Biogen anuncia o início do estudo Affinity, de fase 2

De opicinumabe (anti-lingo-1), medicamento para esclerose múltipla. Potencial do anticorpo monoclonal humano direcionado contra LINGO-1 está sendo avaliado para melhorar a incapacidade preexistente em pacientes com Esclerose Múltipla Recorrente Remitente (EMRR) por remielinização. Análise abrangente dos dados do estudo clinico anterior, Synergy, identificou uma população específica de pacientes que necessita aprofundamento das análises do opicinumabe

São Paulo — A Biogen (Nasdaq: BIIB) anunciou no dia 6 de novembro(segunda-feira), o início recente do estudo clínico Affinity, de Fase 2. O estudo foi proposto para avaliar o opicinumabe como terapia complementar em investigação, sendo utilizado em pessoas com EMRR. O estudo segue a ampla análise do estudo Synergy, de Fase 2, que identificou um grupo específico de pacientes portadores de EMRR mais propenso a responder ao tratamento.

Esses dados estão sendo apresentados no MSParis2017, a sétima Reunião Conjunta do Comitê Europeu para Tratamento e Pesquisa de Esclerose Múltipla e do Comitê das Américas para Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla (ECTRIMS-ACTRIMS, de 25 à 28 de outubro, em Paris, França).

A análise post-hoc dos dados do estudo Synergy indicou um aumento do efeito clínico do opicinumabe versus placebo (quando utilizado concomitante injeções intramusculares de betainterferona 1a) em pacientes que apresentam períodos mais curtos de doença nos quais a ressonância magnética revelou determinadas características de integridade e preservação cerebrais, que sugerem um substrato capaz de reparar as lesões de EM, através da remielinização.[1]

"Como parte do nosso compromisso com a comunidade de EM, a Biogen continua se dedicando ao tratamento da doença e a investir na pesquisa de última geração para compreender o potencial terapêutico de reparar os danos causados pela EM", ressalta Marcelo Gomes, diretor Médico da Biogen no Brasil. "Os dados do estudo Synergy sugerem evidências de que o opicinumabe, que demonstrou propriedades de remielinização em um estudo anterior de Fase 2, possa ter efeito no tratamento de determinados pacientes."

O recém-iniciado Affinity é um estudo de Fase 2, multicêntrico, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, e visa a inclusão de 240 pessoas com EMRR. Ele avaliará o opicinumabe como terapia complementar em pacientes que estão adequadamente controlados por sua terapia anti-inflamatória modificadora da doença (DMT) versus DMT isolada. O endpoint (objetivo) primário do estudo, Pontuação da Resposta Global (SRO), é uma medida integrada da melhora e da piora da incapacidade ao longo do tempo.

"Ao analisar os resultados do estudo Synergy, descobrimos quais pacientes com EMRR podem obter melhor resposta ao opicinumabe, e isso se tornou um componente significativo do desenho do estudo Affinity", disse o professor Gavin Giovannoni, chefe de Neurologia na Blizard Institute, Barts e na London School of Medicine and Dentistry.

A Biogen — Por meio da ciência e medicina de ponta, a Biogen descobre, desenvolve e oferece terapias inovadoras em todo o mundo para pessoas que vivem com doenças neurológicas e neurodegenerativas graves. Fundada em 1978, a Biogen é pioneira em biotecnologia, e hoje a empresa possui o portfólio líder de medicamentos para tratar a esclerose múltipla, introduziu o primeiro e único tratamento aprovado para a atrofia muscular espinhal e é líder em pesquisa na área neurológica para patologias como doença de Alzheimer, doença de Parkinson e Esclerose Lateral Amiotrófica. A Biogen também fabrica e comercializa biossimilares de produtos biológicos avançados. | www.br.biogen.com.

Anticorpo criado em Ribeirão pode auxiliar tratamento do câncer

Anticorpo desenvolvido em laboratório no campus de Ribeirão Preto já teve sucesso em modelo animal para tumor de mama e ovário

Por Redação – Editorias: Ciências da Saúde

Combinação da droga hoje utilizada com o novo anticorpo foi mais eficiente na redução do tumor do que quando as drogas foram utilizadas isoladamente

Cientistas desenvolveram um tratamento coadjuvante para barrar o avanço do câncer de mama. Uma empresa startup que começou suas atividades no campus da USP em Ribeirão Preto, com apoio do Supera Parque de Inovação e Tecnologia, produziu um anticorpo monoclonal (proteína criada em laboratório para atingir alvo específico) que mostrou eficiência nos testes em animais. Com resultados promissores, os pesquisadores depositaram, em nome da startup Veritas, patente desse novo anticorpo nos Estados Unidos.

