A maior cervejaria artesanal do Brasil em escala industrial se instala em Porto

08/01/2018 – 11:08 Por: Ascom Prefeitura de Porto Nacional

Porto Nacional terá a maior fábrica de cerveja artesanal com produção em escala industrial do Brasil. Trata-se da Cervejaria Serra do Carmo, que já iniciou as obras de instalação no Distrito Industrial de Porto, aonde o prefeito Joaquim Maia (PV) fez a doação da área.

“A geração de emprego e renda é prioridade na nossa gestão. A atração de empresas que possam fomentar o comercio local, é para nós, oportunidade imperdível, por isso estamos oferecendo todo apoio, para que a fábrica entre em operação o quanto antes”- destaca o prefeito Joaquim Maia.

Empregos

De acordo com Eduardo Godinho, proprietário da Cervejaria Serra do Carmo, inicialmente, a empresa vai gerar 75 empregos diretos e 120 indiretos.  “ Encontramos em Porto, o incentivo de que necessitávamos da prefeitura  e por isso, escolhemos essa cidade para instalar nossa indústria que vai desenvolver um processo artesanal, em escala industrial com tecnologia alemã, uma cerveja deliciosa” – enfatiza o empresário. Para currículos, os interessados podem acessar o site: www.cervejariaserradocarmo.com.br .
elhorias

Segundo o secretário da Produção de Desenvolvimento Econômico, Olimpio  Mascarenhas, o Município está reestruturando o distrito industrial para melhor receber as empresas que que estão sendo convidadas e também àquelas que estão chegando espontaneamente. “O prefeito Joaquim Maia tem se esforçado desde o princípio e temos avançado nessas melhorias que vão nos possibilitar oferecer estruturas adequadas e a contento às empresas” – conclui o secretário.

Ferrero apresenta oferta final por chocolates Nestlé nos EUA

A operação pode chegar aos US$ 2,5 bilhões
Agência ANSA

A empresa italiana Ferrero apresentou sua oferta final pela divisão de doces e chocolates da multinacional suíça Nestlé nos Estados Unidos.

Segundo a emissora "CNBC", que cita fontes próximas às negociações, a companhia dona de ícones como Nutella, Ferrero Rocher e Kinder está na frente da norte-americana Hershey na briga pela aquisição.

O valor da operação pode chegar a US$ 2,5 bilhões, 25% a mais do que a imprensa dos EUA dissera que a Ferrero estava disposta a pagar em dezembro. Também contribui para a vantagem da empresa italiana o fato de a Hershey ter comprado recentemente a Amplify, dona das pipocas SkinnyPop, por US$ 1,6 bilhão.

O vencedor do "leilão" feito pela Nestlé deve ser anunciado nas próximas semanas. A multinacional suíça quer vender sua divisão de doces nos Estados Unidos para se concentrar em setores de maior crescimento, como cafés, comidas para animais e água.

Política estadual para produção de alimentos orgânicos

Da assessoria da deputada Ana do Carmo

A partir de 2018 o Estado de São Paulo terá uma nova abordagem da produção de alimentos. A Alesp aprovou na última sessão do ano, na quarta-feira 27/12, o Projeto de Lei 236/2017, de autoria da deputada Ana do Carmo. O texto prevê a implantação da Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica (Peapo).

Em suma, o Peapo cobra a transição da produção tradicional de alimentos para a agroecologia, que rechaça o uso de agrotóxicos e produz alimentos orgânicos. "Enxergamos a necessidade de uma alimentação saudável, livre de defensivos agrícolas, para todos. Alimento orgânico não pode ser algo exclusivo de quem vai comprar em tal supermercado, com um preço pouco acessível. Toda a população tem o dinheiro de alimentar-se de forma saudável", apontou a deputada após a aprovação de seu projeto.

Outro ponto abordado pelo projeto foi a obrigatoriedade de o Estado dar suporte a pequenos produtores nessa transição. As famílias do campo que dependem da agricultura deverão ter apoio técnico do governo para alterar a forma de produzir alimentos. "A ideia é que o Estado banque esse suporte por meio de técnicos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Isso é fundamental para o andamento do projeto", explicou. O projeto tem como coautor o deputado Aldo Demarchi, e para entrar em vigor aguarda a sanção do governador.

