Reunião Aberta na Baixada Santista abordou temas como a atuação do Procon nos supermercados

A Regional Baixada Santista realizou mais uma Reunião Aberta aos associados, sempre com foco em oferecer aos supermercadistas novos conhecimentos, além da possibilidade de trocar ideias e sanar dúvidas com os profissionais da Associação.

O encontro, que teve patrocínio das empresas Marquespan e Escudo Real, abordou temas como “câmaras frias” e atuação do Procon nos supermercados.

Calendário completo de eventos na APAS, que inclui as Reuniões Abertas na Regionais e Distritais: http://www.portalapas.org.br/calendario/.

Cartão de supermercado colabora para aumento de fidelidade

Os supermercados vêm adotando cartões com bandeiras próprias, também conhecidos como “private label”, que fomenta mais vendas ao oferecer condições diferenciadas

Por Branded Content | 16/04/2018
pauta@mundodomarketing.com.br

Os supermercados procuram cada vez mais novas maneiras de facilitar a jornada de compra dos clientes e, assim, garantir um faturamento maior. As estratégias para atingir esses objetivos não se resumem apenas à propaganda, degustação e posicionamento dos produtos nas gôndolas. No Brasil, um dos fatores para alavancar as vendas é o crédito e isso afeta diretamente os bolsos das classes CDE.

Como forma de contornar os efeitos da crise econômica, os supermercados vêm adotando cartões com bandeiras próprias, também conhecidos como "private label". O objetivo deste movimento é simples: viabilizar a venda de seus produtos, oferecendo facilidades como opções de parcelamento, promoções exclusivas e programa de fidelidade.

Cartões para empreendimentos de todos os portes
Ao contrário do que muitos gestores de supermercados pensam, as opções de cartões de marca própria são criadas para diversos portes de empresas. Basta cumprir algumas exigências feitas pelas operadoras de crédito, como pendências jurídicas e de documentação.

Ao facilitar a compra de clientes que não podem ter um cartão de crédito disponibilizado por bancos, o supermercado alavanca as vendas e atrai mais consumidores para suas lojas. Com isso, espera-se obter uma fidelidade maior dos consumidores e aumento do tíquete médio nas compras.

Outro ponto que deve ser considerado na estratégia com o "private label" é o estímulo à compra por impulso. Em muitos casos, o cliente com cartão próprio da rede poderá ter acesso a preços diferenciados para determinados produtos que não sejam de primeira necessidade.

Perspectiva promissora
Só em 2017, segundo o Banco Central, os cartões de marca própria movimentaram R$ 60 bilhões no Brasil. Com tanta gente utilizando esse serviço, os dados gerados por meio dessas transações podem ajudar aentender melhor os interesses do consumidor, desenvolver estratégias e incrementar as vantagens oferecidas.

De acordo com a DMCard, empresa que administra cartões de bandeira própria, os consumidores que usam esse meio de pagamento gastam 55% a mais em compras nos supermercados do que os que não usam. As visitas à loja também aumentam em 33%, assim como o gasto médio de cada consumidor, cerca de 16% maior que os clientes sem private label.

Opções para o consumidor
Apesar de ter chegado ao Brasil na década de 1970 com foco em lojas de departamento como a Mesbla, a adoção pelos supermercados é recente, pouco maior que uma década. Além da bandeira própria, hoje, o consumidor também encontra no mercado opções de cartões "co-branded".

Há diferença entre as duas modalidades de uso do plástico, vinculada às suas possibilidades. Enquanto o private label só é aceito em determinada loja ou rede supermercadista, o co-branded – criado em parceria com bancos e operadoras – permite o uso em outros estabelecimentos.

Segundo a DMCard, dos 2 milhões de cartões private label emitidos, cerca de 300 mil estão ativos para mais de 1.300 supermercados. Para o futuro, a perspectiva também é promissora. A Associação Brasileira de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) estima que sejam gerados R$ 293 bilhões em negócios até 2022 por meio de transações realizadas via cartões próprios até 2022.

Para mais informações sobre o maior evento mundial de supermercados, acesse o site APAS Show.

