Empresas do setor de alimentos e bebidas apresentam Movimento Nacional pela Saúde e Bem-Estar

São Paulo – Empresas do setor de alimentos e bebidas, com o apoio da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA) e da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcóolicas (ABIR), se reuniram ontem com o ministro da saúde, Ricardo Barros, na sede da FIESP, em São Paulo. O encontro teve como objetivo apresentar o Movimento Nacional pela Saúde e Bem-Estar e mostrar o apoio das associações nas ações de melhoria da qualidade dos alimentos lideradas pelo Ministério da Saúde.

Durante o evento foram apresentadas propostas para um esforço conjunto de melhorar o perfil dos alimentos a fim de gerar impacto coletivo na promoção de hábitos e estilo de vida mais equilibrados, através do diálogo permanente e da construção de iniciativas conjuntas entre indústria, governo, sociedade civil e academia.

O Movimento, formado pelas empresas Ambev, Coca-Cola Brasil, Ferrero, General Mills, Grupo Bimbo, Kellogg, Mars, McDonald’s, Mondelez Brasil, Nestlé, PepsiCo e Unilever pretende, por meio de ações concretas, contribuir com os desafios e metas da agenda de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, alavancando iniciativas em 3 frentes:

Inovação – investir continuamente na diversificação de portfólio, no desenvolvimento de porções menores e com baixa caloria e no incremento de ingredientes como fibras, grãos integrais, frutas e vegetais.

Engajamento – contribuir com a agenda de alimentação e nutrição, como por exemplo com diretrizes para marketing responsável e com a promoção de informações nutricionais para que os consumidores possam fazer escolhas conscientes.

Informação – reforçar a importância de um estilo de vida equilibrado, estimulando o consumo de frutas, verduras e legumes e a prática de atividades físicas.

A união dessas empresas tem como objetivo colaborar, levar informação e inovar para ajudar os consumidores a terem hábitos alimentares mais balanceados e estilos de vida mais ativos. Um exemplo dessa união é o “Compromisso pela Publicidade Responsável para Crianças”, que reforça as diretrizes de comunicação e os avanços no monitoramento e auditoria das peças publicitárias direcionadas para crianças menores de 12 anos.

Estiveram presentes os presidentes da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), Edmund Klotz, e da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcóolicas (ABIR), Alexandre Jobim.

Edmund Klotz ressaltou que a iniciativa se encaixa no escopo do Acordo de Cooperação que existe entre o Ministério da Saúde e a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), com a finalidade de construir um Plano Nacional para Vida Saudável, que está atualmente em fase de renovação e que contempla, entre outras ações, acordos técnicos para redução voluntária de sódio, gorduras trans e açúcar.

“A união dessas empresas tem como objetivo colaborar, levar informação e inovar para ajudar os consumidores a terem hábitos alimentares mais balanceados e estilos de vida mais ativos. Esse é também o objetivo da ABIA”, declarou Edmund Klotz.

Já Alexandre Jobim reforçou o apoio do setor de bebidas não alcoólicas e o compromisso em continuar trabalhando em conjunto com a sociedade e o governo a exemplo das diretrizes para o marketing e publicidade para o público infantil, que reconhece e respeita o papel dos pais e responsáveis como tomadores de decisão sobre o que é apropriado para o consumo das crianças até 12 anos.
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Investimento da Ambev facilitará o uso de garrafas retornáveis

A Ambev investiu R$ 1,5 milhão no desenvolvimento de uma máquina própria de coleta de garrafas retornáveis. A ideia é fomentar e facilitar o uso consciente

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Brasileira da Cerveja, a CervBrasil, o mercado de cervejas gera R$ 27 bilhões em salários, representa 1,6% do PIB, conta com 1,2 milhões de pontos de venda e tem um faturamento de 77 bilhões. É fato, portanto, que é um mercado muito relevante para o país.

