DPA adquire unidade em Garanhuns/PE

Planta atende à crescente demanda da região Nordeste

São Paulo, — Para consolidar sua estratégia de crescimento no Brasil, a Dairy Partners Americas(DPA), empresa líder na categoria de iogurtes na região Nordeste com as marcas, Nestlé, Nestlé Grego, Nestlé Ideal, Neston, Ninho, Molico, Chambinho, Chamyto, Chandelle e Zero Lacto anunciou a aquisição do site industrial em que já atua, em Garanhuns, no Estado de Pernambuco. A planta está estrategicamente localizada em uma das principais bacias leiteiras do Nordeste, o que possibilitará a consolidação da liderança da DPA na região ao ampliar o portfólio e o volume de produtos fabricados localmente para atender à crescente demanda de consumo e contribuir para que os produtos cheguem mais rapidamente em um maior número de pontos de vendas

A Unidade gera cerca de 700 empregos, entre diretos e indiretos, e tem uma captação de leite de cerca de 30 milhões de litro/ano diretamente de produtores locais. A DPA é uma joint venture formada entre a Nestlé e a neozelandesa Fonterra, maior exportadora de lácteos do mundo.

Atuação responsável — Como uma das maiores captadoras de leite do País, a DPA atua de forma responsável na cadeia de leite para proporcionar melhorias na qualidade, rentabilidade e sustentabilidade das fazendas. Somente a atividade de captação de leite em Garanhuns gera, de forma direta e indireta, cerca de 420 postos de trabalho, entre produtores de leite, técnicos de campo, transportadores e demais funções de apoio à produção.

Com a parceria da Nestlé, a empresa desenvolve uma série de iniciativas junto aos fornecedores de leite com o objetivo de melhorar o desempenho econômico e técnico das fazendas. Dentre as principais iniciativas estão o programa Boas Práticas na Fazenda (BPF), que tem 12 anos de existência e é um dos mais abrangentes na cadeia do leite, focando elementos de qualidade e conformidade na operação. Toda a metodologia utilizada no programa foi desenvolvida na Nova Zelândia pela Fonterra, em parceria com a empresa QCONZ, que é a responsável por replicar o trabalho no Brasil.

Outras iniciativas diferenciadas são o Sistema de Valorização do Leite (SVL), que precifica de maneira diferenciada os fornecedores que alcançam elevados índices de qualidade em sua produção de leite; e o Programa NATA (Núcleo de Assistência Técnica Autorizada), com o objetivo de treinar e repassar conhecimento técnico-financeiro de produção leiteira às fazendas fornecedoras da DPA.

A realização de visitas técnicas mensais por profissionais especializados e treinados pela DPA e pela Nestlé-UFV (Universidade Federal de Viçosa), com acompanhamento de dados financeiros e zootécnicos, são atividades promovidas pela DPA, que buscam transferir para os fazendeiros do Nordeste tecnologia de ponta, desenvolvida no próprio Brasil e também na Nova Zelândia, país referência mundial em produção eficiente e sustentável de leite.

Lotes de água mineral e queijo são proibidos por conter bactérias

As empresas Fonte Azul e Indústria de Laticínios Santa Tereza Eireli devem recolher o estoque dos lotes proibidos no mercado.

Por: Ascom/Anvisa

Publicado: 10/04/2018 11:27

Publicamos nessa segunda-feira (9/4) a proibição de lotes de água mineral e queijo, devido à presença de bactérias.

O lote 1702 da Água Mineral Natural, da marca Santa Rita do Sapucaí, apresentou resultado insatisfatório para Pseudomonas aeruginosa, uma bactéria que pode causar infecções.

A Água Mineral Natural é fabricada pela empresa Fonte Azul indústria, Comércio e Empreendimentos Imobiliários Ltda., e teve o lote 1702, com data de fabricação 13/09/2017, data de validade 13/09/2018, proibido.

Já a empresa Indústria de Laticínios Santa Tereza Eirel, constatou a presença da bactéria Listeria monocytogenes em três lotes de diferentes produtos. A bactéria pode causar doenças em seres humanos. O comunicado de recolhimento foi emitido pela própria fabricante.