(Crédito imagens: Depositphotos)

COOP anuncia investimentos de R$ 94 milhões

A COOP – Cooperativa de Consumo – 15ª no ranking dos maiores supermercados do Brasil (Abras) investirá neste ano o total de R$ 94 milhões, sendo a maior parte na região do Grande ABC. O valor será aplicado em uma nova loja, nove drogarias de rua, um posto de combustível, além de melhorias em infraestrutura, tecnologia da informação e logística.

O exercício de 2017 foi encerrado com faturamento bruto de R$ 2.209.553,00, um crescimento nominal de 4% em relação ao ano anterior. Em comparação aos outros supermercados, de acordo com o Índice Cielo Praças, no acumulado 2017, a Coop cresceu acima do mercado em todas as localidades onde atua. Em Mauá e Ribeirão Pires, o crescimento foi de 11,2%; em Diadema 7,1%; nas cidades de Tatuí e Sorocaba seu desempenho foi de 4,8% maior e, no Município de Santo André, 4,4% .

Segundo o presidente executivo Marcio Valle, a evolução Ebitda no ano passado também foi bastante positiva, confirmando a capacidade da Cooperativa de gerar melhor seus custos, ser mais eficiente ano a ano e elevar sua lucratividade. “A deflação de alimentos, associada à retomada da atividade frustrada, pressionou o faturamento dos supermercados e, mesmo assim, conseguimos registrar crescimento real sobre o ano anterior”, explica Valle.

Durante o ano de 2017, cerca de 800 mil cooperados realizaram compras nas 79 unidades da rede, entre lojas de supermercado (31), drogarias (45) e postos de combustíveis (3) e foram beneficiados com diversas vantagens como, retorno de sobras (R$ 16 milhões), descontos exclusivos (R$ 14 milhões), brindes (R$ 3 milhões) e participação em cursos e palestras (R$ 259 mil).

Neste ano, os cooperados terão direito a sobras líquidas do período no valor de R$ 17 milhões, já descontadas as reservas legais e estatutárias. Esse valor será retornado de forma proporcional às aquisições de cada cooperado no decorrer do exercício.

COOP: Atualmente, a Coop é considerada a maior cooperativa de consumo da América Latina, possui 800 mil cooperados ativos, cerca de 6,5 mil colaboradores diretos, 31 unidades de distribuição – sendo 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí –, além de três postos de combustíveis e 15 drogarias de rua.

Por ser uma cooperativa, seu principal escopo é oferecer os melhores serviços com preços justos, além de reverter benefícios para seus cooperados e comunidade, como ciclo de palestras gratuitas; programa de saúde e qualidade de vida; retorno das sobras (lucro), quando ocorrerem; programas educacionais voltados aos estudantes da rede pública e particular; doações para entidades beneficentes onde a Cooperativa possui unidades de distribuição e repasse de verbas para a Federação das APAEs provenientes da venda da revista Coop e do programa Troco do Bem.

Fonte: Assessoria de Comunicação da COOP

Pão de Açúcar e Carrefour acirram disputa pela liderança no Brasil

– 16/04/2018

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) e o Carrefour Brasil travaram uma disputa acirrada no setor supermercadista brasileiro neste início de ano. O GPA obteve um crescimento nas vendas brutas levemente maior que o do rival no primeiro trimestre, apesar do contínuo peso da deflação dos alimentos sobre as operações de redes varejistas do País.

A empresa controlada pelo francês Casino já havia encostado no Carrefour Brasil no último trimestre de 2017, quando ficaram empatadas com um faturamento bruto de R$ 13,6 bilhões, apoiado principalmente nas operações de atacarejo.

Entre janeiro e março, o GPA teve alta de 7,6 % na receita bruta na comparação anual, superando a expansão de 6 % apurada pelo Carrefour Brasil, que faturou R$ 12,289 bilhões.

A diferença entre os resultados do primeiro trimestre é mais acentuada ao se comparar apenas as atividades de atacarejo no conceito mesmas lojas, com as vendas brutas da bandeira Assaí, do GPA, crescendo 10,7% ano a ano, incluindo o efeito calendário, e as do Atacadão, do Carrefour, subindo 1,4% nessa comparação.

