Importância de reavaliar parcerias entre setores públicos e privados nos laboratórios farmacêuticos

A saúde brasileira enfrenta desafios, ano após ano, para atender as demandas e necessidades da população. Mesmo com dificuldades, o Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes que oferece um serviço gratuito de saúde, sendo referência e base para diversos estudos ao redor do mundo. No campo dos medicamentos, existem hoje diversas lacunas deixadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), desde a falta de remédios básicos até a necessidade do desenvolvimento de vacinas e medicamentos para variados tratamentos.

Para conseguir cumprir toda essa demanda, o país conta com duas importantes ferramentas: as PPP’s e PDP’s. As Parcerias Público-Privadas (PPP) são de extrema importância para colaborar com os laboratórios oficiais na fabricação de medicamentos essenciais à população e também com a expertise na administração destas indústrias. Porém, apesar de muito usadas, especialistas do setor acreditam que é necessário repensar como essas parcerias podem contribuir para maior produtividade do setor.

O assunto foi tema de debate durante o II Encontro Nacional do Complexo Industrial e Inovação em Saúde, organizado pela Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil (alfob), em que os palestrantes levantaram a questão de como o setor público pode se aproveitar ainda mais do privado. Guilherme Osório, diretor do Laboratório Farmacêutico do Rio Grande do Sul (LAFERGS), destacou que “é necessário investir em políticas públicas internas para se obter mais tecnologias, como espaços de pesquisas nas faculdades e busca por maiores subsídios fiscais, principalmente para épocas em que os estados enfrentam fortes crises e recessões”.

Também presente no evento, Rodrigo Silvestre, integrante do Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde, apresentou reflexões sobre como as PPP’s podem ser produtivas se forem levadas além do conceito de apenas cobrir lacunas do SUS. “Precisamos identificar qual o papel dos laboratórios públicos e entender que não podemos apenas sermos compradores, precisamos compartilhar nossos avanços com o setor privado e incentivá-los a criarem novas tecnologias sem visar apenas lucros. Acredito que um dos problemas é que os laboratórios privados sofrem muito com as crises econômicas e buscam contratos interessantes neste ponto, mas ignoram a vantagem de investir em tecnologias de vanguarda’’, comentou Silvestre.

Para os especialistas presentes, uma perspectiva que pode ser positiva ao longo prazo é conseguir mudar a conduta dos laboratórios públicos, exaltando que eles precisam ser mais independentes da União e não apenas aguardar demandas reativas. “Precisamos aproveitar nossos recursos para instigar novas tecnologias ou se não apenas estaremos assinando contratos”, frisou o especialista do Ministério da Saúde.

Os palestrantes também abordaram a importância e o crescimento das Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDP) que consistem em transferir tecnologias aos laboratórios públicos para a produção de medicamentos em solo nacional, diminuindo a espera pública por produtos de extrema importância como os de tratamentos para doenças autoimunes, câncer, hormônio de crescimento, entre outros. Essas parcerias já representam uma economia de 2,4 bilhões aos cofres públicos, pois deixam de ser importados.

“O principal triunfo das PDP’s é a possibilidade de inovação e desenvolvimento, podendo serem mais estratégicas no momento da escolha dos contratos, pois apesar de atenderem a demandas necessárias, elas podem se dedicar mais tempo a pesquisas, obtendo resultados muito mais expressivos”, diz Andréa Vecci, consultora da Terra e Vecci Advogados, que contribuiu com questões jurídicas ao debate.

Lounge ALFOB – troca de experiências entre parceiros

Paulo Mayorga, presidente da alfob e mediador da mesa, aproveitou a oportunidade para falar sobre a parceria entre a entidade e a FCE Pharma, que juntas irão apresentar o espaço “Lounge alfob” durante a edição deste ano da feira, que acontece entre os dias 23 a 25 de maio, em São Paulo. O lounge irá receber os parceiros privados para discussões e trocas de ideias com os laboratórios oficiais. “Esperamos que esta oportunidade traga ótimas possibilidades de negócios e troca de expertises entre nossos parceiros. Estamos otimistas quanto a mais esta experiência de troca entre os setores”, afirmou Mayorga.

Credencie-se para o evento e tenha acesso a conteúdos exclusivos e de relevância para o setor.

