Sevar, o maior evento do interior de MG, vai reunir supermercadistas e fornecedores

– 04/01/2018

O Super Encontro Varejista (Sevar) é o maior evento do varejo no interior de Minas e é organizado pela Associação Mineira de Supermercados (AMIS) com apoio de outras importantes entidades empresariais. O público participante deve seguir a média de anos anteriores, com cerca de 1,8 mil pessoas nos dois dias. Maioria composta de diretores, compradores e gerentes que atuam no ramo varejista e fornecedor de toda a região.

Tanto profissionais quanto diretores têm no encontro, a maior oportunidade na região para se qualificar profissionalmente, estreitar relacionamentos e para construir novas parcerias comerciais.

A programação do Sevar é composta de palestras, reunião, workshop, visita-técnica e feira. No primeiro dia, as atividades começam às 9h30 e vão até 21 horas. Já no segundo dia, a programação começa às 10h e vai até 12h30 com uma programação específica para o varejo.

Nesse ano, as cidades de Divinópolis, Ipatinga e Juiz de Fora, além da região do Sul de Minas, já estão com data marcada para receber o evento.

Sevar do Triângulo agora é Superinter

A dimensão alcançada pelo Sevar do Triângulo e do Alto Paranaíba, realizada no último ano em Uberlândia, levou a direção da Associação Mineira de Supermercados (AMIS) a programar para 2018 um evento ainda maior, que passa ser incluído na categoria de Congresso e Feira Regional de Supermercadistas. Assim, Uberlândia vai sediar nesse ano a Superinter. Técnicos da AMIS já começam a formatação e o planejamento para divulgar ao trade mineiro e nacional as inúmeras oportunidades deste novo evento empresarial numa das regiões mais prósperas do País.

Será a oportunidade também de os fornecedores da região expor seus produtos e serviços para potenciais compradores que estarão presentes nos eventos. Para quem tiver o interesse, basta acessar o folder comercial para se informar sobre valores.

A AMIS vai promover diversos eventos ao longo do ano, como cursos, fóruns que inclusive, já estão com data marcada. Para saber sobre todos os eventos, basta acessar o calendário oficial do varejista.

Para mais informações : (31) 2122-0500

Saiu na SuperVarejo: Verão e férias impulsionam vendas de diversas categorias no supermercado

A combinação dos fatores “verão e férias” influencia diretamente nas vendas de diversas categorias no supermercado, no começo do ano. Levantamento feito pela Kantar Worldpanel mostra que essa estação movimenta de alimentos e bebidas a produtos de higiene e beleza, variando de sucos e refrigerantes a repelentes.

“Com o aumento da temperatura, surgem inúmeras oportunidades de vendas em todo o Brasil. A vasta relação de categorias cujo consumo tem impacto positivo do clima quente transforma o verão em um dos principais momentos do ano”, explica Laylla Moraes, executiva de marketing e comunicação da Kantar Worldpanel.

Com a inflação estável e a retomada do consumo, a estação pode trazer ainda mais oportunidades para o varejo. Contudo, o canal supermercado deve estar atento. Estudo recente da Kantar mostra que o consumidor se abastece atualmente em um maior número de canais de compra.

O impacto desse resultado é uma redução de lealdade a um determinado ponto de venda; uma das consequências desse comportamento é que o valor deixado em cada um dos canais de compra vem diminuindo. É preciso investir em ajustes na loja quando se trata de sazonalidades, pois são períodos nos quais o varejo pode inovar, criando um ambiente mais agradável para o consumidor, melhorando sua experiência de compra.

Características do layout das lojas, com modificação periódica na decoração, bem como a implantação de áreas de concentração, introdução de espaços para descanso, disponibilização de produtos associados ou correlatos, simulação de ambientes de consumo, entre outras, melhoram o desempenho comercial do estabelecimento.