Não por acaso, a cervejaria Ambev – que hoje conta com operações em 18 países – investe com carinho na área. O maior portfólio da empresa é justamente de cervejas, apesar de ela oferecer também bebidas não-alcoolicas. Uma das maiores novidades nesse sentido é que a companhia investiu R$ 1,5 milhão no desenvolvimento de uma máquina própria de coleta de garrafas retornáveis. A ideia é facilitar ainda mais a troca desses itens para os consumidores.

O investimento na tecnologia, que antes era importada, vai gerar uma economia de até 70% nos custos logísticos dessa operação. Com isso, a Ambev vai aumentar ainda mais a presença das máquinas nas ruas. Hoje, a companhia já conta com cerca de 900 equipamentos em supermercados de todo o país. Até o final de 2017, mais 500 máquinas estarão disponíveis nas principais capitais do Brasil.
Funcionamento

As máquinas de coleta disponibilizadas pela Ambev permitem a troca das garrafas de vidro de maneira simples e prática: depois de comprar a primeira cerveja, o consumidor só precisa levar o casco vazio até a máquina e, assim, retirar um ticket de desconto para a compra de um outro retornável.

A economia com essas garrafas pode chegar até 30%, já que, após a primeira compra, o cliente não paga por uma nova embalagem. Ou seja, com a retornável o consumidor economiza no preço da cerveja e ainda gera menos impacto no meio ambiente.
Fácil de carregar

Quem usa garrafas retornáveis sabe que não é tão fácil levá-las até o ponto de troca. Por isso, a Ambev também investiu no desenvolvimento de uma cesta, para facilitar o transporte. A ideia surgiu depois de uma pesquisa encomendada pela cervejaria indicar que, entre os consumidores que ainda não optam pela garrafa retornável no supermercado, 35% pontuam justamente a dificuldade na hora do transporte.

A cesta ajuda o consumidor a reunir os seus cascos, trocar na máquina e levar novas cervejas para casa de um jeito ainda mais fácil. Os consumidores poderão adquirir suas cestinhas em grandes redes varejistas.
Consciência

A pesquisa feita pela Ambev mostrou também que 70% dos entrevistados já perceberam que as retornáveis são a opção mais barata e 21% consomem esse tipo de produto por enxergar as vantagens sustentáveis presentes nele. Esse resultado mostra que a ampliação da oferta de garrafas de vidro retornáveis é uma estratégia que tem dado certo.

No ano passado, a venda de cervejas da Ambev nessas embalagens cresceu 64% nos supermercados. Hoje, uma em cada quatro garrafas comercializadas pela cervejaria por meio desse canal já é retornável. Por isso, a companhia continua investindo em processos que facilitem a troca e o transporte desses vasilhames e também na ampliação de seu portfólio, com a aposta nas minirretornáveis, as garrafinhas de 300 ml. Esse formato, que já contava com as marcas Skol, Brahma e Antarctica, ganhou agora mais um reforço: o consumidor já pode encontrar nos supermercados a nova Bohemia na versão mini.

Governo do ES quer reduzir ICMS de cervejas artesanais para estimular marcas capixabas

Projeto de lei que prevê redução da alíquota do ICMS de 27% para 12% foi enviada à Assembleia Legislativa. Estado produz 40 mil litros de cerveja artesanal por mês.

Por Rafael Silva, A Gazeta

16/05/2017 22h01

Um projeto de lei do Governo do Espírito Santo, encaminhado nesta terça-feira (16) para a Assembleia Legislativa (Ales), prevê a redução da alíquota do ICMS sobre a produção de cervejas artesanais. A ideia é incentivar esse tipo de produção no estado, visando a geração de emprego e renda.

De acordo com a proposta, o percentual será reduzido de 27% para 12% neste ano. O projeto de lei foi assinado pelo governador Paulo Hartung e seguirá para apreciação da Assembleia.

De acordo com o presidente da Acerva-ES, Sandro Rizzato, o Estado produz um volume de 40 mil litros de cerveja artesanal por mês, quantia considerada ainda pequena, mas com potencial para crescer.

A partir de 2018, o Centro Estadual de Educação Tecnológica (CEET) Vasco Fernandes Coutinho, em Vila Velha, vai contar com um curso técnico em cerveja artesanal.