O descobrimento de moléculas biológicas que posteriormente possam ser interessantes para as empresas farmacêuticas desenvolverem novos medicamentos precisa passar e ser aprovado em vários testes, e as pesquisas ainda estão em fase pré-clínica, que são os testes em modelos animais, explica Sandra Faça, diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da Veritas. Desde 2009, contudo, os estudos com a nova molécula para terapia e diagnóstico do câncer vêm avançando com sucesso.

“É preciso paciência, uma vez que, de forma geral, o tempo para o desenvolvimento de um novo medicamento pode chegar a 14 anos. São cinco anos de pesquisa básica, dois anos de testes em modelos animais e cinco anos de desenvolvimento clínico”, diz a pesquisadora, ao explicar que, na fase de desenvolvimento clínico, serão avaliadas a segurança e a eficácia dos anticorpos em pacientes. “Depois disso, ainda serão necessários mais dois anos para que o medicamento chegue ao mercado”.

Apesar do longo tempo de desenvolvimento, os resultados têm sido promissores: o novo anticorpo inibe uma proteína alvo envolvida em metástase e evita a migração celular para outras partes do corpo. “Além disso, o anticorpo reconhece o alvo na superfície das células de câncer de mama, e também de ovário, obtidas de tecidos tumorais de pacientes”.

Nos estudos in vivo realizados em camundongos de laboratório, o anticorpo não apresentou toxicidade e mostrou-se eficiente na redução do crescimento de tumores pré-existentes. “Ele também potencializa a ação da droga que já é utilizada, atualmente, no tratamento de pacientes”, comemora Sandra.

Em modelo animal, continua a pesquisadora, foi verificado que “a combinação da droga hoje utilizada com o nosso anticorpo foi mais eficiente na redução do tumor do que quando as drogas foram utilizadas isoladamente”. Sandra prevê que este é o futuro das terapias contra o câncer: as combinações de drogas e uma medicina mais personalizada.

De acordo com a cientista, nos últimos anos, o tratamento do câncer com anticorpos monoclonais tem sido uma das estratégias mais bem sucedidas e importantes. “Os anticorpos são reconhecidos por terem alta especificidade ao alvo e baixa incidência de efeitos colaterais”, diz.  “Exemplo disso são os anticorpos utilizados para o tratamento do câncer que incluem a Herceptin, que é um anticorpo para o câncer de mama dirigido à proteína HER-2”.
Futuro de nova droga depende de mais parceiros

A ideia da pesquisa surgiu a partir de experiência pessoal de Sandra. Após o nascimento de seu primeiro filho, a pesquisadora notou um nódulo grande na mama. Felizmente não era maligno, mas se fosse, garante que  haveria pouco a ser feito pois a progressão desses tumores “é realmente rápida”. Por isso, alerta para a importância do diagnóstico precoce, quando é possível ainda tratar e curar a doença. “Retirei o nódulo mas o susto foi muito grande”.

Sandra então se uniu a outros dois pesquisadores e criou a Veritas. Diz que o trabalho também conta com apoio de agências de auxílio para as atividades de pesquisa, entre elas a Fapesp, o CNPq e a Fineop. Além desse aporte, sua empresa conta com recursos próprios gerados a partir de prestação de serviços na área de pesquisa e análise de proteínas.

Mas alguns estudos ainda precisam ser realizados antes que a nova molécula seja testada em pacientes, ou como se diz na área médica, atinja o estágio de pesquisa clínica. “Considerando que encontremos um parceiro para viabilizar esse processo em breve e que os resultados apresentem benefícios aos pacientes tratados, acreditamos que levaria mais cinco ou sete anos para atingir a etapa de comercialização para tratamento de seres humanos”, ressalta.

