Brasil inventa película que prolonga vida útil das frutas

Nova tecnologia estende em pelo menos 4 vezes o tempo de armazenamento dos produtos. Com isso, algumas frutas já têm as portas abertas para a exportação

O coco verde sempre foi uma fruta muito desejada pelo mercado europeu, mas os seus 10 dias de vida útil não eram suficientes para o credenciar a ingressar na lista de produtos exportados pelo Brasil, pelo menos não em grandes quantidades. Pensando não só no coco, mas também em outras frutas, a Embrapa Agroindústria de Alimentos conseguiu criar um revestimento comestível que pode prolongar em até quatro vezes a vida útil destes alimentos.

A Embrapa garante que o uso dessa tecnologia mantêm não só as características nutricionais do coco natural, como a água dentro dele sem alteração de cor ou sabor; atendendo a um mercado consumidor exigente.

Agora, quem for a Portugal, no próximo verão europeu, poderá consumir água de coco como se estivesse no Brasil. Afinal, chegarão ao país, a partir do mês de junho, cerca de 500 mil unidades de coco verde brasileiro, graças a esta invenção inovadora.

Os cocos da variedade anão-verde, que começaram a ser exportados para a Europa, são produzidos no Polo de Fruticultura do Vale do São Francisco em Petrolina (PE). O empresário Edivânio Domingos, da Fazenda Coco do Vale, buscava há anos uma tecnologia que mantivesse a qualidade do coco verde in natura e aumentasse com qualidade a sua vida útil.

“O revestimento atua como uma barreira física e reduz o metabolismo do fruto ao diminuir a respiração, a atividade enzimática, a degradação de açúcares, minerais e vitaminas, mantendo as características sensoriais e garantindo a qualidade microbiológica do fruto e da água, ou seja, conservando-o por mais tempo”, conta Josane Resende, professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), que realizou o estudo pioneiro em 2007, sob co-orientação dos pesquisadores Antonio Gomes, da Embrapa Agroindústria de Alimentos, e Neide Botrel, da Embrapa Hortaliças.

Vida útil e preço de venda maiores

“Essa tecnologia da Embrapa é espetacular, porque é de baixo custo e requer pouca mão-de-obra. São apenas três etapas: higienização, imersão na solução filmogênica e secagem. Assim, conseguimos ampliar a vida útil do coco verde para mais de 40 dias, viabilizando sua exportação para países europeus como Portugal, Bélgica e Holanda”, conta o empresário Domingos.

Para obter esse resultado, ele também seguiu as orientações técnicas da Embrapa Agroindústria de Alimentos sobre a melhor forma de armazenamento dos frutos, além de regulagem de temperatura, umidade e ventilação dos contêineres no processo de exportação.

Durante o verão europeu, o empresário consegue vender a unidade do coco por um valor quase dez vezes superior ao praticado no Brasil no mesmo período, quando por aqui é inverno. O mercado brasileiro também tem demonstrado interesse no coco verde natural com revestimento, devido ao seu alto valor agregado. O produto já começou a ser vendido para São Paulo e outros estados brasileiros.

Filme pode ser aplicado em diferentes frutas

Após a secagem do revestimento, o produto fica pronto para ser embalado e armazenado para exportação ou comercialização no mercado nacional. A composição da solução filmogênica pode variar de acordo com as características fisiológicas do fruto, e não provoca alteração de cor ou sabor.

“O revestimento pode ser utilizado em diversas frutas, como coco, melão, mamão, manga, melancia e goiaba. É uma tecnologia simples, que o próprio produtor pode aplicar em sua propriedade”, revela o pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos, Antonio Gomes. Ele e sua equipe realizam cursos, treinamentos, palestras e consultorias sobre tecnologias e práticas pós-colheita, incluindo a do revestimento de frutas.

Quarto produtor mundial

Segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO/ONU), o Brasil é o quarto maior produtor mundial de coco verde, chegando a quase dois bilhões de unidades por ano. A produção está concentrada na região litorânea do país, nos Estados da Bahia, Sergipe e Ceará. A mais alta produtividade registrada é a da região do Vale do São Francisco, no sertão pernambucano, com cultivo irrigado e uso intensivo de tecnologia.

