Mercado de alimentação saudável: consumidor brasileiro ainda relata dificuldade na busca por produtos 100% integrais

16 abr 2018
10h46

Encontrar produtos disponíveis nos mercados com composição 100% integral é um desafio, diz Angela Maria, 38 anos, paulista, mãe de dois filhos em idade escolar. "As pessoas aprenderam a comparar os rótulos dos produtos e as empresas precisam ser cada vez mais transparentes, pois o consumidor está atento", enfatiza a nutricionista Michelle Cavalcante.

A lei que regulamenta o setor é de 1969, que originalmente exigia um mínimo de 50% de base integral na formulação de produtos considerados integrais. Mas essa lei foi alterada no ano de 2000, havendo um retrocesso na transparência junto ao consumidor, pois foi retirada a exigência de um produto possuir um percentual mínimo, de ingrediente integral, para ser considerado integral. Desta forma, apenas pode conter um único ingrediente integral, não importando sua quantidade.

"A legislação brasileira atual é muito permissiva e não obriga um percentual mínimo para a composição dos produtos integrais, por isso, buscamos uma certificação internacional", diz Fernando Ramos, Diretor Comercial na Da Magrinha – fazendo referência a certificação WHOLE GRAIN, já amplamente reconhecida nos Estados Unidos e Europa.

Embora a legislação permita que empresas digam que seus produtos são integrais, quando na verdade podem conter 99,9% de ingredientes não integrais, essa falta de rigor pode significar uma oportunidade. O mercado de alimentação saudável já movimenta US$ 35 bilhões por ano e, por consequência, aumentou sua demanda por inovação, variedade e qualidade no setor.

Fundada em 1991, em Florianópolis, a Da Magrinha inovou sendo a primeira marca com a linha completa de produtos 100% integrais. "Integral de Verdade, essa é a nossa causa! E os números tem se mostrado favoráveis, crescemos 10 vezes nos últimos 5 anos e esse é só o começo", complementa Fernando. A Da Magrinha se destaca por manter um toque artesanal mesmo com um mix abrangente de produtos, composto de Snacks de Granola, Pipoca Zero Gorduras, Multigrãos (cookies salgados), complementos alimentares e a Linha Amazônica, com snacks, cookies e granolas. Sua linha de produtos é amplamente encontrada em 10 estados brasileiros e esse ano a marca inicia uma forte expansão para o estado de São Paulo.

Embora uma mudança na lei possa forçar as indústrias a revisarem suas linhas de produtos, esse seria um grande avanço para o consumidor. Pois, hoje, não há a obrigatoriedade de informar tudo nas embalagens e isso possibilita que muitas empresas não possuam um transparente controle de qualidade. Algo que pode mudar com o atual projeto de lei nº 6.797, que visa exigir que alimentos considerados integrais possuam um mínimo de 50% de ingredientes integrais em sua composição.

A alimentação saudável já provou que não é apenas uma moda passageira, mas sim, uma forte tendência no setor de alimentos. De acordo com um estudo da Euromonitor, o mercado de alimentação ligado à saúde e ao bem-estar cresceu 98% no país de 2009 a 2014. Caminhando a passos largos, o setor mais do que dobrou de tamanho nos últimos 10 anos, com crescimento superior a 100%.

Website: http://www.damagrinha.com.br/
Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

Nestlé inaugura Centro de Tecnologia Analítica de Qualidade em Araras

A Nestlé Brasil inaugura hoje seu novo Centro de Tecnologia Analítica de Qualidade – NQAC (Nestlé Quality Assurance Center) na cidade de Araras (SP). Com investimento de R$ 23 milhões, a unidade ampliará em 10% a atual capacidade de atendimento de análises.

O NQAC Brasil faz parte de uma rede global de Centros de Qualidade da Nestlé, que inclui 24 laboratórios ao redor do mundo, responsáveis pela realização de análises microbiológicas e físico-químicas para controle de qualidade de matérias-primas, embalagens, produtos finalizados e amostras ambientais. Também realizam análises de composição para aferir o conteúdo nutricional informado nos rótulos dos produtos, como no caso de substâncias adicionadas (vitaminas e outros nutrientes).