"O consumo de cervejas artesanais tem crescido muito nos Estados Unidos e vem ganhando muito espaço no Brasil. No meio da crise, somos um dos poucos setores que pode dizer que tem crescido. Só aqui no Estado, dobramos de tamanho e já somamos 13 produtores aptos para vender, além destes 600 cervejeiros 'hobbistas', que são empresários em potencial. Não é meramente um produto alcoólico, é um produto que fomenta o turismo e a cultura local também", comenta.

Um dos pioneiros no setor, o cervejeiro Gino Rigo, sócio da cervejaria Altezza, de Venda Nova do Imigrante, produz 3 mil litros de cerveja por mês e emprega 10 pessoas nas montanhas capixabas. Ele conta que começou a fazer cerveja por hobby e que nunca havia pensado em produzir em larga escala.

Há três anos ele largou o laboratório de próteses dentárias que trabalhava em Vitória e subiu a montanha para abrir sua própria marca. Atualmente, a Altezza já conta com 10 tipos de cerveja diferentes, vendidas a preços que variam entre R$ 20 e R$ 50.

"O mercado tem crescido, sim. A gente começa mostrando nosso produto para os amigos e quando se dá conta já tem gente fazendo encomenda. O que dificulta mesmo é a cobrança de impostos que representa quase 55% do valor da cerveja. Com a desoneração e as leis incentivando a produção artesanal, temos tudo para crescer ainda mais. Dependendo da aprovação da matéria, quem sabe até vender mais barato", afirma.

O Presidente do Sindicato da Indústria de Bebidas em Geral do Estado do Espírito Santo (Sindibebidas), Sérgio Rodrigues da Costa, comemorou o incentivo ao setor. “É importante ter esse apoio para garantir a competição em igualdade com outros estados”.

CONHEÇA AS MARCAS DE CERVEJA ARTESANAL CAPIXABAS

1 – A cervejaria da Altezza fica em Venda Nova do Imigrante e produz 10 tipos de cerveja diferente. A fábrica fica ao redor da Pedra Azul e é aberta a turistas. A visitação é gratuita.

2 – A King Bier é produzida em Vila Velha, na Riviera da Barra, e possui quatro tipos de cerveja, que vão da tradicional IPA, uma das preferidas pelo público, até a Blonde Ale.

3 – A Barba Ruiva fica localizada no Centro de Domingos Martins. É um Brew Pub, uma espécie de casa de degustação de cervejas artesanais. A produção é focada na venda do pub que só serve as bebidas produzidas no local.

4 – A Arte Bier fica em Santa Rosa, em Mimoso do Sul, e é oriunda da antiga cervejaria Olympia, uma das primeiras do Estado, ainda na década de 90.

5 – Casa 107 é produzida em Colatina e vendida nas opções IPA, Lupulada, Aromática e Frutada.

6 – Else Beer fica em Viana e produz duas versões: Clássica e Jacarandá. As bebidas demoram 20 dias para serem produzidas.

Pepsi lança ‘Pepsi Fire’ com sabor Canela

16/05/2017

Quando uma marca de bebidas resolver lançar um novo sabor sempre surge a curiosidade se ele realmente vai agradar ao paladar ou que a versão original é melhor. Mas como gosto não se discute e é válido experimentar novos sabores, a Pepsi está lançando para o verão dos EUA a Pepsi Fire, que tem terá como diferencial um toque de Canela.

Assim como acontece com a Pepsi Twist, que tem um toque de limão, esse novo sabor que virá em edição limitada é uma estratégia da marca para atingir novos consumidores que adoram novidades e sabores, digamos, exóticos.

A jogada de marketing também foca nas propriedades de ativação do metabolismo que a canela possui (isso, se a bebida vier com o extrato de verdade), tentando assim se tornar uma alternativa mais saudável para aqueles consumidores focados na saúde.

É aguardar para ver se fará sucesso, já que o novo sabor chega nas prateleiras americanas no dia 22 de maio…mas quem gosta de canela, de cara, já virou fã.