Revestimento biodegradável e comestível

Há mais de vinte anos, a equipe da área de pós-colheita da Embrapa Agroindústria de Alimentos, realiza pesquisas com objetivo de aumentar a vida de prateleira e reduzir as perdas de alimentos. Os estudos sobre o revestimento de frutas, que é biodegradável e comestível, começaram há pouco mais de dez anos.

Cepêra lança nova linha de produtos na APAS Show 2018

Uma das tradicionais empresas fabricantes de conservas, molhos e condimentos, apresentará a linha "Sabores Cepêra" na maior feira de supermercados do país.

Com 70 anos recém-completados, a Cepêra, empresa que abastece as gôndolas dos principais supermercados e atacados do Brasil também com distribuição para outros países, participará da APAS Show 2018, organizada pela Associação Paulista de Supermercados para apresentar sua nova linha de produtos. O evento acontece entre os dias 7 e 10 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo e reunirá cerca de 600 expositores de diversos países.

Nesta edição, que tem como tema “Nós Amamos Supermercado”, a empresa irá apresentar ao mercado sua nova linha de produtos “Sabores Cepêra”. Há 70 anos produzindo receitas para o paladar brasileiro, a Cepêra tem como objetivo atender e acompanhar as tendências dos perfis dos consumidores e oferecer produtos de alta qualidade para que o público aprecie novos sabores na cozinha.

A nova linha é dividida em três segmentos: molhos de pimentas, condimentos e doces. Entre os molhos de pimenta, a Cepêra será pioneira ao lançar embalagens de 270ml com um exclusivo bico dosador com a opção gotas ou fluxo contínuo e nos sabores: Sweet Chilli, Mexicano, Extra Forte, Chipotle e Sriracha.

Já entre a linha de condimentos, o Ketchup Original ganhou embalagem de 1,01 kg, além do novo sabor Habanero. Já a Mostarda aparece nas opções: Amarela, Com Mel e o lançamento Escura, além de Rústica e Dijon. Muito popular na mesa dos americanos, o molho Barbecue aparece em duas versões: tradicional e com mel, além do clássico molho American Burger.

Outra grande novidade é a linha de doces, que traz duas opções de goiabada “on the go”, com tampa abre e fecha para consumação em qualquer lugar, nas versões Goiabada Cremosa e Goiabada com Açaí, ambas sem conservantes e com menos adição de açúcar.

Para a marca, a participação na feira é tão importante, que os lançamentos de produtos são sempre programados para o mês de maio, em conjunto com a feira. “É a 16ª vez que participamos da APAS Show e nossas expectativas são sempre as melhores. Em quatro dias conseguimos apresentar todas as novidades de uma só vez ao maior número de supermercadistas de todo o país, além de estreitar o relacionamento com nossos clientes, e entender melhor a operação do dia a dia criando soluções para atender melhor não só a eles, mas também os consumidores”, explica Decio Augusto da Costa Filho, CEO da marca.

Os produtos da marca Cepêra podem ser encontrados nos principais supermercados do país. Confira todo o portfólio de produtos no site www.cepera.com.br

Feira APAS Show 2018, de 7 a 10 de maio de 2018. Feira de Negócios: 7 a 9 de maio, das 14h às 22h, e 10 de maio, das 13h às 19h. Congresso de Gestão: 8 a 10 de maio, das 8h30 às 14h. Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo/SP.

Universidade de Rio Preto tenta buscar a cerveja perfeita

Bebida alcoólica mais consumida no Brasil é objeto de estudos em universidade de Rio Preto; apreciadores que produzem a própria bebida também buscam aprimoramento
Da Redação

Bebida popular e refrescante para o rigoroso verão no Brasil, a cerveja virou objeto de estudos em Rio Preto. Gisandro, Guilherme, Adalberto e Fred são apenas alguns dos apaixonados pela bebida, seja para fins acadêmicos, pessoais ou comerciais e que procuram de alguma forma o aperfeiçoamento da popular 'breja'.

