Anvisa proíbe a venda de dois suplementos e pede retirada de paçoca do mercado

Por Brasil Econômico | 17/05/2017 12:46

Os suplementos foram considerados clandestinos pela Agência e lotes de paçoca contém substâncias tóxicas acima dos limites tolerados por lei

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de dois suplementos que estavam sendo comercializados sem nenhuma avaliação técnica. Segundo a entidade, os produtos foram considerados clandestinos e sua comercialização foi suspensa para dois fabricantes diferentes.

Segundo a publicação no site da Anvisa , um dos produtos é pertencente à empresa Promel Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda, empresa localizada em Nova Venécia, no Espirito Santo. O produto proibido foi o Suplemento de Vitamina C à Base de Café Verde. Foi identificado que a empresa vendia o item com informações incorretas no rótulo, fato esse que fez o consumidor acreditar que o produto tinha propriedades terapêuticas.

Foi informado ainda que as marcas perte4ncentes ao Grupo Promel, também estão com vendas suspensas, sendo eles: Detox, End Hair, Skin Caps, Turbo Slim, Super Slim X e Hair Nutri.

A segundo empresa a ser impedida de comercializar seus produtos foi a Poly Flora Produtos Naturais Ltda, de Cachoeiro do Itapemirim, também no Espirito Santo. A empresa está proibida de vender o Colágeno, Proteína do Leite e Vitamina B6 em Cápsulas, da marca Aminomax/Poly Whey. Por ser enquadrado na categoria de novo alimento pela Anvisa, ele devia ser auditado pela mesma, porém isso não acontece.

Irregularidades

A entidade informou que a falta de informações claras e até mesmo promessas falsas – como os efeitos terapêuticos, são as principais irregularidades encontradas pelo órgão em seu sistema de fiscalização.

Também nesta quarta-feira (17) alguns lotes de paçoca , comercializados em lojas especializadas e em supermercados foi suspensa e solicitada a sua retirada dos pontos de venda .

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em testes realizados com as paçocas foi identificado à presença de aflatoxinas, que são conjunto de substâncias tóxicas produzidas por fungos. A quantidade estava acima do esperado e por conta dessa irregularidade, a marca de paçoca Dicel, produzida pela WK Produtos Alimentícios Ltda, está obrigada a retirar alguns lotes que foram disponibilizados ao consumidor.

A Anvisa informou que os lotes impróprios para o consumo são: 0042 com data de validade em 17 de novembro de 2017; 0029 com vencimento em 7 de dezembro de 2017; 0040 lote já vencido em 12 de maio; 0026 com validade em 23 de junho; 0023 com validade em 2 de junho; 0027 com vencimento em 17 de novembro; o lote 0092 com prazo de validade em dezembro deste ano e por último o lote 0024, que tem validade em 3 de junho. A recomendação é que os consumidores que tenham alguns destes lotes em casa não o consumam e procurem a empresa para ressarcimento.

Dona do licor Amarula revê estratégia no Brasil

O objetivo é melhorar a distribuição no varejo, recuperar espaço nas gôndolas e passar a vender nas regiões Nordeste e Norte

A Distell, fabricante sul-africana de bebidas e dona do licor Amarula, encerrou o acordo que tinha desde 2003 com a Bacardi para distribuição de suas bebidas no País, e contratou a Interfood Importação para distribuir seus vinhos e licor. "O objetivo é melhorar a distribuição no varejo, recuperando espaço nas gôndolas, e passar a vender nas regiões Nordeste e Norte do País", disse Theo Leal, gerente de marketing da Distell na América Latina.

Segundo o executivo, a Amarula não era uma prioridade de distribuição para a Bacardi. No ano passado, as vendas da Distell para o Brasil encolheram 36,1%, para 87,8 milhões de caixas. A empresa não divulga dados de receita no País. No mundo, a Distell fechou 2016 com crescimento de 9,6% na receita, para 21,47 bilhões de rand (US$ 1,59 bilhão), com avanço de 2,8% em volume. O lucro líquido cresceu 11,5%, para 1,61 bilhão de rand (US$ 119,9 milhões).

