Justiça aprova pedido de recuperação judicial da Farmácias Mais Econômica

Rede gaúcha terá 60 dias para apresentar seu plano de retomada

Por: Marta Sfredomarta.sfredo@zerohora.com.br

27/04/2017 – 19h25min | Atualizada em 27/04/2017 – 19h36min

Foi aceito pela Justiça o pedido de recuperação judicial da Farmácias Mais Econômica. A rede é a terceira maior farmacêutica do Estado, com 140 lojas – apenas cem em operação hoje – em 52 municípios.

Agora, a empresa terá 60 dias para apresentar à 2ª Vara Cível de Canoas seu plano de recuperação, com proposta de pagamento a credores, que pode superar R$ 100 milhões. Se o plano for aprovado, a empresa poderá desbloquear recursos, renegociar dívidas e buscar financiamento.

Só então devem ser feitos os pagamentos a funcionários já desligados – o que pode levar meses. A empresa atribui os problemas financeiros à "gestão temerária" do controladora anterior, a BR Pharma, do banco BTG Pactual.

Farmácia Escola atenderá Rede Municipal de Saúde

A partir da próxima terça-feira (2) a Farmácia Escola da UEL passa oficialmente a fornecer medicamento gratuito para pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa faz parte de um convênio firmado com a Prefeitura Municipal de Londrina, em que a Farmácia passa a integrar a Relação Municipal de Medicamento (Remume), da Secretária Municipal da Saúde.

Para marcar o início da atividade, será realizada uma cerimônia de assinatura na Farmácia Escola, no campus universitário, na próxima terça, às 14h30, com a presença de representantes da Prefeitura de Londrina, professores, servidores e estudantes da UEL.

Segundo a farmacêutica responsável Sandra Iara Sterza, o convênio prevê oferecer o mesmo serviço das farmácias das Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Londrina, com dispensação de medicamentos gratuitos. Para isso, o paciente deve apresentar a receita médica.

A farmacêutica afirma que, além do apoio ao atendimento dos cidadãos, a iniciativa contribuirá para a atividade acadêmica do curso de farmácia. "É uma oportunidade para o estudante exercer sua atividade dentro da realidade da Unidade Básica, com contato com paciente. O usuário também vai se beneficiar, porque terá orientação, atendimento diferenciado de uma UBS", afirmou.

Agência Estado

Preço de medicamentos genéricos oscila até 972% em Goiânia

Data de publicação: 26 de abril de 2017 – 14:33

O Procon Goiás divulga nesta quinta-feira, dia 27, pesquisa de preços dos medicamentos feita em Goiânia. Durante dez dias, os técnicos do órgão de defesa do consumidor visitaram drogarias em várias regiões da capital, verificando os preços de dezenas de medicamentos, entre fórmulas de referência e genéricos.

Os dados colhidos indicam variação de até 972,26% nos preços de medicamentos genéricos. É o caso do Cloridrato de Ranitidina – 150 mg – 20 comprimidos, cujos preços encontrados variaram de R$ 4,29 a R$ 46,00.

Desde o dia 31 de março deste ano os remédios tiveram reajustes em seus preços entre 1,36% e 4,76% de acordo com os três diferentes níveis, conforme o perfil de concorrência de cada produto. Esse percentual é aplicado ao PMC – Preço Máximo ao Consumidor, o que significa que cada estabelecimento pode praticar preços diferenciados, desde que não ultrapasse o valor máximo definido.

O relatório completo estará disponível a partir das 8 horas no site do Procon. O atendimento à imprensa começa às 7h30 (por telefone) e a partir das 8h30 na sede do órgão.

Mais informações: (62 ) 3201-7134

Farmácias são alvo de fiscalização

Ação coordenada pelo Conselho Regional de Farmácia.

26/4/2017 | 17:50

Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde, em ação conjunta com o Conselho Regional de Farmácia, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Vigilância Sanitária de Macapá, realizará, ao longo desta semana, fiscalizações em drogarias de Macapá, visando combater diversas irregularidades denunciadas aos órgãos de controle ao longo dos últimos meses, em especial a comercialização de medicamentos sem registro na Anvisa e a falta de profissional farmacêutico durante o período de funcionamento dos estabelecimentos, conforme determina a lei.

Nesta quarta-feira (26), em uma drogaria do bairro Renascer, foram apreendidos diversos itens considerados impróprios para a comercialização, tanto pela falta de registro na ANVISA, como por sua origem desconhecida. Na ocasião, foram encontrados cosméticos e medicamentos importados, com rótulo em língua estrangeira, além de medicamentos artesanais, que não podem ser comercializados em drogarias.