No campo acadêmico, um dos estudos tem à frente Gisandro Reis de Carvalho, 28 anos, que usou a pesquisa em seu doutorado em engenharia de alimentos pela Unesp de Rio Preto. O objetivo da pesquisa dele é deixar mais rápido o processo de produção da cerveja e melhorar sua qualidade da bebida.

Apaixonado pelos grãos de cevada e pela pesquisa aprofundada da bebida, o estudante segue sua busca para mudar a maneira como se faz cerveja no Brasil. O trabalho foi feito sob orientação do professor Javier Telis-Romero.

"Tanto a produção de cevada quanto a de malte são insuficientes para suprir a demanda por estes produtos. Logo, o uso de tecnologias que possam acelerar ou melhorar o processo de produção de malte é de grande interesse", disse Gisandro.

Para a pesquisa foi necessário usar um equipamento chamado ultrassom de potência. O aparelho – avaliado em torno de R$ 80 mil – emite ondas ultrassônicas que pressionam a cevada como se fosse uma esponja em milhões de vibrações por segundo. O movimento altera a estrutura da parede celular do grão da cevada, assim como de outros compostos.

"Estamos analisando a degradação do composto beta-glucana, uma fibra da cevada. Ela é a responsável por mudar a viscosidade da cerveja, por exemplo", acrescentou o aluno da pós-graduação em Engenharia de Alimentos.

O malte é um dos principais ingredientes da cerveja e vem da germinação do grão da cevada. A transformação da cevada em malte passa por três etapas: a maceração ou hidratação, germinação e secagem. Todas levam entre 6 e 9 dias até se chegar no malte pronto para ser utilizado. O estudo de Gisandro focou na etapa da maceração – em que a cevada é colocada em um recipiente com água, para que absorva essa água e comece a germinar.

"Para a cevada atingir a umidade necessária para germinar na temperatura de 10ºC leva-se 45 horas. Com o uso do aparelho ultrassônico, o tempo pode ser reduzido a 22 horas, aproximadamente", complementou o pesquisador, após conclusões feitas com base em seu estudo.

Outros cereais

Por conta da demanda, as cervejas populares e vendidas no Brasil substituem o malte – cevada germinada – por outros grãos como arroz e milho. "Produzimos apenas 30% do malte que consumimos e pode-se chegar a mais. O uso do ultrassom nos grãos é uma das técnicas a ser utilizada", explicou Gisandro.

"Outros estudos mais aprofundados sobre o efeito da aplicação durante a produção de malte ainda são necessários, mas, por enquanto, a utilização dessa tecnologia na fabricação de malte se mostrou promissora, podendo futuramente ser utilizada em escala industrial para melhorar a produção", finalizou o pesquisador.

Consumo no Brasil

Segundo dados divulgados em janeiro deste ano pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Brasil possui 679 cervejarias regulamentadas. São consumidos no país 14 bilhões de litros anuais, perdendo para China 46 bilhões e para os EUA, com 22 bilhões de consumo da bebida.

(Colaborou Victor Stok)

Produção de peixes cresceu 3,5% em Mato Grosso

Conforme anuário da Associação Brasileira da Piscicultura Estado ocupa 4º lugar no ranking nacional.
|

Mato Grosso aumentou em 3,5% a produção de peixes de cativeiro no ano passado, na comparação com o volume ofertado no ano anterior. Conforme dados do Anuário Peixe BR, da Associação Brasileira da Piscicultura, a produção estadual passou de 59,90 mil toneladas para 62 mil toneladas. O total contabilizado em 2017 manteve Mato Grosso no quarto lugar do ranking nacional, sendo o melhor representante do Centro-Oeste nesse segmento produtivo.

Com 62 mil toneladas, Mato Grosso ofertou cerca de 9% da produção nacional aferida pelo Anuário, no ano passado. O Brasil produziu 691,77 toneladas de peixes, registrando um crescimento anual de 8%.