Araras, centro de Excelência

A Nestlé está presente em Araras desde 1921, quando inaugurou sua primeira fábrica no Brasil. Desde então, a região se tornou um polo de excelência e referência da companhia, seja na produção fabril, como em tecnologia e até na formação de pessoas. “Araras conta com um hub de engenharia da Nestlé Brasil, com equipe altamente especializada, que contribui diretamente para a alta performance em toda cadeia de produção, desenvolvimento e inovação da Nestlé no país”, destaca o Head da área Técnica da Nestlé Brasil, Luis Garcia. Atualmente, a cidade conta com fábricas da Nestlé para produção de NESCAFÉ® solúvel e achocolatado em pó NESCAU® que, em 2017, atingiu volume de produção de 130 mil toneladas.

Em Araras também opera uma unidade da DPA (joint-venture da Nestlé e Fonterra) para produção de refrigerados, além de um Centro de Distribuição, que juntos empregam mais de 2.100 colaboradores. A instalação do NQAC é mais um passo na consolidação da cidade como um grande centro de excelência da Nestlé Brasil, inclusive na qualificação de pessoas. “Por ser uma fábrica de alta complexidade, em porte, volume de produção e tecnologia, Araras se tornou um ponto de capacitação de profissionais da companhia”, reforça o gerente do NQAC Brasil, Frede Politi.

Ampliação de negócios

A nova operação irá potencializar a oportunidade de negócios para o NQAC no Brasil e na América Latina. Além de atender o mercado brasileiro, a unidade exporta produtos para mais de 40 países – entre eles, Colômbia, Venezuela, Argentina, Chile e Peru, além do Canadá e países do Leste Europeu. A partir da inauguração da nova sede, o NQAC terá também capacidade para atender novos mercados no continente e expandir os serviços para fornecedores de insumos das unidades.

Cápsulas da Drinkfinity são a aposta da PepsiCo em bebidas saudáveis

Em um momento no qual a indústria de alimentos tenta se reinventar com produtos mais saudáveis, a PepsiCo parece ter uma alternativa, veja só, ao refrigerante. A novidade, batizada como Drinkfinity, consiste em uma garrafa de água de quase 600 ml e cápsulas de sabor descartáveis. Segundo a empresa, trata-se de “um inovador sistema de bebidas”.

De uma coisa não dá para discordar: o preparo é, no mínimo, diferente. O consumidor conecta a cápsula (ou “pods”, como são chamados) à tampa da garrafa e “estoura” o conteúdo dentro dela (veja o vídeo abaixo). São 12 sabores diferentes.

Segundo a revista Fast Company, para colocar a ideia de pé, a PepsiCo rompeu com sua fórmula convencional de criar novas receitas e produtos. A empresa tirou uma equipe do escritório tradicional para elaborar a Drinkfinity em um espaço de coworking.

O primeiro mercado a receber a bebida foi o Brasil, em 2014. O piloto inspirou mudanças no design (como mover o pod do fundo da garrafa para o topo). Depois, a PepsiCo fez um teste interno com funcionários nos EUA. E por fim, em vez de aproveitar a presença que a Pepsi já tem em pontos físicos, a Drinkfinity foi oficialmente lançada com vendas na internet. (No Brasil, no entanto, a marca também conta com pontos físicos.) “[Esses produtos] não precisam ser projetados para durar 120 anos, como uma Pepsi Cola”, disse Luis Montoya, presidente da PepsiCo Latin America Beverages, em entrevista à Fast Company. “As pessoas estão buscando mais variedade e essa plataforma pode fornecer isso O gosto, os hábitos e até os ingredientes terão de evoluir.”

Fim da obrigação de selo em transgênico pode ser votado por Comissão de Meio Ambiente

Conjuntura / 16 Abril 2018

O fim da obrigatoriedade dos rótulos com informações sobre a presença de transgênicos em produtos alimentícios pode ser votado amanhã na Comissão de Meio Ambiente (CMA). O relatório do senador Cidinho Santos (PR-MT) é pela aprovação do PLC 34/2015, do deputado Luiz Carlos Heinze (PP-RS).