O próximo passo será identificar os pacientes mais indicados para o tratamento com o anticorpo e expandir o estudo para outros modelos de câncer mais letais, como os de ovário, cervical, pulmão e pâncreas. “Esperamos fechar com sucesso um ciclo de desenvolvimento de um produto biotecnológico inovador no país e conseguir parcerias com uma grande empresa farmacêutica e um hospital para seu desenvolvimento clínico e comercial”.
Supera Parque de Inovação e Tecnologia

Instalado no campus da USP em Ribeirão Preto, o Supera Parque de Inovação e Tecnologia é resultado de parcerias da própria USP com a Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e a Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo.

Gerido pela Fundação Instituto Polo Avançado de Saúde (Fipase), o Supera abriga a Supera Incubadora de Empresas, o Supera Centro de Tecnologia, a associação do Arranjo Produtivo Local (APL) da Saúde, o Polo Industrial de Software (PISO), além do Supera Centro de Negócios.

Com informações de Ana Cunha / Assessoria de Comunicação do Supera Parque

Anvisa sedia fórum internacional sobre genéricos

O encontro reuniu reguladores deste tipo de medicamento para debater processos de trabalho e práticas regulatórias

Por: Ascom/Anvisa
Publicado: 03/11/2017 17:34
Última Modificação: 03/11/2017 17:58

A Anvisa sediou a 6ª Reunião do IGDRP – International Generic Drugs Regulators Programme. O evento, que ocorreu entre os dias 30 de outubro e 3 de novembro, é um fórum internacional de reguladores de medicamentos genéricos que discute processo de trabalho e melhores práticas regulatórias na área, com um possível compartilhamento de informações.

O IGDRP possui dois Grupos de Trabalho:
Grupo da Qualidade, com foco em Insumos Farmacêuticos Ativos (IFA); Grupo de Bioequivalência, com foco em Bioisenção

No último dia do encontro, ocorreu o workshop Regulatory Collaboration, IGDRP and Emerging Issues and Challenges in Generic Medicines. A reunião contou com a participação de palestrantes internacionais.

No evento, foi dada uma visão geral das atividades do IGDRP, como grupos de trabalho, comitê diretivo e projeto piloto de compartilhamento de informações. Houve, também, uma apresentação do setor produtivo e apresentações do trabalho realizado pelo European Directorate for the Quality of Medicines and HealthCare (EDQM) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
O que é o IGDRP?

O IGDRP é um foro internacional de reguladores que trata da regulação de medicamentos genéricos.

Participam do IGDRP as seguintes Agências Reguladoras (ARs):
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) (Brasil) China Food and Drug Administration (CFDA) European Coordination Group for Mutual Recognition and Decentralized Procedures -Human (CMDh) / European Commission (EC) / European Medicines Agency (Ema) European Directorate for the Quality of Medicines and Healthcare (EDQM) (Observer) Federal Commission for the Protection against Sanitary Risk (COFEPRIS) (Mexico) Federal Service for Surveillance in Healthcare and Social Development (Roszdravnadzor) (Russia) Health Canada (HC) Health Sciences Authority (HSA) (Singapore) Instituto Nacional de Vigilancia de Medicamentos y Alimentos (Invima) (Colombia) Medicines Control Council (MCC) (South Africa) Ministry of Food and Drug Safety (MFDS) (South Korea) Ministry of Health, Labour and Welfare (MHLW) / Pharmaceuticals and Medical Devices Agency (PMDA) (Japan) Swissmedic (SMC) (Switzerland) Taiwan Food and Drug Administration (TFDA) Therapeutic Goods Administration (TGA) (Australia) United States Food and Drug Administration (US FDA) (Observador) World Health Organization (WHO) (Observador)

A busca das Agências Reguladoras e dos Organismos Internacionais por formas mais eficientes para cumprirem sua missão, considerando as limitações de recursos, contribuíram para a idealização do piloto do IGDRP, que foi oficialmente criado em 2012 com duração de 3 anos. A partir de 2015, o projeto tornou-se programa.

A Missão do IGDRP é promover a colaboração e a convergência regulatória de medicamentos genéricos de forma a fortalecer a capacidade das autoridades sanitárias em cumprir seus mandatos. O objetivo é facilitar o uso eficiente dos recursos e o acesso rápido à medicamentos genéricos seguros, eficazes e de qualidade.