A maior parte da produção, 51,7%, foram de tilápias, espécie que puxou o crescimento e colocou o país como o 4º maior produtor deste peixe no mundo, apenas atrás de China, Indonésia e Egito – o berço da tilápia.

A produção de peixes nativos (principalmente tambaqui, pacu, pirapitinga e seus híbridos) significam 43,7% da produção, somando mais de 300 mil toneladas. O valor da produção brasileira ultrapassa US$ 1,5 bilhão.

Houve crescimento da produção em 22 estados e apenas quatro e o Distrito Federal produziram menos que em 2016. O estado que liderou o crescimento foi Paraná com 112 mil toneladas e se manteve como o líder no Brasil. Nos estados onde houve perda de produção, a seca foi o principal fator. “Há décadas a aquacultura Brasileira vem crescendo, consistentemente, transformando o nosso potencial aquícola em emprego e renda, e ainda há muito para crescer”, João Manoel Cordeiro Alves, gerente de Produtos para Aquacultura da Guabi Nutrição e Saúde Animal.

Os estados que completam o Centro-Oeste, como Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, ficaram na 6ª, 11ª e 26ª posições no ano passado, respectivamente.

EXPANSÃO – Segundo João Manoel, a tilápia é o peixe cuja produção mais cresce no mundo, graças à sua rusticidade, precocidade, prolificidade, sabor agradável, ausência de espinhas nos músculos, entre outras características, “por isso há, para a piscicultura brasileira, uma oportunidade enorme a ser explorada”.

De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior e Serviços (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o Brasil exportou US$ 150 milhões em pescados em 2017, sendo apenas US$ 4,4 milhões referentes à tilápia. “O Brasil tem algumas boas vantagens competitivas em relação aos países que exportam tilápias, principalmente, para os Estados Unidos, de onde o nosso Nordeste está muito próximo. Temos área, água, ingredientes para fazer rações, material genético e humano preparados e suficientes para multiplicar sua produção e gerar excedente exportável”, comenta João Manoel. Mais de 82% da importação norte-americana são de filés de tilápia, o que representou em 2016, US$ 478,7 milhões.

Além das tilápias, o Brasil produz grande quantidade de peixes nativos, a maioria híbridos de pacu, tambaqui e pirapitinga, peixes muito saborosos e apreciados pelos consumidores sulamericanos. “Zootecnicamente são animais excelentes, exigem pouca proteína, aproveitam bem alimentos naturalmente produzidos nos viveiros (plâncton), crescem muito rapidamente atingindo mais de 2 kg em menos de um ano de cultivo, são muito saborosos e as espinhas são grandes”, informa João Manoel. Estes peixes representam 43,7% da produção brasileira, segundo o Anuário da Peixe BR.

De acordo com a Organização da Alimentação e Agricultura da ONU (FAO) e com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico a produção global de pescados de cultivo deve ultrapassar a de captura entre 2020 e 2021. Nos últimos 10 anos, esta produção cresceu 60% e atingiu 80 milhões de toneladas, enquanto a captura está estagnada entre 90/92 milhões de toneladas, há mais de 20 anos.

Autor: diariodecuiaba.com.br
Fonte: diariodecuiaba.com.br

Vendas no setor alimentício alertam para importância da higienização

São Paulo – SP–(DINO – 27 abr, 2018) – As pesquisas no setor alimentício ajudam a mensurar como a economia tem se desenvolvido nos últimos anos. O aumento das vendas, abre espaço para uma discussão necessária, já que os registros de Doenças Transmitidas por Alimentos alertam para um dos quesitos que as indústrias devem sempre dispensar atenção, que é a higienização correta dos meios de produção, atendendo às especificações da Anvisa, além do respeito ao consumidor.

Dados divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos industrializados (ABIMAPI), em parceria com a consultoria Nielsen, referentes ao desempenho do setor em 2017, apontou que as indústrias apresentaram estabilidade no faturamento com relação a 2016. Juntos, os alimentos movimentaram um total de R$ 39,252 bilhões, apenas 0,6% abaixo do ano anterior. Em contrapartida, houve um crescimento de 34% em vendas e 4,5% em volume, quando comparados os resultados dos últimos cinco anos.