Empresário vai investir R$ 1,2 milhão em nova fábrica de bebidas

10/04/2018 12:

Por Ana Paula Dahlke

A indústria de bebidas Thomsen, tradicional pela comercialização de refrigerantes Thom, encerrou as atividades da fábrica em Blumenau na semana passada.

Porém, um dos ex-funcionários, Charles Rampelotti, que trabalhava na área comercial da empresa há 20 anos, decidiu seguir no ramo e abrir uma empresa inspirada na marca:

"A fábrica começa a funcionar em no máximo 60 dias em Itajaí. A produção inicial será de 10 mil garrafas, com constante aumento. Decidi investir nesse segmento justamente por carência de mercado".

O empresário da nomeada Blastifusion conta que o investimento inicial gira em torno de R$ 1.200.000,00

As máquinas estão sendo feitas pela empresa Toscano Comércio de Máquinas, de Caxias do Sul (RS).

Serão produzidas quatro marcas da empresa:

Linha de Capilé

Linha Concentrado

Linha Cápsulas, ainda em fase de desenvolvimento

Linha Conceito Cafés, que já atua em todo o estado

A linha de refrigerantes ficará para um estágio mais avançado.

Inicialmente serão 10 pessoas trabalhando diretamente com a marca, além dos serviços de logística.

O químico que também trabalhava na Thom já foi admitido por Charles na nova empreitada, além de integrar na equipe outros ex-funcionários.

Superbom lança linha de salgadinhos saudáveis

A Superbom amplia seu portfólio com o lançamento de uma linha de salgadinhos saudáveis. O produto, apresentado em embalagens flexíveis de 45 gramas, tem os sabores barbecue, ervas finas, pizza e cebola e oliva.

Os snacks são elaborados à base de insumos como a quinoa, grão de bico, ervilha e lentilha. “Sempre na busca de desenvolver produtos verdadeiramente saudáveis, a Superbom mirou seus esforços no público infantil. O crescimento da população dessa faixa etária com sobrepeso nos motivou a desenvolver uma linha de salgadinhos totalmente inovadora. Sem dúvidas, não há nenhum produto similar no mercado brasileiro”, explica David Oliveira, gerente de marketing da Superbom.

A embalagem do produto foi desenvolvida para que os biscoitos mantivessem o aspecto crocante por mais tempo. “O centro de P&D realizou estudos durante um ano para que a novidade tivesse uma elevada vida de prateleira”, explica Oliveira.

A novidade complementa as versões doces do Snack Krock, que tem os sabores chocolate, avelã, morango, amendoim com mel e integral.

Coca-Cola muda forma de desenvolver novas bebidas no Brasil

A Coca-Cola, maior empresa de refrigerantes do mundo, está mudando no Brasil a maneira como desenvolve outros tipos de bebidas como sucos, águas, chás, bebidas vegetais e cafés. O objetivo é reduzir o prazo para testar novidades e acelerar mudanças no portfólio.

O sistema "agile", ou ágil, em inglês, é adotado tradicionalmente por empresas de tecnologia para lançar produtos e tirar do mercado rapidamente aqueles que não dão certo. E é esta metodologia que está sendo usada por Claudia Lorenzo, vice-presidente de novas bebidas da Coca-Cola. Ela, há 21 anos na empresa, comanda uma equipe de 50 pessoas e responde pelas bebidas que não são refrigerantes – um portfólio de 150 produtos.

Uma bebida nova leva, em geral, um ano para ser lançada no mercado. A ideia, agora, é reduzir esse prazo para algo entre três e quatro meses. O primeiro produto feito dessa forma começou a ser desenvolvido em outubro e chegou ao mercado em fevereiro deste ano. Trata-se de um suco de uva e maçã, 100% integral e sem adição de açúcar, em embalagem de vidro de um litro e meio. Essa bebida, batizada de Del Valle Origens, é fabricada fora do sistema Coca-Cola, pela Maison Forestier, em Bento Gonçalves (RS). Dessa forma, a Coca-Cola não precisa investir em uma linha de produção própria. "Se o produto não der certo, é só pôr um fim ao contrato. Não é necessário desmontar a linha de produção", diz Claudia.