Compras no supermercado ficaram mais caras para os capixabas

Segundo pesquisa, cesta básica da classe média na Grande Vitória em dezembro custou, em média, R$ 146 a mais que no mês anterior

Para encher o carrinho do supermercado, famílias capixabas precisaram desembolsar, em média, R$ 146,78 a mais em dezembro. A carne, os legumes, verduras e frutas foram os responsáveis por puxar o preço final da cesta básica da classe média para cima. Além disso, o calor intenso e o aumento da demanda, típico de final de ano, foram fatores que influenciaram essa alta.

Segundo dados da pesquisa da faculdade Doctum Vitória, os trinta itens que compõem a cesta básica da classe média na Grande Vitória custaram R$ 1.480,53, em dezembro de 2017. No mês anterior, essa mesma compra saía por R$ 1.464,85. Entre um mês e outro, a diferença foi um reajuste de 1,07%. Mas, mesmo com a alta, o valor continua sendo o menor desde setembro ( R$ 1.477,58).

O coordenador de Extensão da Doctum, Paulo Cezar Ribeiro Silva, explica que, depois de vários períodos de queda, os preços de alguns produtos voltaram a subir. "Isso ocorreu principalmente nos dez últimos dias de dezembro. A carne de boi subiu bastante nesse período, mesmo assim, a média do mês ficou em 2,8%. Se esse preço continuar em janeiro, o produto deve ficar mais caro, principalmente os cortes para churrasco porque a demanda está alta para essas carnes", comenta.

Sete dos 30 produtos da cesta subiram de preço, nove permaneceram quase estáveis e 11 caíram. Na lista dos que tiveram as maiores quedas estão a cenoura (-8,6%), laranja-pera (-7,1), limão (-14,3) e maracujá (-19,6). Já a alta foi auxiliada por itens como a batata-inglesa (10%), o tomate (8%), o mamão (9,9%), a vagem comum (4,8%), banana-prata (3,5%) e a carne (2,8%).

Outros alimentos que compõem a base da alimentação, como o arroz (-0,8%) e o feijão (-0,3%), permaneceram com valor quase estável entre um mês e outro.

De janeiro a dezembro de 2017

Dezembro foi o terceiro mês de 2017 que teve aumento no valor médio da cesta básica. Em janeiro, ela custava em média R$ 1.633,52, ou seja, R$ 152,99 a mais do que era preciso desembolsar em dezembro (R$ 1.633,52) para comprar os mesmos itens.

Segundo a pesquisa, durante o ano passado, 24 alimentos recuaram de preço e seis subiram. Entre os itens que lideram as altas está o suco de frutas em caixa de um litro (25,5%), o limão taiti (14,2%), o maracujá (13,5%) e o mamão papaia (13,3%).

Já na relação dos que tiveram queda de preços no ano de 2017, lideram como principais produtos o feijão preto (-35,3%), a banana-prata (-30,8%), o arroz tipo I (-25,2%) e a laranja-pera (-21,5%).

"Mesmo com esses aumentos no valor dos de itens em dezembro, a cesta básica fechou em torno de 9% de queda, o menor índice em quase 11 anos de pesquisa. Mas a expectativa para janeiro deste ano é que alimentos perecíveis, como frutas e verduras devem subir de preço, devido ao forte calor", disse o coordenador da Doctum.

Procon aponta variação de preço de 484% entre supermercados de Criciúma

03/01/2018 Maior diferença de valor encontrado em produtos semelhantes foi de 1488%. No hortifrúti, o Procon identificou aumento de 42% entre novembro e dezembro.

Arroz, feijão, carne, frutas, legumes e produtos de higiene e limpeza são alguns dos itens que a população mais consome diariamente. Pensando no consumidor, o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Criciúma realizou uma pesquisa de preços, na última semana, com as mercadorias que integram a cesta básica. O órgão constatou uma variação de 484% nos produtos de higiene e limpeza entre os dez estabelecimentos pesquisados de Criciúma.

Conforme o coordenador do Procon de Criciúma, Gilberto Santos, a pesquisa de preços em produtos da cesta básica iniciou em outubro. No mês de novembro foram acrescentados os produtos de higiene e limpeza. “Realizamos a pesquisa mensalmente para acompanhar a variação dos preços. Conseguimos identificar um aumento de 42% entre os meses de novembro e dezembro em produtos hortifrúti”, relata.