De acordo com a Euromonitor International, o mercado total de licores encolheu 2% em volume no Brasil, em 2016, para 18,02 milhões de litros. Em valor, as vendas cresceram 8,9% em 2016, alcançando R$ 1,643 bilhão. A marca Amarula foi a sexta colocada no Brasil, com participação de mercado de 2,2%. A líder no mercado de licores é a marca Campari, do Gruppo Campari, com 32% do mercado, seguida pelo Cynar, também da Campari, com 27,6% do mercado. A Stock, da Stock Spirits Group, é a terceira colocada, com 8,3% de participação. Na categoria de licores cremosos, a Amarula é líder, com 83% de participação, segundo dados da Nielsen.

Leal disse que as vendas caíram em função do reajuste de preços em linha com a elevação do imposto sobre bebidas importadas e com a variação do dólar. Todas as bebidas da empresa são importadas da África do Sul. "Neste ano, com o dólar mais estável, a perspectiva é que o mercado fique estável ou tenha alguma recuperação em vendas, mas ainda não sentimos uma mudança na intenção de compra dos consumidores", disse o executivo. Para o ano, Leal tem como meta um avanço de 8% no volume de vendas no Brasil.

Além do reforço na distribuição das bebidas em supermercados, a Distell quer transformar a Amarula em uma opção de bebida em bares. Segundo o executivo, hoje, 80% das vendas de Amarula ocorrem as em supermercados. A empresa tem promovido ações em bares de São Paulo para estimular o uso do licor em drinques.

Como parte dos esforços para recuperar vendas neste ano, a Distell fará ações de marketing com a marca Amarula. Já lançou uma nova garrafa do licor e uma campanha para preservação de elefantes na América Latina. A garrafa foi batizada de Jabulani, o nome de um filhote de elefante sul-africano que se perdeu da família e foi adotado por uma nova manada.

A empresa já destinava parte da receita das vendas globais de Amarula para o projeto Amarula Trust, que financia programas de preservação de elefantes. No Brasil, para cada garrafa vendida, a empresa vai destinar R$ 1 para o Santuário dos Elefantes, localizado na chapada dos Guimarães, no Mato Grosso.

Ramo alimentar entra na era dos multicanais

Depois de ganhar popularidade em setores como têxtil e eletrônicos, supermercadistas começam a dar atenção ao mundo on-line, com maior integração das plataformas

São Paulo – Depois de avançar em setores como eletrônicos e vestuário, a multicanalidade começa a ser preocupação também de setores tradicionais do varejo, como supermercados e drogarias. Segundo levantamento da DOM Strategy Partners, 84% dos empresários do ramo alimentar vão aumentar atenção para experiência do cliente no ambiente digital.

A movimentação se dá em um momento em que o cliente está hiperconectado, e os variados canais para acesso à uma marca se faz ainda mais necessário. "A gente identifica pelo menos três grandes pilares que formam a experiência do cliente: a comunicação (como, por exemplo, um anúncio de publicidade ou a atividade nas redes sociais); o atendimento (o 'SAC' pode ser um deles); e os canais de vendas (como o e-commerce)", exemplifica o CEO da DOM Strategy Partners, Daniel Domeneghetti.

Segundo a pesquisa, que ouviu 529 empresas entre novembro de 2016 e março deste ano, empresas com uma forte atuação no comércio físico estão procurando realizar mais ações no mundo on-line para fortalecer as suas marcas. Entre as drogarias, 49% dos entrevistados pretendem elevar atenção aos canais virtuais, com ações em redes sociais e aplicativos para smartphones.