Não é o primeiro produto feito fora do sistema Coca-Cola. Em 2016, a companhia lançou o Café Leão, fabricado pela Cooxupé. E, em 2017, lançou o Natural Whey Shake, fabricado pela Verde Campo. Mas, é a primeira vez que a companhia reduz o prazo para ver se o produto agrada ou não o consumidor. Até agora, a empresa testava suas bebidas por um ano. No quinto trimestre, mantinha ou retirava o produto do portfólio. Daqui em diante, a Coca-Cola vai tomar essa decisão em nove meses.

"Meu portfólio deve mudar totalmente até dezembro", disse Claudia ao Valor. Ela observa que, embora o Brasil seja o quarto país para a Coca-Cola em refrigerantes, é o 66º em consumo de sucos prontos, o 61º em chás prontos e o 34º em água engarrafada. "Existe muito espaço para crescer no Brasil em bebidas, e atingir um público que hoje não alcança", afirmou. A companhia pretende que suas vendas cresçam três vezes mais rápido do que nos últimos três anos. E, para isso, vai acelerar os lançamentos.

Claudia tem no horizonte "a taxa de erro" – assim como ocorre com as empresas de tecnologia, que costumam ir corrigindo seus produtos, lançando novas versões. Isso deve ser encarado naturalmente, pois faz parte do novo modelo de trabalho.

A metodologia "agile" prevê convocar pessoas de fora da companhia para desenvolver produtos e, se necessário, terceirizar a produção. "Quando não tivermos os 'assets' [recursos], buscaremos fora", diz Claudia, que está sendo apoiada pela CI&T, empresa brasileira de tecnologia.

Fernando Ostanelli, diretor da CI&T, diz que a empresa fornece tecnologia para a Coca-Cola no Brasil e nos Estados Unidos, há mais de dez anos. Mas o trabalho para desenvolver produtos começou em julho de 2017.

Ele explicou que a consultoria envolve mudanças nas análises sobre o perfil dos consumidores, nas etapas de elaboração de produtos e no método de produção. "Em algumas empresas, o método muda até a cultura da companhia, que passa a ser menos engessada e mais horizontal nas decisões", disse o diretor. "O consumidor hoje se informa mais e muda de gosto mais rapidamente. As indústrias precisam acompanhar essa velocidade. Não é mais possível demorar um ano para desenvolver um produto", observou Ostanelli.

O sistema "agile" está sendo usado também no banco Itaú, na rede de laboratórios Dasa e em outras empresas dos setores de seguro, aviação e da indústria automobilística. A meta, diz Ostanelli, é fazer com que as empresas tracem objetivos trimestrais. O aumento no ritmo de lançamentos, perseguido pela Coca-Cola, já é uma tendência no setor de bebidas. No ano passado, o setor de bebidas no Brasil produziu 300 lançamentos. Historicamente, a média de lançamentos por ano varia entre 100 e 150 produtos.

Também é tendência no setor oferecer bebidas com menos açúcar. No caso da Coca-Cola, foram feitas 15 mudanças no ano passado para reduzir o açúcar em suas fórmulas. Oito delas foram feitas em bebidas da marca Del Valle.

As informações são do jornal Valor Econômico.

My Growler inova a maneira de se consumir cerveja

Terça, 03 Abril 2018 15:19 Escrito por Ana Paula Favaron
Já consolidado na América do Norte e Europa, os growlers estão em franca expansão no Brasil

Em meio a um mercado cada vez mais competitivo, entender os desejos do consumidor é encontrar um meio de ganhar mais visibilidade e atrair seu público. Estudar o que influencia o mercado é o que fez conhecidas empresas atuais a se destacarem dentre as empresas tradicionais.