Artigo realizado por: Comunicação FCE Pharma

Laboratório Cristália marca presença na 14ª edição do COPA

Terça, 25 Abril 2017 15:19 Escrito por Erica Carmo
O maior produtor de anestésicos da América Latina promoverá workshop sobre o anestésico venoso DEXTROCETAMINA.

O Cristália, líder em anestesia na América Latina, participará do 14ª Congresso Paulista de Anestesiologia (COPA), um dos mais importantes eventos científicos do segmento no País, e promoverá um workshop gratuito sobre o anestésico venoso dextrocetamina. Os 72m² do estande serão montados sob o mote dos 45 anos de história do Laboratório, com o tema “Vidas em nossas Vidas”. O Congresso ocorrerá entre os dias 27 e 30 de abril, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e espera receber mais de 2.500 profissionais do setor.

A proposta do Laboratório é apresentar sessões de cinema em seu estande, contando a trajetória do Cristália, que, desde 1972, constrói um portfólio inovador de medicamentos, revolucionando a indústria farmacêutica brasileira. No sábado (29), às 13h10, na sala 06, ocorrerá o workshop sobre Dextrocetamina, um fármaco inovador; indicado como anestésico único em intervenções diagnósticas e cirúrgicas, que não necessitem de relaxamento muscular. A participação é gratuita e destinada aos anestesiologistas, que devem se inscrever previamente pelo site www.cristalia.com.br.

O Congresso Paulista de Anestesiologia é organizado pela Sociedade Paulista de Anestesiologia (SAESP) e tem como objetivo transmitir o que há de mais moderno e avançado na anestesia brasileira.

Serviço – 14º Congresso Paulista de Anestesiologia
Data: 27 a 30 de abril de 2017 – (dias 27 e 28, das 8h às 18h; dia 29, das 9h às 18h; e dia 30, das 9h às 11h) – Confira a programação: http://copa2017.saesp.org.br/programacao-cientifica/programacao-por-data/
Local: Transamérica Expo Center – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP, 04757-020
Mais informações e inscrições: http://copa2017.saesp.org.br/inscricoes/prazos-e-valores/

Cristália – Sempre um passo à frente

Fundado há 45 anos, o Laboratório Cristália é um Complexo Industrial Farmacêutico, Farmoquímico, Biotecnológico, de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação 100% brasileiro. É pioneiro na realização da cadeia completa de um medicamento, desde a concepção da molécula até o produto final, possui 91 patentes, sendo recordista nacional, e em anestesia, é líder de mercado na América Latina.

Na vanguarda quando o assunto é inovação, produz mais de 50% das matérias-primas dos seus medicamentos na planta Farmoquímica. Está presente em mais de 95% dos hospitais brasileiros, e é referência no âmbito internacional com exportação de princípios ativos e produtos acabados para mais de 30 países. Investe há 15 anos em biotecnologia, possuindo as primeiras plantas privadas de Biotecnologia do Brasil.

O Grupo Cristália conta com cerca de 5.200 colaboradores considerando as empresas coligadas, como os laboratórios Sanobiol, IMA e Latinofarma | www.cristalia.com.br. 

Pesquisa analisa o efeito do canabidiol no controle da ansiedade em pessoas com Parkinson

Grupo da UFSCar busca idosos que queiram participar do estudo.

Por G1 São Carlos e Araraquara

25/04/2017 12h30

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) estudam o efeito do canabidiol (CBD) no controle da ansiedade em pessoas com Parkinson e buscam idosos que queiram participar do levantamento.

Estudos anteriores apontaram para o efeito neuroprotetor da substância extraída da maconha, com melhora na qualidade de vida, sono e sintomas de depressão dos idosos. O que o grupo pretende agora é analisar o impacto dela no controle da ansiedade e checar o quanto esse efeito pode reduzir os tremores que acometem os pacientes.

"Espera-se que o canabidiol atenue as medidas de ansiedade subjetiva, verificada via testes neuropsicológicos; fisiológica, indicada pela pressão arterial e frequência cardíaca; e os tremores, verificados por meio de um acelerômetro", explicou a pesquisadora Stephanie Martins.

Proposta

Financidado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o estudo foi idealizado pelo professor Marcos Hortes Nisihara Chagas, do Departamento de Gerontologia da UFSCar, e conta com a participação de pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP Ribeirão Preto e do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP São Carlos.