Em geral, a receita mesmas lojas do GPA nos três primeiros meses deste ano aumentou 4,4 % sobre um ano antes, considerando o efeito calendário (Páscoa e um sábado a mais), e de 2,4 % sem o mesmo. No Carrefour, as altas foram de 2,3% e 0,4%, respectivamente.

Mas os números apresentados pelas duas varejistas não surpreenderam analistas, servindo apenas para confirmar o efeito positivo da Páscoa sobre o desempenho consolidado de janeiro a março, o foco cada vez maior de ambas no atacarejo e a tendência de uma expansão mais vigorosa do comércio eletrônico.

A expectativa de analistas, por sinal, é de contínua pressão sobre as margens nos próximos meses, dado o impacto negativo da deflação dos alimentos e a potencial intensificação de campanhas promocionais mais agressivas em meio à disputa mais acirrada no setor supermercadista brasileiro.

Para a equipe BTG Pactual liderada por Fabio Monteiro, os números tanto do GPA quanto do Carrefour “ainda são fracos de modo geral”, segundo relatório divulgado na sexta-feira. Na avaliação deles, o quadro de deflação dos alimentos só deve se reverter no segundo semestre e a concorrência entre as grandes varejistas e, especialmente, com participantes regionais deve impedir um crescimento mais rápido da receita e das margens das empresas do setor nos próximos trimestres.

Analistas do JPMorgan citaram “gatilhos de preço limitados” com base nas tendências operacionais e reduziram os preços-alvos do GPA (de R$ 94 a R$ 90 ) e do Carrefour Brasil (de R$ 18,50 para R$ 17) ao fim deste ano.

“Em nossa opinião, os principais gatilhos para tais ações são fusões e aquisições ou venda de ativos, o que, neste contexto, nos leva a preferir o GPA ao Carrefour Brasil dado o potencial desinvestimento da Via Varejo”, escreveu a equipe do JPMorgan liderada por Joseph Giordano em relatório. Os analistas destacaram ainda que o GPA é mais diversificado no segmento multivarejo, com maior penetração em supermercados, incluindo a bandeira premium Pão de Açúcar.

(Fonte: Diário do Comécio)

GPA mudará Extra após retração no trimestre

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) anunciou um plano para modificar lojas da rede de supermercados sob a bandeira Extra. Em sua divulgação de vendas do primeiro trimestre de 2018, a companhia aponta que a rede registrou recuo de 7% nas vendas brutas na comparação interanual.

Atualmente bandeira Extra possui 187 supermercados e, segundo o GPA, um projeto piloto vai converter 20 lojas “a um modelo mais aderente ao perfil do público-alvo”.

O projeto “está em fase final de definição”, disse a empresa na divulgação dos resultados na sexta-feira. A varejista também confirmou o fechamento de uma unidade do Extra Supermercados entre janeiro e março.

Além dos supermercados, a bandeira Extra soma 113 hipermercados, lojas de maior porte. Nesses pontos de maior área de vendas o resultado do primeiro trimestre foi menos negativo: houve queda de 5,6% na receita bruta sobre um ano antes. O GPA apresentou dados para o desempenho de suas diferentes bandeiras de loja e destacou que, no primeiro trimestre, houve impactos negativos em razão do incêndio no centro de distribuição da companhia em dezembro do ano passado.

Ajustadas para o impacto do incêndio e por efeitos de calendário relacionados à Páscoa, as vendas da rede de supermercados Extra mostram desempenho abaixo das outras bandeiras do GPA.

O indicador ajustado de vendas mesmas lojas – índice que leva em conta apenas pontos de venda abertos há mais de um ano – ficou negativo em 3,2% no Extra Supermercados no primeiro trimestre de 2018. Esse mesmo índice foi positivo em 2,1% nos hipermercados e houve ainda alta de 1,2% na bandeira Pão de Açúcar.