Isso aconteceu em diversos segmentos: com a ideia de “motorista particular”, a Uber ofereceu um serviço com mais conforto e com a possibilidade do cliente saber o valor de sua corrida antes mesmo de iniciá-la; com o Netflix, o público não precisa mais esperar os lançamentos da TV fechada e pode assistir a séries e filmes quando e onde quiser; o Airbnb mudou o conceito de hospedagem ao permitir que casas, apartamentos, castelos e até um túnel de cerveja sejam lugar para o turista se hospedar; o iFood evitou o telefone e concentrou as opções de busca de comida delivery em um só lugar.

Com a cerveja não poderia ser diferente. A variedade de produtos oferecidos no mercado mudou o padrão e escolha de quem consome. As pessoas estão interessadas em mais qualidade e menos quantidade, mais praticidade, diversidade de estilos, sabores e aromas. Por esse motivo, gradativamente, a cerveja artesanal fabricada em microcervejarias vem ganhando mais espaço no mercado e entre os amantes da bebida.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que regula o setor, no primeiro semestre de 2017, 91 novas fábricas foram implantadas no país. Desta forma, o Brasil chega a 610 cervejarias, com 83% delas concentradas no Sul e Sudeste. Em um mercado que tem como característica a pluralidade de produtores e produtos houve crescimento no número de receitas registradas: já são 7.500 rótulos. Com essa nova filosofia de consumo, os clientes estão levando o produto aonde o microcervejeiro não levava antes.

Ligada nessa nova realidade, em 2016 a My Growler entrou no mercado para difundir no país um hábito mais sustentável e econômico. Trata-se da utilização de growler, uma espécie de garrafa retornável que você pode encher com chopp em qualquer lugar que venda o líquido precioso e levar para casa.

Segundo o CEO e idealizador da empresa, Rodrigo Lima Fernandes, o growler está transformando a forma de consumir e fornecer cerveja. “Acreditamos que essa prática traz benefícios tanto para consumidores, como para fornecedores e meio ambiente. Além disso, gera muitas oportunidades de negócios em todo o Brasil, impulsionando o segmento das cervejas craft e revolucionando a forma que se consome e se fornece cerveja fresca no país”.

Os números também indicam isso. Segundo uma pesquisa realizada em 2017 pelo site Maria Cevada, 55% dos entrevistados já possuem o utensílio. Dentre eles, a preferência é pelo recipiente de vidro (51%) com volume de cerca de 2 litros (61%) – modelo introduzido no país pela My Growler.

Apesar da difusão do growler, a frequência com que as recargas são efetuadas ainda pode crescer para fomentar o mercado. A mesma pesquisa aponta que a maior parte dos entrevistados (45%) efetua recargas quinzenal ou mensalmente.

Para isso, o posicionamento foi estimular a abertura de pontos de venda de chopp a granel – com o objetivo de impulsionar o consumo de cerveja em growler. Desta maneira, o consumidor poderá beber sua draft beer favorita onde e quando quiser.

Microcervejarias, bares, restaurantes, brewpubs e lojas de bebidas já aderiram ao growler e oferecem o refil a preços atrativos. Ambos ganham, pois, o empresário fideliza o cliente e aumenta o ticket médio, e o consumidor paga mais barato pela bebida. Isso acontece porque são dispensados os custos de envase, distribuição e rotulagem.

Amazonas oferece adesivos especiais para Embalagens alimentícias

04/04/2018 – Quarta-Feira

Os adesivos hot melt foram desenvolvidos para otimizar processos, aumentar a produtividade e oferecer melhor relação custo/benefício, de forma a garantir a qualidade e a segurança dos alimentos

A durabilidade e a qualidade dos alimentos estão diretamente relacionadas ao armazenamento. As embalagens e seus sistemas de fechamento possuem papel fundamental na preservação desses produtos, sejam líquidos ou sólidos. Uma das soluções mais indicadas para esse fim são os adesivos hot melt que oferecem benefícios em termos de vedação, resistência e estética.

O Grupo Amazonas oferece diversas linhas de adesivos para embalagens alimentícias: duas delas são a Chloros e Clarity, cujas características representam um avanço tecnológico visando a sustentabilidade e a melhor relação custo/benefício. Também atendem com eficiência às duas principais necessidades deste setor, que são, segurança – contra violação e rompimento de embalagens – e preservação dos alimentos.