"A ideia foi proposta tendo em vista que nessa doença existem sintomas como o tremor, que em situações de ansiedade é aumentado significativamente, demandando tratamentos eficazes para atenuação", contou Stephanie.

Ao todo, serão escolhidos 26 voluntários. Podem participar homens e mulheres diagnosticados com Parkinson idiopática, que não tenham transtornos cognitivos e doenças graves coexistentes e que não façam uso de benzodiazepínicos, como ansiolíticos, sedativos, relaxantes musculares e anticonvulsivantes.

Segundo a pesquisadora, serão realizados dois testes, com intervalo de 15 dias entre eles, e cada avaliação terá cerca de três horas de duração. Um grupo de participantes receberá uma cápsula de CBD em pó dissolvido em óleo de milho e o outro, placebo. Depois, os voluntários passarão por testes de simulação de apresentação em público, o que induz à ansiedade, e por ensaios neuropsicológicos. A pressão arterial e a frequência cardíaca também serão verificadas.

"Para aqueles pacientes que apresentarem algum transtorno cognitivo, haverá o encaminhamento para atividades de estimulação na universidade. Finalizados os testes, os resultados serão analisados", disse.

Os interessados em participar podem entrar em contato com os pesquisadores pelos e-mails stephanie.gerontologia@gmail.com e mhortes@hotmail.com.

Ministro da Saúde discute eficácia de remédio chinês para leucemia

A Comissão de Defesa do Consumidor convidou o ministro da Saúde, Ricardo Barros, para falar, nesta quinta-feira (27), sobre a eficácia do remédio chinês asparaginase, usado no tratamento da leucemia.

Segundo o deputado Aureo (SD-RJ), que pediu a realização do debate, cerca de quatro mil crianças precisam do medicamento, que não é fabricado no Brasil.

Os remédios usados no País eram produzidos por laboratórios dos Estados Unidos e da Alemanha e tinham um nível de eficácia, segundo especialistas, de até 90%. Essa medicação era importada pelo governo e distribuída aos hospitais por meio do Programa de Prevenção e Controle do Câncer do Ministério da Saúde.

Neste ano, no entanto, o ministério substituiu os medicamentos norte-americanos e alemães pela asparaginase chinesa. Apoiado em dispositivo legal que permite a dispensa de licitação em determinados casos, o ministério fez uma pesquisa de preços entre três laboratórios estrangeiros e escolheu o produto chinês, que era o mais barato.

A importação do novo remédio despertou preocupação entre especialistas. “A principal crítica feita por profissionais da saúde é a falta de estudos que comprovem a qualidade e a eficácia do medicamento chinês”, afirma Aureo.

O Ministério da Saúde afirmou, em nota, que Índia, Peru, Honduras e Paraguai também adquirem a asparaginase chinesa e lembrou que a China é líder mundial na produção de insumos de medicamentos.

Para restabelecer a segurança sobre o uso do remédio, o ministério informou ainda que enviou, no início do mês, o padrão do medicamento chinês para a realização de testes que verifiquem o princípio ativo e a concentração do insumo. Os testes serão realizados pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).

A audiência com Ricardo Barros está marcada para as 10 horas, em local a definir.

Da Redação – ND

Hypermarcas reitera que não negocia fusão, nem contratou bancos

terça-feira, 25 de abril de 2017 12:12 BRT

SÃO PAULO (Reuters) – A empresa de medicamentos Hypermarcas informou nesta terça-feira que não contratou assessores financeiros para auxiliá-la em operações de fusão e reiterou que não está negociando combinação de negócios com outras empresas.

A Hypermarcas "não contratou bancos ou assessores financeiros para auxiliá-la em quaisquer operações desta natureza", afirmou a companhia em comunicado.

Na véspera, a Reuters noticiou que Johnson & Johnson, Novartis e Takeda Pharmaceutical estão em negociações com o bloco de controle da Hypermarcas para compra da companhia brasileira, segundo duas fontes familiarizadas com o assunto.

Na ocasião, a Hypermarcas afirmou em comunicado ao mercado que foi informada pelos acionistas controladores "que inexistem quaisquer tratativas relativas à venda de suas participações na companhia".