Os objetivos do IGDRP são:
Criar condições que permitam aumentar a colaboração entre as ARs; Fomentar discussões técnicas entre os pares de forma a ampliar as visões no momento de lidar com questões técnicas e regulatórias; Promover um maior alinhamento das abordagens regulatórias e dos requisitos técnicos baseados em padrões internacionais e melhores práticas; Promover a adoção de abordagens baseadas em risco, com dados científicos no desenvolvimento e regulação de medicamentos genéricos. Promover o aumento da eficiência, consistência e previsibilidade nas análises e decisões técnicas; Aumentar a comunicação, troca de informação levando a um aumento do compartilhamento de trabalho e confiança mútua na análise realizada por outra agência reguladora; Reduzir a carga regulatório sem comprometer a segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos genéricos; Promover transparência e clareza dos requerimentos e processos regulatórios.

O grupo é composto de um comitê diretivo e por grupos de trabalho.

A Anvisa participa do IGDRP desde 2012.
Próximos passos

O IGDRP e o International Pharmaceutical Regulators Forum (IPRF) decidiram pela junção dos dois fóruns internacionais, que deve ser oficializada a partir de janeiro de 2018.

Os grupos de trabalho continuarão com seus mandatos e suas atividades em andamento.

Acesse guia de resistência microbiana em serviços de saúde

Plano de Ação da Vigilância Sanitária em Resistência aos Antimicrobianos da Anvisa tem como foco ações de prevenção e o controle dos casos no país.

Por: Ascom/Anvisa
Publicado: 03/11/2017 15:42
Última Modificação: 03/11/2017 15:59

Já está disponível, no Portal da Anvisa, o Plano Nacional para a Prevenção e o Controle da Resistência Microbiana nos Serviços de Saúde. O documento, que é direcionado às ações específicas dos serviços de saúde, tem como foco o estabelecimento de ações de prevenção e controle. O Plano Nacional detalha as atividades descritas no Plano de Ação da Anvisa para serviços de saúde e adiciona outros atos específicos que corroboram para alcance do objetivo maior, que é definir estratégias nacionais para detecção, prevenção e redução da Resistência Microbiana (RM) em serviços de saúde.

Este Plano está organizado em três partes: plano estratégico, plano operacional e plano de monitoramento. O documento segue as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e foi elaborado para ser executado nos próximos cinco anos, com previsão de avalições anuais que indicarão os ajustes necessários.

Com a implementação das ações previstas, a Anvisa espera reunir esforços de todo os segmentos do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), gestores e profissionais de saúde no enfretamento desse grande desafio para os serviços de saúde do país.

Crise

A resistência microbiana é reconhecida como uma das principais ameaças à saúde pública em todo o mundo. Seu impacto é sentido em todas as áreas da saúde e afeta toda a sociedade. Embora a resistência microbiana aos antimicrobianos seja um fenômeno natural, ela tem sido exacerbada pelo uso indevido de antimicrobianos, por Programas de Prevenção e Controle de Infecções deficientes ou inexistentes, uso de antimicrobianos de baixa qualidade, insuficiente suporte laboratorial, vigilância inadequada e precária aplicação de regulamentos para assegurar o acesso a antimicrobianos de qualidade e com uso apropriado.

Atenta a esta crise, a Assembleia Mundial da Saúde, de maio de 2015, adotou um Plano de Ação Global Sobre a Resistência Antimicrobiana. Este projeto ressalta a necessidade de uma abordagem efetiva “saúde única” que envolva a coordenação entre numerosos setores e atores internacionais, incluindo medicina humana e veterinária, agricultura, finanças, meio ambiente e consumidores.

Pautada nos compromissos internacionais e nacionais, a Anvisa colaborou com a elaboração do Plano brasileiro, que foi apresentado pelo Ministro da Saúde durante a reunião da OMS em maio deste ano. Também desenvolveu o Plano de Ação da Vigilância Sanitária em Resistência aos Antimicrobianos, que norteará a atuação da Agência frente a esse problema mundial. Nele estão expostas estratégias de diferentes campos da vigilância sanitária, como alimentos, serviços de saúde, laboratórios, entre outros.