As embalagens fabricadas com material flexível, de papel cartão ou ondulado, em formato de cartuchos ou caixas de transporte, estão entre os produtos que mais fazem uso desse tipo de adesivo utilizado em diversos setores. A funcionalidade dos adesivos hot melt explica a variedade de aplicações. A facilidade de design – uma vez que não precisa ser aplicado externamente, comprometendo a estética da embalagem -, a resistência proporcionada durante o transporte e manuseio e o total selamento são fatores que tornam esses adesivos extremamente indicados para o segmento alimentício.

Outro ponto importante é a sustentabilidade, considerando que não geram resíduos adicionais nas embalagens e que não levam solventes em sua formulação. Desta forma, as linhas de adesivos do Grupo Amazonas atendem às necessidades das indústrias do ponto de vista de segurança, otimização de processos, menor risco de violação e maior rendimento, assim como atendem aos critérios de órgãos reguladores, como Anvisa e FDA direcionados a embalagens que entram em contato direto com o alimento.

Produtos adequados

Com as linhas Chloros e Clarity, o Grupo Amazonas é capaz de atender aos segmentos que utilizam embalagem no final de sua linha fabril e as indústrias de embalagens. O Gerente de Negócios da área de Adesivos para Móveis e Embalagens, Fabiano Invernizzi Pucci, destaca que o segmento alimentício vem se destacando pela alta demanda e, devido ao grande volume, os fabricantes buscam reduzir os custos dos chamados insumos terciários, como o adesivo.

“Por este motivo, focamos nossos desenvolvimentos em soluções que proporcionem maior rendimento, menor necessidade de altas temperaturas para derretimento, maior poder de adesão e que atendam às exigências de sustentabilidade, contribuindo tanto para a qualidade do produto final quanto para a maior produtividade das indústrias”, completa Pucci.

Com o objetivo de aumentar ainda mais o desempenho desses itens, a Amazonas apresentou recentemente a linha de adesivos hot melt sustentáveis­ Clarity, que, a exemplo dos adesivos à base de metalocenos da linha Chloros, proporcionam maior produtividade e relação custo/benefício ainda mais atrativa.

A linha Clarity, à base de polímeros especiais, apresenta alto desempenho e ótima estabilidade térmica; pode ser aplicada à baixa temperatura, economizando energia e reduzindo o desgaste das máquinas e, com isso, apresenta maior segurança durante a aplicação, aspectos que se traduzem em menor custo de produção.

http://www.amazonas.com.br

Fonte: Via Pública Comunicação

Nova embalagem de arroz busca revolucionar o mercado com mais resistência, menos perdas e 36% mais produtividade

O Filme VP 30, desenvolvido em conjunto entre Dow e Videplast, é o responsável por produzir embalagens 30% mais finas e com maior resistência, produtividade e transparência.

Num país como o Brasil, com dimensões continentais aliadas a uma grande compleidade logística, garantir que os produtos da cesta básica cheguem intactos até os locais mais remotos, se torna cada vez mais relevante. Por isso, uma embalagem de alta resistência é fundamental para reduzir as perdas no envase e transporte, e garantir que produtos, como o arroz, cheguem até a mesa dos brasileiros.

Foi exatamente para suprir esta demanda de mercado que a Videplast, com apoio da Dow, desenvolveu o Filme VP 30 para embalagens de arroz, elaborado com resinas de alto desempenho, que garantem maior integridade física, pois são duas vezes mais resistentes ao impacto e não rompem.

Alguns dos testes iniciais já mostraram uma performance muito superior aos padrões existentes no mercado hoje em dia. “Investimos muito em inovação e em colaboração, pois acreditamos ser o caminho correto para encontrar soluções que beneficiem toda a cadeia. Em conversas com a Videplast percebemos que o mercado de arroz tinha uma demanda por soluções que protegessem mais o produto e, ao mesmo tempo, aumentassem a produtividade. Os resultados e a aceitação do Filme VP 30 é a prova de que o trabalho em conjunto traz soluções inovadoras”, Marcus Carvalho gerente de Marketing para Alimentos e Embalagens de Especialidades para América Latina da Dow.