(Por Paula Arend Laier)

Dois remédios inéditos para doenças raras recebem registro da Anvisa

Dois medicamentos inéditos para doenças raras ganharam registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os novos produtos são o eculizumabe e o hemitartarato de eliglustate. Os dois registros foram publicados nesta segunda-feira (13) no Diário Oficial da União.

O eculizumabe, registrado com o nome comercial de Soliris, foi aprovado para um tipo de doença que afeta o sistema sanguíneo e é denominada Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN). Nos pacientes com HPN, os glóbulos vermelhos podem ser destruídos, o que leva a valores baixos nas contagens de glóbulos vermelhos (anemia), fadiga, dificuldade de funcionamento de diversos órgãos, dores crônicas, urina escura, falta de ar e coágulos sanguíneos.

O medicamento também será indicado para o tratamento de adultos e crianças com um tipo de doença que afeta o sistema sanguíneo e os rins denominada Síndrome Hemolítico Urémica atípica (SHUa). Esses pacientes registram valores baixos nas contagens das células sanguíneas (trombocitopenia e anemia), perda ou redução da função dos rins, coágulos sanguíneos, fadiga e dificuldade de funcionamento de diversos órgãos.

O eculizumabe pode bloquear a resposta inflamatória do organismo e a sua capacidade de atacar e destruir as próprias células sanguíneas vulneráveis.

Doença de Gaucher tem novo tratamento

Já o hemitartarato de eliglustate foi aprovado com o nome comercial de Cerdelga. O produto será produzido na forma de cápsulas de 100 mg. O medicamento é indicado para o tratamento, de longo prazo, de pacientes adultos com Doença de Gaucher tipo 1 (DG1), que são metabolizadores pobres (MP), intermediários (MI) ou extensos (ME) do CYP2D6.

A Doença de Gaucher é uma doença genética, progressiva e a mais comum das doenças lisossômicas de depósito, que recebem esse nome devido ao acúmulo de restos de células envelhecidas depositadas nos lisossomos (pequenas estruturas celulares que contêm enzimas essenciais ao equilíbrio do organismo). Os sintomas mais comuns são cansaço, dores nos ossos, fraturas espontâneas, cirrose, entre outros.

O novo medicamento Cerdelga (hemitartarato de eliglustate) será fabricado pela empresa Genzyme, localizada em Waterford, Irlanda, e a dona do registro do medicamento no Brasil é a empresa Genzyme do Brasil Ltda.

Fonte: http://www.plantaonews.com.br/conteudo/show/secao/43/materia/172556/t/Dois+rem%E9dios+in%E9ditos+para+doen%E7as+raras+recebem+registro+da+Anvisa

Anvisa proíbe lotes falsos de remédio para crescimento

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta segunda-feira (13), a distribuição, comércio e uso de dois lotes do medicamento Hormotrop 12 UI, usado no tratamento de crianças com problemas de crescimento.

A empresa Laboratório Químico Farmacêutico Bergamo Ltda, fabricante da substância, identificou os lotes CC40706 e CC30963 como falsos, o que motivou a medida sanitária.

O laboratório confirmou, ainda, que, em algumas unidades dos lotes falsos, havia divergência entre as numerações dos produtos e as numerações registradas no sistema da empresa.

Produtos de limpeza

A Anvisa proibiu também a fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso do produto saneante Hipoclorito de sódio Clorunforte, que não apresenta registro ou cadastro na agência. Trata-se, portanto, de um produto clandestino.

O produto de limpeza era fabricado pela empresa Hileon César Sucatelli, sob o nome fantasia de HS Química, como consta no rótulo. A Anvisa determinou, também, o recolhimento do estoque disponível no mercado.

Fonte: http://www.plantaonews.com.br/conteudo/show/secao/43/materia/172558/t/Anvisa+pro%EDbe+lotes+falsos+de+rem%E9dio+para+crescimento

MP pede cumprimento de sentença para compra de remédios em MS

Fiscalização constatou falta de medicamentos básicos em Campo Grande.
Prefeitura informou que medicamentos começaram a ser comprados

Juliene KatayamaDo G1 MS

O Ministério Público do Estado (MP-MS) entrou com pedido de Cumprimento Provisório de Sentença contra o município de Campo Grande para compra de medicamentos básicos para a rede municipal de Saúde. A decisão de reabastecer o estoque de medicamentos foi proferida no dia 21 de agosto de 2015 sob pena de R$ 10 mil diária.