Apesar da intenção dos empresários, Domeneghetti alerta para a complexidade em se transformar em multicanal. "Tem produtos que são passíveis [à multicanalidade] e tem outros que não", conta. Ele explica que muitas empresas se dão mal porque o cliente fica mais confuso com as divergências de canais. "A questão essencial é a finalidade. Quando você cria uma enorme quantidade de canais que não é eficaz, o excesso é tão ruim quanto a ausência de canais", afirmou ao DCI.

Do físico ao on-line

Tida como exemplo nesse processo de multicanalidade, a Via Varejo – braço do Grupo Pão de Açúcar que engloba as marcas Casas Bahia, Ponto Frio e Extra – já conta com a opção de comprar pelo site e retirar na loja desde 2015. "Há uma percepção de que o cliente tem procurado cada vez mais a multicanalidade para realizar suas compras. Prova desta tendência é que, dependendo da região ou do produto escolhido, o serviço é utilizado em 50% das compras do e-commerce", informou a varejista em nota ao DCI.

Segundo a companhia, uma das apostas para este ano foi otimizar as páginas das marcas nas versões de acesso prático por dispositivos móveis. "Com a mudança, o índice de cliques diários aumentou aproximadamente 60%, o que reflete em maior interatividade do público com a página. Além disso, já trabalhamos de forma integrada com os contact centers das operações on-line e física".

Caminho inverso

Se algumas empresas do varejo físico estão se 'digitalizando', o caminho inverso não é insólito: "Hoje há lojas de serviço – como da Claro, lojas da Vivo, e também da Porto Seguro. As empresas de serviço estão se transformando em postos físicos", comenta Domeneghetti.

Outro exemplo disso: após uma década de vendas somente no varejo on-line, o Balão da Informática agora busca expandir com franquias. "As lojas físicas podem vender o catálogo disponível no site através de um sistema de televendas e o cliente recebe os produtos diretamente em sua residência", afirma o sócio fundador da empresa, Fabrízio Marchese.

Felipe Mendes

Dona Benta lança mistura para bolo sabor paçoca. A novidade já está disponível nas principais cidades do País

16/05/2017 Sabores e Culinária

Sabe aquele bolo que a gente inventa de fazer para o filho levar na escola ou para animar o lanche da tarde com as amigas? E, se em junho, ele for de paçoca? A Dona Benta está lançando uma mistura especial para bolo sabor paçoca, o sabor mais típico desta época do ano por conta das festas juninas.

Com edição especial e limitada, a nova mistura já está nos melhores supermercados do País. E tem mais: a nova mistura para bolo sabor paçoca Dona Benta faz parte da promoção “São João com Carinho”, que vai distribuir mais de R$ 360 mil em prêmios e termina em 23 de julho.

Para participar, basta comprar produtos Dona Benta (farinha de trigo, massas, fermento em pó ou mistura para bolo) no valor de R$ 6 e fazer um cadastro no site da promoção (www.promocaodonabenta.com.br). Se a compra for de mistura para bolo Dona Benta, o participante dobra as chances de ganhar.

Mais informações podem ser obtidas no SAC 0800 025 89630 ou no e-mail contato@promocaodonabenta.com.br.

Blumenau sedia 1º Fórum Brasileiro de Pepinos para Conserva

hamilton 17 maio, 2017

Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles e um pão com gergelim”. Na famosa canção de um comercial de lanche o pepino em conserva é mais um ingrediente de uma consagrada receita. Na estrofe do jingle está representada a importância do pepino no sabor de um lanche, mas o cultivo da hortaliça é fundamental para o fortalecimento da atividade agrícola. Esse aspecto é claro diante da variedade de pepino, classificados em vegetal de corte e conserva. A transformação em picles é um processo de preservação do alimento e linha condutora do 1º Fórum Brasileiro de Pepinos para Conserva, que acontece no dia 23 de maio, no Hotel Sesc, em Blumenau.