Além de proteger o alimento, o filme também possui outros três diferenciais que são fundamentais para o produtor.

Primeiro, uma bobina de Filme VP 30 aumenta a produtividade para o produtor de arroz, pois envasa até 36% mais pacotes de arroz e permite que a máquina trabalhe com maior rapidez. Além do destaque para a venda por metro de filme ao invés de quilo, o que contribui para evitar desperdícios. Testes promovidos no Pack Studios da Dow, em Jundiaí (SP), mostram que a bobina de 50kg do Filme VP 30 possui 1.594 metros, que são suficientes para produzir 3.935 pacotes de arroz de 5kg. Já a mesma bobina de 50kg de filme comum possui 1.169 metros e embala 2.886 pacotes de 5kg de arroz.

Além disso, a embalagem é uma importante ferramenta de marketing – muitas vezes a única ferramenta – para as marcas. Por isso, o Filme VP 30 proporciona maior transparência, brilho e melhor qualidade na impressão, que são importantes aspectos para diferenciação no ponto de venda. Por fim, o filme possui uma alta resistência, evitando que os grãos de arroz “marquem” o filme e prejudiquem a disposição em gondola.

A Videplast já possui vários clientes que estão embalando arroz com o Filme VP 30 e a intenção é, no futuro, ampliar o uso do filme para outros cereais produzidos em empacotamento automático. “Os clientes percebem os benefícios de um filme de alta performance no momento de envasar seus produtos e estão contentes com os resultados. E para nós é muito importante investir em parcerias para trazer cada vez mais soluções que atendam às necessidades do mercado, com qualidade, custos reduzidos e mais sustentáveis”, explica Geraldo Denardi, da Videplast.

Case de sucesso — A Solito, uma das maiores empresas de alimentos do estado de São Paulo, começou a utilizar o Filme VP 30 para suas embalagens de arroz em maio de 2017, e os resultados foram muito positivos. Dentre os problemas enfrentados pela Solito com os filmes anteriores, e que foi solucionado com o Filme VP 30, era a perda da mercadoria, e seus custos, causadas pelo rompimento dos pacotes no transporte. “A abertura das embalagens sempre trazia prejuízos pelo retrabalho em carregar novamente o caminhão com o produto para entrega, além do desgaste junto aos nossos clientes. O Filme VP 30 se apresentou bastante eficiente na selagem dos pacotes de arroz e também possui brilho e transparência, que são importantes para destacar o produto no ponto de venda”, explica Marcos Camargo, da Solito. ?

Perfil —????A Divisão de Ciência dos Materiais da DowDuPont, uma divisão da DowDuPont (NYSE: DWDP), combina conhecimento em ciência e tecnologia para desenvolver soluções pioneiras em ciência dos materiais que são essenciais para o progresso humano. A divisão tem um dos portfólios mais completos e abrangentes do mercado, com tecnologia robusta, integração de ativos, capacidade de escala e competitividade que a permitem endereçar desafios globais complexos. O portfólio de materiais avançados, intermediários industriais e plásticos da Divisão de Ciência dos Materiais da DowDuPont, orientado para o mercado e líder na indústria, oferece uma grande variedade de produtos e soluções de base tecnológica diferenciados a clientes de mercados de alto crescimento, como embalagens, infraestrutura e cuidados do consumidor. A DowDuPont pretende separar a Divisão de Ciência dos Materiais em uma empresa independente e de capital aberto. | www.dow-dupont.com.

A Videplast, fundada em 1986, é uma das principais e maiores empresas de embalagens flexíveis do Brasil, possui um dos parques industriais mais modernos e diversificados da América Latina. Com mais de 2.500 colaboradores, a empresa possui seis unidades fabris, localizadas nos estados de Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Paraná e no Paraguai. As embalagens da Videplast acondicionam embutidos, aves, cortes de carne bovina, hambúrgueres, produtos empanados e bacon, pescados, bebidas lácteas e grande variedade de alimentos secos como arroz, açúcar, rações animais e preparações diversas. Também produz rótulos para grandes marcas de refrigerantes e bebidas, águas minerais, óleos comestíveis, laticínios e produtos de limpeza de marcas líderes.