O texto determina a retirada do triângulo amarelo com a letra "T", que hoje é colocado obrigatoriamente nas embalagens de alimentos transgênicos. Cidinho afirma que "uma análise científica rigorosa" sobre a questão dos transgênicos é o melhor caminho para que se afaste "o medo em torno deles", a seu entender fruto de "ignorância e obscuridade". O senador afirma ainda que ainda não há "qualquer evidência que demonstre a negatividade dos transgênicos".

"A despeito dos alimentos transgênicos serem uma realidade há mais de 15 anos no mundo, ainda não há registros de que sua ingestão cause danos diretos à saúde humana. Não existe um registro sequer", escreveu.

No mês passado esta mesma proposta foi rejeitada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Na ocasião, Cidinho disse que ONGs dos EUA tentaram contatá-lo para que também votasse contra, mas respondeu que "achava melhor que eles fossem defender esta bandeira no país deles".

– Porque estas ONGs não exigem o mesmo no frango ou no leite que é produzido por lá? Nenhum país do mundo utiliza esta simbologia, que desvaloriza a produção. Porque não usam símbolos também para identificarem sódio ou gordura trans? Porque não faz sentido, e o uso do "T amarelo" também é desnecessário – afirmou, na ocasião.

Na CAS, o relatório pela rejeição foi da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Ela argumentou que a expansão das plantações de transgênicos leva ao aumento no uso de agrotóxicos, pois grande parte das sementes geneticamente modificadas (OGMs) tem como principal característica a resistência aos venenos agrícolas.

– Com o aumento do emprego de agrotóxicos, crescem os riscos à saúde dos consumidores, pois os efeitos nocivos à saúde humana e ao meio ambiente já são mais do que conhecidos – disse na ocasião.

Para ela, portanto, retirar o triângulo amarelo com a letra "T" restringe a informação para o consumidor em relação aos alimentos que compra, no caso de terem transgênicos.

A senadora afirmou que seu relatório teve o apoio do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), além de outras entidades que representam profissionais de saúde, associações acadêmicas e defesa de pacientes.

Vanessa também considerou altamente prejudicial à agricultura familiar o artigo do projeto que dificulta a comercialização de produtos orgânicos, ao vincular a divulgação de que um alimento é livre de OGMs a uma análise comprobatória. Para ela, jogar este custo sobre os pequenos produtores é proibitivo.

Agência Senado

Amostras de cafés especiais mineiros são enviadas para a China

Expandir as fronteiras e prospectar novos mercados para a principal commodity do agronegócio mineiro, o café

Por: Agrolink com inf. de assessoria

Publicado em 16/04/2018 às 16:10h.

Expandir as fronteiras e prospectar novos mercados para a principal commodity do agronegócio mineiro, o café. Com este objetivo o Governo de Minas Gerais iniciou um conjunto de ações com o objetivo de ampliar a participação do café mineiro no mercado chinês. Numa articulação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e da Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais (Indi), cinquenta amostras de café especial torrado foram enviadas para o mercado do país asiático.

Todo o conjunto de amostras faz parte do Programa Certifica Minas Café, programa de certificação das propriedades cafeeiras no estado, coordenado pela Secretaria de Agricultura e executado pelas empresas vinculadas ao sistema (Emater-MG, Epamig e Instituto Mineiro de Agropecuária – IMA).

As amostras foram entregues à consultora-chefe Li Xia, da Huixin Management Consulting, grupo representante e proprietário de cafeterias e lojas especializadas em cafés gourmet em várias partes do mundo. As amostras, que já estão a caminho da China, serão avaliadas pelos analistas sensoriais de uma rede de supermercados, potenciais compradores da produção mineira de cafés especiais.