A importância do cultivo e manejo do pepino utilizado para conserva ressalta a necessidade de aprimorar os conhecimentos técnicos sobre o vegetal, composto por quase 100% de água, mas rico em vitamina A e C e amplamente utilizado na indústria alimentícia. Essa é a característica do Fórum com espaço para palestras e debates sobre os principais processos modernos e relevantes sobre Legislação, Nutrição, Irrigação, e Prevenção e Controle de Pragas.

O estado de Santa Catarina já é destaque na cultura do pepino, principalmente os fatores climáticos e também as características do solo, mas o incentivo tecnológico e os aprimoramentos técnicos colocam a produção do pepino num patamar essencial para alavancar a agricultura familiar e industrializada. Durante o Fórum, profissionais, técnicos e especialistas dividem as experiências para garantir um alimento saboroso e com qualidade. Um processo que começa desde a irrigação, como destaca o Engenheiro Agrônomo e palestrante do Fórum, Gabriel Perin Gomes. “Para que a irrigação seja realizada de maneira adequada e supra a necessidade hídrica da planta, é de extrema importância saber qual a necessidade diária do pepino e a capacidade de retenção de água do solo. Dessa forma, torna-se possível o aumento da produtividade e qualidade do produto final”, afirma Gomes.

No entanto, o cultivo do pepino é uma atividade cada dia mais desafiadora e que será ainda mais eficiente com a incorporação de conhecimento avançado para ampliar a eficiência e qualidade do pepino. “Uma molécula que nutri-estimula a planta a desenvolver e produzir suas substâncias naturais de defesa contra as pragas e doenças. Essa tecnologia não elimina o uso de agrotóxicos, mas ajuda no manejo correto de doses e intervalos de segurança”, afirma o gerente de desenvolvimento técnico da COSMOCEL e palestrante do Fórum Brasileiro de Pepinos em Conserva, Pedro Henrique Dziuba.

Além disso, todos os esforços podem ser ineficientes quando não existem inspeções rotineiras nos pepineiros. Por isso, é importante que o produtor rural realize um controle sistemático de pragas. O Engenheiro Agrônomo Ronald Hamisch, palestrante do Fórum, lista, por exemplo, as principais pragas e doenças que causam grandes danos e reduzem a produtividade do cultivo do pepino e as principais maneiras de promover um controle sistemático para evitar que toda plantação seja atacada. Por fim, ciente de todos os elementos que caracterizam o processo de plantação de um pepino de qualidade para a conserva, ainda existe a necessidade de compreender todas as regras que determinam a regulamentação sobre o uso correto de defensivos no cultivo e manejo da produção de pepinos. “Apresentaremos a atual legislação que trata do comércio e utilização de agrotóxicos em Santa Catarina e os programas de monitoramento de resíduos de agrotóxicos que são conduzidos no estado. O segmento do pepino para conserva poderá visualizar onde estão inseridos nesse contexto e compreender as responsabilidades dos profissionais que fazem a recomendação de agrotóxicos, produtores e indústrias que utilizam o pepino como matéria prima”, ressalta Alexandre Mees, gestor da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Cidasc.

Esse é o roteiro de um espaço importante de desenvolvimento e compartilhamento de conhecimentos sobre o pepino em conserva, tradicional na mesa do brasileiro e muito comum em forma de picles, vegetais em conserva, para diversificar o sabor dos alimentos. Esta ação é uma iniciativa da AgroGirassol, pioneira no Sul do Brasil em consultoria para melhoria de performance do cultivo e manejo das principais culturas de hortifrúti e na comercialização de sementes de hortaliças, ervas e temperos. A empresa atua há mais de 20 anos no mercado profissional de horticultura do sul do Brasil e nessa proposta inovadora de debate que é o Fórum Brasileiro de Pepinos para Conserva tem o patrocínio da Bayer, Cosmocel, Petroisa, Topseed Premium, Agrinobre, Omex, Seminis e Viacredi e apoio da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc, Secretaria Estadual da Agricultura e Pesca- Governo de Santa Catarina, Prefeitura de Blumenau e conta com a produção da Inspiracom Marketing e Comunicação.