Dália Alimentos e Languiru projetam parceria

Encontro foi realizado na sede da Dália Alimentos com a presença de direção de ambas as cooperativas, de Encantado e de Teutônia

.Ledi T. Giongo/Divulgação Dirigentes das cooperativas Dália Alimentos, com sede no município de Encantado, e da Languiru, sediada em Teutônia, estiveram reunidos na sede da encantadense Dália na tarde da quinta-feira, (04/12). O objetivo do encontro foi viabilizar a possibilidade de formatar parcerias que venham a reduzir custos e aumentar a competitividade nos três segmentos de atuação de ambas: leite, suínos e aves.

Pela Dália esteve presente o presidente Executivo, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas e os gerentes da Divisão Produtos Lácteos, Antonio Maria Salazar Leivas e da Divisão Comércio e Marketing Produtos Lácteos, Rudimar Piccinini. Pela vizinha Languiru participou o presidente Dirceu Bayer; o vice-presidente Renato Kreimeier, o diretor administrativo, Euclides Andrade; o gerente executivo de indústrias, Fabiano Leonhoardt; e o gerente industrial laticínios, Mauro Aschebrock.

Conforme Freitas, anfitrião do encontro, a pauta envolveu uma conversa amistosa acerca das áreas em que é possível iniciar a prestação de serviços entre Dália e Languiru. “Essas possibilidades serão analisadas e estudadas e, nos próximos dias, poderá haver a assinatura do primeiro contrato de prestação de serviços”, adianta.

O presidente Executivo garante que se trata de uma decisão acordada e benéfica para ambas às cooperativas. “Há oito meses, dirigentes das quatro cooperativas que atuam com laticínios – Dália, Languiru, Santa Clara e Piá – reúnem-se mensalmente com a finalidade de trocar experiências e informações e, desta forma, reduzir custos e ampliar a competitividade. “Já adotamos este sistema de terceirização de serviços com a cooperativa Santa Clara, algo que vem dando certo e sendo benéfico tanto para nós quanto para eles. Agora pretendemos adotar o mesmo sistema de parceria com a Languiru, sinalizando a intercooperação”.

Ascom

Frigol assume 6ª unidade, em Juruena (MT)

Receita crescerá 60% em 2018, atingindo R$ 2,4 bilhões

– Divulgação/Assessoria

A Frigol S.A., quarta maior indústria frigorífica do Brasil, está assumindo uma unidade em Juruena (noroeste de Mato Grosso), com capacidade para 1.000 bovinos/dia.

“Com esse investimento, a empresa passa a atuar no estado com o maior rebanho bovino do país e aumenta sua capacidade total de abate para 80 mil cabeças/mês”, informa o CEO Luciano Pascon. Este é o segundo investimento da Frigol em apenas dois meses. Em novembro de 2017, a empresa incorporou uma planta em Cachoeira Alta (GO). Juruena é sua 6ª unidade, incluindo duas em Lençóis Paulista (SP) – uma de bovinos e uma de suínos; e duas no Pará (São Félix do Xingu e Água Azul do Norte). Com as novas plantas, o faturamento da empresa crescerá 60%, alcançando R$ 2,4 bilhões em 2018.

A Frigol está investindo R$ 10 milhões na unidade de Juruena, especialmente em infraestrutura (equipamentos e máquinas) e insumos. Estão sendo gerados 450 empregos diretos, número que deve chegar a 600 em seis meses. A expectativa é iniciar os abates na segunda quinzena de fevereiro. “A planta de Juruena é moderna e será preparada para habilitação para os mais importantes mercados mundiais, como União Europeia, Estados Unidos e Rússia”, complementa Luciano Pascon, destacando a vocação do noroeste de Mato Grosso.

A pecuária é a atividade mais importante da região e Juruena está na rota do transporte de gado. O abate até então era feito em frigoríficos mais distantes e agora será feito localmente. “Nosso interesse principal são os bovinos de boa genética, especialmente machos castrados, animais jovens e novilhas, que se enquadram perfeitamente em nossas linhas de carnes de alto valor agregado”, destaca Pascon. “Além disso, estamos motivados pelos projetos de logística em andamento naquela região do estado, sem dúvida um incentivo adicional para o nosso investimento”.

A Frigol fechou 2017 com receita bruta de R$ 1,5 bilhão. As exportações representam cerca de 22% do faturamento da empresa. Com as unidades de Cachoeira Alta (GO) e Juruena (MT), a empresa passa a gerar 3.000 empregos diretos e ter unidades em quatro estados.