A Anvisa, coordenadora nacional das ações para prevenção e controle dessas infecções, vem elaborando o plano de enfrentamento da resistência microbiana com o apoio de diversos especialistas no tema de todo Brasil desde 2014. Para isso, segue a metodologia orientada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, em 2015, a OMS publicou novas diretrizes para a elaboração desses Planos. Por isso, foi necessário que o grupo de profissionais que estava elaborando o Plano realinhasse trabalho com o Plano Nacional, com Plano da Vigilância Sanitária e com o Programa Nacional de Prevenção e Controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (PNPCIRAS) 2016-2020.

Acnase lança campanha com novo posicionamento de marca

On 3 novembro, 2017

Comunicação omnichannel marca a estratégia da empresa para se aproximar ainda mais do público jovem.

É com o slogan ‘Acnase de cara nova. A sua’ que a Acnase, reconhecida linha de produtos de alta tecnologia no combate a cravos e espinhas, se reposiciona no mercado e aposta em uma nova comunicação e linguagem agora mais conectadas com o público jovem. As embalagens dos produtos também foram reformuladas com a nova identidade visual da marca, muito mais moderna e colorida. A marca faz parte da Avert Laboratórios, divisão da Biolab Farmacêutica.

“Com o reposicionamento queremos mostrar que Acnase é a autoridade quando o assunto é o combate a cravos e espinhas. Isso, acompanhado de um portfólio completo de produtos, com lançamentos que possuem muita tecnologia e, principalmente, aproximando o discurso dos millennials, chamando esses jovens para um diálogo aberto em diversas plataformas”, explica Marcelo Barbosa, Gerente de Marketing.

O Grupo Rái — um dos maiores grupos independentes de comunicação do país – é o responsável por toda a comunicação da Acnase, envolvendo publicidade e propaganda, mídias sociais, conteúdo e assessoria de imprensa. “A comunicação omnichannel desenvolvida pelo nosso Grupo, tem como objetivo destacar a Acnase como referência no setor em que atua. Queremos apresentar o novo conceito e aproximar a marca de seus consumidores e com isso, elevar ainda mais sua posição no mercado”, explica o CEO da agência, Fabio Burg.

Com uma linguagem atual e contagiante, no filme uma jovem se vê em um bem-humorado pânico ao descobrir uma acne em seu rosto. O letreiro animado “Com que cara eu vou?” acompanha seu desespero e, sem saber o que fazer, logo em seguida um divertido emoji cobre seu rosto. Essa situação deflagra uma série de outras onde os mais diferentes jovens se deparam com acnes, e da mesma maneira vemos novos emojis cobrindo os rostos, afinal as acnes estão entre os motivos de grande constrangimento entre a faixa etária adolescentes. Mas ao final, a solução é apresentada: ‘Não inventa. Vai de Acnase’.Os filmes também destacam a exclusiva tecnologia Acnase e que a marca é a única com o benefício Pró-skin (limpa, hidrata e protege).

“Nosso grande desafio é alcançar a credibilidade de nossos consumidores e autenticidade da marca que vai desde o processo de desenvolvimento de novos produtos, junto a área de P&D, passando por todo o controle de qualidade e terminando com a comunicação integrada que colocamos ao ar, chamando os jovens para um diálogo aberto em diversas plataformas”, revela Barbosa. A campanha também é composta por materiais de PDV.

Com presença nas redes sociais, em diversas plataformas, como Facebook, Instagram, Twitter e YouTube, a marca investe em uma linguagem específica e descontraída em cada ferramenta, e em muitos elementos, como hashtags, memes e emojis. “A estratégia e o forte investimento no universo digital é muito importante nesse processo de reposicionamento. Será a ponte mais próxima entre a empresa e os jovens que utilizam Acnase”, completa o gerente da marca.

Os filmes de 30”e 15” iniciam a sua veiculação na sexta-feira dia 20 de outubro em PayTv. Entre eles, History, Discovery H&H, FOX, FX, GNT, Mega Pix, Multishow, Universal Channel, , Cinemax, Sony, AXN, Space, TNT, Warner e MTV. | https://www.youtube.com/watch?v=q8nfKHXJ8E4.