Fonte:: Comunicadores

Fruki lança energético ELEV Energy Drink

Produto será comercializado em SC e no RS
Da Redação

redacao@amanha.com.br

A Fruki está apresentando ao mercado o seu mais novo produto. Disposta a marcar uma forte presença no concorrido mercado de energéticos, a empresa lança o ELEV Energy Drink, uma novidade que reforça a linha de bebidas oferecida por uma das mais tradicionais fabricantes regionais do país. O ELEV estará disponível nos pontos de venda do Rio Grande do Sul e também de Santa Catarina. O novo produto chega em embalagens de 269ml. 

A companhia pretende colocar em operação, até 2020, no município gaúcho de Paverama, uma nova fábrica para a produção de bebidas energéticas e funcionais, sucos e chás, que irá se somar à estrutura atual.. O investimento previsto é de aproximadamente R$ 80 milhões nesta primeira etapa. A segunda fase, que prevê a fabricação de cerveja, deverá ser concluída até 2025.

A comida do amanhã: o futuro da indústria de alimentos

Uma reflexão sobre as mudanças recentes na mentalidade do consumidor e do setor

16.05.2017|Por Fabiana Pires

Com consumidores em busca de uma vida mais saudável, o mercado assistiu a uma explosão de novos negócios que oferecem soluções diversas para esse público. São empresas que vendem desde alimentos orgânicos produzidos dentro de uma cadeia sustentável e ecológica até maneiras de dar vazão às frutas e verduras que estão prestes a estregar nas gôndolas dos supermercados.

A tangente que conecta inovação ao setor de alimentação foi um dos temas discutidos durante um evento promovido em São Paulo, no início de maio, pela organização sem fins lucrativos Hello Tomorrow, que apoia iniciativas que tornem a indústria de alimentos menos danosa ao planeta.

O fórum “A Comida do Amanhã” reuniu especialistas e empreendedores num momento em que grandes empresas começam a se voltar para a questão do futuro da alimentação. A preocupação vem tanto por conta de uma demanda do mercado, já que o consumidor está mais preocupado com a origem daquilo que come, como por causa do futuro da indústria, que precisa garantir a preservação dos meios naturais para sobreviver.

“Da maneira que está, a indústria de alimentos é insustentável”, diz a professora da Fundação Getúlio Vargas e especialista em inovação, Luciana Hashiba. Para ela, a nova mentalidade de clientes e empresas a respeito da comida é – e tem de ser – definitiva. E a inovação é parte importante na criação de soluções que supram a demanda dos consumidores e as necessidades do meio ambiente.

“A inovação não diz respeito apenas a novas tecnologias. Inovação é uma nova maneira de pensar, de encarar um problema”, afirma.

As inovações de novos negócios dentro do setor vem chamando a atenção de empresas, como o Carrefour. Durante o evento realizado pelo Hello Tomorrow, a varejista realizou um desafio para startups que oferecessem novos produtos, serviços e soluções que pudessem ser implementados em sua rede.

A empresa Mel de Cacau, uma das finalistas, por exemplo, é capaz de aproveitar a parte do cacau que não é utilizada na produção de chocolates para produzir suco. Outro negócio, a CBA Sementes, ganhador da competição, encontrou uma maneira de produzir sementes de batata de qualidade, reduzindo o consumo de água em 98% e sem precisar de terra, tudo por meio de uma técnica chamada aeroponia – os vegetais, são, literalmente, cultivados no ar.

São ideias de empreendedores que têm poder para mudar toda a indústria de alimentação. Outros já estão mudando. David Ralitera, fundador da Fazenda Santa Adelaide, e Valter Ziantoni, da Fazenda da Toca, se dedicam à produção alimentos orgânicos, de maneira sustentável e promovem um verdadeiro movimento para modificar a mentalidade a respeito de tudo o que se entende como a indústria de alimentos. A seguir, você confere a história deles:

Fazenda Santa Adelaide
A Fazenda Santa Adelaide Orgânicos nasceu em 2010 com a proposta de oferecer alimentos orgânicos, frescos e da estação a um preço acessível. Saiba mais sobre a história desta empresa.