SERVIÇO:

O quê: 1º Fórum Brasileiro de Pepinos para Conserva
Quando: 23 de maio de 2017
Onde: Sala Verde Vale – Hotel Sesc/ Blumenau
Contato: contato@forumbrasilpepinoconserva.com.br
Informações para imprensa: Schayla Jurk: (47) 99602-6500
Stéfany Pessoa: (47) 99989-9284
comunicacao@inspiracom.com.br

INSPIRACOM MARKETING E COMUNICAÇÃO

Stéfany Pessoa

Schayla Jurk
Inspiracom Comunicação
comunicacao@inspiracom.com.br

Reciclando cápsulas, Dolce Gusto distribui 1,6 milhão de tubetes de mudas de café

No Dia Internacional da Reciclagem, comemorado nesta quarta-feira (17 de maio), a Nestlé anuncia a doação de 1,6 milhão de tubetes para mudas de café, desenvolvidos a partir da reciclagem de cápsulas da linha Dolce Gusto. Os itens serão utilizados pelos viveiros que fornecem as mudas de café para produtores agrícolas, inseridos no programa Nescafé Plan. A iniciativa está alinhada ao conceito de “economia circular”, no qual os resíduos provenientes do descarte de cápsulas são reaproveitados na própria cadeia.

A utilização de tubetes de plástico para mudas de café apresentam vantagens ao cafeicultor como aumento da agilidade no manuseio, combate à contaminação das raízes das mudas por pragas, economia no transporte e realização do plantio.

De acordo com a companhia, o programa Nescafé Plan tem como objetivo garantir a produção sustentável do café verde no longo prazo, proporcionar o desenvolvimento profissional dos cafeicultores e garantir a qualidade da matéria-prima. Por meio de ações de treinamento e suporte técnico fornecidos aos produtores rurais, a Nestlé incentiva a adoção de práticas sustentáveis na cadeia. Atualmente, a empresa conta com aproximadamente 820 produtores dentro do programa.

Postos de coleta

No Brasil, já são 24 postos distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande de Sul, que realizam a coleta de cápsulas. Após serem recolhidas, elas passam por um processo de reciclagem, evitando assim o descarte incorreto no meio ambiente. O porta-cápsulas Renove foi o primeiro artigo da marca feito com materiais 100% reciclados. Para produzir o acessório, as cápsulas passam por processos de triagem, fragmentação e, por meio de extrusão, são transformadas em uma resina termoplástica, que pode ser utilizada como matéria-prima para produção de diversos itens.

Produtores investem em reserva alimentar

Métodos como a silagem e o feno são alguns dos investimentos para garantir a produção no segundo semestre

Iguatu. Diante do quadro de escassez de chuvas e dificuldades para alimentar o rebanho no segundo semestre, os criadores, no sertão cearense, passaram a investir em reserva alimentar. Existe a necessidade de se criar estratégias e adotar alternativas já conhecidas e viáveis: a produção de feno e de silagem. A partir do incentivo de empresas privadas e de instituições públicas como a Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA) e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce) houve um crescimento significativo nos últimos anos de produção de silagem. O feno ainda ocupa pouco espaço e é uma novidade na região Centro-Sul.

Capim de diversas variedades irrigado ou nativo, milho e sorgo forrageiro são as principais culturas utilizadas na fenação e silagem, no Centro-Sul do Ceará. Recentemente, foi realizado um dia especial de campo na Fazenda Cedrinho, zona rural de Iguatu, para demonstração de silagem de pasto nativo a um grupo de produtores de gado leiteiro e técnicos do setor agropecuário.