Entre os 24 itens que integram a cesta básica, o que apontou maior variação foi o macarrão parafuso de 500g, sendo encontrado entre R$ 1,67 e R$ 9,45, totalizando uma diferença de 466%. No hortifrúti, foram pesquisados 18 itens, sendo a banana caturra o maior índice de diferença, chegando a 265%, entre R$ 0,68 a R$ 2,48. Na categoria higiene e limpeza, a maior variação encontrada foi na esponja, apresentando uma diferença de 1.488%, com os preços entre R$ 0,49 a R$ 7,78.

“O nosso propósito é fortalecer a pesquisa de preços. Os estabelecimentos possuem uma grande diferença de valores entre os produtos semelhantes, e com a nossa análise os consumidores terão uma noção maior da importância de pesquisar. Escolhemos os 51 itens mais comuns nas casas das famílias”, destaca Santos.

A pesquisa de preços completa pode ser conferida no site do Procon de Criciúma, através do link procon.criciuma.sc.gov.br.

Mercados da Itália causam polêmica por vender sacolinhas

Nova lei autoriza que embalagem seja vendida nos comércios
Agência ANSA

Os supermercados da Itália começaram a vender as sacolinhas biodegradáveis usadas para embalar os alimentos e produtos comprados nos estabelecimentos comerciais do país. A medida gerou polêmica entre os órgãos de defesa do consumidor.

De acordo com "Observatório di Assobioplastiche", as famílias italianas terão que adicionar entre 4,17 e 12,51 euros em seu orçamento durante o ano de 2018.

A cobrança foi estabelecida após a lei 123/2017 entrar em vigor ontem (2). Aprovado em agosto passado, o decreto introduz disposições urgentes para o crescimento econômico do sul italiano, na área conhecida como Mezzogiorno.

Segundo a pesquisa realizada pelo Observatório, em 12 supermercados, o custo de cada sacolinha estava entre um e três centavos. O consumo médio de cada cidadão é de 150 sacos por ano. No total, são usadas entre nove e 10 bilhões de unidades no país. Por sua vez, de acordo com os dados de análise "Gfk-Eurisko" apresentados em 2017, as famílias italianas fazem uma média de 139 compras por ano em grandes varejistas. Supondo que cada despesa envolve o uso de três sacos para os produtos, o consumo anual por família deve ser de 417 embalagens, por um custo total entre 4,17 e 12,51 euros.

"Essas primeiras indicações de preço nos confortam muito, porque eles testemunham a ausência de especulações ou manobras em detrimento do consumidor", explica Marco Versari, presidente da Assobioplastiche.

No entanto, para a principal entidade dos direitos dos consumidores, Codacons, este é um "novo imposto pesado que recairá nas famílias italianas.Um novo imposto escondido cobrado aos consumidores". Já a associação Legambiente afirmou que "não é correto falar sobre gastos caros. A inovação tem um preço, e é certo que a embalagem seja paga desde que tenha um custo justo, que deve ser de dois ou três centavos, bem como é certo prever altas multas para comerciantes que não respeitam a legislação atual".

Brasil

Aqui no Brasil, as sacolinhas com material bioplástico foram adotadas pela prefeitura de São Paulo para alavancar a coleta seletiva na cidade e reduzir a quantidade de resíduos que são encaminhados para os aterros.

Atualmente, os estabelecimentos cobram R$ 0,08 por unidade. Em alguns locais, porém, o consumidor chega a pagar R$ 0,10. Desde a mudança, a questão da gratuidade gerou polêmica. As lojas só podem disponibilizar embalagens verdes ou cinzas, que além de reduzirem o impacto ambiental, são maiores e mais resistentes.

Em outubro de 2017, o Procon Paulistano, órgão de Defesa do Consumidor, aprovou uma nova norma que proíbe os estabelecimentos de venderem sacolinhas com propagandas. A medida é evitar que o consumidor pague pela sacola e promova gratuitamente o estabelecimento.