Toca Orgânicos
Laboratório de inovação criado dentro da Fazenda Da Toca para pesquisar e desenvolver técnicas inspiradas no cultivo agroflorestal. Clique e saiba mais sobre a propriedade.

Ramo alimentar entra na era dos multicanais

Depois de ganhar popularidade em setores como têxtil e eletrônicos, supermercadistas começam a dar atenção ao mundo on-line, com maior integração das plataformas

São Paulo – Depois de avançar em setores como eletrônicos e vestuário, a multicanalidade começa a ser preocupação também de setores tradicionais do varejo, como supermercados e drogarias. Segundo levantamento da DOM Strategy Partners, 84% dos empresários do ramo alimentar vão aumentar atenção para experiência do cliente no ambiente digital.

A movimentação se dá em um momento em que o cliente está hiperconectado, e os variados canais para acesso à uma marca se faz ainda mais necessário. "A gente identifica pelo menos três grandes pilares que formam a experiência do cliente: a comunicação (como, por exemplo, um anúncio de publicidade ou a atividade nas redes sociais); o atendimento (o 'SAC' pode ser um deles); e os canais de vendas (como o e-commerce)", exemplifica o CEO da DOM Strategy Partners, Daniel Domeneghetti.

Segundo a pesquisa, que ouviu 529 empresas entre novembro de 2016 e março deste ano, empresas com uma forte atuação no comércio físico estão procurando realizar mais ações no mundo on-line para fortalecer as suas marcas. Entre as drogarias, 49% dos entrevistados pretendem elevar atenção aos canais virtuais, com ações em redes sociais e aplicativos para smartphones.

Apesar da intenção dos empresários, Domeneghetti alerta para a complexidade em se transformar em multicanal. "Tem produtos que são passíveis [à multicanalidade] e tem outros que não", conta. Ele explica que muitas empresas se dão mal porque o cliente fica mais confuso com as divergências de canais. "A questão essencial é a finalidade. Quando você cria uma enorme quantidade de canais que não é eficaz, o excesso é tão ruim quanto a ausência de canais", afirmou ao DCI.

Do físico ao on-line

Tida como exemplo nesse processo de multicanalidade, a Via Varejo – braço do Grupo Pão de Açúcar que engloba as marcas Casas Bahia, Ponto Frio e Extra – já conta com a opção de comprar pelo site e retirar na loja desde 2015. "Há uma percepção de que o cliente tem procurado cada vez mais a multicanalidade para realizar suas compras. Prova desta tendência é que, dependendo da região ou do produto escolhido, o serviço é utilizado em 50% das compras do e-commerce", informou a varejista em nota ao DCI.

Segundo a companhia, uma das apostas para este ano foi otimizar as páginas das marcas nas versões de acesso prático por dispositivos móveis. "Com a mudança, o índice de cliques diários aumentou aproximadamente 60%, o que reflete em maior interatividade do público com a página. Além disso, já trabalhamos de forma integrada com os contact centers das operações on-line e física".

Caminho inverso

Se algumas empresas do varejo físico estão se 'digitalizando', o caminho inverso não é insólito: "Hoje há lojas de serviço – como da Claro, lojas da Vivo, e também da Porto Seguro. As empresas de serviço estão se transformando em postos físicos", comenta Domeneghetti.

Outro exemplo disso: após uma década de vendas somente no varejo on-line, o Balão da Informática agora busca expandir com franquias. "As lojas físicas podem vender o catálogo disponível no site através de um sistema de televendas e o cliente recebe os produtos diretamente em sua residência", afirma o sócio fundador da empresa, Fabrízio Marchese.

Felipe Mendes

Dona Benta lança mistura para bolo sabor paçoca. A novidade já está disponível nas principais cidades do País

16/05/2017 Sabores e Culinária

Sabe aquele bolo que a gente inventa de fazer para o filho levar na escola ou para animar o lanche da tarde com as amigas? E, se em junho, ele for de paçoca? A Dona Benta está lançando uma mistura especial para bolo sabor paçoca, o sabor mais típico desta época do ano por conta das festas juninas.