A assessoria da prefeitura informou ao G1 que foi feita uma compra de R$ 900 mil referente a 20 itens que começaram a ser entregues nas unidades de saúde e serão suficientes para durar em média 25 dias.

A promotora de Justiça da Saúde Pública Filomena Aparecida D. Fluminhan, titular da 32ª Promotoria, realizou nova vistoria técnica em 8 de março deste ano na farmácia e almoxarifado da Rede Municipal de Saúde (CAF) e comprovou que o município não regularizou o estoque de medicamentos de sua responsabilidade.

Segundo o MP, a investigação aponta que houve um alarmante decréscimo dos quantitativos de Medicamentos Essenciais (Remume) estocados na Farmácia Central e nas unidades da saúde da Rede Municipal de Saúde que já eram insuficientes.

O Ministério Público Estadual propôs a Ação Civil Pública com pedido de Tutela de Urgência, contra o município para promover de forma continuada a Assistência Farmacêutica Municipal, regularizando e mantendo regularizado o estoque de medicamentos essenciais.

Na decisão, proferida no dia 21 de agosto de 2015, o juiz concedeu a Antecipação da Tutela pleiteada na inicial e determinou que, no prazo de 10 dias, o município deveria abastecer e manter regularizado o estoque da Farmácia Central. Foi fixada multa diária de R$ 10 mil.

A Tutela Antecipada e o valor da multa fixada foram mantidos integralmente pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) no julgamento do Agravo de Instrumento interposto pelo município, decisão que não houve recurso. Todavia, em que pese tenha sido intimado em 27 de agosto de 2015 para o cumprimento da decisão, o município não cumpriu a ordem judicial e até a presente data ainda não foi regularizada a situação dos estoques.

Fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2017/03/mp-pede-cumprimento-de-sentenca-para-compra-de-remedios-em-ms.html

Em e-mail, gestão Haddad pediu suspensão na compras de remédios

Estadão Conteúdo
13.03.17 – 10h00

Um e-mail, enviado pela supervisão técnica da Secretaria Municipal de Saúde em 13 de setembro do ano passado às unidades de saúde da cidade mostra que a Prefeitura determinou, naquele mês, a suspensão da compra de uma série de medicamentos para a rede municipal.

A capital paulista vive uma crise de desabastecimento de remédios, fazendo com que cidadãos sem condições tenham de comprar os medicamentos por conta própria ou fiquem sem os produtos. Para mitigar os efeitos da crise, a gestão João Doria (PSDB) anunciou a negociação de uma doação de 6 milhões de remédios por clínicas particulares.

A gestão do tucano já vinha afirmando que a origem da crise era a suspensão das compras a partir de setembro passado. No e-mail obtido pela reportagem, a supervisão escreve que “a orientação é fazer as compras mensalmente e, por esta razão, já estão indicadas na planilha (anexa à mensagem) as previsões de consumo mensais e as estimativas de gastos para a validação do Grupo Técnico de Compras. Estão indicadas também na oitava coluna as porcentagens de compra a serem realizadas e, nas duas últimas, a estimativa do valor e do quantitativo a ser comprado considerando-se a priorização.”

A planilha anexa ao texto traz uma lista com 1.028 remédios, mas com a mensagem “não comprar” para 636 deles.

Dados da Secretaria Municipal da Saúde mostram que, depois da mensagem, as compras de medicamentos saíram de uma média entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões por mês para uma média próxima de zero até dezembro.

Culpas

Por meio de nota, a gestão Haddad informou que “2016 apresentou crescimento na demanda por medicamentos em toda Rede Municipal, resultado da crise econômica. Isso impactou todo planejamento de compras”. Ainda segundo o texto, “somado a isso, desde 2012 o Governo do Estado não cumpre seu papel constitucional e não repassa os R$ 25 milhões/ano para a compra de remédios, o que pressiona o orçamento municipal”.

“Mesmo diante deste cenário, a Secretaria manteve as aquisições e licitações em andamento. Isso é comprovado pelo sistema de compras da Prefeitura e pelos empenhos e pagamentos realizados”, segue o texto.