Outros números

As vendas totais líquidas do Grupo Pão de Açúcar (GPA) no primeiro trimestre cresceram 7,5% na comparação anual, para R$ 11,343 bilhões, resultado impulsionado pelo forte desempenho da bandeira Assaí. Foi o resultado da bandeira de atacarejo que também amorteceu o impacto da deflação dos alimentos nas lojas das marcas Extra e Pão de Açúcar.

No conceito mesmas lojas, o crescimento da receita líquida total com vendas foi de 4,4% em relação ao primeiro trimestre de 2017 considerando o efeito calendário (Páscoa e um sábado a mais) e de 2,4% com efeito sazonal.

No atacarejo, o faturamento líquido do Assaí subiu 25,2% na mesma comparação, para R$ 5,058 bilhões, impulsionado pela abertura de 20 lojas e pelo crescimento de mais de 9% das vendas mesmas lojas excluindo o efeito calendário. “A bandeira segue capturando os efeitos da assertiva estratégia, superando por mais um trimestre 12% de crescimento ‘mesmas lojas’ de volume e 8% de clientes”, informava o GPA em comunicado ao mercado.

Guerra pela liderança

A queda de braço pelo topo do varejo alimentar brasileiro ganhou mais um caldo com o resultado do GPA. O grupo também francês Carrefour havia ultrapassado o GPA no último trimestre do ano passado, em volume de vendas, mas o resultado do primeiro trimestre deste ano pode ter mudado novamente o ranking.

O principal motivo para que o volume de vendas do GPA tenha ultrapassado o do Carrefour no período está atrelado ao bom desempenho do Assaí. Os desafios para as duas varejistas este ano, no entanto, são os mesmos: o peso na deflação dos alimentos.

Para analistas do BTG Pactual e do JPMorgan a tendência para o ano é que o valor dos preços continuem assombrando os empresários do varejo alimentar.

Setor de supermercados fatura alto nos dois primeiros meses

Arquivo

Em 2017, os supermercados tiveram expansão de 1,25% nas vendas; para este ano, o crescimento deve ser de 3%

Uberaba segue tendência nacional e registra alta no faturamento do setor supermercadista. De acordo com balanço divulgado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o faturamento do setor teve alta de 1,57% em janeiro e fevereiro, em comparação com o primeiro bimestre de 2017. No Município, de acordo com o diretor da Associação Supermercadista de Uberaba, Matusalém Alves, o índice foi de 1,2%.

Conforme dados repassados pela Abras, em fevereiro, o setor registrou alta de 0,22% em relação ao mesmo mês do ano passado. Para este ano, a entidade prevê crescimento de 3%. Em 2017, os supermercados tiveram uma expansão de 1,25% nas vendas.

“No levantamento local do bimestre, janeiro e fevereiro, chegamos bem próximo ao resultado nacional, atingimos 1,2% de crescimento. Um resultado positivo e acreditamos que a tendência é de melhora. Além do otimismo do consumidor, percebemos também que a queda na inflação gerou uma melhora no consumo. É fato que o perfil do consumidor mudou, comprando menos, sem fazer estoques, mas continua comprando. Estamos crescendo e com possibilidade de crescer mais”, afirma Matusalém.

Quando questionado sobre a influência da Páscoa nestes resultados, Matusalém explica que a Páscoa é algo que impulsiona, sim, as vendas, entretanto pode ser celebrada em meses diferentes. Neste ano, por exemplo, foi no mês de março, mas em 2017 foi em abril. Sendo assim, quando houver o fechamento do quadrimestre será possível ter um comparativo mais interessante.

Mais de R$ 540 milhões em negócios serão realizados na Mercosuper 2018

Fórum realizado na feira abordou o desperdício de alimentos e discutiu o significado da data de validade dos produtos

Até o dia 12 de abril, a 37ª edição da Mercosuper – Feira e Convenção Paranaense de Supermercados – vai receber aproximadamente 45 mil visitas de supermercadistas e varejistas e deve fechar R$ 540 milhões em negócios. Na cerimônia de abertura, o presidente da Apras – Associação Paranaense de Supermercados – Pedro Joanir Zonta, mostrou otimismo para o futuro da economia do país. “Neste ano, registraremos melhora no desemprego e renda, além de queda nas taxas de juros. Este é o momento de nos prepararmos para crescer e de voltar a investir”.