Com edição especial e limitada, a nova mistura já está nos melhores supermercados do País. E tem mais: a nova mistura para bolo sabor paçoca Dona Benta faz parte da promoção “São João com Carinho”, que vai distribuir mais de R$ 360 mil em prêmios e termina em 23 de julho.

Para participar, basta comprar produtos Dona Benta (farinha de trigo, massas, fermento em pó ou mistura para bolo) no valor de R$ 6 e fazer um cadastro no site da promoção (www.promocaodonabenta.com.br). Se a compra for de mistura para bolo Dona Benta, o participante dobra as chances de ganhar.

Mais informações podem ser obtidas no SAC 0800 025 89630 ou no e-mail contato@promocaodonabenta.com.br.

Blumenau sedia 1º Fórum Brasileiro de Pepinos para Conserva

hamilton 17 maio, 2017

Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles e um pão com gergelim”. Na famosa canção de um comercial de lanche o pepino em conserva é mais um ingrediente de uma consagrada receita. Na estrofe do jingle está representada a importância do pepino no sabor de um lanche, mas o cultivo da hortaliça é fundamental para o fortalecimento da atividade agrícola. Esse aspecto é claro diante da variedade de pepino, classificados em vegetal de corte e conserva. A transformação em picles é um processo de preservação do alimento e linha condutora do 1º Fórum Brasileiro de Pepinos para Conserva, que acontece no dia 23 de maio, no Hotel Sesc, em Blumenau.

A importância do cultivo e manejo do pepino utilizado para conserva ressalta a necessidade de aprimorar os conhecimentos técnicos sobre o vegetal, composto por quase 100% de água, mas rico em vitamina A e C e amplamente utilizado na indústria alimentícia. Essa é a característica do Fórum com espaço para palestras e debates sobre os principais processos modernos e relevantes sobre Legislação, Nutrição, Irrigação, e Prevenção e Controle de Pragas.

O estado de Santa Catarina já é destaque na cultura do pepino, principalmente os fatores climáticos e também as características do solo, mas o incentivo tecnológico e os aprimoramentos técnicos colocam a produção do pepino num patamar essencial para alavancar a agricultura familiar e industrializada. Durante o Fórum, profissionais, técnicos e especialistas dividem as experiências para garantir um alimento saboroso e com qualidade. Um processo que começa desde a irrigação, como destaca o Engenheiro Agrônomo e palestrante do Fórum, Gabriel Perin Gomes. “Para que a irrigação seja realizada de maneira adequada e supra a necessidade hídrica da planta, é de extrema importância saber qual a necessidade diária do pepino e a capacidade de retenção de água do solo. Dessa forma, torna-se possível o aumento da produtividade e qualidade do produto final”, afirma Gomes.

No entanto, o cultivo do pepino é uma atividade cada dia mais desafiadora e que será ainda mais eficiente com a incorporação de conhecimento avançado para ampliar a eficiência e qualidade do pepino. “Uma molécula que nutri-estimula a planta a desenvolver e produzir suas substâncias naturais de defesa contra as pragas e doenças. Essa tecnologia não elimina o uso de agrotóxicos, mas ajuda no manejo correto de doses e intervalos de segurança”, afirma o gerente de desenvolvimento técnico da COSMOCEL e palestrante do Fórum Brasileiro de Pepinos em Conserva, Pedro Henrique Dziuba.

Além disso, todos os esforços podem ser ineficientes quando não existem inspeções rotineiras nos pepineiros. Por isso, é importante que o produtor rural realize um controle sistemático de pragas. O Engenheiro Agrônomo Ronald Hamisch, palestrante do Fórum, lista, por exemplo, as principais pragas e doenças que causam grandes danos e reduzem a produtividade do cultivo do pepino e as principais maneiras de promover um controle sistemático para evitar que toda plantação seja atacada. Por fim, ciente de todos os elementos que caracterizam o processo de plantação de um pepino de qualidade para a conserva, ainda existe a necessidade de compreender todas as regras que determinam a regulamentação sobre o uso correto de defensivos no cultivo e manejo da produção de pepinos. “Apresentaremos a atual legislação que trata do comércio e utilização de agrotóxicos em Santa Catarina e os programas de monitoramento de resíduos de agrotóxicos que são conduzidos no estado. O segmento do pepino para conserva poderá visualizar onde estão inseridos nesse contexto e compreender as responsabilidades dos profissionais que fazem a recomendação de agrotóxicos, produtores e indústrias que utilizam o pepino como matéria prima”, ressalta Alexandre Mees, gestor da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Cidasc.