A Promotoria Fábia Nilci, titular da 2ª Promotoria de Defesa da Saúde Pública, participou da ação de hoje e destacou que “as ações são o resultado de meses de investigação para apurar quais drogarias estariam agindo em desconformidade com as normas sanitárias e visam proteger a saúde da população dos riscos que medicamentos comercializados irregularmente representam”.

A ação é coordenada pelo Conselho Regional de Farmácia e os estabelecimentos estão sendo autuados para que corrijam as irregularidades no prazo de 30 dias, sob pena de interdição.

Deputados estaduais voltam a criticar fechamento das farmácias populares

Por: Da redação

O Programa Farmácia Popular do Brasil criado pelo Governo Federal para disponibilizar medicamentos gratuitos e a baixo custo – com até 90% de desconto do valor de mercado – está prestes a fechar. A decisão foi alvo de críticas pelos deputados estaduais por Mato Grosso do Sul durante sessão desta quarta-feira (26/4).

Dr. Paulo Siufi (PMDB) subiu à tribuna e questionou as ações do atual ministro da Saúde, Ricardo Barros. “Essa medida vai colocar a população mais carente em perigo. Isso é preocupante. Se o ministro fosse médico eu iria acionar o Conselho Federal de Medicina contra ele, mas como não é, ele é engenheiro, eu questiono se ele tem condições de ser ministro justo da Saúde. Ele já demonstrou que não respeita as categorias e não entende que é necessário equipes multidisciplinares. Levou puxão de orelha até da própria filha quando disse que os homens vão menos ao médico, porque trabalham mais”, discursou o deputado.

Para o deputado Zé Teixeira (DEM) o problema da Saúde no Brasil é a corrupção. “Não tem problema ele ser engenheiro, quem for desta pasta [da Saúde] deve mesmo ser quem sabe mexer com dinheiro, porque o que precisa é saber administrar. Porém o problema é a roubalheira em detrimento do sofrimento dos outros, impostos mal administrados. Falta é vergonha na cara e caráter para trabalhar com dinheiro público”, criticou.

O deputado Cabo Almi (PT) concordou. “A roubalheira tem que ser combatida, mas em contrapartida eles querem é acabar com leis trabalhistas e com todos os direitos. Mas o que se pode esperar se a maioria dos ministros desse governo [Federal] estão envolvidos na investigação da Lava Jato [da Polícia Federal]”, afirmou.

João Grandão (PT) também criticou o fechamento do Programa Farmácia Popular. “Fecharam sem consultar ninguém. Em questão de gestão, o ministro Ricardo Barros tem toda a condição, mas ele podia ver como remanejar. Vamos ver se ele responde nosso requerimento de pedido de informação sobre o fechamento”, destacou.

O Programa Farmácia Popular do Brasil faz parte da Política Nacional de Assistência Farmacêutica. Foi implantado por meio da Lei nº 10.858, de 13 de abril de 2004, que autoriza a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) a disponibilizar medicamentos mediante ressarcimento, e pelo Decreto nº 5.090, de 20 de maio de 2004, que regulamenta a Lei 10.858 e institui o Programa Farmácia Popular do Brasil. Além dos medicamentos gratuitos para hipertensão, diabetes e asma, o Programa oferece mais 11 itens, entre medicamentos e a fralda geriátrica, com preços mais baratos utilizados no tratamento de dislipidemia, rinite, mal de Parkinson, osteoporose e glaucoma, além de contraceptivos e fraldas geriátricas para incontinência urinária.

Usuários enfrentam fila para retirar medicamentos em farmácia especial de Curitiba

Farmácia oferece medicamentos de alto custo gratuitos para vários tipos de doença. Secretaria de Saúde disse que feriados causaram acúmulo nas entregas.

Por G1 PR, Curitiba

26/04/2017 13h33

População faz fila para receber remédios na Farmácia Especial do Paraná

Quem precisa retirar algum remédio na Farmácia Especial do Paraná terá de ter paciência nos próximos dias, em Curitiba. Por causa da reforma anunciada para junho no centro de especialidades do bairro Portão, também na capital, muitas pessoas estão tendo que enfrentar filas para retirar os medicamentos na outra unidade, que fica no Centro.

A farmácia especial oferece medicamentos de alto custo gratuitos para vários tipos e doença.

A reforma na unidade o Portão terá duração de 2 anos e o investimento será de R$ 7,5 milhões. O local passará a "oferecer atendimentos ambulatoriais de alta resolubilidade, consultas e exames especializados (ortopedia, cardiologia, ginecologia, urologia,enfermagem, nutrição, entre outros), equipe multiprofissional e cirurgias eletivas ambulatoriais", de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde do Paraná (Sesa).

Em nota, a Sesa informou que a unidade da Rua Marechal Floriano Peixoto, no Centro, atende cerca de 1,5 mil pacientes todos os dias e que os últimos feriados causaram acúmulo no número de pessoas para pegar os remédios. Veja a íntegra da nota.