Segundo Zonta, é o investimento das empresas que vai contribuir com a recuperação econômica e oferecer maior poder de compra ao consumidor. Neste contexto, o presidente destaca que a Mercosuper é uma oportunidade de supermercadistas e varejistas se atualizarem e se prepararem para um ano mais promissor.

Na feira, os mais de 230 expositores vão apresentar os principais lançamentos de produtos, além de praticar condições e preços especiais. “Isso reflete diretamente no bolso dos consumidores, já que os supermercados devem repassar os bons negócios concretizados em promoções nas suas lojas”, destaca Zonta.

Fórum “O Impacto do desperdício na Cadeia Alimentícia”

Um dos principais temas abordados na Mercosuper 2018 é o desperdício de alimentos, que foi discutido em um Fórum realizado na manhã do dia 10 de abril por diversos especialistas de toda a cadeia alimentícia. No mundo, 1 terço de todo alimento produzido é desperdiçado, o que gera um custo de 750 bilhões de dólares, segundo alerta da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura).

“Este dado assusta, principalmente em um cenário em que 815 milhões de pessoas passam fome no mundo”, aponta o coordenador do comitê de prevenção de perdas da Apras e do CPAR – PR (Comissão de Prevenção de Perdas, Auditoria e Gerenciamento de Riscos), Éder Motin.

Os palestrantes falaram muito sobre a importância da conscientização no combate ao desperdício de alimentos. Nos supermercados, ainda há muito a ser feito com relação a cultura do consumidor, que muitas vezes desiste de levar um produto e o abandona em locais inadequados, como é o caso das carnes e produtos refrigerados. O manuseio inadequado de produtos mais frágeis, como as frutas e hortaliças, também contribuem para o aumento do desperdício. “Devemos comprar com os olhos e não com as unhas”, brincou Natalino Avance, presidente da Ceasa, ao lembrar que muitos alimentos perdem o seu valor comercial devido as avarias causadas pelo manuseio.

No Fórum, foi levantada a questão da validade dos produtos e a possibilidade de consumi-los sem que a segurança alimentar seja afetada.

O palestrante Alexandre Momesso expôs casos de diversos outros países que não adotam o prazo de validade. A Grécia, por exemplo, autoriza a venda de alimentos após a validade, desde que estejam em prateleiras separadas e com preço reduzido. “No Brasil, estamos há mais de 20 anos discutindo se podemos doar o alimento vencido sem que seja crime”.

Segundo Momesso, o Brasil ainda não tem uma política nacional que regule iniciativas de combate ao desperdício de alimentos e que defina o destino de sobras do processo de produção, comercialização e consumo. “Quase 30 projetos sobre combate ao desperdício de alimentos tramitam na Câmara Federal, porém praticamente todos ainda tentam regular a doação, tentando retirar possíveis punições a doadores”, acrescenta.

Em dezembro, a cadeia de supermercados do Reino Unido Co-op começou a vender alguns produtos que passaram da validade por apenas 10 pences (cerca de R$ 0,44). A ideia é reduzir o desperdício de alimentos. De acordo com a Agência Sanitária do Reino Unido, a data de validade dos produtos industrializados está mais relacionada à qualidade do alimento do que ao risco que o consumo depois do prazo indicado traz à saúde. Por isso, o órgão aconselhou outras redes de supermercado do país a seguirem o exemplo da Co-op.

Um dos programas que contribuem para a redução do desperdício de alimentos é o Mesa Brasil, do Sesc. Em 2017, o programa distribuiu no Paraná mais de 2 mil toneladas de alimentos sem valor comercial, mas com valor nutricional, que beneficiaram cerca de 138 mil pessoas.

Mostrando que há esperança, outro palestrante do evento, Valter Bianchini, da FAO, afirmou em sua palestra que “é possível erradicarmos a fome na próxima década”.