Participaram do evento dezenas de técnicos e produtores rurais de vários municípios da região. A iniciativa foi da empresa de laticínios Betânia, líder no mercado de leite longa vida no Nordeste. O consultor Zuza Oliveira, da Betânia, destacou a importância da reserva alimentar. "Não podemos viver presos ao passado. Temos de nos organizar, produzir alimento agora, de qualidade, para ser dado ao rebanho no período de estiagem".

A Fazenda Cedrinho tornou-se uma ampla sala de aula. Durante o dia de campo, foram repassadas instruções técnicas sobre silagem de pasto nativo para a pecuária de leite. "Esperamos sensibilizar os criadores a incluírem esta prática nas atividades rurais durante o inverno, aproveitando o máximo possível o pasto nativo, verde, para fazer silagem a baixo custo para o segundo semestre", reforçou o diretor técnico da Ematerce, Itamar Lemos. "Depois de seco, ocorrem perdas significativas em qualidade e quantidade".

A silagem é o alimento conservado para os animais. São plantas fermentadas e armazenadas em silos, em um processo conhecido por ensilagem. Quando bem feito, o valor nutritivo é semelhante ao da forragem verde.

O evento contou com o apoio da Secretaria de Agricultura e Pecuária de Iguatu, do campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) em Limoeiro do Norte, das empresas Nutron e Matsuda, da Unidade de Pecuária Iguatuense (Upeci) e das Fazendas Cedrinho e Floresta.

Com cinco unidades industriais no Ceará, Pernambuco, Paraíba e Sergipe, a Betânia tem auxiliado no desenvolvimento dessas regiões, mobilizando 3,5 mil fazendeiros em cerca de 300 municípios, que produzem mais de 600 mil litros de leite por dia, além de contar com 1.800 funcionários diretos e mais de 20 mil estabelecimentos comerciais.

Incentivo

O gerente regional da Ematerce, em Iguatu, Joaquim Virgulino Neto, disse que, nos últimos dez anos, houve uma tomada de consciência entre os criadores da necessidade de armazenar alimento para o gado. "Aprendemos com a seca, mediante a necessidade", disse. "Quem percorre as fazendas de gado leiteiro já observa que há muitos silos".

No sítio Baixas, em Orós, José Enéas Pedro aproveitou a safra de sorgo forrageiro e fez a silagem com a cultura verde. "Ainda tenho um pouco de silagem do ano passado. Se a gente não guardar o alimento, o gado vai passar fome no verão e fica inviável comprar ração, soja e o volumoso (capim) de irrigação".

Enéas Pedro mantém um rebanho de 111 cabeças de gado e produz cerca de 90 litros de leite por dia. O veterinário da Ematerce Mauro Nogueira disse que os criadores já têm consciência da necessidade de manter reserva alimentar de qualidade. "A Ematerce incentiva a silagem", disse. "Essa é uma boa alternativa para a manutenção do rebanho no Interior, principalmente nesse período que se sucede de chuvas irregulares, abaixo da média".

Novidade

No ano passado, produtores rurais começaram a produzir feno a partir do plantio de capim irrigado no sertão cearense. O processo vem despertando a atenção dos agropecuaristas. Nos últimos dez anos, os criadores dedicaram-se a armazenar forragem em silos de superfície e de trincheiras. Poucos produzem feno.

Garoto lança Baton Shake, com frutas e cereal

Novo sabor do chocolate Baton traz recheio com frutas e cereal na composição

Por Guilherme Dearo

16 maio 2017, 12h02 – Atualizado em 16 maio 2017, 12h07

São Paulo – A Garoto lançou um novo sabor do seu famoso Baton, dessa vez buscando inspiração nos shakes de frutas do café da manhã.

Baton Shake, de chocolate ao leite, traz um recheio à base de frutas (mamão, banana, maçã) e cereal.

O chocolate ainda traz mais leite em sua composição do que as outras versões de Baton.

A embalagem da novidade traz uma nova cor, um tom de laranja, além de personalizar o “o” do logo “Baton”.

A unidade de 16g tem preço sugerido de R$ 1,25.