"

Uma alternativa que já foi iniciada para atender a essas demandas é a entrega de tratamento para um período maior do que 30 dias, como 60 ou 90 dias. Dessa maneira, o paciente precisa ir menos vezes até o local para fazer a retirada dos medicamentos.

Também está sendo negociada a expansão da descentralização da entrega dos medicamentos para os municípios da 2ª Regional de Saúde. Atualmente, isso já ocorre em nove dos 29 municípios da Regional Metropolitana. A estratégia também facilita para os pacientes, que não precisam se deslocar para Curitiba para buscar os medicamentos.

Além disso, por meio do concurso da Saúde, 13 novos funcionários farão parte do quadro da Farmácia da Marechal. Eles têm 60 dias (contados desde 17 de abril) para assumir. Até agora, quatro deles já assumiram as vagas e estão em processo de treinamento.

Os servidores da Farmácia da Kennedy também passarão a integrar o quadro da Farmácia da Marechal. Como a unidade está funcionando, nem todos os servidores puderam ser remanejados. Por enquanto, dois foram transferidos para a unidade do centro", diz a nota.

Farmácias do Sul entre as dez maiores do país

Panvel e Nissei figuram em ranking da Abrafarma
Da Redação

redacao@amanha.com.br

A Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) divulgou o ranking dos maiores grupos farmacêuticos do país com base no faturamento de 2016. A Raia Drogasil, de São Paulo, segue na liderança (veja tabela ao final da reportagem), posição que assumiu em 2011. Entre as dez primeiras colocadas, figuram duas redes do Sul: a gaúcha Panvel (foto), em quarto, e a paranaense Nissei (em oitavo lugar). A rede gaúcha avançou uma posição no ranking da entidade. 

A BR Pharma – que controlava entre outras as marcas Mais Econômica, Big Ben e Farmácias Santana – foi o destaque negativo da lista do ano passado, com uma queda da quarta para a sexta colocação. "A venda das bandeiras do Grupo impactou diretamente na receita", justifica Sérgio Mena Barreto, presidente executivo da Abrafarma, por meio de nota. Os dados foram levantados pela Abrafarma com base nas 27 redes que são associadas à instituição e compilados pela Fundação Instituto de Administração (FIA-USP). 

Falta de medicamentos nas Farmácias Básicas causa indignação

Vigilância em Saúde esclarece que houve problema na entrega das medicações Leandro Domingos 25/04/2017 14:36 25/04/2017 14:37

Em tratamento para um câncer na garganta, dona Alcenira Neuza Felizardo já cansou de sair de casa, no bairro Mathias Velho, para ir à Farmácia Básica do Município, que fica no Marechal Rondon, procurar medicação. O problema é que o tratamento consiste em um verdadeiro coquetel de remédios. E a aposentada de 67 anos, sem condições de comprar a maioria, fica para lá e para cá e mesmo assim não garante a medicação. Quanto foi flagrada por nossa reportagem saindo do endereço na Santos Ferreira ontem à tarde, a idosa reclamava da falta de Amoxicilina. "Já vim duas ou três vezes só na semana passada", conta. "Aí dizem que vai chegar, dizem que vem, mas parece só enrolação", dispara. "Porque no ano passado não faltavam tantos remédios como está faltando este ano. Alguma coisa tem de errado."

É o que pensa também a dona de casa Cleusa Rosa dos Santos, que debaixo de chuva foi até a farmácia ontem atrás de Amitriptilina, remédio para "os nervos" que é essencial para o tratamento que vem fazendo. A moradora do bairro Estância Velha inclusive disse ir até a farmácia dia sim, dia não, na tentativa de garantir os comprimidos. "Eles só sabem dizer que não tem previsão de chegada, que não sabem quando vem, é sempre a mesma coisa", desabafa. Aliás, a medicação é uma das mais procuradas conforme constatou nossa equipe. "É um remédio controlado que é difícil de achar", aponta Luis Eduardo Queiroz. "Eu moro aqui perto e seguidamente passo para ver se chegou, mas já faz bastante tempo que não acho."

Pegar ficha para quê?

Uma ida até a Farmácia Básica já não é nenhum passeio. Quem vai é porque tem alguma enfermidade. Ou está indo pegar medicamentos para alguém. Agora, facilitaria um pouco se houvesse uma lista dos medicamentos "faltantes" na porta do estabelecimento. Quer dizer, ao ler a lista, a pessoa evitaria pegar uma ficha e esperar até o atendimento no guichê para ser informada que "não tem." "Peguei ficha para quê? Só para sentar e ouvir que não chegou o remédio", reclamou Neraci Rosada. "Depois a gente fica brava e não sabem por quê? Se colocassem uma listinha, eu nem esquentava banco. Acham que a gente não tem mais coisas para fazer?"