Clientes Guanabara podem ir para o Carnaval no Sambódromo

04/01/2018

A rede de Supermercados Guanabara, patrocinadora oficial do Carnaval do Sambódromo, lança a Campanha do Carnaval 2018 e sorteia 2 mil ingressos para o Carnaval Carioca.

Todos os clientes que passarem pelas 25 lojas da rede, até o dia 01 de fevereiro, poderão concorrer a 2 mil ingressos para assistir, do setor 11, o desfile do Grupo Especial na Marquês de Sapucaí.

A campanha publicitária com a cantora Ivete Sangalo inclui mobiliário urbano, anúncios em jornais, revistas, redes sociais, spots de rádio e encartes especiais.

Sorteio

O ganhador terá direito a um par de ingressos para a arquibancada do setor 11, além de duas camisetas. Ao todo serão distribuídos 2 mil ingressos, válidos para os dias 11 ou 12/02. Os sorteios acontecem até o dia 19/01/2018. A cada compra de valor igual ou superior a R$ 40,00, o cliente ganha um cupom e concorre ao Kit Guanabara Carnaval 2018. Compras com o Guanabara Card receberão o cupom em dobro. Os participantes poderão colocar os cupons nas urnas, diariamente, entre 8hs e 22hs durante o período de 02/01/2018 a 02/02/2018.

Atualmente a rede possui 25 unidades distribuídas por todo o Rio, Grande Rio e Baixada Fluminense. Fundado por portugueses na década de 50 com o nome “Casas Guanabara”, o pequeno comércio se transformou nos Supermercados Guanabara uma das mais tradicionais e modernas redes de supermercados do país.

Fonte:: Redação

Comissão aprova proposta que facilita visualização de preços em gôndolas de supermercados

Áureo: informações que somente são lidas quando próximas dos olhos implicam um constante curvar-se ou abaixar-se

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara aprovou proposta que disciplina a oferta e as formas de afixação de preços de produtos para consumidores com acuidade visual limitada, ou seja, pessoas que tenham dificuldades para visualizar as informações nas gôndolas por problema na visão.

O texto aprovado é o substitutivo do deputado Aureo (SD-RJ) ao Projeto de Lei 8344/17, de autoria do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB). Aureo incluiu no texto a exigência de disponibilizar as informações de preço e validade dos produtos também em braile, sempre que for tecnicamente possível.

A proposta aprovada determina que nos supermercados, as informações de preços deverão ser disponibilizadas de forma a permitir claro entendimento de seu conteúdo por pessoas com acuidade visual limitada, sem que estas tenham de realizar qualquer manobra física para aumentar seu entendimento da informação.

“A questão de que o projeto se ocupa é relevante, pois informações de preço que somente são lidas quando próximas dos olhos, implicarão um constante curvar-se ou abaixar-se para a leitura de informações em prateleiras inferiores. A repetição dessa ação por pessoas idosas é, sem dúvida, muito desgastante. Caso as informações fossem disponibilizadas à altura da vista de uma pessoa mediana ou seu tamanho fosse ampliado para visualização a distância, essa dificuldade seria certamente mitigada”, argumentou o relator.

Para ele, o custo para implantação da obrigação do projeto é mínimo e seria compensado pelo aumento de afluxo de clientes de terceira idade ou com deficiência.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
PL-8433/2017
Repórter – Geórgia Moraes
Edição – Rachel Librelon

Giga Atacado projeta 2018 como o ano de maior investimento

Com a retomada da economia, puxada pelo consumo, o grupo MGB, dono da rede de supermercados Mambo, decidiu acelerar os investimentos em expansão. A empresa também tem a bandeira Petit Mambo, de lojas de vizinhança), e o Giga, de atacarejo.

Em meados deste mês, inaugurou a sétima loja da rede Giga na zona Norte de São Paulo, um dia após fechar um contrato de arrendamento de duas lojas de atacarejo da rede Alta Rotação, localizadas em Osasco e Várzea Paulista.