“Por fim, o e-mail citado releva a posição de um mês e de um procedimento que era avaliado constantemente pelas equipes técnicas. Não se trata de uma regra estática. Afinal, se houvesse estoque no momento, a compra não seria feita para não onerar o orçamento existente já que, reiteramos, a parcela estadual não foi depositada até hoje”, conclui a nota.

Como foi citada, a Secretaria Estadual da Saúde, do governo Geraldo Alckmin (PSDB), também foi procurada. Por nota, “lamentou” a citação feita a ela pela gestão Haddad, mas não negou que os pagamentos não tivessem sido feitos.

“A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo lamenta que a equipe do ex-prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad, tente responsabilizar a pasta estadual por sua falta de gestão e planejamento no que compete-se à aquisição de medicamentos. Isso porque, conforme preconiza o SUS (Sistema Único de Saúde), as prefeituras têm autonomia para compra e distribuição de medicamentos básicos na rede pública de saúde”, diz o texto.

“Mesmo assim, na capital paulista, o governo do Estado mantém 12 Farmácias do programa Dose Certa, situadas em locais de grande movimento, que distribuem mais de 60 tipos de medicamentos básicos para a população. O Estado ajuda e continuará ajudando o município de São Paulo. Mostra disso é que, desde 2015, a pasta estadual já repassou R$ 18 milhões para a atenção básica da capital”, conclui a nota.

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/em-e-mail-gestao-haddad-pediu-suspensao-na-compras-de-remedios/

Graças a ação do Prefeito Lucas Pocay, postos de saúde recebem medicamentos e normalizam distribuição gratuita

Saúde

Por Coordenadoria de Comunicação Social

Ourinhos, São Paulo

Segunda-feira, 13 de Março de 2017

Os medicamentos que estavam em falta nos Postos de Saúde devido ao abandono e má gestão da administração passada foram todos entregues na quarta-feira (08) e a distribuição gratuita volta à normalidade nessa semana.

A reestruturação do setor da saúde é compromisso de campanha do Prefeito Lucas Pocay, que desde o primeiro dia de governo prioriza a agilidade no atendimento a pacientes em Ourinhos.

Assim que os remédios chegaram, Lucas Pocay deu prazo de cinco dias para que a distribuição nos postos fosse concluída e a entrega aos pacientes regularizada. Até quinta-feira (09), 80% dos remédios já haviam sido encaminhados às unidades de saúde.

Segundo a Secretária de Saúde, Cássia Palhas, ao todo 187 tipos de medicamentos foram adquiridos pela Prefeitura, desde os básicos aos específicos. A compra, segundo ela, passou por um processo de licitação de forma emergencial para abastecer as prateleiras vazias dos postos de saúde. “Fizemos tudo que podíamos o mais rápido possível para que a população pudesse ter acesso o quanto antes a esses medicamentos”, explica.

A partir de agora, a população não precisa se preocupar mais com a falta de remédios nos postos, isso porque diversas ações implementadas pelo Prefeito Lucas irá ter o controle e garantir que o reabastecimento desses itens básicos de saúde sejam feitos.

Uma dessas ações é a informatização dos prontuários eletrônicos, que irá se estender também para a farmácia. “O sistema é capaz de ter o controle sobre os pacientes, os remédios que eles fazem uso e o estoque da farmácia também”, ressalta.

Para melhorar ainda mais as condições do atendimento, a secretária ressalta que na semana que vem haverá uma reunião com os médicos de Ourinhos para discussão da lista de medicamentos que precisa ser atualizada.

“Nós já temos uma lista ampliada do Rename (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais) do Ministério da Saúde, mas precisamos atualizá-la. Assim, faremos um encontro com os médicos que atuam nos postos e vamos incluir o que for necessário para melhorar ainda mais essa disponibilidade de medicamento”, fala.

A população, segundo Cássia, pode se tranquilizar, pois em um esforço em conjunto, o Prefeito, os secretários e todos os servidores estão trabalhando para que o cidadão tenha um atendimento digno e humanizado na saúde. Essa é uma das prioridades de governo do Prefeito Lucas Pocay.

Fonte: http://www.ourinhos.sp.gov.br/noticia/3835/gracas-a-acao-do-prefeito-lucas-pocay-postos-de-saude-recebem-medicamentos-e-normalizam-distribuicao-gratuita