Fonte: Assessoria

Do bem lança nova linha de leites vegetais

janeiro 8, 2018

A marca do bem começa 2018 com o lançamento de uma linha de bebidas com leite vegetal. Desenvolvidos durante um ano, os leites do bem são verdadeiros aliados da nutrição, com cálcio, baixa caloria, sem lactose e sem glúten. A nova  linha  chega em quatro sabores: original, baunilha, chocolate e café com leite. Todas as bebidas da linha são feitas a partir do coco maduro, e por serem de origem vegetal são uma excelente alternativa natural ao leite de vaca.

“Em 2009 mudamos o mercado de sucos no Brasil ao oferecer a primeira linha de sucos integrais sem conservantes em caixinhas. Agora, chegou a hora de “atualizar”, outro mercado: o de leite. A nossa fazenda são os coqueiros das praias”, conta Marcos Leta, idealizador da do bem.

Para apresentar os lançamentos aos consumidores, a do bem estreou uma campanha em suas mídias sociais que tem criação do estúdio Hardcuore. Com a assinatura, “Atualize o seu leite e dê férias para as vacas”, a campanha conta com vídeo de 40 segundos no formato de animação, que explora de maneira bem-humorada as diferenças entre o leite de vaca e o leite de coco do bem. Além do filme, a marca irá conectar os consumidores com a vaca, personagem central da campanha, por meio do perfil do Instagram @Vacation_dobem. Na página, será possível acompanhar as férias da personagem que irá registrar os lugares que irá conhecer, além de interagir com o público dando dicas e recebendo sugestões.

Ficha técnica:
CAMPANHA: DO BEM “ATUALIZE O SEU LEITE”
CLIENTE: do bem / AMBEV
AGÊNCIA: Hardcuore –  www.hardcuore.com
CRIAÇÃO & ROTEIRO: Breno Pineschi e Rafael Cazes (Hardcuore)
DIREÇÃO: Breno Pineschi, Rafael Cazes e Paulo Simi
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Renata Garcia
PRODUÇÃO: Déborah Zapata
ILUSTRAÇÃO: João Zanin e Mitihey Ando
ANIMAÇÃO 2D: Mitihey Ando e Paulo Simi
ANIMAÇÃO 3D: Gustavo Schinner
TRILHA SONORA ORIGINAL: Satelite Áudio
SOUND DESIGN: Satelite Áudio

Coca-Cola com fibras recebe selo de alimento saudável no Japão

08/01/201819h19

Do VivaBem, em São Paulo

No ano passado, a Coca-Cola lançou exclusivamente no Japão a versão Plus do refrigerante, que é enriquecida com fibras e promete ser mais saudável. Agora, o governo do país oriental certificou a bebida como Foods for SpecifiedHealth Uses (Alimentos para uso específico de saúde, em tradução livre).

No país asiático, produtos ganham esse selo por conterem compostos que o governo considera oferecer algum benefício específico, como baixar o colesterol ou prevenir a osteoporose. No caso da Coca, são 5 g de dextrina por garrafa, algo que, teoricamente, faria com que o organismo absorvesse menor quantidade de gordura dos alimentos.

Khalil Younes, vice-presidente executivo de marketing e novos negócios da Coca-Cola no Japão, afirmou ao The Wall Street Journal que os cientistas da empresa passaram uma década tentando incluir no produto ingredientes que ajudariam a ganhar o selo de ouro do governo, sem prejudicar seu sabor.

Efeitos colaterais?

O jornal diz que muitas pessoas que tomaram a bebida, sem se atentar ao rótulo, foram surpreendidos com seu efeito laxante. Comentários na internet ainda relatam problemas como irritação no estômago dos consumidores.

A empresa alega que o produto não traz desconfortos ao corpo humano. No entanto,confirma que, se consumida em excesso, a Coca-Cola Plus pode causar dor de barriga. "Estamos tentando evitar que os consumidores tomem muito o refrigerante por conta da crença de que, quanto mais bebem, mais benefícios terão", disse o porta-voz.