O Brasil lidera no mundo o avanço global de alimentos transgênicos

Letícia Castro 16/05/2017

O Brasil foi no ano passado o principal motor do crescimento mundial das safras geneticamente modificadas. A área sob cultivo no país com esse tipo de semente se expandiu em 11%, para 49 milhões de hectares, área total atrás apenas da dos EUA (73 milhões).

Em 2016, porém, o aumento da área dos Estados Unidos foi de apenas 3%. No mundo, a alta foi de 3%, para 185 milhões de hectares, segundo o Isaaa, rede global de centros de pesquisa sem fins lucrativos que promove a biotecnologia agrícola. De uma expansão mundial de 5,4 milhões de hectares, 4,9 milhões foram no Brasil.

O estudo de um ano atrás mostrava um pequeno declínio na área plantada, o primeiro desde que as safras geneticamente modificadas começaram a ser comercializadas, 20 anos atrás.

Paul Teng, presidente do Isaaa e professor da Universidade Tecnológica Nanyang, em Cingapura, atribuiu o crescimento da área cultivada a fatores diversos em partes diferentes do planeta, como o clima favorável e a recuperação nos preços de commodities.

“Mas a principal força propulsora é que os agricultores apreciam os efeitos das safras biotecnológicas em termos de avanço na produtividade e na lucratividade, bem como para os esforços de conservação”, afirmou Teng. As vendas de sementes geneticamente modificadas também cresceram em 3% ante 2015, segundo a Cropnosis, uma empresa de pesquisa.

O mercado de sementes geneticamente modificadas movimentou US$ 15,8 bilhões, o equivalente a 35% do movimento total de vendas de sementes comerciais.

Nova onda

Os dois principais “traços” conferidos pela engenharia genética, até agora, são a tolerância a herbicidas, o que permite que os agricultores empreguem um spray contra ervas daninhas sem prejudicar as safras, e a resistência a insetos, que impede que pestes devorem as plantas.

Mas a chegada de novas sementes geneticamente modificadas deve promover uma nova onda de expansão, disse o professor Teng.

“Com a aprovação comercial e o plantio de novas variedades de batatas e maçãs biotecnológicas, os consumidores começarão a desfrutar dos benefícios diretos da tecnologia, com produtos que têm menor probabilidade de danos ou apodrecimento, o que por sua vez pode reduzir substancialmente o desperdício de comida e os gastos com compras de alimentos”.

Ainda que grupos de defesa do consumidor e grupos ambientais de todo o planeta continuem a resistir às safras genericamente modificadas, o Isaaa, que apoia resolutamente o uso da biotecnologia, detecta sinais de mudança de atitude.

Na África, por exemplo, “está emergindo uma nova onda de aceitação”, com testes de campo de bananas, feijão de corda e sorgo geneticamente modificados em curso em diversos países.

Mesmo na Europa, maior polo de resistência, 136 mil hectares de milho resistente a insetos foram plantados no ano passado, uma alta de 17% ante a área total de 2015. (Folhapress)

Sorvetes Jundiá lança Petit Gateau

Por alimentos –
16/05/2017

Mostrando mais uma vez sua capacidade de inovação no mercado, a Sorvetes Jundiá lança o Petit Gateau – que chegapara tornar o portfólio de sobremesas da empresa ainda mais completo.

A novidade, lançada no sabor chocolate com recheio cremoso de chocolate, tem preparo super rápido e prático – são necessários apenas 20 segundos no micro-ondas. E para servir basta adicionar uma ou duas bolas de sorvete de creme, junto com uma das coberturas para sorvete da Jundiá!

A caixa com dois petit gateau tem o preço sugerido de R$ 8,90 e já pode ser encontrada na Loja de Fábrica da Sorvetes Jundiá – localizada nos Jardins, em São Paulo capital.

Fonte: Cristina Dell’Amore Assessoria de Imprensa