Potencial de mercado

Na terra do maior produtor e consumidor mundial de chá, o café vem abrindo espaço no gosto da população, estimulado pela chegada de grandes redes internacionais especializadas no consumo do café gourmet. “É um mercado atrativo para os produtores mineiros. Ainda que o consumo individual seja pequeno e as exportações para a China representem pouco menos de 0,5% da receita de todo o café mineiro exportado no ano passado, o mercado vem sinalizando crescimento consistente ao longo dos anos. Tanto o volume quanto a receita podem alcançar números significativos se multiplicados pelo tamanho da população, que é a maior do planeta com mais de 1,5 bilhão de habitantes”, afirma o Secretário de Agricultura interino, Amarildo Kalil.

A Secretaria de Agricultura acompanha os dados de exportação do agronegócio mineiro desde 1997. Naquele ano, de acordo com a série histórica elaborada pela Seapa, Minas Gerais exportou pouco mais de mil sacas de café para o mercado chinês, alcançando receita de US$ 239,6 mil. Duas décadas depois, o volume exportado em 2017 alcançou 44,2 mil sacas e receita de US$ 7,9 milhões. Em relação a 2016, os negócios fechados com o mercado chinês cresceram 15,1% na receita e 23,3% no volume.

Na avaliação do secretário Amarildo Kalil, o salto dado neste intervalo não é apenas de quantidade. “Vinte anos atrás, exportávamos um produto considerado convencional para a época. Atualmente, estamos conquistando o mercado internacional com cafés especiais, certificados e reconhecidos mundialmente pela sua qualidade”.

Amstel expande atuação no Sul

A marca, que já está presente em Santa Catarina, chegará também ao Paraná e ao Rio Grande do Sul
Por Marcos Graciani

graciani@amanha.com.br

A partir deste mês, os gaúchos apreciadores de cerveja contarão com a opção da holandesa Amstel. A marca já operava no Rio Grande do Sul com o chope e agora inicia a distribuição das embalagens de lata 350 ml, lata 473 ml e garrafa 600 ml. A marca, que já está presente em Santa Catarina, chegará também ao Paraná.

Produzida pela Heineken Brasil, Amstel está presente em mais de 110 países, e expande sua atuação na região Sul do Brasil, após ganhar os mercados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Tipo lager, leve e com sabor único, que une a tradição e a modernidade de sua cidade de origem, Amsterdam, sua receita europeia é puro malte e produzida com ingredientes naturais, sem aditivos e com teor alcoólico de 4,6%. 

Segundo Eduardo Picarelli, diretor de marketing da marca, a cerveja agrada muito o paladar do brasileiro. “A Amstel consegue equilibrar muito bem a qualidade de sua receita puro malte com a refrescância que o público gosta. O consumidor poderá ter acesso a uma cerveja holandesa de alta qualidade a um preço que está acostumado a pagar”, propagandeia.  

4 mudanças importantes na indústria de alimentos

Por Redação SM – 11/04/2018
Para as grandes empresas, torna-se arriscado se concentrar demais em escala e em relançar produtos antigos

Até bem pouco tempo atrás, a maior parte das pessoas confundia grandes marcas com alta qualidade. O principal objetivo de uma indústria de alimentos era ser grande o suficiente para poder bancar publicidade. Chegando aí, estava feita. Criava a imagem de grande empresa e isso bastava. As coisas, contudo, vêm mudando.

A crise de confiança pela qual as grandes corporações passam se aprofundou desde 2008. No foco, desta vez, está a indústria de alimentos, sobretudo a Big Food (os conglomerados transnacionais, que possuem negócios em diferentes setores e em muitos países).

Após ter trabalhado cerca de 15 anos dentro da indústria de alimentos, Cristina Leonhardt, engenheira de alimentos, fundadora do site Sra. Inovadeira e diretora de inovação da Tacta Food School, empresa de educação e consultoria técnica para o setor de alimentação, há dois, vem observando esse mercado de um ponto de vista um pouco mais neutro. “Temos mapeado como se movimentam as áreas de inovação e pesquisa e desenvolvimento (P&D) desse setor, o que tem sido lançado e como todos têm se comunicado – entre si e com o consumidor”, conta Cristina.

