com o fechamento irá validar seus compromissos.

“No mais, ratificamos os compromisso anuídos, e tal atitude, não denota em hipótese alguma o fim do compromisso com nossos fornecedores e credores, que serão oportunamente contatados”.

Recuperação judicial

Formado por seis lojas distribuídas pela Capital, o grupo atuava no segmento de varejo de remédios desde 1987 e atribuiu a dívida às dificuldades em disputar mercado com outros empreendimentos. Segundo a companhia, os concorrentes atuam de maneira desleal, vendendo seus produtos abaixo do preço de custo, e inviabilizando a margem de lucro.

A recuperação abrangeu as empresas Drogaria Droga Chick Ltda., Drogasarah Medicamentos Ltda. Epp, Maxmed Medicamento e Perfumaria Ltda. Epp, Chick Prime Drogaria Ltda. Epp, C.H.K. Drogaria Ltda.-ME e DJ Drogaria Ltda.-ME.

A recuperação judicial é uma medida tomada a fim de evitar a falência de uma empresa. Pedida quando a corporação perde a capacidade de pagar suas dívidas, ela serve como meio para reorganização dos negócios. A norma é abordada no capítulo três da lei Lei de Falências e Recuperação de Empresas (LFRE), de 2005. Por meio dela a empresa mantém sua produção, o emprego dos trabalhadores e os interesses dos credores.