André Nassar, presidente do grupo, que deve fechar este ano com vendas de R$ 1,7 bilhão e crescimento de 35% em relação a 2016 e 17 lojas em funcionamento diz que, com esse negócio estão sendo antecipadas duas lojas previstas para o ano que vem. “2018 será o maior ano de investimentos da história da empresa.” A intenção é aplicar R$ 75 milhões em 13 lojas. Neste ano, foram R$ 40 milhões em três novas lojas: dois atacarejos tradicionais de grande porte (6 mil m²), modelo que consome mais recursos, e uma loja de vizinhança. O plano inicial era abrir quatro lojas em 2017.

Das lojas previstas para 2018, a maioria será voltada para o varejo – seis lojas de vizinhança e três supermercados. Isso porque, depois da forte expansão do atacarejo, com taxa de crescimento de vendas de dois dígitos nos últimos anos, em 2017 o desempenho foi mais modesto em razão da deflação dos preços dos alimentos e da forte concorrência que chegou no setor.

Nassar explica que, levando-se em conta as mesmas lojas, as vendas do atacarejo ficaram estáveis neste ano em relação a 2016, descontada a inflação. Já nas lojas da bandeira Mambo, de supermercados, houve crescimento real de 4%, considerando as mesmas lojas. “Depois de três anos, o Mambo cresceu mais que o Giga na base de mesmas lojas”, diz.

Segundo o consultor de varejo Cláudio Felisoni de Ângelo, presidente do Provar/Ibevar, a perda de fôlego do atacarejo é um movimento natural, diante da saída da recessão. Ele diz que ajustes no modelo são necessários para atravessar o novo momento do consumo.

Novos formatos. Nessa direção, especialmente para rebater a maior concorrência, o grupo aposta, por exemplo, em dois novos formatos de loja para o ano que vem. Um deles é o atacarejo compacto. Os dois pontos de venda que a empresa acaba de arrendar serão destinados ao modelo.

São lojas de 2 mil m² de área de venda, bem menor do que um atacarejo tradicional. “A intenção de ter atacarejos menores é poder estar em bairros da periferia, onde a concorrência é menor. Além disso, é muito difícil encontrar lojas de grande superfície na periferia para instalar um atacarejo tradicional”, argumenta o executivo.

A outra aposta do grupo para 2018 será o primeiro atacarejo de hortifrutigrangeiros. O Giga Frúti irá funcionar em Jundiaí (SP). “Vamos vender laranja em caixa, batata em saco”, exemplifica Nassar. Os clientes serão hotéis, restaurantes. Segundo ele, detectou-se que há uma lacuna para esse público que tem dificuldade de fazer compras na Ceagesp.

Supermercados apostam em saldão de produtos no início do ano

No ritmo das férias, entre as principais apostas da rede para este Saldão estão os pneus aro 14, com 50% de desconto na compra da segunda unidade, e as bicicletas e brinquedos, com 20% de desconto

Tradicionalmente, o início do ano é repleto de ações promocionais, com oportunidades imperdíveis para quem busca economizar. Mais uma vez, a rede Extra realiza o seu já tradicional Saldão, entre os dias 3 e 7 de janeiro, com ofertas em diversas categorias e condições de pagamentos diferenciadas para começar o novo ano com o pé direito.

Os descontos nas categorias de Bazar e Eletro podem chegar em até 60% e para os clientes que optarem por utilizar o cartão Extra, o pagamento dos produtos de eletro pode ser feito em 20 vezes sem juros; nos demais cartões, o parcelamento chega a 10 vezes sem juros.

No ritmo das férias, entre as principais apostas da rede para este Saldão estão os pneus aro 14, com 50% de desconto na compra da segunda unidade, e as bicicletas e brinquedos, com 20% de desconto. Já em Eletro, todos os fogões, micro-ondas e fornos elétricos estarão com 25% de desconto.