Desse mapeamento, cinco áreas despontam como as principais zonas de mudança para as empresas interessadas em permanecer relevantes, explica Cristina. Veja quais são:

1) Foco em nutrição
A primeira delas é uma mudança de foco estratégico, da qual derivam todas as demais transformações. Quem produz alimentos deve ter foco em nutrição, não apenas disposição para rever eventuais erros passados. A indústria de alimentos precisa tomar para si a parcela de responsabilidade sobre a saúde da população (mesmo que a saúde da população não dependa apenas da indústria de alimentos). Um começo seria acolher o Guia Alimentar para a População Brasileira dentro do desenvolvimento de produtos. O Guia Alimentar, a despeito de críticas, oferece uma boa base para o que é uma alimentação saudável.

2) Mais transparência
A próxima mudança é uma das nossas grandes bandeiras: transparência. Alimentos e bebidas são dois dos únicos produtos cujo consumo se dá pela ingestão (adicione à mistura os fármacos) e são feitos, paradoxalmente, por uma das indústrias mais fechadas que há. Iniciativas que buscam dar mais clareza a como funcionam essas empresas e também a produção dos alimentos – como a Food Babe, nos EUA, e a Põe no Rótulo e a Do Campo à Mesa, no Brasil – costumam encontrar grande oposição entre grupos mais conservadores. Contudo, ser transparente já não é mais escolha – a internet democratiza o acesso à informação e permite também que se verifica a veracidade daquilo que é dito.

Propagandas, rótulos, reviews, reportagens: tudo está sob constante escrutínio. Será que este alimento é tão saudável quanto diz? Posso confiar nesta lista de ingredientes? Aqui se fala que a produção é local, mas quem garante?

Não basta apenas se comunicar, há que se comunicar sincera e empaticamente, inclusive assumindo falhas. É uma proposta dura para quem gasta muito mais em marketing do que em P&D. A comunicação é uma via de mão dupla – e a próxima mudança está no modo como os alimentos são criados.

3) Produtos mais inovadores e relevantes
A indústria precisa aprender a escutar o seu usuário, com SACs mais preparados e ativos, que forneçam respostas reais às perguntas. Precisam também da aplicação de metodologias de desenvolvimento de produtos centradas na criação de valor para o usuário. Com seus grandes parques fabris, a indústria tem um claro incentivo ao desenvolvimento de produtos ao redor das tecnologias já instaladas. É comum vermos a Big Food lançando variações de seus próprios produtos. É uma iniciativa muito tímida, pouco expressiva, sobretudo, quando considerado o tamanho das equipes de inovação envolvidas. Enquanto isso, uma miríade de pequenos novos negócios lança produtos relevantes e únicos marcados por crescente personalização. As soluções são direcionadas para usuários específicos, voltadas para aqueles cujo o valor extrapola o preço.

4) Foco em variedade e não em escala
A personalização dos alimentos, que se acentuará com o entendimento da genômica e da nutrição individualizada, se traduz numa outra e necessária transformação: parques fabris mais flexíveis e adaptáveis, com foco na variedade, e não na escala produtiva. Ser muito grande, nestes tempos de mudanças rápidas, frequentes e imprevisíveis, tende a ser um passivo, não mais um ativo. O consumidor clama por mudanças. A indústria de alimentos pode optar por acompanhar o processo – ou então resignar-se, aceitando que outros players, mais flexíveis e com ouvidos mais abertos, venham atender a essas novas demandas.

Fonte: Época Negócios

Mel falsificado está sendo comercializado em Sergipe

Vigilância Sanitária está realizando ações de combate à venda
11/04/2018 11:12

Em farmácias, mercearias e pequenos supermercados é fácil encontrar um produto que pode causar danos à saúde dos consumidores: é o mel falsificado, apresentado em algumas marcas, inclusive com certificado adulterado. Para combater a comercialização ilegal e discutir estratégias de ação, a Coordenadoria de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado da Saúde (SES) reuniu no Centro Administrativo dirigentes da Federação Apícola de Sergipe e da Confederação Brasileira de Apicultura para discutir estratégias de ação, na manhã desta secretaria.