Pesquisadora da USP produz chocolate funcional com probióticos

Detalhes Categoria: Nutrição Publicado: 08 Janeiro 2018
O chocolate é uma alternativa aos produtos lácteos (iogurte, leite fermentado, sorvetes e cremes) que não podem ser consumidos por pessoas com intolerância à lactose, alérgicos ou com restrição de proteína animal –

Alimento com lactobacilos vivos melhora funções intestinais e reduz risco de doenças como o câncer de cólon

Novo chocolate funcional, produzido na USP, contém micro-organismos vivos que conferem mais benefícios à saúde humana. Além das propriedades antioxidantes presentes no cacau, os probióticos melhoram as funções gastrointestinais, reduzem o risco de constipação e a possibilidade de desenvolvimento de várias doenças como o câncer de cólon. A pesquisa, que foi feita na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, traz novas alternativas para o mercado de alimentos. O chocolate meio amargo poderá substituir os produtos lácteos encontrados nos supermercados que não podem ser consumidos por pessoas com intolerância à lactose, alérgicos ou com restrição de proteína animal.

Os probióticos aplicados ao chocolate foram o Lactobacillus acidophilus e Bifidobacterium animalis, semelhantes aos presentes naturalmente no organismo humano, mas que ao longo da vida vão se perdendo pelo consumo de alguns alimentos industrializados que afetam a flora intestinal, como o açúcar, abusos de medicamentos e o estresse. Os micro-organismos têm um papel fundamental no fortalecimento do sistema imunológico e estão associados ao combate de doenças gastrointestinais, redução da biossíntese do colesterol, inibição de células cancerígenas e possuem atividade antimicrobiana contra a Helicobacter pylori e diversos fungos. A ingestão regular e em quantidade adequada de probióticos restaura a flora intestinal e repovoa o organismo de bactérias boas.
Partículas lipídicas com os probióticos encapsulados

Os lactobacilos são mais comumente encontrados em iogurte, sucos, sorvetes e cremes porque os produtos lácteos são boas matrizes para veiculação dos micro-organismos. O grande desafio da pesquisa foi encontrar uma forma de incorporar os bioativos em outros produtos que os mantivessem vivos, explica a engenheira de alimentos, Marluci Palazzolli da Silva, autora do mestrado que deu origem ao chocolate funcional.

Em laboratório, Marluci dividiu o processo de incorporação dos probióticos no chocolate meio amargo em duas etapas: na primeira, microencapsulou os probióticos com gordura vegetal por um método chamado spray chilling, onde a mistura de probióticos e a gordura vegetal aquecida foi atomizada a frio produzindo partículas lipídicas. O objetivo foi proteger os micro-organismos do contato com o oxigênio, com a umidade e demais ingredientes do chocolate; na segunda etapa, a pesquisadora preparou amostras de chocolate sem a encapsulamento dos micro-organismos. As amostras de chocolate foram produzidas em parceria com o Centro de Tecnologia de Cereais e Chocolate do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital).
Marluci Palazzolli da Silva, autora do estudo que deu origem ao novo chocolate funcional

Em ambos os processos, segundo a pesquisadora, tiveram resultados positivos em relação à possibilidade de o chocolate meio amargo ser uma matriz alimentícia aceitável para a incorporação dos probióticos. Porém, a técnica que utilizou spray chilling se mostrou mais eficiente porque a digestão da gordura, que neste caso encapsulou os bioativos, ocorreu no intestino, onde os micro-organismos efetivamente possuem melhor ação. Nos dois processos, os micro-organismos sobreviveram, havendo, inclusive, a manutenção da quantidade de bactérias.

Depois de pronto, o chocolate foi avaliado por cem provadores para comprovar a aceitação do produto que teve nota acima de sete em uma escala de nove pontos. Perguntado aos voluntários se comprariam o chocolate funcional quando estivesse no mercado, cerca de 75% demonstraram intenção de compra.

Segundo a pesquisadora, considerando a boa aceitação do chocolate, a manutenção da viabilidade dos probióticos e o efeito antioxidante pela presença dos compostos fenólicos no cacau, os resultados da pesquisa indicaram o potencial do produto para a diversificação dos alimentos probióticos disponíveis no mercado, conclui.

A dissertação Desenvolvimento e caracterização de chocolate meio amargo contendo micro-organismo probiótico na forma livre e encapsulada que resultou no chocolate funcional foi defendida por Marluci Palazzolli da Silva, sob orientação da professora Carmem Sílvia Favaro Trindade, na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP.