Campanha Acnase.: Anunciante: Acnase – Biolab Sanus Farmacêutica Ltda| Agência: Grupo Rái | Produto: Acnase | Título: Acnase de Cara Nova. A sua. | Duração: 30” e 15” | VP de criação: Mauricio Cavalcanti e Guilherme Fleury | Diretor de criação: Ricardo Domingues, Marcos Dyonisio e Lucas Adam | Criação: Mauricio Cavalcanti, Guilherme Fleury, Ricardo Domingues, Marcos Dionisio, Ayron Rotta | RTV: Rose Jimenes | Diretora de Atendimento: Bia Magalhães | Atendimento: Alessandra Bertone, Caroline Maria | Aprovação cliente: Marcelo Barbosa, Luis Faloppa | Diretor de cena: Thiago Vieira Bozzo | Fotografia: Bruno Tiezzi | Montador: Caio Martins | Motion: Rafael Falleiros Mareze | Produtora de Áudio: Lucha Libre | Diretor de Planejamento: IvoVieira | Planejamento Online: Beatriz Sano | Diretora de Mídia: Renata Amarello | Mídia: Fabíola Costa | Diretora de Atendimento Online: Cléia Barros | Atendimento Online: Simone Tavares, Victoria Scarsi, Ana Sheila | Mídia Online: Renan Vieira, Guilherme Pontes | Tecnologia: Isaac Santos, Emerson Garcia | Operações: Laís Virgílio| User Experience: Daniel Ciccarelli | Growth Hacker: Tiago França.

Acnase — No mercado há mais de quarenta anos, Acnase é reconhecida pelos produtos de alta tecnologia no combate a cravos e espinhas. Conta com mais de 10 tipos de soluções para a pele de acordo com as necessidades do consumidor, dentro das linhas de limpeza, medicamento e emergência, que contemplam sabonetes, gel esfoliante, loção adstringente, cremes, entre outros. Acnase é a única marca com o registro Pró-skin (limpa, hidrata e protege) e com a exclusiva nanotecnologia utilizada na composição de alguns dos produtos. A marca está inserida no segmento de Medicamentos Isentos de Prescrição Médica (MIP), e desde 2011, pertence a Avert Laboratórios, divisão da Biolab Farmacêutica – uma das 10 maiores empresas de medicamentosdo Brasil.

Fonte: Portal fator Brasil

Lifar lança Arnica Ice Fire. Spray especialmente desenvolvido para dores musculares

03/11/2017 Novidades no Mercado

O laboratório Lifar acaba de lançar um produto ideal para atletas amadores e amantes do esporte que sofrem com incômodos depois das práticas físicas. O spray aerossol Arnica Ice Fire promove o esfriamento e aquecimento da região afetada proporcionando alivio nas dores musculares. Contém arnica montana, planta popularmente conhecida para aliviar dores musculares, além de cânfora e mentol.

Possui ação imediata e rápida absorção, devendo ser aplicado com a distância mínima de 20 cm da pele. Nos primeiros momentos de aplicação acontece o resfriamento, e com o passar do tempo, a tendência é de aquecimento da área aplicada. Além desse produto, complementam a linha o Creme de Arnica e Gel Roll On pra massagem que já estão no mercado há mais tempo.

O spray Arnica Ice Fire pode ser encontrado nas lojas Panvel do RS, SC, PR e SP, Alô Panvel, APP e também pela loja online www.panvel.com.

Brasil terá 1º medicamento nacional contra o câncer

Hospital de Câncer de Barretos participa de projeto que testará novo fármaco em breve

Elton Rodrigues

O Brasil está prestes a testar o que pode ser o primeiro medicamento totalmente brasileiro para o tratamento do câncer. A novidade foi anunciada pelo médico Luis Eduardo Rosa Zucca, mestre em Oncologia e coordenador médico do Departamento de Oncologia Clínica do Hospital de Câncer de Barretos (HC), durante o Seminário "Câncer – Prevenção, Tratamento e Pesquisa".

Explicando que ele ainda não poderia dar detalhes sobre a nova droga, ele comentou que o medicamento foi desenvolvido pelo Instituto Butantan e será testada em breve no HC de Barretos e em um hospital de São Paulo. Já existem no hospital de Barretos 75 estudos clínicos de medicamentos contra o câncer. Um medicamento desse demora de dez a 15 anos para ser desenvolvido, testado e aprovado.

Luiz Zucca abriu o Seminário falando sobre "Bate papo sobre pesquisa clínica". Ele comentou que há muitas fórmulas caseiras usadas popularmente para tratar o câncer e que precisam ser efetivamente pesquisadas para se definir se há real capacidade terapêutica ou não.