De acordo com informações do presidente da Confederação Brasileira de Apicultura, Aragão Brito, Sergipe está tomado pelo comércio de mel falsificado, podendo ser encontrado de ponta a ponta do Estado. “Há uma contaminação generalizada de falsos méis e não é de apenas uma marca, são várias e precisamos combater esse tipo de crime contra o consumidor e contra nós produtores”, disse ele, salientando que esse fato vem ocorrendo há muito tempo.

O presidente da Federação Apícola de Sergipe, José Ivanilson Tavares, considerou a reunião o princípio de uma nova era no combate à irregularidade. “Eu estava esperando essa reunião desde novembro, quando mandei um ofício para a Vigilância Sanitária solicitando uma ação de combate a essa prática de falsificação do alimento, a essa água com açúcar que está sendo vendida como mel”, disse.

Ele crê que desta vez as ações de enfrentamento à falsificação do produto irão ocorrer, não apenas para o mel adulterado como também para reprimir o comércio de outros produtos que não tenham a certificação. “Nosso objetivo não é tirar ninguém do mercado, mas colocar as pessoas dentro da lei, seguindo as normas”, comentou.

Confiante de que sob o comando do médico sanitarista João Farias a Vigilância Sanitária vai agir com rigor contra os infratores, o presidente da Confederação Brasileira de Apicultura saiu da reunião muito mais otimista do que quando entrou. “Vamos estar permanentemente interagindo com a secretaria sobre essa questão da venda de mel falsificado, subsidiando naquilo que for preciso para que gente possa erradicar os infratores de Sergipe”, comprometeu-se.

Para João Farias, a priori da Coordenadoria de Vigilância Sanitária da SES é promoção da saúde pública preventiva, segundo orientação do secretário de Estado da Saúde, Almeida Lima. “Nosso objetivo é o de prevenir e educar a população para que ela não venha adquirir gêneros alimentícios fraudados, que cause doenças para os consumidores. Nesse sentido, estamos com quatro projetos a serem lançados ainda esta semana, não só da área da apicultura, mas na piscicultura também, especificamente os crustáceos. Vamos trabalhar ainda nas áreas de cerveja artesanal e hambúrguer gourmet”, adiantou.

Sobre o mel falsificado, João Farias informou que irá entrar em contato com a Secretaria de Saúde da Barra dos Coqueiros – local da produção -, com os professores de Nutrição, com o Instituto Parreiras Horta, através do Laboratório Central (Lacen) para que todas as peças sejam juntadas, com vistas à análise de amostras e apreensão do produto para encaminhamento ao Ministério Público.

Fonte: ASN

Entressafra causa aumento dos preços do leite nas prateleiras

11/04/2018 07:12

Quem foi aos supermercados nos últimos dias notou um aumento no preço do litro do leite se comparado ao mês anterior. A alta está relacionada com a entressafra do alimento, período entre uma safra e outra, quando há uma redução na produção por conta da troca de pastagens, alterando a nutrição dos animais.

“Com o fim das pastagens de verão, a produção diminui e a procura continua se mantendo, provocando essa elevação. O preço deverá se manter ou aumentar durante o inverno” disse o médico veterinário da Epagri de Criciúma, Marcelo Pedroso.

Segundo Pedroso, a alta irá beneficiar os produtores. “Na verdade, o preço do mercado estava bem baixo e alguns produtores tendo prejuízos. Esse acréscimo será positivo para o produtor, que irá recuperar parte do que vinha perdendo, já o consumidor vai sentir um pouco mais”, acrescentou.

Preço nas prateleiras

Os supermercados já vêm notando a alta no preço desde o último mês. A estimativa é de que o valor do litro do leite tenha aumentado 10% nos últimos 30 dias. “Olhando as tabelas, notamos um acréscimo entre cinco e oito centavos a cada semana. Conversando com alguns de nossos fornecedores, eles já nos avisaram que a curva dos preços deve continuar subindo”, disse o vice-presidente regional sul da Associação Catarinense dos Supermercados (Acats), Nazareno Dorneles.