O aumento das vendas deve ser visto como algo positivo para a economia, já que o consumo estimula a fabricação, refletindo, consequentemente, na abertura de vagas de emprego. Justamente para garantir que esse ciclo só aumente, os cuidados com a limpeza devem ser ainda maiores, em especial na higienização da esteira, do autoclave e do tanque misturador, por exemplo.

A Weinberger , empresa brasileira do ramo de escovas, que atende os mais diferentes nichos de mercado, entre eles o setor alimentício, reforça a importância da higienização nas indústrias. "O aumento da produção deve servir de alerta para a limpeza adequada dos meios de produção, garantindo a entrega de produtos com qualidade e dentro das normas estabelecidas pela Anvisa". Os métodos utilizados para a limpeza também devem ser levados em consideração, e o equipamento deve estar com a manutenção em dia, bem como os itens que o compõem, como as escovas , de modo a garantir a eficácia do serviço.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vinculada ao Ministério da Saúde, é quem regula as Boas Práticas de Fabricação (BPF) de Alimentos, bem como os Padrões de Higiene Operacional (PPHO), que definem as condições higiênico-sanitárias em que os alimentos devem permanecer. A prevenção da contaminação por lixo e sujeira, assim como o controle de pragas ou doenças também estão previstos nas normas publicadas pela Agência.

Os consumidores também devem prestar atenção nas condições de higienização das indústrias, buscando adquirir itens de empresas que estejam de acordo com as exigências dos órgãos fiscalizadores. Quando na fábrica o processo de limpeza não é realizado de forma apropriada, os alimentos ficam sujeitos a micróbios, parasitas e substâncias tóxicas. Ingerir alimentos nestas condições provocam as
Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), que causa sintomas como vômitos, diarreias e dores abdominais e de cabeça, febre, alteração da visão, olhos inchados, entre outros. Em especial quando diagnosticada em crianças, idosos e grávidas, as consequências podem ser graves.

A responsabilidade com o alimento deve ser primordial. Realizar a manutenção periódica dos equipamentos para higienização e atender às normas, garante que cada vez mais sejam comercializados produtos de qualidade, atendendo às demandas do mercado.

Website: http://www.weinberger.com.br/

Broadcast Imagem

Seven Boys estreia novidades do seu portfólio

30/04/2018

A Seven Boys, com 64 anos de atuação no mercado brasileiro, amplia seu portfólio de produtos e apresenta seu mais recente lançamento no segmento de bolos: o Bolinho Seven Boys em porção individual, disponível nos sabores Laranja e Chocolate.

A fabricante, que desde 2015 faz parte do Grupo Wickbold, estreia no mercado de monoporções como os novos bolinhos. Com embalagem compacta de 35 gramas, a novidade chega ao mercado com a proposta de favorecer o consumo de forma prática, em qualquer hora e lugar, sendo ideal lanches rápidos ao longo do dia ou mesmo para compor a lancheira das crianças.

De acordo com Pedro Wickbold, gerente de Marketing e Novos Negócios da companhia, os lançamentos chegam para complementar o portfólio da marca, com produtos que já são campeões de vendas na versão 250grs.

“A Seven Boys já é referência na categoria de bolos na versão família, por isso resolvemos explorar esse novo mercado. Nossos produtos combinam ingredientes que garantem maciez, leveza e sabor, remetendo à sensação gerada quando comemos aquele bolo caseiro tão especial. Além disso, por não ser um produto com recheio, é uma ótima opção para quem busca uma alternativa menos calórica.”, declara Pedro.

Embalagem e distribuição

Desenvolvida pela agência parceira Mac Group, as embalagens seguem a mesma identidade visual da marca para os bolos tamanho família.

O produto já está disponível nos principais pontos de venda nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. O preço sugerido pode variar de acordo com a localização, mas o valor de saída indicado pela marca é de R$ 1,10 a unidade.