“Já me perguntaram de babosa ou outras ervas medicinais funcionam. A resposta é que não sei. Elas nunca foram testadas. Nunca houve pesquisa clínica para ver se é segura e eficiente. Muitas coisas são vendidas como promessa de que curar o câncer e esses comerciantes se apegam ao fator emocional do paciente”, disse.

O especialista afirma que estudos mostram que algumas plantas são eficientes, inclusive dando origem a medicamentos. É o caso da vinca (gênero de erva lenhosa, da família das apocináceas) e do teixo (planta de origem europeia, da família das taxáceas).

“São produtos que passaram por estudo em laboratório e depois foram para pesquisa clínica (nos pacientes). Hoje sabemos que dão origem a quimioterápicos. Minha crítica é para medicamentos que não foram totalmente testados, como é o caso da fosfoetanolamina. Ela só tinha passado pela fase pré-clínica, sem ser testada em humanos”, afirmou.

A fosfoetanolamina é um medicamento que vinha sendo anunciado como promessa para tratamento do câncer, mas o remédio não passou por todas as etapas de validação e liberação. Em março deste ano o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) anunciou que decidiu suspender a inclusão de novos pacientes nos testes clínicos devido à ausência de “benefício clínico significativo” nas pesquisas realizadas até o momento.

Zucca explicou que, para que um medicamento possa ser comercializado, ele é submetido a

um rigoroso processo de pesquisa, desenvolvimento e testes de segurança para só depois passar para a fase clínica, que é quando começa a ser testado em humanos. “Nosso estudo é muito sério. Todos passam por um comitê de ética. Primeiro tem a fase de tolerância, depois de toxicidade e por último é comparado com o que há de mercado para saber se é mais eficiente ou não”, disse.

De acordo com o especialista, os pacientes do HC têm a vantagem de poder receber essas drogas antes que passem a ser comercializadas. “Na semana passada foi aprovado mundialmente um medicamento para tratamento de câncer de bexiga que foi testado no HC. Já recebemos mais de 300 remédios para estudo e muitos viraram medicação”, afirmou.

Burocracia

O oncologista explica que o Brasil responde por apenas 3% das pesquisas mundiais de medicamentos de combate ao câncer e que esse baixo número está relacionado à burocracia brasileira. “Nos Estados Unidos demoram três meses para conseguir uma autorização, enquanto aqui tem de esperar um ano”, disse.

Medley é a primeira farmacêutica a ganhar o prêmio Top Of Mind

Fonte: Medley

A Medley, unidade de negócios responsável por genéricos e similares da Sanofi, é a primeira farmacêutica a ganhar o prêmio “Top Of Mind”, da Folha de S. Paulo. A empresa foi reconhecida na categoria “Medicamentos Genéricos”, estreante na avaliação das marcas mais reconhecidas pelos consumidores, em pesquisa coordenada e auditada pelo Datafolha.

O reconhecimento reflete a forma como a Medley está se comunicando com o paciente, se propondo a acompanhá-lo por toda a jornada de vida. “Essa conquista é reflexo de uma busca constante da Medley de ir além do que uma companhia de saúde pode oferecer. Por meio de campanhas de conscientização e experiências de marca, conseguimos estar presentes em toda a cadeia de saúde, desde a informação até o tratamento”, afirma Carlos Aguiar, diretor da Medley.

A Medley foi uma das primeiras farmacêuticas a comercializar genéricos no Brasil. Com 21 anos de atuação, a empresa acredita que os detalhes fazem toda a diferença na saúde do consumidor, e, por isso, acredita que a educação da população seja uma das melhores formas de promover a saúde.

Esclarecimento

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Síria quer importar remédios e atrair investimentos brasileiros para indústria farmacêuticas

Ana Cristina Dib atração de investimentos, CAB, importação de remédios, indústria farmacêutica, medicamentos, remédios, Síria 31/10/2017 19:50

São Paulo – O ministro da Saúde da Síria, Nizar Yazigi, disse em entrevista à ANBA na noite desta segunda-feira (30) que seu governo busca no Brasil fornecedores de medicamentos e empresas que possam investir na produção de remédios no país árabe. Yazigi está em São Paulo para participar da Cúpula Mundial de Hepatites, que será realizada de 01 a 03 de novembro na capital paulista, e foi recebido em um jantar na Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

“Temos dois objetivos: o primeiro é comprar remédios para suprir as necessidades da Síria; e o segundo é fazer planos para linhas de produção conjuntas com empresas estrangeiras em território sírio”, declarou o ministro. De acordo com ele, o país tradicionalmente importa medicamentos para doenças crônicas, para tratamento de câncer e vacinas. “Desde antes da crise”, disse.