Palestra magna

O palestrante Marcos Casuo surpreendeu um grande público em sua palestra realizada na Mercosuper neste dia 10. O artista circense, que se tornou famoso por ser o primeiro brasileiro a entrar para o Cirque du Soleil e a protagonizar um espetáculo na famosa trupe canadense, realizou uma apresentação performática que falou sobre a sua trajetória e motivou o público supermercadista presente.

Confira a programação completa do evento no site: www.apras.org.br/mercosuper.

Serviço

A Mercosuper 2018 – 37ª Feira e Convenção Paranaense de Supermercados será realizada nos dias 10, 11 e 12 de abril, no Expotrade Convention Center, em Pinhais (Região Metropolitana de Curitiba), localizado na Rodovia Deputado Leopoldo Jacomel, 10.454.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Mais de dez toneladas de alimentos impróprios para o consumo foram apreendidos em um supermercado em Guaíba

Marcelo Warth Neto 11 de abril de 201811 de abril de 2018

A Força-Tarefa do Programa Segurança Alimentar realizou, na terça-feira (10), uma das maiores apreensões de alimentos irregulares em um só local desde o início das suas atividades no Rio Grande do Sul, em 2015. Foram recolhidas e inutilizadas em torno de 10,5 toneladas de alimentos no Supermercado Paulinho, em Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

O casal de proprietários do estabelecimento foi preso em flagrante, e o local interditado. Além do alvará sanitário do mercado estar vencido, foram encontrados alimentos fora da temperatura adequada e sem procedência, embalagens estragadas, roídas por animais e rasgadas.

Muitos produtos fora do prazo de validade também foram identificados pelos agentes, alguns vencidos há mais de cinco anos e em decomposição. Havia também alimentos podres, com moscas, baratas e ratos vivos e mortos e diversos problemas de infraestrutura e falta de higiene.

Na padaria, foram encontrados chocolate, leite condensado, farinha, leite e outros produtos vencidos, além de ovos quebrados que eram utilizados como matéria-prima de doces e tortas vendidas no local. Também havia produtos vencidos e mofados no balcão para comercialização.

Participaram da operação o coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público, Alcindo Luz Bastos da Silva Filho, a promotora de Justiça de Guaíba Ana Luisa Domingues de Souza Leal e representantes da Delegacia do Consumidor da Polícia Civil, da Vigilância Sanitária de Guaíba, das secretarias estaduais de Agricultura e da Saúde e do Procon.

Extra irá reconstruir supermercado no Centro

Rede prepara documentação; comerciantes da Rua Paulo Barbosa torcem para a volta da loja
Philippe Fernandes

O Grupo Pão de Açúcar, controlador da rede de supermercados Extra, já enviou o projeto da reconstrução da unidade da Rua Paulo Barbosa para a Prefeitura. A loja foi destruída em setembro do ano passado, após um incêndio. A rede espera a análise do governo municipal, que pode autorizar o início das obras ou exigir adequações.

De acordo com informações obtidas pelo Diário, o GPA tem todo o interesse em iniciar as obras e retomar a operação do local. Procurada pelo jornal, a rede confirmou que “está providenciando os documentos necessários junto aos órgãos responsáveis para, assim, ter autorização para iniciar as obras”.

O início das obras do supermercado, que funcionou por mais de 40 anos e era um dos mais tradicionais da cidade, é aguardada com muita expectativa pelos comerciantes do entorno. Isso porque, além das pessoas que circulam normalmente na região – onde param ônibus de diversos bairros, como Valparaíso, Coronel Veiga, Quitandinha, Independência, Corrêas e Itaipava – o estabelecimento atraía público de todo o Centro Histórico e isso se refletia em diversos estabelecimentos da região.

Para Fernanda Antunes, proprietária de uma loja de utilidades da Paulo Barbosa, houve uma queda no movimento, e um mercado daquele porte “faz falta”.

– O baque inicial, após o incêndio, foi mais forte. Depois, deu uma estabilizada. Mas, mesmo assim, faz falta pra gente, porque movimenta mais a rua. Muitas pessoas circulavam por aqui para irem ao mercado, e acabavam comprando alguma coisa nas demais lojas da rua também. Além disso, como consumidora, acho que ter mais concorrência é melhor – afirmou Fernanda.