Mercado

Segundo dados da Abimapi, os bolos industrializados estão presente em 50% dos lares brasileiros. É um produto destinado ao consumidor que não tem mais tempo de preparar doces em casa, apresentando-se como opção fácil para sobremesa ou lanches e refeições intermediárias. Em 2016, este mercado representou um faturamento de R$ 851 milhões.

Fonte: Redação Promoview.

Linha de mixers voltada à coquetelaria é lançada no Brasil

27 de Abril de 2018

A indústria paulista Águas Prata, atenta às preferências do consumidor moderno e às tendências internacionais da indústria de bebidas, desenvolveu uma linha especial de mixers (bebidas para mistura) para drinques. A Premium Mixers é direcionada a profissionais e amantes da coquetelaria. A novidade chega ao mercado como a primeira linha brasileira de qualidade superior em um segmento abastecido por rótulos importados.

Os produtos estão disponíveis nas versões Tônica, Tônica Zero (sem açúcar), Citrus e Club Soda, e podem ser encontrados em garrafas de vidro de 200 ml, desenvolvidas com exclusividade pela Owens Illinois (O-I), líder global na fabricação de embalagens de vidro.

“A linha propõe uma experiência única ao consumidor. O formato ergonômico da garrafa facilita o manuseio durante o preparo e traz a medida exata para uma dose, evitando o desperdício”, explica Reinaldo Kühl, gerente da categoria de Alimentos e Bebidas Não Alcoólicas Latam South.

A Águas Prata decidiu empreender no segmento de mixers após ter um de seus produtos reconhecidos no World Gin Day 2016, evento especializado em gin. Na ocasião, a tônica Prata foi eleita a melhor do Brasil em um teste às cegas.

As opções da linha Premium Mixers foram lançadas no início de abril e já estão disponíveis nos principais pontos de venda de São Paulo e Rio de Janeiro.

Fonte: Ketchum

General Mills leva novos produtos à Apas Show

27/04/2018

A General Mills estará presente na Apas Show 2018. A feira, que reúne anualmente o setor supermercadista, acontece entre os dias 7 e 10 de maio no Expo Center Norte, em São Paulo.

Durante o evento, a Yoki apresenta a edição limitada de snacks “Seleção de Sabores”, que completa seu tradicional portfólio de produtos na celebração do maior evento do futebol.

Ao todo, são seis inovações: pipoca micro-ondas salame (Espanha), pipoca micro-ondas nacho picante (México), batata provolone (Argentina), batata molho especial (Inglaterra), amendoim picante (Brasil) e amendoim cebola e ervas (França).

Além disso, alguns produtos contam com novas embalagens: pipoca micro-ondas mostarda (Alemanha), pipoca micro-ondas calabresa acebolada (Brasil) e pipoca grão Super Premium na edição verde e amarela.

No segmento de pipocas, a marca inova e reforça seu pioneirismo com a nova linha de pipocas para micro-ondas no tamanho de 50g. Disponível nos sabores Manteiga, Natural e Natural com Sal, o produto foi idealizado sob o conceito “Na Medida”, no qual a Yoki valoriza a demanda do consumidor single, que mora sozinho, além de famílias pequenas, que dão preferência a porções menores da pipoca de micro-ondas que normalmente é encontrada em embalagens de 100g.

Para que os consumidores encontrem o produto com facilidade no ponto de venda, as novas pipocas apresentam formato vertical e novo design com cores vivas e intensas, mas com os sabores e qualidade já tradicionais e reconhecidos de todo o portfólio Yoki.

A marca lança ainda as novas embalagens de sua linha de grãos e farináceos, formada por mais de 30 itens. Os novos packs foram modernizados e apresentam selo de garantia Yoki, que é tradicionalmente reconhecida por sua excelência em qualidade. O conceito das embalagens foi criado pela agência Raf Design e explora ainda uma melhor leitura e identificação do produto e reforço da saudabilidade evidenciado em imagens a origem natural de cada produto.

Na categoria de Batata Palha, a Yoki leva o novo sabor Parmesão. Crocante e sequinho, o produto traz o toque especial de queijo parmesão e estimula a utilização da batata palha em outras receitas além dos tradicionais estrogonofe e cachorro quente, incentivando combinações novas e diferentes com o produto. As embalagens de Batata Palha na versão de 280g também estarão expostas na feira.