Esse é o roteiro de um espaço importante de desenvolvimento e compartilhamento de conhecimentos sobre o pepino em conserva, tradicional na mesa do brasileiro e muito comum em forma de picles, vegetais em conserva, para diversificar o sabor dos alimentos. Esta ação é uma iniciativa da AgroGirassol, pioneira no Sul do Brasil em consultoria para melhoria de performance do cultivo e manejo das principais culturas de hortifrúti e na comercialização de sementes de hortaliças, ervas e temperos. A empresa atua há mais de 20 anos no mercado profissional de horticultura do sul do Brasil e nessa proposta inovadora de debate que é o Fórum Brasileiro de Pepinos para Conserva tem o patrocínio da Bayer, Cosmocel, Petroisa, Topseed Premium, Agrinobre, Omex, Seminis e Viacredi e apoio da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina – Cidasc, Secretaria Estadual da Agricultura e Pesca- Governo de Santa Catarina, Prefeitura de Blumenau e conta com a produção da Inspiracom Marketing e Comunicação.

SERVIÇO:

O quê: 1º Fórum Brasileiro de Pepinos para Conserva
Quando: 23 de maio de 2017
Onde: Sala Verde Vale – Hotel Sesc/ Blumenau
Contato: contato@forumbrasilpepinoconserva.com.br
Informações para imprensa: Schayla Jurk: (47) 99602-6500
Stéfany Pessoa: (47) 99989-9284
comunicacao@inspiracom.com.br

INSPIRACOM MARKETING E COMUNICAÇÃO

Stéfany Pessoa

Schayla Jurk
Inspiracom Comunicação
comunicacao@inspiracom.com.br

Reciclando cápsulas, Dolce Gusto distribui 1,6 milhão de tubetes de mudas de café

No Dia Internacional da Reciclagem, comemorado nesta quarta-feira (17 de maio), a Nestlé anuncia a doação de 1,6 milhão de tubetes para mudas de café, desenvolvidos a partir da reciclagem de cápsulas da linha Dolce Gusto. Os itens serão utilizados pelos viveiros que fornecem as mudas de café para produtores agrícolas, inseridos no programa Nescafé Plan. A iniciativa está alinhada ao conceito de “economia circular”, no qual os resíduos provenientes do descarte de cápsulas são reaproveitados na própria cadeia.

A utilização de tubetes de plástico para mudas de café apresentam vantagens ao cafeicultor como aumento da agilidade no manuseio, combate à contaminação das raízes das mudas por pragas, economia no transporte e realização do plantio.

De acordo com a companhia, o programa Nescafé Plan tem como objetivo garantir a produção sustentável do café verde no longo prazo, proporcionar o desenvolvimento profissional dos cafeicultores e garantir a qualidade da matéria-prima. Por meio de ações de treinamento e suporte técnico fornecidos aos produtores rurais, a Nestlé incentiva a adoção de práticas sustentáveis na cadeia. Atualmente, a empresa conta com aproximadamente 820 produtores dentro do programa.

Postos de coleta

No Brasil, já são 24 postos distribuídos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande de Sul, que realizam a coleta de cápsulas. Após serem recolhidas, elas passam por um processo de reciclagem, evitando assim o descarte incorreto no meio ambiente. O porta-cápsulas Renove foi o primeiro artigo da marca feito com materiais 100% reciclados. Para produzir o acessório, as cápsulas passam por processos de triagem, fragmentação e, por meio de extrusão, são transformadas em uma resina termoplástica, que pode ser utilizada como matéria-prima para produção de diversos itens.