Lançamento de Toons marca a entrada de Isabela no segmento de biscoitos infantis

Quarta, 11 Abril 2018 15:27 Escrito por Damaris Ignácio
Nos sabores morango e chocolate, nova linha de recheados traz como atrativo extra os Minions, personagens de Meu Malvado Favorito

Líder em massas, biscoitos e torradas na região sul do País, a Isabela, marca da M. Dias Branco, anuncia a entrada no segmento de biscoitos recheados infantis. A marca lança a linha Toons, com o forte apelo comercial do licenciamento do filme Meu Malvado Favorito, da Universal Pictures. Os biscoitos recheados, no formato quadrado, estão disponíveis nos sabores morango e chocolate, os preferidos das crianças. Em embalagens de 130g, a novidade poderá ser encontrada na rede varejista dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul a partir de Maio de 2018.

Meu Malvado Favorito é a mais lucrativa franquia de animação da história. Os personagens Minions são as pequenas criaturas amarelas que integram o exército do vilão do filme, Gru. “Ao entrar neste segmento em ascensão, escolhemos para Isabela personagens que fazem parte do imaginário infantil. Os Minions fazem tanto sucesso que acabaram ganhando a sua própria saga”, destaca Karen Dall Alba, gerente de marketing da marca. O filme Minions, que conta a história dos personagens, foi lançado em 2015 e a Universal já anunciou que haverá uma sequência.

As embalagens da linha Toons foram criadas para ressaltar os simpáticos personagens amarelinhos e os sabores dos biscoitos. Além disso, cada biscoito recheado traz estampada a figura de um Minion, aumentando a diversão. Os biscoitos são enriquecidos com vitaminas do complexo B, além dos minerais ferro e zinco.

Sobre a Isabela

Líder em vendas na categoria de biscoitos na Região Sul do Brasil, a marca Isabela, que pertence ao portfólio da M. Dias Branco S.A Indústria e Comércio de Alimentos, atua no mercado há mais de 60 anos. A marca é Top of Mind de massas e biscoitos há 26 anos consecutivos segundo a Revista Amanhã (RS) e foi contemplada pela 18ª vez consecutiva como a marca preferida e mais lembrada na categoria Biscoitos do Prêmio Marcas de Quem Decide 2018 segundo o Jornal do Comércio. Com o slogan “A vida é mais com Isabela”, possui mais de 70 produtos em seu portfólio, entre eles as crocantes e fresquinhas Torradas e os deliciosos biscoitos Cookies Tradicional com gotas de chocolate, Cookies sabor Chocolate com gotas de chocolate, Leite sabor Chocolate, Leite Vitamina de Frutas e Maria Chocolate.

Sobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de Alimentos

Contando com mais de sessenta anos de existência, a M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado da BM&FBovespa. A Companhia produz e comercializa biscoitos, massas, farinha e farelo de trigo, margarinas e gorduras vegetais, snacks e bolos, mistura para bolos e torradas. Sediada em Eusébio (CE), a empresa é líder de mercado em biscoitos e massas no Brasil, é a sexta maior empresa de massas e a sétima de biscoitos no ranking global por faturamento. Suas operações geram mais de 16,5 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com fatores importantes para o desenvolvimento econômico e social do país.

Sua história começou ainda na década de 40 quando o comerciante e imigrante português, Manuel Dias Branco inaugurou a Padaria Imperial, em Fortaleza (CE).

Atualmente, a M. Dias Branco possui um moderno parque industrial com equipamentos de última geração, seguindo os mais rigorosos padrões de qualidade, operando com um modelo de integração vertical que permite a produção de suas mais importantes matérias-primas, a farinha de trigo e a gordura vegetal, utilizadas no processo de produção de biscoitos e massas. Suas marcas são sinônimo de tradição e qualidade, estabelecendo um vínculo de confiança e respeito com o consumidor. A estrutura operacional da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos, com sede no Estado do Ceará, conta com 12 unidades industriais e 29 filiais comerciais distribuídas em diferentes Estados do País, garantindo uma cobertura nacional que possibilita a presença de suas marcas em todo o território nacional.