Mais informações: e-mail malupalazzolli@gmail.com, com Marluci Palazzolli da Silva

Ivanir Ferreira
Jornal Da USP

Dália Alimentos e Languiru projetam parceria

Encontro foi realizado na sede da Dália Alimentos com a presença de direção de ambas as cooperativas, de Encantado e de Teutônia

.Ledi T. Giongo/Divulgação Dirigentes das cooperativas Dália Alimentos, com sede no município de Encantado, e da Languiru, sediada em Teutônia, estiveram reunidos na sede da encantadense Dália na tarde da quinta-feira, (04/12). O objetivo do encontro foi viabilizar a possibilidade de formatar parcerias que venham a reduzir custos e aumentar a competitividade nos três segmentos de atuação de ambas: leite, suínos e aves.

Pela Dália esteve presente o presidente Executivo, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas e os gerentes da Divisão Produtos Lácteos, Antonio Maria Salazar Leivas e da Divisão Comércio e Marketing Produtos Lácteos, Rudimar Piccinini. Pela vizinha Languiru participou o presidente Dirceu Bayer; o vice-presidente Renato Kreimeier, o diretor administrativo, Euclides Andrade; o gerente executivo de indústrias, Fabiano Leonhoardt; e o gerente industrial laticínios, Mauro Aschebrock.

Conforme Freitas, anfitrião do encontro, a pauta envolveu uma conversa amistosa acerca das áreas em que é possível iniciar a prestação de serviços entre Dália e Languiru. “Essas possibilidades serão analisadas e estudadas e, nos próximos dias, poderá haver a assinatura do primeiro contrato de prestação de serviços”, adianta.

O presidente Executivo garante que se trata de uma decisão acordada e benéfica para ambas às cooperativas. “Há oito meses, dirigentes das quatro cooperativas que atuam com laticínios – Dália, Languiru, Santa Clara e Piá – reúnem-se mensalmente com a finalidade de trocar experiências e informações e, desta forma, reduzir custos e ampliar a competitividade. “Já adotamos este sistema de terceirização de serviços com a cooperativa Santa Clara, algo que vem dando certo e sendo benéfico tanto para nós quanto para eles. Agora pretendemos adotar o mesmo sistema de parceria com a Languiru, sinalizando a intercooperação”.

Ascom

Frigol assume 6ª unidade, em Juruena (MT)

Receita crescerá 60% em 2018, atingindo R$ 2,4 bilhões

– Divulgação/Assessoria

A Frigol S.A., quarta maior indústria frigorífica do Brasil, está assumindo uma unidade em Juruena (noroeste de Mato Grosso), com capacidade para 1.000 bovinos/dia.

“Com esse investimento, a empresa passa a atuar no estado com o maior rebanho bovino do país e aumenta sua capacidade total de abate para 80 mil cabeças/mês”, informa o CEO Luciano Pascon. Este é o segundo investimento da Frigol em apenas dois meses. Em novembro de 2017, a empresa incorporou uma planta em Cachoeira Alta (GO). Juruena é sua 6ª unidade, incluindo duas em Lençóis Paulista (SP) – uma de bovinos e uma de suínos; e duas no Pará (São Félix do Xingu e Água Azul do Norte). Com as novas plantas, o faturamento da empresa crescerá 60%, alcançando R$ 2,4 bilhões em 2018.

A Frigol está investindo R$ 10 milhões na unidade de Juruena, especialmente em infraestrutura (equipamentos e máquinas) e insumos. Estão sendo gerados 450 empregos diretos, número que deve chegar a 600 em seis meses. A expectativa é iniciar os abates na segunda quinzena de fevereiro. “A planta de Juruena é moderna e será preparada para habilitação para os mais importantes mercados mundiais, como União Europeia, Estados Unidos e Rússia”, complementa Luciano Pascon, destacando a vocação do noroeste de Mato Grosso.

A pecuária é a atividade mais importante da região e Juruena está na rota do transporte de gado. O abate até então era feito em frigoríficos mais distantes e agora será feito localmente. “Nosso interesse principal são os bovinos de boa genética, especialmente machos castrados, animais jovens e novilhas, que se enquadram perfeitamente em nossas linhas de carnes de alto valor agregado”, destaca Pascon. “Além disso, estamos motivados pelos projetos de logística em andamento naquela região do estado, sem dúvida um incentivo adicional para o nosso investimento”.

A Frigol fechou 2017 com receita bruta de R$ 1,5 bilhão. As exportações representam cerca de 22% do faturamento da empresa. Com as unidades de Cachoeira Alta (GO) e Juruena (MT), a empresa passa a gerar 3.000 empregos diretos e ter unidades em quatro estados.

Fonte: Assessoria