Além disso, o Extra está com ótimas oportunidades nas linhas de televisores, principalmente os produtos de telas grandes e SmarTVs, e de smartphones, com preços ainda mais competitivos. Na categoria de Bazar, os itens para casa são os principais destaques, como as jarras de 1,5 L e conjunto de 6 copos a partir de R$ 5,99 cada, e todos os bancos dobráveis com 30% de desconto.

Supermercados iniciam as promoções pós-Natal em Sorocaba

28/12/17 | Priscila Fernandes – priscila.fernandes@jcruzeiro.com.br

Preços das aves congeladas baixaram entre 25% e 30% nos supermercados – FÁBIO ROGÉRIO

Passado o Natal, alguns itens típicos da ceia natalina ainda podem ser encontrados nas prateleiras dos supermercados, mas com preços mais convidativos. Os descontos atingem especialmente as aves natalinas, como o peru e o chester, que chegavam ontem a custar 30% menos em alguns locais. Para os fãs de produtos da época, é uma oportunidade de aproveitar os sabores natalinos por mais tempo e mais barato.

"Os supermercados têm uma grande preocupação no pós-Natal de ficar com o estoque retido, pois precisam liberar espaço nas gôndolas para o próximo ciclo, que é o verão", explica o economista da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Thiago Berka. Desta forma, os panetones, aves natalinas, vinhos e frutas secas darão espaço para as cervejas e sucos, típicos da estação mais quente do ano. Entre os produtos de Natal estão também os chocolates, normalmente dados como presentes. "O Natal é a segunda melhor data para a venda de chocolates do ano", observa.

Isac procura preços mais baixos – FÁBIO ROGÉRIO

Neste ano, a expectativa da Apas é de ter faturado com o Natal de 1,5% a 2% mais que no ano anterior. A perspectiva é bem melhor que a de 2016, quando o setor amargou queda de 5% na venda de panetones, ficando com grande estoque. O economista aponta que para este ano os supermercados não devem acumular um estoque tão grande, ficando com um volume típico da época, que será liquidado por meio de descontos. "O consumidor vai encontrar muitas promoções interessantes", diz.

Aves natalinas

Carlos: aves não são para Réveillon – FÁBIO ROGÉRIO

O gerente da unidade do bairro Árvore Grande da Coop, Reginaldo Lopes, explica que as promoções, por enquanto, estão concentradas nos congelados típicos de Natal. "As aves natalinas baixaram em torno de 25% a 30%", diz. Ele conta que os outros produtos de fim de ano costumam ter quedas maiores de preço após o ano-novo. Os panetones, por exemplo, seriam alvo de renegociação com as fornecedoras em janeiro.

Para o aposentado Pedro Lopes, 64 anos, pesquisar promoções em vários locais é importante para economizar. "Temos que dar uma segurada, porque a situação não está fácil", observa. O vigilante Carlos Roberto Coelho Gonzales, 51 anos, lembra que apesar de estarem em promoção, as aves não costumam figurar nas ceias de ano-novo, pois de acordo com a tradição popular, não se deve comer animais "que ciscam para trás" na data, evitando assim não progredir no ano seguinte. Contudo, ele pondera bem-humorado que essas promoções podem ser aproveitadas para o consumo na semana seguinte, e vê os descontos pós-Natal como uma boa opção para economizar. "É gostoso e vale a pena", aponta.

Na unidade de Sorocaba do supermercado Boa, vários produtos da época ganharam descontos. "Nós já estamos com promoções, aproveitando o encerramento do ano", aponta o gerente Luís Carlos da Silva. "Hoje estamos trabalhando forte nos preços do peru, chester e houve também uma queda de preços nos panetones", conta.

Fábio comprou um panetone – FÁBIO ROGÉRIO

O operador de máquinas Fábio de Oliveira Presença, 39 anos, aproveitou para adquirir por R$ 7 um panetone que antes das festas tinha encontrado por cerca de R$ 12. "Está em um preço um pouco abaixo do que estava", observa. O aposentado Isac Vieira de Barros, 63 anos, acredita que esse tipo de promoção atrai o consumidor. "(Compro) onde eu achar o preço mais em conta", diz.