Novas fórmulas de produtos também serão apresentadas ao público durante a Apas Show. Em continuação ao movimento de entregar maior naturalidade, sabor e saudabilidade em todo o seu portfólio de produtos, Kitano relança a linha de realçadores Mais Sabor, que agora apresenta 30% menos sódio do que a concorrência e novas embalagens mais modernas e chamativas, para todos os sabores – Para Aves, Carnes, Feijão, Arroz, Nordestino, Gaúcho, Legumes, Massas e Saladas.

Já a linha de Sopas Kitano, que no último ano reduziu em 50% o sódio e ampliou em 80% as especiarias dos sabores Sopão Carne e Sopão Galinha, agora traz o mesmo benefício também para os outros sabores da categoria: Sopão Feijão, Sopão Legumes e Creme de Cebola.

Fonte: Redação Promoview.

Para escolher o melhor tipo de pão integral? Comece olhando os multigrãos

30/04/2018 04h00

Thais Szegö

Colaboração para o VivaBem

O pão integral oferece motivos de sobra para garantir seu lugar na lista de compras. Conta com mais nutrientes, como as vitaminas do complexo B, magnésio, cálcio, potássio e fósforo, e é mais rico em fibras, que proporcionam saciedade, estimulam o funcionamento do intestino e colaboram para o controle do colesterol. Além disso, é absorvido pelo organismo mais lentamente, evitando as perigosas flutuações nas taxas de açúcar no sangue e garantindo energia por mais tempo.

E de acordo com uma pesquisa divulgada no início deste ano pelo Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), boa parte dos brasileiros têm consciência de que esse tipo de pão leva vantagem em relação ao branco. Dos 944 indivíduos entrevistados, 23,3% afirmou que procura a palavra integral na embalagem na hora da compra.

A má notícia é que não há uma regulamentação no país que determine o que é uma farinha integral. Ou seja, o fabricante pode misturá-la com uma refinada, fazendo com que haja chance de uma pessoa consumir um produto que não oferece os benefícios prometidos. A seguir, damos as dicas de como escolher o melhor tipo de pão integral.

Fique atento à integridade do pacote

No que diz respeito ao acondicionamento do produto, eles são similares, por isso a dica é verificar se ele não está danificado e se está bem fechado.

O local onde estão posicionados também conta

Os pães não devem estar em contato com o chão e nem em prateleiras muito elevadas. Além disso, é importante verificar se eles estão longe dos produtos de higiene e limpeza e se não estão amassados.

Existem várias opções diferentes no mercado, mas em geral elas são divididas em integral e multigrãos

Quanto mais tipos de grãos, melhor

Os multigrãos podem ser feitos com diversos ingredientes, como chia e linhaça. Por essa razão, têm uma quantidade maior de fibras, o que faz com que ele proporcione mais saciedade, melhorando o trânsito intestinal e prevenindo doenças cardiovasculares. Outra vantagem desse tipo de pão é que ele oferece uma quantidade e variedade maior de nutrientes.

Mas o integral simples também é uma boa aposta

Ele também oferece uma boa quantidade de fibras e nutrientes, cálcio, fósforo, potássio e magnésio, por exemplo. E de longe é mais saudável do que o produto refinado.

Nem sempre a palavra integral indica que o pão é realmente desse tipo

A legislação brasileira não define o que pode ser considerado farinha integral e nem a quantidade indicada desse ingrediente na receita, ou seja, os produtos encontrados no mercado podem ser feitos a partir de uma mistura de farinha refinada, integral, farelo de trigo e/ou outros cereais.

Além disso, as expressões rico em fibras e fonte de fibras também podem ser usadas diante de uma quantidade pequena dessa substância, 5 e 2,5 gramas, respectivamente.