A Solito Alimentos atua há mais de 50 anos no mercado, está presente em mais de 3.500 pontos de vendas em diversos Estados brasileiros. Possui capacidade de produção mensal de 20.000 toneladas entre arroz, feijão, farinha de arroz e açúcar. A Solito Alimentos é uma empresa referência em sua cidade e região, investindo constantemente no seu parque fabril, área logística, no treinamento, na segurança e bem-estar social de seus colaboradores.

Novas demandas de consumo impulsionam transformações na indústria

Mercado de bebidas com alto valor agregado está em expansão

O comportamento do consumidor está em transformação e a indústria de alimentos está atenta a esse movimento. A Tetra Pak, que revolucionou a produção e o consumo de alimentos em todo o mundo com a criação da primeira embalagem cartonada longa vida, agora colabora com a indústria para a identificação de novas oportunidades de consumo e desenvolvimento de tecnologias que viabilizem a produção. Um dos exemplos mais importantes vem do mercado de bebidas com alto valor agregado, que tem registrado expansão constante.

“Investimos em pesquisa para identificar tendências de consumo e oportunidades de aprimorar a oferta aos consumidores em diferentes categorias de alimentos”, afirma Vivian Leite, diretora de Marketing da Tetra Pak.

O segmento de bebidas com alto valor agregado segue em três frentes principais: leites com alto teor proteico, leite zero lactose e leites vegetais. Mas também têm expansão os mercados de leites funcionais, com alto teor de cálcio, vitaminas e ainda leites de coco e amêndoas.

O crescimento do mercado de leite zero lactose, que movimenta aproximadamente 150 milhões de litros por ano, é um exemplo importante nesse contexto. Esse mercado triplicou desde 2014, crescendo em média 44% nos últimos três anos (expansão de 22% em 2017).

Já o mercado total de bebidas vegetais equivale a 35 milhões de litros/ano. Do volume total de bebidas vegetais, 30 milhões têm a soja como base e outros 5 milhões base diferente (este segmento, especificamente alcançou um crescimento de 56% em 2017), especialmente coco, mas também existem produtos feitos a partir de aveia, arroz, amêndoa e nozes.

Outro nicho de mercado com previsão de crescimento exponencial é o de leite com alto teor de proteína. Atualmente, há algumas marcas disponíveis nas gôndolas, sendo que, no caso do produto Molico +Proteína, recentemente lançado pela Nestlé, a Tetra Pak atuou no desenvolvimento da tecnologia que viabilizou o produto com alto de teor de proteína sem a adição de fórmulas (também estão presentes no mercado as marcas Verde Campo, da Coca Cola, e Itambé). Esse mercado movimenta atualmente 1,8 milhão de litros.

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Macarrão é considerado “bom carboidrato” com baixo valor glicêmico

“O estudo mostra que as massas não contribuem para o ganho de peso"

Estudo realizado pela “British Medical Journal” afirmou nesta terça-feira (3) que o macarrão não é um vilão na alimentação se aliado a uma dieta saudável, pela facilidade de absorção na corrente sanguínea ele induz menos picos de açúcar.
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Essa característica do macarrão é importante para as dietas, já que o pico de açúcar no sangue induz á maior produção de insulina, que quando maior a produção de insulina, maior é o apetite após a ingestão do alimento e maior a possibilidade de armazenamento de gordura.

“O estudo mostra que as massas não contribuem para o ganho de peso ou aumento da gordura comporal” disse Sievenpiper, autor do estudo, em nota

Os pesquisadores do Hospital St. Michael no Canadá compararam pessoas que comeram o alimento com aquelas que não incluía o alimento à dieta. A pesquisa tinha como objetivo demonstrar e a adoção de uma dieta com macarrão contribuía para o ganho de peso.

"Podemos agora dizer com alguma confiança que a massa não tem um efeito adverso sobre os resultados do peso corporal quando é consumida como parte de uma dieta saudável", disse Sievenpiper, em nota.

Fonte: Gazeta Web