Yazigi contou que até 2010 a Síria tinha uma indústria farmacêutica avançada e exportava remédios para outros países do Oriente Médio e Norte da África, mas com o início do conflito civil em 2011 foram fechadas 20 das 70 fábricas existentes. “Apesar da guerra foi possível colocar em funcionamento novamente 16 destes 20 indústrias, mas não à plena capacidade”, afirmou. Ele acrescentou que o governo pretende autorizar a construção de dez novas fábricas.

O ministro ressaltou que o governo fornece remédios gratuitamente para a população, mas além do impacto do conflito na indústria local, a importação de medicamentos foi afetada por embargos internacionais impostos à Síria. Nesse sentido, ele está procurando por fornecedores “em países amigos”. “Nos Brics principalmente”, destacou, referindo ao bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Yazigi disse que em 2015 esteve em Cuba, que passou a fornecer medicamentos à Síria, e mais recentemente viajou ao Irã, Rússia, Bielorrússia, China e Índia. “Para ver nestes países o que há de produtos que a Síria precisa”, explicou.

Para viabilizar negócios com o Brasil, porém, ele afirmou que os dois governos precisam assinar um memorando de entendimentos na área farmacêutica, apesar de já existir um acordo de cooperação bilateral em saúde, assinado quando o presidente sírio, Bashar Al Assad, visitou o Brasil em 2010.

Em agosto, quatro empresas brasileiras dos ramos de medicamentos e cosméticos participaram de estande montado pela embaixada do Brasil na Feira Internacional de Damasco, que ocorreu pela primeira vez desde 2011.

Após reunião do ministro com a diretoria da Câmara Árabe, o presidente da entidade, Rubens Hannun, lembrou que a comunidade de origem síria em São Paulo e no País como um todo “é muito significativa” e a visita é importante, e para a Câmara é relevante acompanhar os acontecimentos na nação árabe.

“Isso nos deixa muito dispostos a colaborar com a reconstrução da Síria”, declarou Hannun. “Não só para gerar negócios para empresas brasileiras, mas também do ponto de vista social”, acrescentou ele, referindo-se ao atendimento das necessidades da população.

O vice-presidente de Marketing da Câmara Árabe, Riad Younes, que é médico, fez uma apresentação ao ministro sobre um projeto de cooperação bilateral que estava sendo realizado antes do conflito na Síria. Na época, Younes era diretor do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e profissionais brasileiros realizavam um intercâmbio com colegas sírios na área de transplante de fígado, com o objetivo de capacitar os sírios neste procedimento, mas que acabou suspenso.

“Ele (o ministro) gostou muito e agradeceu o esforço da Câmara Árabe (que apoiou o projeto) e disse que adoraria ver esta iniciativa concretizada”, disse Younes, que hoje é diretor do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

(*) Com informações da ANBA

Hypermarcas conquista dois prêmios Top of Mind

outubro 31, 2017

A Hypermarcas conquistou dois prêmios Top of Mind neste ano com duas de suas mais tradicionais marcas: líder absoluta em adoçantes no país, Zero-Cal foi a vencedora, pela 14ª vez consecutiva, como marca mais lembrada da categoria de Adoçantes no Folha Top of Mind, sendo a mais mencionada pelos entrevistados, com 31% de lembrança de marca, seguida de Adocyl, com 12%; além disso, pela primeira vez, Benegrip, marca de medicamento indicada para combater os sintomas de gripes e resfriados, foi a grande vencedora da categoria estreante “antigripal”, com 38% de lembrança de marca.

O resultado foi apontado pelo Instituto de Pesquisas Datafolha, que entrevistou 7.344 consumidores, em 220 municípios do país, para descobrir quais são as marcas que estão na cabeça dos brasileiros em diferentes categorias.