Cheque sempre a lista de ingredientes

Como a palavra integral ou a expressão fonte de fibras nem sempre são garantias de que dentro do saquinho há um alimento de fato mais saudável, checar as informações nutricionais do produto é importantíssimo para verificar se a farinha integral está entre os primeiros itens da lista, o que indica que ela está em maior quantidade no produto. E quanto maior a quantidade de fibras, melhor. Pois, assim, fica mais fácil atingir a recomendação diária dessa substância, que é de 25 a 30 gramas.

Dê uma atenção redobrada ao prazo de validade

Os integrais costumam durar menos do que os brancos (sete dias após a abertura, em média), pois as fibras têm mais afinidade com a água, o que favorece o aparecimento de fungos e bolores. O seu prazo de validade depende de vários fatores, como a quantidade de água do produto, a temperatura no transporte e no armazenamento e o tipo de embalagem e isso pode ser conferido na data estampada no rótulo. Em casa, ele pode ser guardado na geladeira para garantir a sua durabilidade.

Mapa do rótulo
Tipo do produto: se o pão é integral ou multigrãos; Data de validade: o tipo integral dura menos que o pão que é feito apenas com farinha refinada. No contra-rótulo
Lista de validade para saber se a farinha integral está entre os primeiros itens; Tabela nutricional: opte, também, pelos que têm maior quantidade de fibras. Informações nutricionais
(porção de 50 gramas – 2 fatias)

Versão integral
Calorias: 125 kcal Carboidratos: 20 gramas Proteínas: 7 gramas Gorduras totais: 1,3 gramas Gorduras saturadas: 0 Fibras: 2,7 gramas Sódio: 180 mg

Versão multigrãos
Calorias: 116 kcal Carboidratos: 17 gramas Proteínas: 5,9 gramas Gorduras totais: 2,6 gramas Gorduras saturadas: 0,4 gramas Fibras: 3,5 gramas Sódio: 183 mg

Fontes ouvidas pelo VivaBem: Carlos Wanderlei Piler De Carvalho e Cristina Yoshie Takeiti, pesquisadores da Embrapa Agroindústria de Alimentos, especialistas em cereais, tubérculos e raízes.

Coca-Cola Zero açúcar em embalagens PET retornáveis é lançada em Minas Gerais

27 de Abril de 2018

Depois de lançar no mercado de Minas Gerais as embalagens de PET retornáveis dos três sabores de Fanta (Guaraná, Uva e Laranja), a Coca-Cola FEMSA Brasil disponibiliza aos consumidores mineiros, a partir deste mês, a Coca-Cola Zero açúcar em Ref PET. Essa será mais uma opção de troca, que pode ser realizada em supermercados, mercearias e padarias em todo o Estado de Minas Gerais. As embalagens de PET retornáveis estão sendo envasadas na fábrica da Coca-Cola FEMSA Brasil em Itabirito.

Com a novidade, a empresa passa a comercializar cinco opções de refrigerantes em embalagens retornáveis: Fanta Guaraná, Uva e Laranja, Coca-Cola original e Zero açúcar. Com preços sugeridos de R$ 4,59 (sabores de Fanta e Coca-Cola Zero açúcar) e R$ 4,79 (Coca-Cola original), o Ref PET 2 litros é uma opção para consumidores que querem economizar.

A participação das embalagens retornáveis da Coca-Cola FEMSA Brasil tem crescido no mercado mineiro nos últimos anos. Em 2014, a Ref PET representava 2,7% do volume comercializado em pontos de venda –pequenos mercados, mercearias e padarias–, enquanto a PET descartável chegava a 45,4%. Já em 2017, a presença das embalagens em PET retornável nesses pontos de venda em Minas Gerais cresceu para 14,8%, enquanto a de descartável foi de 40,9%.

“Os consumidores terão mais uma opção para adquirir as embalagens retornáveis, o que possibilita praticidade da PET tradicional aliada ao retorno das garrafas”, explica a executiva Luciane Chimenti Alves, gerente de Categorias para Carbonatados da Coca-Cola FEMSA Brasil. Para manter o nível de qualidade do processo fabril, toda vez que retorna à fábrica, a Ref PET passa por um rigoroso sistema de higienização e seleção.

Fonte: Interface Comunicação Empresarial