Muita reclamação no Guajuviras

O problema não se restringe apenas a unidade central na Santos Ferreira. O problema tem ocorrido desde o início do ano, conforme relatos. Neuza Maria da Luz se recupera de um AVC. Ela foi até o posto no meio da tarde de ontem e não encontrou nem um AAS para tomar. "Preciso tomar Sinvastatina, mas não consigo já faz um tempão", diz. "Pior que nem o AAS eu encontrei desta vez."

O problema da dona de casa Cátia Senna, entretanto, é a asma do filho de 5 anos. Ela tentou conseguir Aerolin e Prednisolona na farmácia, mas saiu com as mãos abanando. "O Aerolin eu acho que consigo de graça nas farmácias no Centro, mas o Prednisolona eu vou ter que pagar, porque se depender aqui da farmácia, meu filho vai ficar doente."

Portas fechadas aos domingos

Foi na semana passada que a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) anunciou o fechamento da Farmácia Básica do Município aos domingos. A decisão foi tomada depois que um estudo mostrou que a procura era em média de 15 pessoas por domingo, chegando a cair para quatro em alguns dias. O mesmo levantamento apontou que na primeira quinzena de abril houve mais de 330 atendimentos diários de segunda-feira a sábado. A medida, segundo a SMS, resultará em uma economia anual de aproximadamente R$ 35 mil aos cofres públicos.

Problema com os dias contados

De acordo com Vigilância em Saúde, o problema está com os dias contados. Diretora da Vigilância, Vanessa Dornelles esclarece que não houve problema na compra ou na encomenda, mas sim na entrega das medicações, que teriam acabado de chegar nos depósitos da Prefeitura de Canoas. "Até quarta-feira os postos serão reabastecidos", garante.

Assim, Amoxicilina, AAS, Paracetamol, Prednisolona, Aerolin, Amitriptilina, entre outros medicamentos tidos como "faltantes" devem estar novamente à disposição da população a partir de quarta. A exceção fica por conta de medicamentos como o Anlodipino, indicado para a pressão, que só deve estar novamente nas farmácias na próxima semana.

Consumidor não é fiel a marca de medicamentos

De olho no preço, 45% dos consumidores trocam de medicamentos na hora da compra, diz pesquisa

O consumidor brasileiro não é fiel a marca de medicamentos. Ele prioriza pagar menos na hora de adquirir medicamentos, mesmo que para isso consuma genéricos.

Essa é uma das conclusões da pesquisa, Análise do Perfil de Compra dos Consumidores de Medicamentos, realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (IFEPEC).
O estudo revela que 45% dos consumidores trocam os produtos que procuravam por genéricos ou similares de menor preço.

Segundo a pesquisa, dos entrevistados que foram às farmácias, 72% adquiriram os medicamentos, contudo, apenas 24% compraram exatamente o que foram comprar, 31% modificaram parte da compra e 45% trocaram os medicamentos por vontade própria ou por indicação dos farmacêuticos.

“Esse fato demonstra a existência de uma característica muito comum dos brasileiros, que é não ser fiel à marca que foi procurar em uma farmácia, ouvindo a indicação dos farmacêuticos”, explica o presidente da Febrafar, Edison Tamascia.
O principal fator de troca é o preço

Tal afirmação se baseia no fato de que a pesquisa constatou que 97% dos entrevistados que trocaram de medicamentos compraram uma opção de menor preço.
Força dos genéricos

A pesquisa também demonstrou que 37% dos consumidores adquiriram medicamentos genéricos e 32% compraram os de marcas e outros 31% compraram dos ambos os tipos.

Para Edison Tamascia, os genéricos já venceram uma desconfiança inicial e, hoje, já fazem parte das opções de escolhas dos consumidores. “O potencial competitivo está na economia que proporcionam”.

A pesquisa foi realizada com 4 mil consumidores de todo o Brasil, no momento em que saíam das farmácias nas quais efetuaram a compra.

Pátria adquire pequena rede de farmácias em Pernambuco

Coluna do Broad

25 Abril 2017 | 05h00

O fundo de private equity Pátria Investimentos adquiriu a rede de farmácias Independente, que tem 24 unidades espalhadas na Grande Recife. Embora considerada pequena, a aquisição faz parte de uma estratégia de consolidação na capital pernambucana, onde o fundo já tem presença neste segmento.

Gostou

Além disso, o Pátria tem um longo histórico de investimentos de peso no setor de saúde: esteve por trás do processo de consolidação de redes de medicina diagnóstica ao investir na Dasa, em 1999, e voltou ao mercado investindo na Alliar, que fez seu IPO no ano passado. Procurado, o Pátria afirmou que não comenta sua estratégia de investimentos ou desinvestimentos.

Siga a @colunadobroad no Twitter