A gerente de uma loja de calçados, Meriele Guarisa, concorda.

– O movimento caiu desde o incêndio. Depois dos primeiros dias, até começou a melhorar, mas o ideal para nós é a volta do mercado, pelo fluxo de pessoas que ele traz – acredita.

Outro setor que sofreu perdas com o acidente foi o táxi da região. Havia, inclusive, um ponto localizado na Travessa Prudente Aguiar, que tinha entre os clientes do supermercado, boa parte do seu público.

– Após o incêndio, mudamos a rota e perdemos um pouco do número de clientes. O nosso ponto ficava ali e hoje estamos na Rua Dr. Porciúncula. No táxi, é difícil mensurar, tudo é muito incerto, mas o fluxo que havia ali no supermercado é muito grande. Acredito que houve uma queda entre 15% e 20%. Acredito que o retorno do supermercado, principalmente se for mais moderno que o atual, iria melhorar e recuperar as vendas pra gente também – disse o taxista Marcos Gusmão.

Além dos comerciantes, a volta do supermercado é esperada pelos consumidores. A empregada doméstica Cátia Tasse, por exemplo, mora no bairro Siméria e faz as suas compras nos mercados do entorno da Paulo Barbosa, próximo ao ponto de ônibus do bairro. A demolição do mercado resultou em menos um mercado para pesquisar os preços mais baixos.

– Tem que voltar. Pego ônibus aqui e sempre comprava, ainda mais quando tinha promoção. Sempre pesquiso os preços nos mercados da região, e perdemos uma opção – afirmou.

Relembre o caso

O incêndio no Extra começou na manhã do dia 23 de julho do ano passado. O fogo atingiu, inicialmente, o subsolo do supermercado, e depois se alastrou por todo o prédio, destruindo completamente a estrutura, que foi demolida. O incêndio durou três dias.

Makro passa a aceitar todos as bandeiras de cartão de crédito

10 de Abril de 2018 Daniel Susumura dos Santos

Com este incremento, o atacadista oferecerá mais comodidade para os clientes e ampliará suas formas de pagamentos

Para 2018, o Makro Atacadista, um dos principais players do setor, desenvolveu diversos projetos e ações para atender as demandas de seus clientes tanto profissionais, empreendedores e comerciantes quanto famílias. Dentro do guarda-chuva de novas ações, a empresa optou por ampliar suas formas de pagamentos. A partir do mês de abril, o Makro passa a aceitar todas as bandeiras de cartão de crédito, trazendo mais comodidade e versatilidade para seus clientes.

“Nosso diálogo é muito próximo com nossos consumidores e ao expandir nossas formas de pagamentos, atendemos uma demanda do mercado e também apoiamos nossos clientes que precisam de flexibilidade para seus orçamentos, sejam eles empreendedores ou famílias”, afirma Marcos Ambrosano, Presidente do Makro no Brasil.

Além da novidade, o Makro continua a aceitar como forma de pagamento cheques, cartões de débito e dinheiro, além do cartão de crédito próprio do Makro. Para comprar no Makro, não há necessidade de cadastro ou CNPJ, além disso pessoas física e jurídica podem fazer compras em qualquer das 74 lojas.

Sobre o Makro

No Brasil desde 1972, o Makro é uma empresa do grupo holandês SHV para (Steenkolen Handels-Vereeniging), que opera em cinco países da América do Sul: Argentina, Brasil, Colômbia, Peru e Venezuela. A partir dos anos 90, investiu na expansão de lojas em todo o Brasil, especialmente nas regiões Sul e Nordeste.

Hoje com 74 lojas amplas e estrategicamente localizadas nos país, busca atender a todos os nossos clientes, pessoas físicas e profissionais, oferecendo uma vasta gama de produtos, contemplando alimentos perecíveis, não perecíveis, bebidas, produtos de higiene e limpeza, descartáveis, utensílios, materiais de escritórios, pet, entre outros. Todos eles com os melhores preços do mercado.

http://www.makro.com.br

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